Escravo Familiar: Capítulo 7 (A Missa do sétimo dia)
Os dias seguintes foram tranquilos, papai me deu um bom descanso, me prometeu que minha próxima foda seria somente depois do sétimo dia.
Durante os dias que se passaram especificamente na quarta-feira, meu papai foi até mim:
— Filho, você irá para a missa do sétimo dia somente com seu padrinho, ok? Ele terá o dia especial dele, e pediu para que fosse na missa do sétimo dia, você ficará com ele o dia todo e a noite também, só voltará para casa na terça de manhã.
— Tudo bem, papai! Respondi.
— Além disso, essa semana você ficará de repouso, nenhum membro da família está autorizado a se satisfazer com você, até o sétimo dia, e também somente depois que o seu padrinho finalizar o ritual do batismo.
Concordei com a cabeça sem proferir palavras, estava exausto física e emocionalmente, então esses seis dias de descanso iria me ajudar a me recuperar.
Em seguida ele saiu do meu quarto, e eu voltei a fuçar nas minhas coisas.
...
SEIS DIAS DEPOIS
A semana tinha voado, eu me sentia revigorado novamente, meu corpo já ansiava por sexo e não via a hora de satisfazer meu padrinho.
Levantei da cama e fui tomar banho, o relógio do celular dizia que eram 6:00 da manhã, a missa começava às 7:30 e sabe-se lá até que horas ela se estenderia.
Fui para o banheiro, tomei um banho rápido, me lavei com cuidado e saí para colocar uma roupa. Pus uma roupa branca, o dia estava quente, então optei por uma roupa de tecido leve e solto.
Por volta das 6:40 meu padrinho buzinou no portão. Papai e mamãe se despediram de mim no portão, eu entrei no carro do meu padrinho e fomos embora para a igreja.
...
Ao chegarmos lá nos deparamos com a igreja vazia. Somente o Padre José estava no altar recitando a missa.
Nos sentamos na penúltima fileira de bancos da igreja, de frente para o Padre. Meu padrinho sentou ao meu lado, segurando na minha mão esquerda alisando e em seguida beijando - a.
Conforme a missa corria, meu padrinho Leandro começou a me acariciar, me puxou mais para perto dele passando o braço esquerdo na minha cintura, depois começou a cheirar e beijar meu pescoço.
— Nossa Afilhado, como você está cheiroso! Ele me dizia beijando e cheirando meu pescoço, enquanto fazia carinho nos meus braços e tronco.
Depois virou delicadamente meu rosto para ele, segurando em minha face com as duas mãos ele me tascou um beijo molhado de língua, me fazendo gemer.
— huuuuuuuuuum!
Em seguida ele se dirigiu ao meu pescoço, beijando, segurou na barra da minha camiseta e a puxou retirando. O Padre no altar olhava fixamente para nós recitando a missa.
Meu padrinho atacou o bico dos meus peitos, chupando com força e mordiscando, eu gemia segurando na sua cabeça careca pedindo mais.
— huuuuuuuuuum! Assim, chupa!
Ele me deitou no banco da igreja e continuou beijando e lambendo meu mamilo e logo foi descendo pela minha barriga fazendo os mesmos movimentos, quando chegou no meu umbigo, ele lambeu forte, fazendo meu cacete formigar, com os dedos de ambas as mãos ele desabotoou minha calça jeans branca, e a desceu retirando pelos pés junto com meus tênis, beijou e cheirou meus pés 41 fazendo cócegas.
Em seguida puxou minha cueca me deixando totalmente pelado, segurou firme no meu pau e começou a bater uma leve punheta. O cheiro do meu pinto exalava na igreja, ele olhava fixamente nos meus olhos enquanto sua mão grande me masturbava, em seguida ele foi descendo sua boca lentamente para o meu pau duro, passou gentilmente a ponta da sua língua na cabeça da minha pica, bem na fenda por onde sai o mijo me causando arrepios, depois recolheu sua língua para dentro da boca e foi descendo chupando toda a extensão do meu caralho me tirando um gemido rouco e alto.
— ÔÔÔÔH! , ÔÔÔÔH! Caralho padrinho, que boca gostosa. ÔÔÔÔH!
Ele subia e descia lentamente na minha pica, socava minha pica fundo na sua garganta sem engasgar, enquanto seu dedo direito tentava encontrar um jeito de penetrar meu cuzinho.
Segurei forte na sua cabeça deixando-a imobilizada, com o meu quadril passei a estocar forte na sua goela fazendo ele babar litros de saliva
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Huuuuuuuuuum! Eu gemia gostoso, senti ele engasgando com meu pau razoavelmente grosso na goela, não tinha preço, sua carinha de cachorro pidão me dava um tesão bravo. Eu me contorcia inteiro na sua boca, rebolava, me esticava, eu tentava chegar loucamente o mais fundo possível na sua garganta, essa loucura durou por quase uma hora até que agoniado eu gozei na sua garganta, litros de porra farta fazendo ele engasgar.
COFF COFF COFF COFF
Ele se levantou do meio das minhas pernas todo babado, me pegou pela cintura e me virou de bruços no banco fazendo barulho, abriu minhas nádegas e meteu seu nariz no meu rabo aspirando forte e dando um tapão
Fsssssssssssss! PLAFT!
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto me empinando e oferecendo o cu para ele.
Ele abriu minhas nádegas novamente e caiu de boca no meu cu rosado, me tirando gemidos e mais gemidos da garganta.
— Huuuuuuuuuum!
Sua língua ia fundo dentro de mim, ele rodava tocando internamente cada centímetro do meu cuzinho, cuspiu forte nele PUFFT! , empurrou com o dedo o cuspe para dentro, eu gemi gostoso huuuuuuuuuum!
Ele então saiu de trás de mim e foi para minha frente, me deixando ainda deitado, sentou no banco de pernas abertas, e puxou minha cabeça para o meio delas fazendo eu abocanhar seu pauzão.
— Ãããã! Ele gemia.
GLUB! GLUB! GLUB! GLUB!
Eu chupava seu caralho grosso com força, sentindo o sabor salgado do seu gozo. Ele empurrava levemente minha cabeça de encontro com seu púbis, o seu cheiro gostoso invadia minhas narinas junto com seus deliciosos pelos suados.
— Ai, Caralho eu vou gozar! Ele me disse empurrando minha cabeça mais fundo na sua virilha.
— Eu vou gozar, eu vou gozar, Aaaaaaaaaaaaaah! Toma leite putinha do padrinho! Huuuuuuuuuum!
Pffffffffffffffffffffffff!
Ele gozou fartamente na minha boca, uma gala grossa igual creme.
Depois de alguns minutos ele soltou minha cabeça e pude lamber cada centímetro da sua pica, absorvendo cada gota de porra e suor.
Me levantei e com ele ainda sentado no banco me posicionei no seu colo, ficando de frente para ele, depois fui sentando devagar na sua piroca que continuava dura.
Quando cheguei nas bolas fiquei parado e o beijei de língua, ele segurava nas minhas nádegas enquanto me beijava. Um tempo depois voltei a quicar no seu colo, lento.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC
Suspirávamos um na boca do outro gemendo baixinho. Aos poucos fui aumentando o ritmo das quicadas, até quicar com força e rápido.
Ploc Ploc Ploc PLOC PLOC PLOC PLOC. ...
HUUUUUUUUUUM!
Hah hah hah hah ...
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Abraçado e agarrado fortemente no corpo do meu padrinho, com a cabeça deitada nos seus largos ombros sendo penetrado ritmadamente pelo seu delicioso membro, eu gozei novamente, sujando seu delicioso abdômen. Ele voltou a estocar forte me prensando no seu corpo, me abraçando com força, ofegando ele derramou todo seu leite dentro de mim, me inundando, fazendo vazar uma boa parte da sua gala depositada dentro do meu cu.
Ele foi diminuindo o ritmo até parar com os movimentos. Cansados, ele se levantou comigo ainda engatado no seu pau, e foi para o banheiro.
...
No banheiro ele me colocou no chão me desengatando dele, peguei papel higiênico e comecei a limpar minha barriga retirando meu gozo, depois passei no meu rabinho limpando todo o vestígio de porra, ele fez o mesmo nele.
Logo em seguida, sentei na privada e despejei toda a sua gala que estava armazenada no meu cu. Me limpei, dei descarga e fui lavar as mãos.
Saímos no banheiro e fomos colocar a roupa que ficou jogada no chão da igreja. O Padre já tinha acabado a missa e não estava mais presente no altar.
Colocamos a roupa e fomos para o estacionamento, já era bem tarde por volta das 22:00. Entramos no seu carro, ele sorriu para mim e me deu um beijo na boca.
— Está tudo bem afilhado? Me perguntou.
— Claro! Respondi.
Ele deu partida no carro e fomos para sua casa.
...
Quando chegamos fomos direto para o chuveiro, eu tinha levado uma muda de roupa limpa, então não precisaria colocar a mesma ou pedir uma emprestada.
No banho não aconteceu nada, tomamos banho normalmente. Ao sairmos do banheiro ainda pelados caímos na cama.
— Quer comer alguma coisa princesa? Perguntou meu Padrinho.
— Quero!
— Vamos para a cozinha então.
Descemos novamente a escada, meu padrinho foi preparar algo para comermos, fez um macarrão com brócolis e molho branco. Estava incrível, bem soltinho e bem temperado.
...
Quando foi por volta das 22:00 fomos para cama.
— Aguenta uma rapidinha antes de dormir? Logo cedo vou te devolver ao seu pai e não sei quando irei ter você novamente. Ele disse - me
— Ok, mas tem que ser com carinho, estou assado.
— Tudo bem minha princesa.
Tiramos a roupa juntos e em seguida ele me atacou me beijando de língua e caindo em cima de mim.
Me virou de bruços na cama e começou beijando minhas costas, minha bunda, abriu minhas nádegas e caiu de boca no meu cu deixando molhadinho, ele fazia movimentos circulares me arrancando gemidos altos, eu apertava o lençol da cama dele me contorcendo de prazer, e empinava bem a bunda de encontro com sua boca.
Depois senti ele introduzir um, depois dois dedos molhados com sua saliva, ele os rodava, fazia movimentos de vai e vem no meu cu. Depois pincelou seu cajado na portinha do meu cuzinho e forçou.
— Huuuuuuuuuum, ai ai, vai com calma, eu estou dolorido.
— Shhh, princesinha calma, padrinho vai ser mais delicado, tá bom?
— unhum! Aaah!
Ele penetrou lentamente até encostar seu saco na minha bunda, aguardou alguns minutos beijando e cheirando meu pescoço, deu algumas reboladas e lentamente começou a estocar no meu bumbum.
Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc...
— Huuuuuuuuuum, aaah! , que delícia de pinto padrinho! Me come! Eu gemia pedindo para ele.
— Ah putinha gostosa, padrinho te ama muito, minha riqueza, toma pau, toma. Huuuuuuuuuum!
Ele rebolava no meu cu, metendo vigorosamente, entrando e saindo, entrando e saindo, entrando e saindo...
Após um tempo, ele aumentou as estocadas, para um ritmo rápido e frenético.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC ...
Até que Gozou me inundando, me levando junto num orgasmo efervescente. Huuuuuuuuuum!
Eu tremia da cabeça aos pés, sentia seu suor pregar no meu corpo quente e suado. Após gozar ele desabou em cima de mim ainda dentro do meu cuzinho ardido, suspirando e me dando vários beijos.
Depois ele rolou para o lado, eu me virei deitando de lado ainda gozado, ele me abraçou pela cintura enfiando seu pau dentro do meu cu novamente.
— Ai padrinho, de novo não, eu não aguento outra rodada. Eu disse manhoso.
— Calma princesa, eu quero dormir dentro de você. Mas amanhã de manhã, antes de te devolver para seu senhor, vou comer seu cuzinho rosado novamente.
— Tá bom, te Amo! Boa noite!
— Também te amo dengoso, boa noite!
E assim caímos em sono profundo. Ele dentro de mim me agarrando.
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