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Meu confessonário (parte 1)

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femboyzinho

Fui estuprado por um homem desconhecido em um terreno abandonado (nomes ficticios para proteger a identidade)

Meu nome é João, como informarei a voces sou autor de alguns contos neste site, alguns deles é inspiração real pelo que eu passei nas mãos do meu violador, aqueles que leram sabem que muitos aspectos do personagens e contos que eu criava, se baseiam na minha e do meu abusador. Recapitulando conto que passarei foi que aconteceu, uma recordação em minhas traumática em minha memórias daquele dia em que virei mulher de um homem sendo um adolescente.
Um novo bairro comecei a morar, como sempre estive mudando de casa junto da minha vó, fui criado só por ela, meu pai me abandonou e minha mãe fugiu com outro homem, era filho párea de casal desestruturado, alguém que facilmente era uma presa para a manipulação.
Minha vó me cuidou bem, só que como sendo muito protetora, me tornei um menino fraco e medroso, e me ensinou o que ela era capaz, ser 'dona de casa', pode se dizer que ela já estava criando uma mocinha.
Comecei a estudar próximo da minha casa, pela primeira vez saia sozinho aos 14 anos para ir a escola, mesmo andando livre, eu ainda estava vulneravel em eventuais abordagens e situações com estranhos, por sorte eu tinha colegas que andava comigo.
Eu sendo novinho e mal tinha entrado na puberdade: rosto sem espinhas e pele lisinha, pele morena, voz aguda, cabelo estilo justin bieber, rosto de indiozinho, magrinho e baixinho de 1,55cm, não tinha corpão, mas minhas coxas era algo que aquele homem adorou, bem gordas, mas pode se dizer que era um menino bem gostosinho como dizia meu violador.
Certo dia, voltando da escola com meus colegas, saimos pelo horário do almoço a passear e zoar pelo bairro, retornando para minha casa sozinho, tomei uma rua que não tinha passado, parecia deserta, caminhei tranquilamente até o meio da rua. Reparei que tinha um homem encotado na parede de uma construção; um negão brutamonte, usando roupa de empresa, eu notei ele, mas ignorei olhar para ele. Passei por ele, achei que nada ia acontecer.
"delicinha ein" disse com sotaque de baiano, aquilo me pegou desprevinido e olhei para trás, achando que era alguma outra pessoa, fiquei desnorteado.
"vc mesmo novinho, que delicinha" eu fiquei com medo, meu coração acelerou, eu travei. Ele pareceu quiz vir até mim, mas eu pensei rápido e fui em direção a sai da rua, ignorando ele.
Chegando, bebi água, pois quando perdi ele de vista comecei a correr, não tinha noção do que ele queria fazer comigo, mas não disse nada a ninguém, fiquei cansando em pensar naquilo que dormir cedo até acordar cedo para ir a escola.
Poderia ter acabado ali e nunca mais ter retornado aquela rua, mas meu corpo sentiu outra coisa, meu pinto endureceu e pensamentos devassos surgiram na minha mente sendo estruprado por ele. Eu sabia que era sexo, através da pornografia, me masturbava como garoto ingênuo, com polegar esfregando minha glande até ejacular, eu sentia uma atração distinta a qualquer menino, eu me imaginava no lugar da garota.
Despertando-me daquele ontem assustador, segui minha rotina normalmente, contudo eu não ia me conter, queria passar naquela rua novamente, eu segui meu próprio caminho até lá, entrando na rua, esperava que aquele homem aparecesse, mas não tinha certeza, quando passei pela rua havia alguns transeuntes, uma senhorinha e uma menina, mas não havia nada de sua notória presença, passei lentamente pela construção abandonada, só podi notar mato e a parede que encobria o interior, fiquei frustrado de ele não está ali, parecia que só era uma fantasia que não se realizaria. Eu sempre tive curiosidade de fazer sexo, não me importava se era com mulher ou homem primeiro, mas sentia que sendo homem seria bem melhor, meu corpo pedia secretamente.
Dormi novamente, mas adormeci tarde pela ansiedade, até me masturbei pensando naquilo, mas eu iria mais uma vez passando na rua.
Entrando na rua novamente, meu coração disparou, era um misto de sentimentos medo e nervosismo, aquilo era inspensável.
Erguendo minha cabeça notei o homem de novo, mas hoje ele parecia inquieto e todo bravo, vendo agi daquele jeito, arrependimento a vontade agora era de correr e não parar, mas então eu não consegui.
Lentamente passei, parecia que ele estava me ignorando.
- Ei, menino, vem aqui! - Me chamou, eu olhei para trás e vi ele de frente, pudi notar mais seu corpo do que a ultima vez, sua careca, seu nariz grande, sua péssima aparência, mas seu corpo era bem escultural, os braços musculos e a camisa justa realçava seu corpo forte, as pernas não notei devido a forma da calça folgada em corpo.
Meu jeitinho todo omisso e submisso iriam me levar ao matadouro, naquele momento não senti atração, mas a incerteza, o que aquele homem ia fazer comigo se me aproximasse.
Eu fiquei estático e timido, travando minha voz.
- Bora venha aqui, menino que quero te falar uma coisa - eu me aproximei dele com uma feição de cachorrinho acanhado.
- Pode falar! - já disse eu estressado, ele grudou em mim.
- Antes, qual é o seu nome? - negão me falou de maneira serena.
- João - estava tenso com aquela conversa.
- Olhe bem João, meu nome Manoel tá bom, eu quero te mostrar algo bem legal que tem atrás deste muro, quer vim comigo?! - ele pegou pelo meu pulso e tentou me levar a força, mas eu relutei e argumentei.
- Moço, me solta, não tô afim de ir não me deixa ir, por favor - para mim aquilo estava ficando cada vez aterrorizante, meu prazer que antes sentia, se transformou no pavor que está por vir, ele apertou meu pulso com mais força.
- Pera, eu vou te soltar, mas antes tem algo que quero te mostrar, só vim comigo, dps de deixo ir, tá bom! - eu concordei em ir se ele parasse de apertar meu braço, ele me levou atrás do muro.
Era só mato, e havia alguns escombro e lugar coberto, aquele lugar seria reservado para minha violação.
- Tu já chupou pica João? - pegando em meu rosto, eu disse que não, dando continuidade em sua fala - que bom, só isso que você vai fazer tá bom nada demais, ajoelha tá - eu ajoelhei ficando de frente com sua virilha, o cheiro peniano era evidente, uma mistura de gozo e suor.
Abaixando sua calça, eu vi o primeiro pênis na minha vida, aquele pau negro retinto e mole, mas grande e grosso, um homem desenvolvido, a glande bege, pois ainda estava em repouso.
Ele levou sua mão na minha nuca, aproximando seu meu rosto de pica, fazendo meu nariz e boca beijar sua massa mole, ele ordenou a mim - Abra bem a boca! - eu obedeci, mas abri pacialmente, senti um gosto diferente, um gosto inédito, aquilo era como se eu chupasse um mashmallow, senti cada vez mais aquilo crescer na minha boca, invés de derreter, eu chupei só cabecinha, eu olhei para ele, encarando enquanto ele relaxava, meu pau estava mole e nada prazeroso para mim, ele gemia bem grosseiro, ele estava em transe, mesmo eu sendo inexperiente ainda sim estava agradando um homem.
- Isso! Isso! Ai que delicia! Ah - ele gemia sem pestanejar, mas conforme sua rola aumentava, minha boca não conseguia conter a grossura e meu dente roçou na pele, lhe incomodando - para tá bom - ele me ordenou, pois seu pau havia engrossado bastante, minha boca estava toda babada, e limpei meus lábios com o braço, eu estava zonso, fora de mim, e me ensinou como devia ser um boquete, imitando a forma que ele disse para que não roçasse muito os dentes na pica, assim fiz.
Aquilo entrava cada vez na minha garganta, ele sarrando mais, ia ser minha primeira garganta profunda, ia ser na base da força dele. Aquilo me dava ânsia e forçava minha mandibula, pois não podia roçar o dente no pênis daquele negro, não sabia quanto tempo ia ficar sofrendo mais parecia uma eternidade, aquilo era estrupo , não tinha piedade, mesmo eu tentando impedir com minha força, não era páreo para o homem. Fui sufocado, por sorte, ele parou, para que eu pudesse respirar, mas voltei a engasgar, ele a estocar fundo na minha garganta, ele permetia que recuperrasse o fôlego para mais. Em uma sequência de estocadas, barulho do boquete, afogão da rola emitia o som, 'go!go!go!' Forçando minha garganta com seu pênis, ele ejaculou e urrou forte.
O pesadelo, tinha acabado, minhas lágrimas escorriam no meu rosto, nós dois soados, um com prazer e outro com terror, fiquei tremendo, comecei a chorar e assoar, garganta molhada com sua porra e sabor amargo da minha humilhação, ele então me disse:
- Quero te ver amanhã aqui tá bom, indiozinho boqueteiro - foi a primeira vez que ele se referiu minha aparência como uma forma de subjugação, aquilo não seria a ultima vez que ele humilharia devido minha aparência, e isso me marcou.
No dia seguinte eu iria retornar para mais.

Farei a segunda parte deste conto para não ficar longo e maçante.

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Comentários (1)

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  • Coroa: A situação é muito boa mas você precisa se dedicar mais na escrita do texto, notei alguns erros que atrapalham inclusive na interpretação.

    Responder↴ • uid:1iert5az