#Corno #Traições #Voyeur

Ricardão fodeu minha esposa

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JB

Ricardão, com uma facilidade que denunciava sua força, guiou Raquel até o estofado de couro, posicionando-a de forma que João não perdesse um único centímetro do que estava prestes a acontecer.

João ajustou-se na poltrona, as mãos apertando os braços do móvel. Daquele ângulo, ele tinha a visão perfeita: Raquel estava deitada, as pernas grossas abertas e entregues, encaixando aquele corpo grande e forte de Ricardo que se colocava entre elas.

Quando Ricardo se aproximou totalmente, a disparidade física tornou-se o centro de tudo. A largura dos ombros dele parecia apagar o resto do quarto, mas era o que estava abaixo que prendia a atenção de João. O membro negro, grosso, duro e enorme de Ricardo, pulsava ao ritmo das estocadas, parecia quase irreal contra a buceta macia de Raquel.

João viu o momento em que a cabeça daquela magnitude tocou a entrada da buceta de Raquel. Ele notou o suspiro profundo dela, os dedos dos pés se contraindo enquanto ela se preparava para a densidade que a preencheria.

"Olhe como a buceta dela estica para receber minha rola, João" Ricardo comentou, a voz vibrando como um trovão. Ele começou a entrar, centímetro por centímetro, com uma lentidão deliberada que permitia ao marido saborear o impacto de sua penetração.

João assistia, hipnotizado, à pele de Raquel sendo levemente puxada e moldada pela espessura da pica de Ricardo. Era uma visão de preenchimento total; parecia não haver espaço para mais nada no mundo além daquele encontro de opostos. O contraste do ébano polido e duro de Ricardo desaparecendo dentro do marfim de Raquel era a imagem que João guardaria para sempre.

Raquel soltou um gemido agudo, a cabeça jogada para trás, enquanto as mãos de Ricardo — que cobriam quase toda a coxa dela — a mantinham firme no lugar. Cada estocada era pesada, profunda, fazendo o corpo dela deslizar levemente no couro do sofá, um som rítmico que se misturava à respiração pesada dos três.

No auge do movimento, Ricardo parou por um segundo, mantendo-se profundamente enterrado nela. Ele olhou diretamente para João, desafiador e cúmplice ao mesmo tempo. Raquel, com os olhos nublados de prazer, também buscou o marido. Ela estava sendo levada ao limite por um homem que personificava o excesso, mas seu coração e seu olhar ainda pertenciam ao homem na poltrona.

A cena atinge um nível de intensidade onde as palavras começam a falhar e apenas as sensações importam. João nunca se sentiu tão vivo quanto assistindo àquela demonstração de poder e entrega. Ver sua esposa deitada no sofá de couro com suas pernas abertas escorrendo porra de outro homem, que acabou de usar sua boca, bunda e buceta com vontade.

Para João foi um espetáculo assistir sua mulher tendo prazer alucinante por todos os seus buracos, a rola negra saía do seu cuzinho arrombado. Nunca tinha visto sua mulher ser tão usada daquela forma, principalmente quando o Ricardão chupava sua buceta, enquanto ela abocanhava seu pau cheio de porra que escorria pela cabeça preta. Ela chupava como uma criança chupando um sorvete delicioso de açaí.

O som da porta pesada se fechando atrás de Ricardo deixou um vácuo de silêncio eletrizante no local. Raquel permanecia no sofá, o peito subindo e descendo em suspiros, a pele ainda marcada pelo contraste do ébano que a preenchera momentos antes. João não se moveu de imediato; ele apenas a observava, gravando na memória a imagem da esposa desfeita e adorada.
Lentamente, ele se levantou. Seus passos ecoavam no piso de madeira até pararem diante dela.

João estendeu a mão e tocou o rosto de Raquel. Seus dedos pareciam frios contra a pele febril dela. Ele sentiu o tremor que ainda percorria o corpo de sua esposa — o barulho dos corpos de Raquel contra a força bruta de Ricardo.

Não havia ciúme, apenas uma admiração profunda. "Você foi perfeita," ele sussurrou. Raquel buscou a mão dele, beijando a palma com uma urgência renovada. "Eu sentia você em cada segundo," ela confessou, a voz falha. "Ver você me olhando enquanto... enquanto ele me possuía daquela forma... foi o que me manteve inteira. Eu queria ser o seu espetáculo, João. Eu queria que você visse ele entrando na minha boca, na minha bunda e na minha buceta daquela maneira, realizar o seu desejo e sua fantasia era o meu maior prazer."

Ele a ajudou a se levantar, envolvendo-a em um abraço que parecia querer fundir os dois corpos em um só. O cheiro do amante ainda estava nela, um lembrete persistente da diferença física e da intensidade do que haviam testemunhado, mas os braços que a sustentavam eram os de João, seu marido.

Naquela noite, o sexo entre os dois no silêncio do próprio quarto foi diferente de todos os outros. Não havia a força bruta ou a escala monumental do Ricardão, mas havia algo que o estranho nunca poderia ter: a propriedade emocional. João possuía Raquel não apenas fisicamente, mas através da permissão que dera e da confiança que recebera em troca.

Eles se redescobriram naquela madrugada, usando a imagem do contraste que viram encima da cama como combustível para uma conexão que agora parecia não ter mais limites ou segredos.

Novas fantasias de Raquel

Desta vez, a dinâmica muda. Raquel, agora sentindo o empoderamento de quem foi o centro das atenções, decide assumir as rédeas da próxima experiência. Ela quer testar os limites da observação de João, levando-o a um cenário onde ele não é apenas o arquiteto, mas um convidado em um espetáculo montado por ela.

João recebeu uma mensagem no meio da tarde com apenas uma localização e um comando: "Chegue às 21h. Use a venda que deixei na sua gaveta. Não tire até que eu mande."

Quando ele entrou na suíte do hotel Mabu, o perfume de Raquel misturado a um aroma amadeirado e forte preenchia o ar. Ele ouviu o clique da porta sendo trancada atrás dele.

"Fique parado," a voz de Raquel soou suave, mas carregada de uma autoridade que João nunca tinha ouvido.

Com os olhos vendados, a audição de João tornou-se sua única bússola. Ele ouviu o roçar de tecido — o vestido de seda dela caindo no chão — e, logo em seguida, o som de passos pesados e firmes. Passos que ele reconheceria em qualquer lugar: Ricardão estava lá novamente.

Raquel aproximou-se de João, sussurrando no seu ouvido: "Hoje, você não vai ver. Você vai ouvir o que eu sinto quando ele me toca."

João sentiu as mãos de Raquel em seu peito, mas, simultaneamente, ouviu o som metálico de um cinto sendo aberto bem à sua frente. O contraste era torturante. Ele ouviu o gemido de Raquel quando ela, presumivelmente, entrou em contato com a magnitude do membro de Ricardão que ele vira no outro dia...

"Ele é tão grande, João... você lembra?" ela provocou, a voz trêmula. "Sinta o calor que emana dele."

Raquel pegou a mão de João, ainda vendado, e a guiou. João sentiu a textura, a grossura e a rigidez do pau do Ricardo — era quente, firme e tensa. Seus dedos tocaram a lateral daquela anatomia impressionante que ele sabia ser longa e grossa. O choque tátil foi eletrizante. Ele podia sentir a pulsação de Ricardo sob seus dedos, uma força bruta contida pela vontade de Raquel. João sabia que aquilo tudo já esteve dentro da sua esposa e ela queria mais.

O silêncio do quarto era quebrado pelo som úmido e rítmico de Raquel explorando Ricardo. João ouvia os gemidos graves de Ricardo. João também escutava o som que saia da boca de Raquel quando o membro de Ricardo entrava e saía da boca dela quase fazendo-a engasgar.

"Ele está me preenchendo agora, João," Raquel narrava, a voz falhando enquanto o som da carne contra a carne indicava que Ricardão a possuía ali, a poucos centímetros do marido vendado. "É grande e grosso... é tão duro que eu sinto que vou transbordar." Raquel gozava montada em cima daquele homem como uma puta devoradora de rola.

João, privado da visão, criava imagens em sua mente ainda mais intensas do que a realidade. Ele imaginava a buceta de Raquel sendo esticada e moldada pela rola preta e imponente de Ricardo. A frustração de não ver era compensada por uma excitação cerebral que o deixava trêmulo e com o pau quase explodindo de tanto tesão.

"Pode tirar a venda," Raquel ordenou.

Quando a luz atingiu seus olhos, João levou alguns segundos para focar. A cena era avassaladora: Raquel estava de costas para ele, de quatro sobre a borda da cama, com Ricardão posicionado atrás dela. A visão daquela coluna escura e latejante entrando e saindo da buceta e do cuzinho de sua esposa, desaparecendo completamente nela a cada estocada profunda, era o ápice de quem gosta de ver sua esposa sendo penetrada por outro homem. Ricardão era um tipo de homem negrão, pauzão de dar inveja. Assistir ele fodendo sua mulher era o seu maior desejo.

Ricardão segurava Raquel pelos quadris com suas mãos imensas, as digitais escuras marcando a pele clara dela como um selo de posse temporária. Ele olhou para João com um sorriso de satisfação, acelerando o ritmo para mostrar a potência do impacto.

A atmosfera no quarto de hotel atingiu um ponto de saturação onde a observação já não era suficiente. A tensão entre o marfim da pele de Raquel e o ébano imponente de Ricardo exigia uma ponte, e essa ponte era o próprio João.

Movido por um instinto de posse e fascinação, João levantou-se. Ele se aproximou do sofá onde Ricardo mantinha Raquel firme, as mãos escuras do convidado contrastando drasticamente com a pele clara das coxas dela.

"Eu quero sentir o que ele sente, Raquel," João murmurou, a voz rouca.

Ricardão, entendendo perfeitamente a dinâmica, recuou apenas o suficiente para que Raquel ficasse de quatro, mas sem nunca se desconectar dela por completo.

João posicionou-se por baixo de Raquel e beijando sua boca. Agora, ela estava prensada: atrás, a solidez absoluta e a magnitude escura de Ricardo; por baixo, o rosto e o corpo do homem que ela amava.

Para João, a imagem era avassaladora. Ele via a esposa sendo preenchida por trás por aquela anatomia monumental e escura, enquanto ele mesmo a beijava, sentindo o hálito quente dela e o suor que brilhava em sua pele clara. Raquel dava gritos e gemidos de prazer ao ser penetrada ao mesmo tempo por dois homens, um, o homem que amava mais que tudo, o outro, o homem das fantasias mais indecente que já tivera antes.

A sincronia começou. Ricardo, com sua força calma e rítmica, ditava o passo por trás. A cada estocada profunda, o corpo de Raquel era empurrado contra o de João. Raquel narrava com sussurros o que sentia ao ser penetrada pelo Ricardo, dizia ela: João estou sendo arrombada, a rola dele é muito grande, grossa e potente. Estou amando ser fodida por ele.

"Olhe para trás, João," Ricardão comandou com sua voz de trovão. "Veja como nós dois a dividimos."

João obedeceu. Ele viu suas próprias mãos, claras e familiares, acariciando os seios de Raquel, enquanto logo atrás, a pica negra entrava e saía da bunda dela com uma espessura que parecia dilatar os limites de Raquel. Era uma imagem de preenchimento total; não sobrava um milímetro de Raquel que não estivesse em contato com um dos dois.

* Ela estava no centro de um furacão sensorial. Por trás, o peso, a largura e a força bruta de Ricardo a levavam ao limite físico. Por baixo, o carinho, os beijos e a conexão emocional de João a mantinham segura.

* "Eu estou... eu estou sentindo os dois paus pulsando dentrode mim," ela conseguiu gemer, a voz se perdendo entre o prazer e a exaustão.

João sentiu a pulsação de Ricardo através do corpo de Raquel. Era como se a energia do convidado estivesse sendo transmitida para ele. Ele segurou o rosto de Raquel com as duas mãos, forçando-a a manter o contato visual enquanto Ricardo intensificava o ritmo atrás, cada impacto fazendo o sofá ranger levemente.

Naquele momento, as barreiras de "marido" e "estranho" desapareceram. Havia apenas um objetivo: levar Raquel ao auge absoluto sob o peso daquele contraste físico extremo. O suor de Ricardo pingava nas costas de Raquel, misturando-se ao dela, enquanto João selava os lábios da esposa, abafando o grito dela quando o clímax finalmente os atingiu de forma simultânea.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada dos três. Raquel estava exausta, apoiada no peito do seu marido enquanto Ricardão, lentamente, se retirava e recuperava seu espaço, deixando para trás a marca visual e física de sua passagem.

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