Flagrei meu marido comendo o cu de meu melhor amigo!
Eu nunca imaginei que o dia do aniversário do meu marido viraria o maior flagra da minha vida... e o mais quente. Meu nome é Vitória, tenho 32 anos, casada há seis com o Eduardo, um cara alto, moreno, daqueles que todo mundo olha na rua da Boa Viagem. A gente sempre foi aquele casal perfeito pros outros: viagens pra Porto de Galinhas, jantares no Marco Zero, cumplicidade total. Mas tem segredos que a gente enterra fundo... até que eles explodem na sua cara. E quando explodiram, eu não só assisti — eu entrei na dança, com raiva, tesão e uma vontade louca de virar o jogo. O que começou como traição virou a putaria mais louca que já vivi, e olha que eu tô contando tudo aqui pras minhas aventuras continuarem rolando. Quer saber como foi cada detalhe suado, gemido e gozada? Então cola comigo até o final... e quem sabe você não acaba me acompanhando nas próximas?
Tudo começou inocente. Eduardo fez 38 anos e disse que queria comemorar só nós dois, sem festa, sem família, uma viagem romântica pra Praia dos Carneiros. Eu achei lindo, romântico pra caramba. Saí mais cedo do trabalho na imobiliária do Pina, comprei farinha, cenoura, chocolate pra fazer aquele bolo que ele ama, e ainda passei na loja de perfume no Shopping RioMar pra pegar um importado caro que ele vivia pedindo. Liguei pra sogra avisando que não ia ter almoço em família, mas ela soltou: “Ele me disse que ia pra Igarassu resolver coisa de trabalho, não vem almoçar comigo”. Meu coração gelou. Ele tinha me jurado de pés juntos que almoçaria com a mãe. Liguei pro celular dele: caixa postal. Mandei mensagem: nada. Liguei na firma: “Deu folga pro aniversário dele”. O chão sumiu. Liguei pro meu amigo de longa data, o Rafael — aquele cara de 42 anos, sarado, dono de várias corretoras, o tipo que faz qualquer mulher babar. Fora de área também. Meu estômago embrulhou. Acelerei o carro pela Avenida Boa Viagem, o vento batendo no rosto, pensando mil coisa ruim.
Cheguei no nosso apê no bairro de Brasília Teimosa, o porteiro confirmou: “Seu marido não saiu hoje, dona Vitória”. Subi o elevador tremendo. Abri a porta devagar... e ouvi gemidos baixos vindo do quarto. Meu quarto. A luz acesa, a porta entreaberta. Empurrei devagar e vi.
Eduardo de quatro na cama king size, lençol embolado, bunda empinada, rosto afundado no travesseiro. Rafael atrás dele, suado, músculos brilhando, metendo com força, o pau grosso entrando e saindo devagar, ritmado, enquanto Eduardo gemia rouco: “Vai, porra... mete mais fundo...”. O cheiro de sexo invadiu meu nariz — suor, lubrificante, tesão puro. Rafael segurava a cintura dele com as duas mãos, puxando pra trás a cada estocada, o saco batendo na bunda do meu marido. Um peido escapou do Eduardo quando Rafael empurrou tudo, alto, vergonhoso, e os dois riram baixo antes de gemer de novo.
A sacola caiu da minha mão. Bolo, presente, tudo no chão. Meu coração disparou, raiva misturada com um calor subindo pelas coxas. Rafael me viu primeiro. Pulou pra trás, pau ainda duro pingando, olhos arregalados. “Vitória... caralho...”. Eduardo virou rápido, sentou na cama, mãos na cabeça: “Amor... eu...”.
Eu fiquei parada na porta, pernas moles. Raiva queimando o peito. Mas também... tesão. Aquele mesmo tesão antigo que eu sentia pelo Rafael desde a faculdade, quando a gente ficava e ele me fazia gozar gritando. Ele era o melhor pau que já tinha passado em mim. E agora via ele fodendo meu marido. Duplamente traída. Duplamente excitada.
Rafael veio na minha direção, ainda pelado, pau balançando. “Me perdoa, Vi... a gente...”. Eu não deixei ele terminar. Meti a mão no pau dele, quente, latejando, e enfiei a língua na boca dele com ódio. Beijo molhado, agressivo. Olhei pro Eduardo: “Quer que eu perdoe? Então você assiste enquanto eu pego o que sempre quis. E depois você come meu cu até eu esquecer essa merda toda”.
Eduardo engoliu seco, mas balançou a cabeça. Eu tirei a roupa na frente deles. Blusa, sutiã, saia, calcinha — tudo voando. Sentei no colo do Rafael, guiando o pau dele pra dentro da minha buceta molhada. Desci devagar, sentindo cada centímetro abrindo caminho. “Porra... ainda é perfeito”, pensei, enquanto cavalgava forte, rebolando, peitinhos balançando. Eduardo se aproximou, meteu na minha boca. Chupei com raiva, com vontade, engasgando de propósito, saliva escorrendo. Rafael metia em mim enquanto enfiava dois dedos no cu do Eduardo, preparando.
Depois trocamos. Eduardo deitou, eu sentei de costas no pau dele, sentindo ele entrar no meu cu — doeu pra caralho no começo, ardendo, mas eu queria sentir tudo. Rafael veio na frente, meteu na buceta. Dupla penetração. Os dois me preenchendo ao mesmo tempo. Eu gemia alto, “Vai, seus putos... me fode... me rasga...”. O atrito era insano, dor misturada com prazer, suor escorrendo, peidos escapando do Eduardo de novo enquanto ele metia em mim, e eu ria entre gemidos. Rafael chupava meu pescoço, mordia, sussurrava: “Sempre soube que você voltaria pra mim, safada”.
Joguei Rafael na cama, montei nele de frente, cavalgando com força, unhas cravadas no peito dele. Eduardo assistia, punhetando, olhos vidrados. Eu sentia o orgasmo subindo, apertando o pau do Rafael. “Vai gozar pra mim, Vi... goza no meu pau...”. Gritei alto, corpo tremendo, buceta pulsando, gozei forte, molhando tudo. Rafael gozou dentro de mim logo depois, gemendo rouco. Eduardo gozou na barriga, jatos quentes.
Depois do banho, fiz o bolo de cenoura. Enquanto batia a massa, pensava no segundo round. No terceiro. Nas próximas aventuras. Porque isso não acabou. Foi só o começo.
Se você chegou até aqui babando, imaginando cada cena... imagina o que vem pela frente. Pra me achar e acompanhar tudo de perto, é só procurar: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Me conta nos comentários: você perdoaria assim? Ou entraria na putaria também? Quero saber... e quem sabe te levo junto na próxima. 😈
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)