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O Ginecologista do Interior – Christina, a filha da atendente – Final de semana em Itacaré – Parte 4

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Contos do Gineco

Os contos da série “O Ginecologista do Interior” são fictícios, obras da imaginação do autor (Contos do Gineco) que não tem a intenção de incentivar a prática de atos ilícitos.

Acordei com Christina se movendo de bruços sobre a cama, entre mim e Gertrudes, ainda em sono. A bunda arrebitada da menina tinha as carnes próximas ao rego manchadas de vermelho, do sangue virginal seco, assim como a parte de trás das coxas na altura do vão. A mãe também dormia de bruços, franqueando-me a visão de seus belos glúteos, tão firmes e arrebitados quando os da filha, mas de maiores proporções. Pensar que ontem eu havia feito amor com as duas, penetrando as profundezas dos orifícios entre aqueles montes perfeitos, conquistando o território inexplorado e proibido entre as pernas de Christina, me fez ficar excitado. Tive vontade de montar sobre a menina, mas ela devia estar dolorida, merecia um dia de descanso para agir como a menina que ainda era, brincar na piscina e na praia, aproveitar o nosso último dia em Itacaré.
Olhei para a bunda de Gertrudes. Eu podia saciar o desejo matinal em suas carnes, mas depois de ela ter se entregado plenamente ontem à noite, também merecia uma folga. E eu precisava me recuperar. Não era mais jovem para ter ereções seguidas, ejacular com abundância em orgasmos tão próximos.
Acariciei com suavidade o rosto da minha namoradinha, ela abriu os olhos. Mesmo sonolenta, sorriu para mim, conquistando-me cada vez mais.
- Você está bem?
Ela respondeu com um movimento afirmativo de cabeça, sem deixar de sorrir.
- Está doendo?
- Ainda arde um pouquinho...
Eu devia ter aplicado um pouco de pomada cicatrizante na vagina da menina, após desvirginá-la, mas eu estava cego de desejo no ataque à Gertrudes.
- Deite-se de frente e flexione as pernas, vou examiná-la.
Christina de pronto ficou em posição ginecológica sobre a cama. Acomodei-me entre as suas pernas e passei a examiná-la. A vulva estava avermelhada e havia resquícios do sangue virginal coagulado nas dobras dos grandes e pequenos lábios. A entrada da vagina estava irritada, mas não demonstrava ter havido traumas. Gertrudes tinha acordado e nos observava:
- Você está bem, filha?
- Estou, mamãe. Está ardendo só um pouquinho.
- Dá próxima vez não vai mais machucar e você vai adorar! Mas é melhor esperar uns dias até sarar.
Gertrudes sorria para Christina, o olhar cúmplice de uma mulher que havia revelado todos os seus segredos a uma amiga, não à filha pequena.
- Dê um banho na sua filha, limpe-a com cuidado entre as dobras da vulva. Depois aplique a pomada contra assaduras na entrada da vagina, para aliviar a ardência que ela sente.
Acompanhei as duas ao banho, pois eu também estava impregnado com as secreções secas de Christina e Gertrudes. Após o café da manhã, dirigimo-nos à piscina, mas antes de a menina pular na água, apliquei o protetor solar em seu corpo, principalmente no rosto, dorso e costas, onde a pele estava mais rosada. Perguntei à Gertrudes, que tomava banho de sol deitada de bruços sob a toalha estendida por cima de uma das cadeiras estendidas, se queria que eu passasse o protetor em seu corpo, mas ela respondeu que queria bronzear as partes protegidas pelo maiô. Como tinha a pele muito branca, era certo que ficaria vermelha e ardida.
Fiquei olhando Christina brincar na água, vez ou outra subindo na borda da piscina para pular, saboreando uma dose de uísque. Devo ter adormecido, pois, quando percebi, ela estava parada ao meu lado, o corpo maravilhosamente nu e molhado, os cabelos finos moldando a cabeça e a nuca.
- Posso brincar um pouco na areia?
Olhei para a praia deserta.
- Pode, mas não vá longe e se vir alguém se aproximando, volte correndo para vestir o maiô.
- E só entre no mar até a altura dos joelhos!
Acrescentou Gertrudes, virando-se de frente na cadeira de sol, deixando à vista seus belos e firmes seios de aréolas rosadas, o púbis com pelos ralos e claros. Christina correu para a praia, a bunda dura e empinada dançando a cada passada. Coloquei outra dose de uísque no copo e fiquei observando-a brincar na areia sem se preocupar com a nudez, fazendo pequenos castelos sentada com as pernas abertas ou agachada. Vez ou outra ia ao mar, mas sem entrar muito.
Vi um vulto se aproximar ao longe, vindo da direção da vila de pescadores. Christina estava de costas, desenhando na areia, e não percebeu. Levantei-me para chamá-la para vestir o maiô, mas desisti ao perceber que se tratava de uma menina morena que vestia um maiô ou biquíni com uma camiseta por cima. Christina se levantou e passou a conversar com a menina, sem se preocupar em se cobrir. Para a minha surpresa, a menina retirou a camiseta. Não estava de biquíni ou maiô, vestia apenas uma calcinha, retirada logo em seguida. Os seios já se desenvolviam, formando ondulações no tórax, evidenciando que ela tinha mais idade que Christina, apesar de ter quase a mesma altura, o púbis mais escuro devido aos pelos pubianos. As duas passaram a brincar, correndo, pulando e entrando no mar.
Algum tempo depois, aproximaram-se da casa. Gertrudes se sentou na cadeira ao escutar uma voz diferente, puxando a toalha para encobrir a nudez. As meninas pararam na nossa frente. Christina apresentou a nova amiga que tinha corpo de menina-moça:
- É a Joana, conheci na praia. Ela mora na vila.
- Oi...
A menina falou com um sorriso, desviando sutilmente o olhar para o meu pênis. Da mesma forma, olhei para seus seios incipientes de pequenas aréolas escuras, a parte de cima do púbis coberto com pelos pretos que ainda nasciam, o clitóris bastante protuberante despontando entre os lábios. A pele era morena e tinha os cabelos longos e encaracolados. Christina continuou a apresentar a nova amiga:
- Chamei para ela tomar banho de piscina, mas disse que tinha que continuar pelada, pois a minha mãe e o namorado também estavam pelados. Ela disse que não tinha problema, que desde criança tomava banho de mar pelada com os irmãos e com os primos.
Cristina agiu como eu havia pedido, respondeu que Gertrudes era minha namorada a qualquer pessoa que perguntasse sobre a nossa relação. Continuei a olhar para Joana, sua maravilhosa pele morena em contraste com a pele alva e rosada de Christina, os cabelos escuros encaracolados dela com os fios lisos e extremamente loiros da minha menina, admirando a diversidade de raças no Brasil. Quando as duas mergulharam na piscina, pude apreciar a bunda da moreninha, mais cheia e redonda que a de Christina. Olhei maliciosamente para Gertrudes, que ainda mantinha a toalha puxada sobre os seios:
- Acho que você vai ter a oportunidade de provar outra bocetinha novinha...
Ela devolveu o sorriso e soltou a toalha, passando a observar as meninas que brincavam na piscina, jogando água uma na outra. Continuei a instigá-la:
- Será que é doce como a de sua filha? Já provei meninas com que tinham o sabor levemente amargo…
- De quem?
- De algumas pacientes. Teve a Catia, a Marta, a Sarah...
- Aquela menina pequena que tinha sido estuprada? O senhor também comeu?
Ri do assombro que se formou no rosto de Gertrudes.
- Tinha que experimentar a bocetinha dela antes de lacrar novamente. Muito apertada, uma delícia! Ela não sentiu nada, estava sedada para o procedimento de reconstituição do hímen.
Desta vez ela riu comigo. Depois olhou novamente para a menina morena, que procurava imitar Christina dando cambalhotas na água, mostrando a todo momento a bunda e a parte final da vulva escura, ainda sem pelos naquele local.
- Deve ter o sabor mais salgado. Ela vive na praia…
Gertrudes riu com vontade. Era muito gratificante ver que ela havia deixado cair todo o peso do preconceito que levava nas costas.
- Será que ela deixaria?
Ela passou involuntariamente a língua entre os lábios, demonstrando a expectativa de ter o sexo da moreninha em sua boca.
- Não vai ser difícil. Poucas pessoas conseguem me surpreender e ela me surpreendeu ao ficar nua na frente de desconhecidos. Somente tinha visto dois tipos de mulheres que espontaneamente tiram a roupa na frente de pessoas que não conhecem: as mulheres em uma consulta ginecológica e as prostitutas.
- Você acha que ela é uma prostituta mirim? Então temos que ter cuidado com a proximidade dela com Christina.
- Não estou dizendo isso. As meninas que são obrigadas a se prostituírem têm uma vida muito difícil, não agiriam feito meminas como Joana ao brincar com Christina. Mas não quer dizer que seja inocente. Ela olhou para o meu pênis sem demonstrar curiosidade. Muitas comunidades interioranas mais isoladas têm um comportamento mais liberal, diferente do pudor religioso que dominam as cidades grandes.
- Nunca fui boa em sedução. Não consegui atrair muitos homens em minha vida, quanto mais uma menina!
- Porque não eram homens que queria atrair. Você reprimiu o desejo que sente pelo mesmo sexo por muito tempo. Se fosse mais aberta, já teria acontecido antes. Preste atenção:
Chamei Christina para sair da piscina, com a desculpa de que precisava passar novamente o protetor solar para não ficar com a pele ardendo. Ela saiu pela borda da piscina na nossa frente, apoiando a perna para subir, permitindo-nos a visão da vulva entreaberta, ainda com resquícios da pomada cicatrizante na abertura vaginal. Joana também saiu da piscina no mesmo local, revelando a vulva escura, o capuz do clitóris bastante carnudo e saliente. Não era o tipo de vulva que eu apreciava, preferia as mais delicadas, como as de Christina e Gertrudes, no entanto, o que me interessou na moreninha foi a linda bunda de menina-moça, firme e sem marcas como a da minha loirinha, porém com mais carnes sobre os músculos.
Peguei o protetor solar, apliquei uma quantidade em minhas mãos e fui espalhando pelo corpo de Christina, começando pelo rosto, pescoço e costas. Pulei a bunda e fui para as pernas, de baixo para cima, passando pelas panturrilhas delineadas e coxas. Ao checar mais próximo de sua vulva impúbere, a menina separou mais as pernas, na expectativa do toque, mas espalhei somente na parte interna das coxas, bem próximo ao sexo, para instigá-la. Apliquei protetor sobre o seu tórax, e ao alcançar as aréolas rosadas e salientes, massageei-as por alguns instantes, arrancando alguns suspiros dela. Olhei diretamente para Joana, que acompanhava com surpresa e atenção os movimentos de minhas mãos.
Desci pelo abdômen reto e sem gorduras de Christina. Desci mais e cheguei no púbis liso, espalhando o protetor na parte externa dos lábios. Christina respirava forte, ansiando o toque mais profundo. Olhei novamente para Joana, para ver a sua reação. Ela olhou nos meus olhos por alguns segundos e voltou a atenção para a minha mão entre as pernas de Christina. Retirei a mão da vulva da minha menina, que até a noite anterior era virgem, virei-a de lado para mim, coloquei mais protetor na mão direita e espalhei em sua bunda, massageando os pequenos e firmes montes que cabiam cheios na minha palma. Aos poucos me aproximei do rego, espalhando o protetor desde o início até chegar ao pequeno orifício rosado que tanto me atraía. Quando senti que estava liso, introduzi com cuidado o dedo indicador, fazendo Christina gemer de prazer.
Mais uma vez olhei para a Joana, ao lado. Ela estava com os olhos arregalados. Gertrudes, que acompanhava atenta, masturbava-se discretamente, olhando para o meio das pernas da moreninha.
Levei a outra mão ao sexo de Christina e com o dedo indicador alcancei o minúsculo clitóris, tendo o cuidado para não descer muito e tocar a fissura vaginal, ainda sensível devido ao desvirginamento. Ela passou a mover os quadris para melhor sentir os meus dedos. Dobrei o indicador direito dentro do seu reto em direção ao púbis, na altura do dedo que a masturbava, pressionando o clitóris por dentro, arrancando dela gemidos que causaram mais espanto na menina morena. A minha linda loirinha gozou escandalosamente, como eu esperava, gemendo alto. Suas pernas fraquejaram, mas a sustentei com a mão que estava em sua bunda a e acomodei com cuidado na cadeira estendida em que eu estava sentado, o tronco dela apoiado no encosto inclinado.
Joana continuava a olhar para Christina, que mantinha os olhos fechados e a face em leve sorriso, aproveitando a maravilhosa sensação pós-orgástica. Gertrudes também havia gozado, mas de forma contida para não chamar a atenção da menina morena, e relaxava na cadeira estendida, nua. Olhei para Joana:
- Você já usou protetor solar?
Ela negou com a cabeça.
- Você vai ver como é boa a sensação na pele. Venha, deixe-me espalhar em seu corpo.
Ela se aproximou lenta e relutantemente, o olhar desconfiado. Naquele momento, tive a confirmação de que ela não era uma prostituta mirim.
- Se não estiver gostando, é só falar que eu paro.
Ela olhou para mim e afirmou com a cabeça, pondo-se à minha frente, meu rosto na altura dos seus pequenos seios. Apliquei o protetor nas mãos e, repetindo o caminho percorrido no corpo de Christina, iniciei pelo rosto moreno, olhando diretamente para seus olhos castanhos escuros, que miravam os meus, a boca de lábios cheios entreaberta, a respiração acelerada que naquele momento evidenciava medo. Desci para o pescoço e costas, fazendo movimentos suaves em forma de massagem para fazê-la relaxar, aproximando minhas mãos perigosamente de seus glúteos maravilhosos sem, no entanto, tocá-los. Mudei o itinerário e espalhei o protetor solar em seu abdômen, mas sem alcançar os seios incipientes e nem o púbis de poucos pelos. Joana não esboçava reação.
Fui para as pernas, mais grossas que as de Christina. Acariciei os tornozelos, subindo com suavidade para as panturrilhas e coxas. Espalhei o protetor nas laterais, aproximando-me da bunda, seguindo com os dedos os vincos com as pernas, aplicando o protetor pela parte de trás. Coloquei mais protetor mas mãos e toquei as partes da frente das coxas, espalhando de baixo para cima, aproximando-me das virilhas ainda lisas, sem marcas de raspagem. Contudo, não toquei o púbis da moreninha, que continuava a respirar com uma intensidade acima do normal, mas agora mantinha-se de olhos fechados, demonstrando excitação no lugar de medo.
Derramei protetor na parte superior de seu tórax. Aos poucos, aproximei as mãos dos seios pontudos, sentindo a ondulação crescer até as pequenas aréolas escuras com mamilos enrijecidos. Era a primeira vez que eu apalpava seios naquele estágio de desenvolvimento. Senti o seu coração batendo forte.
Colocando uma quantidade generosa de protetor solar nas mãos, pousei-as nas laterais dos quadris, esfregando-as em sua pele ligeiramente ressecada, devido à exposição frequente ao sol. Aos poucos, deslizei as mãos, deliciando-me com os montes macios que enchiam as minhas mãos, a pele se arrepiando ao contato de meus dedos.
Virando a menina de lado e deixando-a com as pernas ligeiramente separadas, enquanto a mão direita acariciava a sua bunda, levei a esquerda diretamente ao púbis, sentindo o roçar dos pelos que cresciam na região. Desci mais e a vulva encheu a minha mão. Acariciei por um tempo a parte externa, passando suavemente os dedos nos lábios mais cheios que os de Christina, a mão de trás também descendo, mas sem forçar a separação dos glúteos, até alcançar a parte final da vulva que, próximo à entrada vaginal, ainda era desprovida de pelos. Percebi a excitação da menina em forma de umidade. Enquanto subia a mão esquerda, aprofundei um pouco o dedo indicador e toquei as dobras de pele que formava o grosso capuz do clitóris. Joana não conteve um gemido. Olhei para Gertrudes, que não tirava os olhos do meio das pernas da menina. Ela iria se deliciar com o clitóris avantajado enchendo a sua boca.
Enquanto masturbava Joana, aprofundei o indicador direito entre os montes firmes da sua bunda, tocando-lhe pela primeira vez o orifício enrugado, que reagiu contraindo-se, para relaxar em seguida, permitindo-me o ingresso. Enfiei o máximo que podia e o dobrei no interior quente e apertado, forçando as paredes vaginais junto ao assoalho pélvico. Joana gemeu mais uma vez e apertou o esfíncter, espremendo o meu dedo. Enquanto a acariciava, passei a beijar e a sugar os seios recém-nascidos, arrancando dela novos gemidos de prazer.
Avancei um pouco o dedo que estava na vulva e alcancei a fissura vaginal, totalmente lubrificada, explorei a entrada e com cuidado, introduzi o dedo no canal. Não fiquei surpreso ao descobrir que a menina morena não era mais virgem. Introduzi um segundo dedo e passei a explorar a estreita vagina por dentro até o útero, sentindo o dedo da mão direita movendo-se no interior do reto bastante próximo. Retirei os dedos, inclusive o que estava atrás, e analisei o muco vaginal. Pela cor e espessura, a menina já menstruava e estava no período fértil. Olhei para Joana, ela parecia decepcionada por eu ter interrompido as carícias antes de ela chegar ao orgasmo.
Puxei-a para cima de mim, fazendo-a montar em meu colo. Ao sentir o pênis de encontro ao sexo, ela o guiou com a mão até a fissura e aos poucos foi se acomodando. Senti o pênis ser devorado pelo canal quente, úmido e de carnes macias, até ela colar o púbis no meu. Joana sorria para mim. Olhei para o lado. Gertrudes, que novamente se acariciava entre as pernas, também sorria, sabendo que em breve teria o seu momento. A menina passou a cavalgar sobre o meu corpo, atraindo a atenção de Christina, que se levantou da cadeira e se agachou por trás da nova amiga, passando a observar mais de perto a profunda penetração vaginal. Falei à minha loirinha:
- Em breve faremos amor assim.
Ela ficou de lado o suficiente para me dar um sorriso e logo sumiu atrás da menina que me cavalgava cada vez mais rápido, esfregando o clitóris em minha pélvis na busca do prazer. No entanto, eu não queria que ela gozasse logo, por dois motivos: primeiro, ela estava no período fértil e eu corria risco de engravidá-la a cada segundo que permanecia no interior de sua vagina; segundo, eu queria que ela gozasse primeiramente na boca de Gertrudes. Seria um reconhecimento ao que ela fazia por mim. Suspendi Joana, desencaixando-a de meu pênis. Ela novamente fez cara de decepcionada:
- O senhor não estava gostando? Eu não estava fazendo certo?
Respondi sorrindo:
- Eu estava adorando, você é uma menina linda, teria imenso prazer em gozar junto de você, mas não posso. Você está no período fértil, pode engravidar.
Percebi o olhar interrogativo:
- Sou ginecologista, sei perceber quando uma mulher está no período fértil.
- Gin… o quê?
Quase ri da resposta dela, mas me controlei para não quebrar o clima e o desejo dela:
- Sou médico de mulheres. As examino quando estão doentes e as ajudo a trazer os bebês ao mundo.
- Entendi...
- Você precisa ter cuidado quando transar, para não engravidar.
- Meu primo tira antes de gozar...
Então havia sido um primo que a tinha desvirginado. Procurei falar de uma forma simples, que ela entendesse:
- Ainda assim, você corre risco. O pênis solta um líquido antes do gozo que pode conter espermatozoides. Você não quer engravidar nessa idade, quer?
A menina faz uma cara de assustada:
- Deus me live! Se eu pegar barriga, meu pai me expulsa de casa e eu teria que morar na casa da luz vermelha!
Eu havia entendido o que ela quis dizer.
- Então a única maneira segura de você não engravidar é não transar pela via vaginal durante o período fértil, somente por trás.
Ela fez uma cara de horror:
- Mas no cu dói muito!
- Seu primo é inexperiente e não soube fazer direito. Ele usou somente cuspe para melar?
Joana fez um movimento afirmativo com a cabeça. Procurava usar palavras mais fáceis para ela.
- O cuspe não é um bom lubrificante. Da próxima vez, use algum creme ou óleo de cozinha, de coco. Até manteiga serve. Mas tem que passar também em você, por fora e por dentro.
Ela afirmou novamente com a cabeça.
- Você já sabe que a mulher goza através desse ponto entre as pernas.
Encaixei novamente a mão direita em seu púbis e com o dedo do meio circulei o avantajado clitóris. A menina afirmou com a cabeça, sem se afastar para quebrar o contato. Continuei estimulando-a.
- Então, não importa onde o homem coloca o pênis… Não sei como vocês costumam chamar aqui.
- A gente fala pau.
- E como chamam a vulva, a vagina?
- Tem gente que chama de boceta, outras de xoxota.
- Não importa onde o homem enfia o pau, se na xoxota ou no cu. A mulher só vai gozar se o clitóris for estimulado. Acontece que a xoxota se molha para facilitar a entrada do pau, mas o cu não. O cu precisa estar bem liso, por dentro e por fora, para que a mulher sinta prazer e não dor. Por isso, precisa passar algum tipo de lubrificante. Se o seu primo não passar, passe você. O importante é não deixar que ele coloque o pau na sua xoxota quando você estiver no período fértil.
- E como vou saber quando vou estar assim?
Continuei a masturbá-la, enquanto a ensinava algumas noções de prevenção da gravidez. Vez ou outra ia com o dedo até a entrada vaginal para levar um pouco da lubrificação natural ao clitóris, para não causar irritação.
- Você conta quatorze dias desde o primeiro dia da menstruação. Esse seria o seu dia fértil. Mas, para segurança, você deve deixar cinco dias antes e cinco dias depois. Então, você não deve transar pela xoxota do nono ao décimo nono dia depois do primeiro dia em que menstruar. Nesses dias, se quiser sexo, faça atrás. Assim você evita uma gravidez.
- Entendi...
- E como você está no seu período fértil, vamos fazer assim?
Joana não respondeu, ainda demonstrando dúvida. Eu sabia como convencê-la:
- Gertrudes também não gostava atrás, mas passou a gostar depois que eu ensinei.
Gertrudes olhou para a menina com bastante empatia:
- Isso mesmo. Fica muito gostoso depois que se aprende a dar o cu. Ele é médico de mulheres, sabe como ensinar.
Gertrudes agia como eu queria, incentivando a menina morena. Continuei:
- Christina também gosta. Na verdade, ela até prefere transar por trás. Diz que goza mais assim. Não é, Christina?
- Joana olhou para a minha loirinha, que passou a falar:
- Dói um pouco no começo, mas depois é bom. Adoro sentir o pinto do doutor dentro da minha bunda.
- Sorri para Christina, sempre muito espontânea. Fiz uma proposta que eu sabia que ela jamais recusaria:
- Vamos mostrar para a sua amiga como se faz?
- Christina logo se alegrou:
- Bora, doutor!
- Então fique de quatro na cadeira de pegar sol.
Retirei a mão dentre as pernas de Joana, deixando-a novamente a ver navios, e levantei da cadeira, dando espaço para Christina se preparar para a sodomia. Deixei-a de quatro sobre a toalha estendida na cadeira de sol, com as pernas separadas e os joelhos quase na ponta, as canelas e pés para fora. Joana, que a tudo observava com atenção, comentou:
- O cu dela é cor-de-rosa! A xoxotinha também! Eu nunca tinha visto uma assim… O que é essa coisa branca no buraquinho da frente?
- É uma pomada que coloquei para diminuir a ardência que ela estava sentindo. Ontem ela perdeu a virgindade.
- Fica doendo por uns dias, depois passa.
Ela falou para Christina. Sorri para ela, que não tirava os olhos da bunda exposta da minha loirinha. Estava admirada com a cor de Christina, que não era comum naquela parte do País. Chamei-a para ficar mais perto, pequei a sua mão direita e coloquei um pouco de protetor solar no seu dedo indicador.
- Vou ensinar como se deve fazer para deixar bem lubrificado e não doer. Espalhe por fora do orifício e quando estiver bem espalhado, enfie devagar o dedo, espalhando também por dentro. Assim o pau vai deslizar sem machucar.
Joana pareceu indecisa, o gesto demonstrando que ainda não havia tido contato sexual o mesmo sexo. Melhor para Gertrudes, que em breve teria a oportunidade de introduzi-la no mundo lésbico. A menina morena novamente me olhou e levou com cuidado o dedo lambuzado de protetor solar ao ânus de Christina, começando a espalhar pela região, cobrindo toda a mucosa rosa.
- Agora espalhe por dentro, mas coloque devagar para não machucá-la.
Joana foi enfiando aos poucos o dedo no ânus de Christina:
- É quente e macio por dentro… E muito apertado!
- Nunca colocou o dedo dentro do seu?
Ela negou com a cabeça.
- Rode o dedo, para espalhar melhor o protetor.
Ela fez como ordenei. Christina olhou para trás, sorrindo para a amiga. Eu sabia que ela estava na expectativa de mais um gozo e eu contava com isso. Olhei para Joana:
- Agora retire o dedo para eu aplicar mais protetor. Depois espalhe no meu pau.
Ela retirou o dedo do ânus de Christina e o olhou atentamente, talvez com receio que estivesse com resquícios de fezes, mas estava limpo. Coloquei mais protetor solar em sua mão. Desta vez a moreninha não relutou e agarrou o meu pênis, espalhando o protetor em movimentos semelhantes aos masturbatórios, dando-me prazer. Interrompi, pois eu ainda teria muito trabalho antes de gozar. Peguei outra toalha, dobrei-a e a coloquei no piso, na frente da cadeira, para permitir que eu ficasse de joelhos, atrás de Christina, entre as canelas projetadas para fora da cadeira de sol. Como a cadeira tinha cerca de vinte centímetros de altura, a bunda da minha loirinha ficou alinhada com os meus quadris.
- Preste atenção, Joana. Veja como assim entrará mais fácil.
Encostei o pênis no ânus da minha loirinha, esperando que ela relaxasse os músculos para permitir a penetração e assim ela fez, quando sentiu a pressão. A glande entrou, mas precisei de algum esforço. Embora estivesse mais acostumada com a sodomia, Christina era menina e bastante estreita. Ainda assim, ela não gemeu, querendo ser forte, frente à amiga. Retirei a glande de dentro do ânus apertado, que imediatamente se contraiu. Quando encostrei novamente para penetrá-lo, Christina soltou o esfíncter, na expectativa da penetração.
- O cu dela está todo aberto! Dá para ver por dentro, também é cor-de-rosa!
Era isso que eu queria que Joana visse: a técnica de relaxamento que Christina havia aprendido para facilitar a penetração anal. A minha loirinha não perdeu tempo e apressou-se em explicar à amiga, querendo mostrar que também era experiente na arte do amor.
- É só fazer força para fazer cocô quando sentir que está entrando. Fica bem mais fácil para o pinto entrar. Quando está todo dentro, fica muito gostoso.
Agradeci mentalmente à Christina. Depois dessa demonstração, a moreninha também me franquearia a sua bela bunda adolescente. Introduzi novamente a glande no ânus da minha menina e senti o pênis deslizando pelas paredes do reto apertado, até colar a minha pélvis em seus montes. Ela novamente não demonstrou a dor que eu sabia que sentia, querendo se mostrar forte na frente da amiga:
- Está vendo como é fácil?
Recompensei a minha namoradinha inclinando o corpo sobre ela, abraçando-a, os dedos da mão esquerda em seu tórax tocando e apertando de leve a aréola direita, cujo minúsculo mamilo já estava enrijecido, a mão direita alcançando o púbis sem pelos, o clitóris minúsculo e delicado. Logo ela passou a gemer, pedindo para eu me movimentar. Passei a dar estocadas, retirando o pênis quase até a glande, para depois fazê-lo sumir entre os graciosos montes infantis, colando neles a minha pélvis, repetindo os movimentos, os dedos da mão direita intensificando a massagem sobre o pequeno ponto intumescido entre as suas pernas.
Os gemidos de Christina ficaram mais altos, ela arqueou as costas e seus músculos internos passaram a me apertar mais intensamente enquanto gozava. Fiz um tremendo esforço de concentração para não gozar ao mesmo tempo. O meu prazer seria da menina morena. Retirei lentamente o pênis do interior de Christina, que se largou deitada sobre a cadeira de sol, o rosto rosado expressando toda a felicidade do mundo.
- Percebeu como Christina gozou forte? Quer aprender a gozar assim? Ou vai preferir se arriscar pegar uma gravidez?
Joana respondeu de uma forma bem tímida:
- Eu… eu quero aprender… mas tenho medo de doer...
- Gertrudes vai prepará-la e deixá-la bastante lubrificada para que não doa.
Era a deixa de Gertrudes. Ela se levantou, pegou a mão de Joana e a levou para a cadeira estendida em que estava, fazendo a menina deitar-se de frente:
- Pode flexionar as pernas?
As feições de Joana demonstravam receio, mas ela flexionou as pernas para cima, franqueando à Gertrudes a visão de seu sexo entreaberto, o ânus amarronzado logo abaixo. Os olhos de Gertrudes brilharam. Deitei-me atrás de Christina, que estava deitada de lado na cadeira de sol, e coloquei o pênis no meio de sua bunda. Ela não perdeu tempo e encostou-se mais em mim, fazendo com que eu de novo a penetrasse no ânus, agora de forma mais fácil e menos profunda. Enquanto fazíamos amor com movimentos lentos, sem pressa, observávamos a performance de Gertrudes e Joana.
Gertrudes havia lubrificado o ânus de Joana e introduzia o dedo indicador até a base. Pelos gemidos da menina, eu sabia que ela havia dobrado o dedo, pressionando o canal vaginal de encontro à base do clitóris, procedimento que eu a havia ensinado ontem, enquanto preparava a filha para mim. Quando ela penetrou um segundo dedo, Joana não reagiu e os gemidos logo retornaram.
Beijei a lateral direita do rosto de Christina, passando a língua por sua orelha, chupando e mordiscando a lateral de seu pescoço, fazendo-a estremecer arrepiada. Continuei a beijá-la, enquanto a masturbava mais uma vez. Ela merecia um novo gozo. Ao levantar os olhos, vi que Gertrudes tinha o rosto enfiado entre as pernas de Joana e a chupava com empenho, passando a língua desde o períneo até o púbis. Vez ou outra ela alternava entre enfiar a língua até não poder mais na vagina da moreninha e encher a boca com o avantajado clitóris, sugando, arrancando gemidos de prazer da menina. Os dedos, ainda enfiados no ânus dela, agora se movimentando em um frenético vai e vem. A menina agarrou a cabeça de Gertrudes, prendendo-a junto ao sexo, a sua barrida se enrijeceu e ela passou a gozar com intensidade. Aos seus gemidos se juntaram os de Gertrudes, que se masturbava com a mão livre, e os gemidos de Christina, em seu novo orgasmo.
Antes que Joana pudesse se recuperar, abandonei o corpo de Christina e pedi que Gertrudes que saísse da cadeira estendida em que estavam. Deixei a menina morena de quadro na ponta da cadeira, coloquei a toalha no chão à frente e ajoelhei-me por trás, entre as formosas panturrilhas morenas. Encostei a glande no ânus marrom, lambuzado de protetor solar, já entreaberto pela ação dos dedos de Gertrudes, e segurei firme a cintura da menina. Ela virou o rosto em minha direção, novamente receosa.
- Lembre-se do que Christina lhe ensinou: quando sentir entrando, faça força para fazer cocô.
- Tenho medo de fazer de verdade e sujar o senhor...
- Não se preocupe com isso. Pense apenas em aprender a ter prazer dessa forma. Agora relaxe...
Segurei firme a cintura fina de Joana e pressionei o pênis. Ela ajudava, não contraindo o esfíncter, ainda assim, não foi fácil introduzir a glande. Na sodomia, ela era menos experiente que Christina. Novamente virou o rosto para mim:
- Tá doendo...
- O mais difícil já passou. Só vou continuar quando você estiver mais relaxada.
Puxei o dorso de Joana para cima, encostando o alto de suas costas e ombros no meu peito, deixando-a de joelhos sobre a cadeira de sol. Apesar da altura da cadeira, o topo da sua cabeça somente alcançava o nível do meu nariz. Beijei-a na nuca e ombros enquanto acariciavas os seios cônicos, a mão direita descendo pelo abdômen até chegar ao púbis com poucos pelos escuros. Acariciei os lábios externos da vulva e com suavidade percorri a parte interna com o dedo indicador, passando pela abertura vaginal e períneo, alcançando o ânus dilatado pele meus pênis. Retornei o dedo, melando-o na úmida fissura vaginal, detendo-me no clítoris. A menina reagiu, contraindo fortemente o esfíncter, causando-me grande prazer. Ao sentir o relaxamento, puxei-a mais um pouco ao meu encontro, fazendo o pênis deslizar apertado pelo reto até a metade. Joana resmungou, mas não tentou se soltar. Olhei para baixo. Era linda a visão da moreninha por trás, as costas com a depressão da coluna vertebral, o início do vale da bunda, mais estreita que os meus quadris, o meu pênis enfiado entre os montes rijos e arredondados. Na cadeira de sol ao lado, Gertrudes estava deitada por trás da filha, abraçando-a, as duas admirando atentamente a cena que deveria ser altamente excitante: um homem sodomizando uma linda menina morena no início da adolescência, envolvendo o corpo pequeno dela em seus braços.
Continuei as carícias com as mãos, boca e língua em Joana, vez ou outra apertando de leve o avantajado clitóris entre os dedos, fazendo-a dar leves gemidos. Quando percebi que a menina novamente havia relaxado os músculos, apertei o abraço, colando toda a parte de trás do seu corpo em mim, minha pélvis pressionando os glúteos firmes. Joana soltou gemidos chorosos e desta vez tentou se desvencilhar, debatendo-se. Impedi-a, abraçando-a mais forte, mas sem sufocá-la. Beijei-a outras vezes e sussurrei em sua orelha direita:
- Calma, já entrou tudo. Dói no começo, mas daqui a pouco vai ficar bom. Das próximas vezes que fizer assim, a dor será menor. Com o tempo, não sentirá mais.
Joana desistiu de lutar e se rendeu. Com a ponta dos dedos da mão esquerda enxuguei algumas lágrimas em seu rosto, enquanto continuava a beijá-la com carinho, mordendo o lóbulo da orelha, sem descuidar do clitóris. Logo ela voltou a sentir prazer, passando a gemer baixo e a movimentar levemente os quadris para esfregar o sexo em meus dedos. Com cuidado, puxei o pênis até a metade e de novo o introduzi profundamente, sentindo a forte compressão do reto. Passei a repetir os movimentos de uma forma suave, apesar de sentir uma urgência que me impelia a estocar violentamente o estreito canal, em busca do gozo. Sussurrei novamente em seu ouvido:
- Está gostando agora?
Ela apenas fez um movimento afirmativo com a cabela, o prazer começando a dominá-la. De vez em quando eu sentia os seus músculos internos se contraírem, apertando-me ainda mais em seu interior quente e acolhedor. Concentrei-me no seu prazer para não gozar antes do tempo. Enquanto a masturbava, acariciava os seios em crescimento, chupava seu pescoço e nuca e elevava o ritmo das estocadas. Ela não tardou em gozar, enrijecendo todo o corpo, gemendo alto, apertando e soltando o esfíncter em ritmadas contrações em torno da base de meu pênis, levando-me à loucura. Ao término do orgasmo longo e intenso, relaxou o corpo em meus braços, afrouxou o ânus. Sussurrei de novo:
- Agora é a minha vez.
Abraçado ao corpo inerte da moreninha, retornei as estocadas, sentindo o pênis deslizando prazeirosamente pelo canal retal bastante estreito até quase o lado de fora, para então me aprofundar ao máximo, esbarrando minha pélvis nos montes da bunda adolescente, chegando a fazer barulho. Senti o pênis inchar ainda mais e contraí os músculos da região pélvica, tentando segurar o orgasmo por mais alguns segundos. Em uma última, violenta e profunda estocada, abracei-a com vontade. Em forte e longa ejaculação, inundei as profundezas do reto juvenil. Ao término, também sem forças, deitei-me de lado na cadeira de sol, levando-a comigo. Tive vontade de beijá-la na boca, em agradecimento ao prazer incrível que tinha me proporcionado, mas tive receio de causar ciúmes em Christina. Afinal, ela era a minha namoradinha.
- Como está se sentido?
Perguntei à moreninha. Ela virou o rosto para cima e olhou para mim:
- Bem… Doeu muito no começo, mas depois a dor diminuiu e ficou muito gostoso. Eu nunca tinha gozado tanto!
- Você fez força para fazer cocô, como eu falei?
Christina havia se sentado na ponta da cadeira ao lado, passando a conversar com a amiga.
- Bem que tentei, mas não sei se consegui...
- Você vai conseguir, da próxima vez. O doutor sabe ensinar muito bem. Seu bumbum está doendo?
- Um pouco...
Joana projetou o corpo para frente e gemeu, fazendo o meu pênis meio flácido sair de seu ânus. Pedi a Christina para pegar a pomada cicatrizante e a vaselina. Ela saiu correndo para o interior da casa, retornando com os produtos na mão. Falei à menina-moça:
- Fique de bruços. Vou passar uma pomada em você para parar a ardência.
Joana deitou de bruços. Apliquei um pouco de pomada no dedo indicador direito e, com a outra mão, espalmei completamente o glúteo esquerdo, separando-o, sentido a maciez da pele morena, a firmeza dos músculos. O ânus estava entreaberto e um pouco estufado, nada demais, logo voltaria ao normal. Espalhei com cuidado a pomada no pequeno orifício. A menina começou a rir, dizendo que era gelado. Aprofundei o dedo, espalhando a pomada pelo reto, tentando amenizar o seu desconforto.
- Quando for fazer atrás novamente, use a vaselina no seu primo e em você, por fora e por dentro. Quando acabar o conteúdo, use algum tipo de óleo de cozinha ou manteiga. Jamais o deixe entrar usando apenas cuspe. E depois aplique a pomada. Quando acabar, você estará acostumada e não precisará mais. E lembre-se de seguir a tabela que ensinei, para evitar a gravidez.
Gertrudes também havia sentado ao lado de Christina na cadeira de sol e nos chamou para entrarmos na piscina. Respondi que precisava de mais uns cinco minutos para me recuperar. Mãe e filha se levantaram e pularam na piscina. Gertrudes brincava com a filha na água como se fosse uma adolescente. Fiquei gratificado em vê-la tão descontraída, livre das amarras que a tornava uma pessoa infeliz, amarga, tal qual eu era.
- Sua namorada é muito legal. Foi carinhosa comigo e quando percebi, ela estava me chupando. Eu nunca tinha feito com uma menina antes… E gostei muito do senhor. Pensei que só quisesse comer o meu cu, mas me ensinou coisas, me tratou com amor e carinho, me fez gozar, antes de gozar. O meu primo não é assim. Mete e goza logo. Quase sempre me deixa na mão!
Joana mexeu a mão esquerda imitando movimentos masturbatórios femininos, fazendo-nos rir. Esclareci:
- Na verdade, Christina é a minha namorada. Mas dizemos que namoro a mãe dela, pois muitas pessoas não entendem a amor entre homem e uma menina. Quanto ao seu primo, é comum os rapazes pensarem somente no próprio prazer. Por isso, algumas meninas preferem homens mais maduros. Eles sabem como uma mulher deve ser tratada.
Eu estava sendo franco na conversa com Joana, baseado no que as minhas pacientes me relatavam no meu consultório. Na realidade, desde que havíamos terminado de fazer amor, eu estava agindo como médico em uma consulta ginecológica com uma paciente adolescente.
- O dono da peixaria que meu pai trabalha vive dizendo que é apaixonado por mim, que quando eu crescer, vai se casar comigo. Ele tem vinte e nove anos e sempre que vai na nossa casa, leva um chocolate ou um bombom para mim. Desde pequena me põe no colo e me beija muito no rosto, vez ou outra na boca de leve, só um beijinho. Mas não passa disso. Meu pai até brinca, dizendo que se o amigo dele quiser, pode me levar para terminar de criar.
- Você gosta dele?
- Gosto, mas nunca pensei em casar com um homem mais velho.
- Ele é muito respeitoso e deve mesmo gostar de você. Você é linda, tem um corpo maravilhoso, difícil de resistir.
- Ele fica de pau duro quando sento no colo dele, sinto na minha bunda! Na última vez, tomei coragem e coloquei a mão por cima da calça, fingindo que estava me acomodando melhor. Ele deve ter se acabado na punheta depois, pensando em mim!
Joana deu uma risada discreta. Sorri para ela.
- Existem muitos homens parecidos com ele, comigo. Meninas como Christina, como você, são princesas para nós e merecem ser tratadas com todo o carinho e amor. Se gostar dele o suficiente, sugiro que dê uma chance. Mas se for viver com ele, continue a evitar a gravidez, não perca tão cedo a sua juventude. Assim, você aproveita mais a vida e vai sempre manter o interesse dele. E ele vai adorar os dias em que você estiver fértil. Não há homem que resista a uma bundinha de menina!
Apalpei o glúteo direito dela com vontade, enquanto ríamos juntos. Aproveitei que Gertrudes e Christina haviam mergulhado, apostando quem iria mais longe nadando debaixo d’água, para beijá-la suavemente nos lábios. Queria levar dela essa recordação. Depois, peguei-a nos braços, suspendendo-a da cadeira de sol, levando-a para a beira da piscina, jogando-a na água. Ela mergulhou e subiu rindo muito. Mergulhei também, limpando-me dos resquícios dos fluidos das duas meninas, que passaram a mergulhar e dar cambalhotas na água. Afinal, não passavam de meninas.
Joana almoçou conosco e na hora dela ir embora, peguei a Polaroid e tirei uma foto dela junto de Christina, na beira da piscina, a praia ao fundo, as duas nuas, de mãos dadas, sorrindo uma para a outra. A viagem não poderia ter sido encerrada de melhor forma. Na despedida, Christina deu um papel escrito com o seu endereço em São Paulo e as duas prometeram se comunicar por carta, para um dia se encontrarem novamente. Joana vestiu a calcinha e a camiseta que usava e partiu pela praia, retornando à vila.
Tomamos banho, nos vestimos e fechamos as malas, no aguardo do transporte que nos levaria ao aeroporto, no voo fretado de volta para Salvador, onde pegaríamos o voo de retorno para São Paulo.

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