Okinka Pampa - A Rainha Africana (O consorte Pepel) Ep. 4
Episódio 4: O Consorte Pepel – Aliança e Submissão
O sol do fim da tarde pintava de ouro o porto de Orango quando a canoa de guerra chegou. Não era mais um guerreiro comum. Era Ndjirapa Có, o Bravo de Biombo, chefe dos Pepel da costa continental. Alto, pele negra como noite profunda, cicatrizes rituais no peito largo, músculos forjados em batalhas contra os portugueses e tribos rivais. Trazia apenas uma tanga de pele de leopardo, lança na mão e um olhar que não se curvava perante ninguém.
Okinka Pampa recebeu-o no pátio real, rodeada pelos seus guardas e conselheiras. Vestia a saia cerimonial de raffia e os colares de ouro que marcavam o seu poder. A voz dela era firme, régia:
— Ndjirapa Có de Biombo, vieste propor aliança contra os invasores brancos. Aceito. Os Bijagós e os Pepel unidos serão invencíveis. Mas eu sou a rainha. Eu decido as terras, as guerras, as leis. Tu serás meu consorte… se provares que mereces.
Ndjirapa Có sorriu devagar, um sorriso predador. Inclinou a cabeça em respeito político, mas os olhos diziam outra coisa.
— Aceito, Okinka Pampa. No trono, tu mandas. No quarto… eu mando.
A cerimónia de união foi breve e pública: troca de colares, juras de aliança militar, tambores e danças. Mas quando a lua subiu, o palácio esvaziou-se. Apenas eles dois ficaram na câmara privada da rainha — paredes de palha entalhada, tochas baixas, cama de peles e cordas de fibra natural penduradas nas traves.
Okinka fechou a porta. Ainda tentava manter o comando:
— Aqui dentro também sou a rainha. Despe-te e…
Ndjirapa Có avançou num passo. Segurou-lhe o queixo com força, obrigando-a a olhar para cima.
— Cala-te. Hoje não és rainha. És minha. Tira a roupa. Agora.
Ela hesitou um segundo — o coração acelerado, uma excitação nova, proibida, a subir entre as coxas grossas. Obedeceu. A saia caiu. Os colares de ouro tilintaram ao serem colocados na mesa. Ficou nua, seios fartos subindo e descendo com a respiração, rabo enorme exposto, vagina já molhada brilhando à luz da tocha.
Ndjirapa Có pegou nas cordas de fibra sagrada. Amarrou-lhe os pulsos atrás das costas com nós precisos, depois prendeu os braços erguidos a uma trave baixa, forçando-a a ficar de pé, peito projetado, rabo empinado. Testou as cordas. Apertadas o suficiente para ela sentir o domínio, mas não para doer.
— Perfeita — murmurou ele, voz grave. Passou a mão larga pelas costas dela, desceu até ao rabo enorme e deu o primeiro tapa forte. A carne ondulou, um som seco ecoou. Okinka gemeu, surpresa.
— Ahh…
Outro tapa. Mais forte. Depois três seguidos, rápidos, fazendo o rabo arder deliciosamente.
— És tão poderosa lá fora… mas aqui tremes como uma puta submissa. Diz.
— Eu… sou tua — sussurrou ela, voz rouca de desejo.
Ndjirapa Có riu baixo. Ajoelhou-se atrás dela e abriu-lhe as coxas com as mãos. Lambeu devagar a vagina encharcada, língua grossa penetrando fundo, depois subiu até ao cu apertado, lambendo em círculos. Okinka puxava as cordas, quadris tremendo, mas não conseguia mover-se.
— Por favor… mais…
Ele parou. Levantou-se. Tirou a tanga. O pau dele saltou — monstruoso, mais grosso que qualquer guerreiro da guarda, veias salientes, cabeça inchada brilhando.
— Vais chupar como a rainha submissa que és.
Agarrou-lhe o cabelo crespo e enfiou o pau na boca dela até ao fundo da garganta. Okinka engasgou, lágrimas nos olhos, mas chupou com fome, língua rodopiando, saliva escorrendo pelos seios. Ele fodia-lhe a boca devagar, controlando o ritmo, segurando a cabeça.
— Boa menina… engole tudo.
Quando o pau estava brilhante de saliva, ele soltou as cordas apenas para a virar e dobrar sobre a cama de peles, rabo para cima, rosto pressionado nas peles. Amarrou-lhe os pulsos aos tornozelos — posição de submissão total, cu e vagina completamente expostos.
Entrou na vagina num só golpe brutal. Okinka gritou de prazer, sentindo-se rasgada e preenchida como nunca. O pau dele batia fundo, batendo no útero, esticando-a ao limite. Cada estocada era acompanhada de tapas fortes no rabo.
— Quem manda aqui? — rosnou ele.
— Tu… tu mandas! — gemeu ela, voz quebrada.
Ele puxou-lhe o cabelo, arqueando-lhe as costas, e acelerou. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto. Okinka gozou pela primeira vez — um orgasmo violento, vagina contraindo em espasmos, esguichando sobre as coxas dele. Mas Ndjirapa Có não parou. Saiu dela, alinhou o pau no cu apertado e entrou devagar, centímetro a centímetro, até estar completamente enterrado.
— Agora vais gozar com o cu cheio — ordenou.
Fodeu-a anal com força controlada, uma mão no clitóris dela esfregando em círculos rápidos, a outra apertando-lhe o pescoço leve (apenas pressão suficiente para ela sentir o perigo delicioso). Okinka perdeu o controlo: gozou outra vez, corpo inteiro convulsionando, lágrimas de prazer escorrendo, gritando o nome dele.
Só então Ndjirapa Có permitiu-se. Enterrou-se até ao fundo no cu dela e explodiu — jatos quentes, grossos, enchendo-a até transbordar. Quando saiu, o sêmen escorreu pelas coxas grossas dela.
Ele desamarrou-a devagar, virou-a de frente e beijou-a pela primeira vez — um beijo possessivo, dominante.
— No trono, és a rainha Okinka Pampa. No meu quarto… és minha puta submissa. Entendido?
Ela, ainda ofegante, corpo marcado pelos tapas e cordas, sorriu com os olhos brilhando de satisfação nova:
— Entendido… meu consorte.
Fora da câmara, os tambores da aliança continuavam a soar. Dentro, a rainha mais poderosa dos Bijagós acabava de descobrir o prazer de se entregar completamente.
Fim do Episódio 4.
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