Miguel, o policial baiano.
Miguel é um policial safado, mas eu serei mais que ele (conto ficcional).
Meu nome é Hugo e contar-te-ei como dormi como conheci um policial safado. Tenho 20 anos agora e isso aconteceu há um ano. Miguel é o nome do homem; ele disse que tinha 26. Por fazer academia, tinha um corpo muito chamativo.
Eram 2h da manhã e eu estava voltando da festa que havia acontecido na minha cidade (festas de prefeitura). Minha casa ficava um pouco longe, mas, como a cidade é pequena, não me importei em voltar sozinho. No meio do caminho, faltando uns oito minutos para eu chegar em casa, a viatura estava parada e os policiais estavam abordando uns meninos; deviam ter entre dezessete e dezoito anos. De longe vi o Miguel. Nem o conhecia, mas era impossível não ser hipnotizado por aqueles braços que a todo instante pareciam querer rasgar a farda; como eu era putinho, continuei meu caminho. Passei por eles e continuei com meus fones nos ouvidos.
No primeiro momento, não deu em nada. Contudo, pude ver o farol do famoso camburão expulsando minha sombra e me pararam.
— Boa noite.
— Boa.
— Como é seu nome?
— Hugo, senhor.
— O que faz a essa hora na rua, Hugo? A cidade é pequena, mas não deixa de existir perigo — disse o PM que estava de plantão.
— Acabei de voltar da festa.
— E curtiu muito? Pelo visto ainda está com energia. Então essa era a voz do policial corpudo. Que voz grossa da porra. Só ali imaginei mil e uma posições.
— Ahh, um pouco.
— Certo, vá para casa agora.
E foi o que eu fiz.
Por incrível que pareça, a delegacia ficava a duas esquinas da minha casa, e, quando eu ia dobrando a rua, ouvi um assobio. Era Miguel, com uma arma enorme na mão.
— Sim? Perguntei, né? Estava muito curioso.
— Me passa seu Whats e não dorme agora. Já já chego em casa.
Não iria me fazer de difícil e passei o número para ele, mas confesso que queria ouvir da voz dele o porquê de eu ficar acordado. Perguntei.
Ele olhou para mim e falou sussurrando:
— Você sabe o que é.
Voltei e fui para casa, tomei um banho rapidinho para tirar o cheiro da festa e, quando voltei, peguei o celular. E não é que ele mandou a mensagem mesmo? Ele me perguntou minha idade, o que eu fazia etc. Conversa vai, conversa vem, recebi uma foto em visualização única. Porra! Era a piroca do Miguel e, como se não bastasse, ele me mandou um vídeo batendo. A rola devia medir uns 17 cm. Eu não tinha experiência na época. Logo após, me mandou um áudio que me fez delirar.
— Tá vendo? É nessa que você vai sentar. A noite todinha vai sentir ela no seu cuzinho.
Isso foi o suficiente para tirar meu sono. Agora, eu queria sentar no Miguel. O que eu iria fazer para isso acontecer? Umas coisas eu sabia: eu ia dar para ele.
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Comentários (2)
O próprio: Na rapidez da escrita, acabei não percebendo que havia alguns erros gramaticais. Perdão. Irei melhorar na próxima.
Responder↴ • uid:5pbbmhgib09Luigi: Adoraria ser comido por um policial grandão
Responder↴ • uid:bemn2s5pm2