Acabou A Farsa. Meu Vizinho Arrebentou Minha Garganta.
Continuação de "Acabou A Farsa. Meu Vizinho Inaugurou Meu Cu".
Depois que meu vizinho me fez de sua puta na minha própria casa, eu fiquei me sentindo diferente. Era estranho a sensação de queimação lá embaixo. Levou um tempinho para cair a ficha. Puta merda! Uma vida inteira de fingimento, tentando passar por homem de moral, sem jamais ter tido coragem de saciar meus desejos secretos, e de repente todo esse disfarce cai por terra. Ele agora poderia, se quisesse, contar pra geral. E na minha cabeça, eu tinha certeza de que todos os caras da rua e talvez até algumas mulheres também ficariam sabendo que eu dei para o vizinho. E isso começou a me preocupar. Quando eu fui buscar minha esposa, ele estava no portão fumando. Me cumprimentou normalmente, mas com aquela cara que me fez abaixar a cabeça e morrer de vergonha. O cara não apenas me comeu. Ele fez eu gozar e sentir um prazer intenso me fudendo. Acabou comigo. Foi o que pensei. Mas não. Aquilo foi só o começo.
Era terça-feira por volta das cinco horas da tarde. Eu tinha acabado de chegar em casa. Minha mulher estava pranchando o cabelo no quarto. Cumprimentei ela com selinho e já fui pegando a roupa caseira pra ir ao banho. Quando eu passei na cozinha, o cara estava me observando da área de serviço. Eu tomei um susto quando percebi. Olhei na direção do quarto e então para ele, fazendo sinal para ir embora. O coração explodiu naquele momento. Ele apenas sorriu com cara de pidão, enquanto apalpava a piroca na bermuda. Eu balancei a cabeça em reprovação, com o pavor estampado na cara, quando ele entrou, já colocando a piroca para fora. Como estava dura! Ele se aproximou e disse em sussurro: "dá tempo de descarregar um leitinho". Minha mulher perguntou se eu podia pegar o borrifador pra ela e eu respondi. Nossa, como eu fiquei nervoso! Novamente fiz gestos pra ele ir embora e até dei uma empurrada, mas ele se recusou e segurou a minha mão, me forçando a levar ela até a piroca dele. Então eu segurei. E assim que senti o calor do corpo dele naquele pedaço de carne viva, foi quase como se a minha boca tivesse vontade própria. Eu me abaixei e dei uma chupadinha rápida. Se não fosse a minha mulher me chamando do quarto, acho que eu continuaria. Era quase hipnótico. Me levantei no susto, peguei o borrifador no armário e levei pra ela. Quando voltei na cozinha ele já não estava. Fui até a área de serviço e ele estava me olhando de seu basculante. Ficamos nos olhando por alguns segundos. E então eu fui para o banho com minha piroca ardendo de tesão. Eu toquei uma punheta de gozar vários jatos no azulejo.
Quando eu saí do banho, minha esposa já estava de cabelo feito e me pediu pra ver se estava bom. Eu respondi que sim. Ela estava pronta para ir à igreja. Eu me ofereci pra levar ela, mas normalmente a amiga dela passa de carro pra buscá-la. Foi só por consideração mesmo. Na verdade eu só conseguia pensar em mamar a piroca do vizinho. Ela disse algo que nem sei o que foi e eu fui fazer meu lanche. Quando a buzina tocou no portão, ela veio se despedir de mim com um selinho e, como sempre, me convidou para o culto. Mas eu disse que não gosto daquela igreja. Ela sorriu com ar de lamento e foi se retirando. Eu fui com ela até o portão. Assim que o carro sumiu de vista eu entrei ansioso. Achei que o vizinho já estaria na área. Meu coração estava a mil. Mas ele não estava. Então olhei pra ver no corredor da casa dele. A luz do banheiro estava acesa, revelado pelo basculante. Então fui terminar o lanche. E quando eu dei uma mordida no pão com mortadela, ouvi um som vindo do meu quarto. Eu fui até lá, não acreditando que ele pudesse ser tão descarado e abusado. Mas lá estava ele, deitado na minha cama, totalmente pelado, com aquela "coisa" hipnotizante em sua mão com ele se masturbando com a pontinha dos dedos. Então ele fez aquilo: puxou o prepúcio só pra me deixar maluco, fazendo a cabecinha se revelar bem devagar. Olhei para a janela, confirmando se o blackout estava direitinho. Estava. Ver aquele abusado na minha cama, pelado daquele jeito, fez subir um tesão que fez o homem dentro de mim ser dominado pela puta safada que eu sou na realidade. Então, sem qualquer traço de vergonha, eu fui até ele e me ajeitei na cama para poder me acabar na chupação. Segurei a piroca dele, o encarando, já com cara de puta cheia de fome de porra, e então comecei a dar beijinhos na pontinha da cabecinha, enquanto ele continuava se masturbando. Tirei a mão dele e apertei a piroca, como se quisesse esganar ela. Então comecei a chupar e lamber só a cabecinha, como se fosse um pirulito. E assim eu comecei a deixar a minha imaginação determinar o ritmo da safadeza.
Meu vizinho chegou perto de gozar e então interveio com suas mãos, afastando a minha mão e minha boca. Ele se levantou e me pediu ao pé do ouvido para me deitar de barriga pra cima com a cabeça para fora da cama. Eu já sabia o que ele queria. E gostei da ideia. Isso seria literalmente ter a boca fodida. Então eu me coloquei na posição. Ver ele vindo com sua piroca na minha boca naquela posição me fez sentir tão submisso e pequeno, que até tive uma sensação estranha de humilhação. Então ele segurou a minha cabeça e minha boca foi recebendo a sua piroca. O desgraçado deu um sorriso e soltou um cuspe na minha cara, que caiu no nariz. E enquanto ele deslizava a piroca suavemente na minha boca, indo cada vez mais fundo, foi espalhando seu cuspe na minha cara. E de repente até mesmo aquilo me deu tesão. Eu só via o saco dele e parte das coxas e do rego. De repente, ele fez seu saco quase me sufocar e eu quase vomitar. A piroca estava além da garganta com ele empurrando mais. Então eu agonizei e ele puxou, me permitindo respirar e meio que engolir o vômito que por pouco não veio totalmente. E enquanto eu me recuperando, ele ficou passando a piroca na minha cara. E novamente soltou um cuspe, que dessa vez caiu entre o nariz e o lábio superior. Então ele o espalhou nos meus lábios e eu até levantei a cabeça para poder olhar bem nos olhos dele. Sei lá! Eu queria que ele cuspisse na minha boca. Abri a boca e ele, como se lesse meus pensamentos, se abaixou e cuspiu dentro da minha boca. E isso o inflamou de tal forma que ele voltou a enfiar a piroca na minha boca, dessa vez como se estivesse com raiva e vontade de me humilhar. E foi aos poucos aumentando o ritmo das estocadas, por vezes parando e vindo com impacto. Em pouco tempo ele estava segurando a minha cabeça e fudendo a minha boca, conta e meia rompendo a garganta e retirando antes de eu agonizar. Cada vez que ele fazia isso eu sentia minha garganta sendo rasgada. E sem aviso algum ele retirou a piroca e disse pra eu puxar bastante ar. Assim que eu prendi a respiração, ele se deu uma masturbada e enterrou a piroca na minha boca, com seu saco em meu nariz. De repente a piroca dele estava pulsando. Eu vi as contrações por baixo do saco dele e sentia a porra dele quentinha colidindo no esôfago. Um dos disparos parece ter ido direto no estômago. Foi um tesão indescritível sentir aquilo. Durou quase um minuto. E eu estava quase sufocando, quando ele mesmo começou a retirar a piroca, que ainda pingou um pouco de porra no meu queixo. Ele ainda espremeu fazendo escorrer um fio de porra na minha boca, que levou um tempinho pra se desprender da piroca antes de acertar o céu da minha boca.
Com dois tapinhas em meu rosto, ele me mandou ficar de quatro pra ele. E antes mesmo que eu conseguisse me recuperar, mas ansioso pra dar a bunda pra ele, meu celular tocou. E só podia ser uma pessoa. Mais que depressa, eu fiz ele se retirar e fui me recompondo. A minha mãe quando liga, ou já está no portão ou está quase chegando. Isso quando já não está entrando sem ligar. Mas não era ela e sim um colega me chamando pra tomar uma (se referindo a cerveja). Mas eu dispensei e disse que ficava para sexta. O vizinho ainda estava na cozinha. E com aquela cara de comedor insaciável me olhando, eu voltei para o quarto, me ajoelhei na cama com a bunda virada para a porta e fiquei esperando ele vim e arriar meu short e tomar meu cu pra ele. E por mais uma hora ele me fez de puta em minha própria cama. E quando estava gozando no meu cu, dessa vez eu estava rebolando, com ele segurando a minha cara para eu olhar direto nos olhos dele enquanto ele descarregava seu leite dentro de mim.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)