#Assédio #Grupal #Sado

Okinka Pampa- A Rainha Africana (O novo guerreiro) Ep.2

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Pluma Do Prazer

Episódio 2: A Avaliação do Novo Guerreiro

O sol mal tinha nascido quando Okinka Pampa acordou no centro do palácio, o corpo ainda pegajoso do sêmen seco da noite anterior. O cheiro forte de luxúria e suor impregnava as peles que serviam de cama. Os dezenove guerreiros dormiam exaustos à sua volta, paus moles e vermelhos de tanto uso, marcas de unhas e mordidas nos seus torsos musculosos. Ela sorriu, sentindo o latejar doce entre as pernas — o cu e a vagina ainda inchados, sensíveis, cheios de lembranças quentes.

Mas a rainha nunca descansava por muito tempo. O desejo era uma chama que nunca se apagava.

Um guarda mais antigo aproximou-se de joelhos, cabeça baixa.

— Minha rainha, um novo candidato chegou da aldeia de Bubaque. Diz que lutou ao seu lado na última batalha e provou valor. Pede para ser avaliado.

Okinka ergueu-se devagar, nua, o sêmen craquelado caindo em flocos da sua pele negra brilhante. Os seios pesados balançaram, os mamilos ainda duros do frio da manhã e da excitação residual.

— Tragam-no. Quero ver se vale o meu tempo… e o meu corpo.

Minutos depois, o candidato entrou no pátio interno. Chamava-se Jabari. Alto, ombros largos, pele escura como ébano polido, músculos definidos por anos de caça e combate. Tinha cerca de 28 anos, olhos ferozes mas nervosos ao fitar a rainha. Vestia apenas uma tanga de couro, já protuberante.

Okinka caminhou até ele em círculo lento, como uma predadora avaliando a presa. Parou à frente, tão perto que ele sentia o calor do seu corpo e o cheiro misturado de sêmen e excitação feminina.

— Tira isso — ordenou ela, voz baixa e rouca.

Jabari obedeceu, deixando a tanga cair. O pau saltou livre: comprido, grosso na base, veias grossas correndo até à cabeça inchada e escura. Já estava semi-ereto só de vê-la.

Ela estendeu a mão e agarrou-o pela raiz, apertando com firmeza. Sentiu o pulsar imediato, o sangue enchendo-o rapidamente sob os seus dedos. O calor era intenso, a pele aveludada e quente contra a palma.

— Hmm… promissor — murmurou ela, deslizando a mão devagar para cima e para baixo, testando a rigidez. Jabari gemeu baixinho, as pernas tremendo. — Mas tamanho não é tudo. Preciso de resistência. De obediência. De saber se aguentas ser usado até eu dizer basta.

Sem aviso, ela ajoelhou-se — um gesto raro que fez os guardas à volta prenderem a respiração. Mas não era submissão: era controlo total. Envolveu a cabeça grossa com os lábios carnudos e chupou com força, língua rodopiando na fenda, saboreando o pré-gozo salgado que já escorria. Jabari agarrou os próprios pulsos atrás das costas para não tocá-la sem permissão.

Okinka engoliu-o inteiro num movimento fluido, garganta relaxada de tanto treino. Sentiu-o inchar contra a sua língua, as veias pulsando, o pau batendo no fundo da garganta. Lágrimas de esforço escorreram-lhe pelos cantos dos olhos, mas ela não parou — chupava ritmicamente, uma mão apertando as bolas pesadas, a outra cravando unhas na coxa dele.

— Ahhh… rainha… por favor… — gemeu Jabari, voz entrecortada.

Ela tirou-o da boca com um estalo molhado, fios de saliva ligando os lábios ao pau brilhante.

— Cala-te. Só falas quando eu mandar gozar.

Levantou-se e empurrou-o para o chão de peles ainda manchadas da orgia anterior. Montou-o de frente, alinhando a vagina encharcada com o pau ereto. Desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho: a cabeça grossa forçando as paredes internas, esticando-a deliciosamente, o atrito perfeito no ponto G. Quando as bolas dele tocaram o seu cu, ela gemeu alto — o prazer era cru, imediato, como fogo espalhando-se pela barriga.

— Fode-me devagar primeiro — ordenou, começando a rebolar os quadris em círculos lentos. Cada movimento fazia o pau roçar em todos os pontos sensíveis, o clitóris inchado roçando contra o púbis dele. O prazer acumulava-se em ondas quentes, subindo pelas coxas grossas até aos seios.

Jabari obedeceu, estocadas controladas, profundas, mas contidas. Ela sentia-o tremer de esforço para não gozar cedo.

— Mais forte agora — sussurrou ela, inclinando-se para morder o ombro dele. — Quero sentir-te bater no fundo do meu útero.

Ele acelerou, as estocadas tornando-se brutais. Okinka cavalgava com fúria, o rabo enorme batendo contra as coxas dele, o som molhado ecoando no pátio. O clitóris pulsava em chamas, a vagina contraindo em espasmos à volta do pau grosso. Ela gozou primeiro — um orgasmo violento, corpo arqueando, grito rouco ecoando, líquido quente esguichando pelas coxas dele.

— Continua! Não pares! — gritou ela, unhas cravadas nos peitos dele.

Jabari fodia como um animal agora, suor escorrendo, músculos tensos. Okinka sentia cada veia, cada pulsação dentro dela. Mudou de posição: virou-se de costas, sentando-se novamente, mas desta vez guiando o pau para o cu ainda sensível da noite anterior.

A entrada foi apertada, ardente — o anel resistindo por um segundo antes de ceder. Ela desceu até ao fundo, sentindo-se preenchida ao limite, as paredes internas a abraçarem o pau como um punho quente. O prazer era diferente: mais profundo, mais sujo, uma mistura de dor e êxtase que a fazia gemer sem controlo.

— Enche-me o cu… agora! — ordenou, rebolando rápido.

Jabari não aguentou mais. Com um rugido, enterrou-se até às bolas e explodiu. Jatos quentes e grossos inundaram o interior do cu dela, transbordando imediatamente, escorrendo pelas coxas grossas em fios brancos contrastantes na pele negra.

Okinka gozou outra vez só com a sensação do sêmen a enchê-la — o calor espalhando-se, o pulsar do pau dentro dela, o cheiro forte subindo. Recolheu o que escorria com os dedos e levou à boca, lambendo devagar, olhos fixos nos dele.

— Passaste… por agora — disse ela, voz satisfeita e rouca. — Mas a guarda de honra exige mais. Esta noite, vais foder-me com os outros. E vais durar até eu dizer basta.

Jabari, ofegante e exausto, só conseguiu assentir, o pau ainda dentro dela, amolecendo lentamente.

Okinka levantou-se, sêmen pingando do cu e da vagina, e olhou para os guardas que observavam em silêncio.

— Preparem o palácio. Esta noite, o novo recruta vai provar que merece ficar… ou vai ser expulso coberto de vergonha.

Ela sorriu, já antecipando a próxima orgia.

Fim do Episódio 2.

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