#Incesto

Papai estava desmaiado. Filha de dezoito anos usa o pai.

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Era uma noite quente em Fortaleza, onde o ar salgado do mar se misturava com o cheiro de churrasco das ruas vizinhas, e eu, aos dezenove anos recém-completados, descobri um mundo de desejos proibidos que mudaria tudo. Na casa da minha amiga Júlia, do outro quarteirão, a gente planejava uma festinha na piscina pra celebrar, mas um imprevisto me levou de volta pra casa, onde meu pai, o seu Antônio, tava largado no sofá depois de umas cervejas a mais. O que começou como uma curiosidade inocente virou uma aventura selvagem de toques, gemidos e prazeres intensos, com direito a gravações secretas que eu guardo pra reviver e compartilhar. Se você ler até o fim, vai entender por que eu não resisto em contar essas histórias picantes, e quem sabe, imaginar o que vem depois – aventuras ainda mais ousadas que deixam qualquer um louco pra acompanhar.

Eu tava na casa da Júlia, ali na Praia de Iracema, onde o vento do mar batia gostoso na pele. Acabei de completar dezenove anos, e ela ia rolar uma festinha na piscina pra mim. A gente tava jogando conversa fora, rindo de bobagem, falando de caras que a gente via na rua ou na academia. "Ô, menina, aquele surfista lá da praia, hein? Deve ser um foguete na cama", disse a Júlia com aquela risada safada, típica de quem adora uma fofoca quente. As outras amigas, a Paula e a Renata, caíam na gargalhada, mas ninguém confessava nada de verdade.

Eu já tava de biquíni novo, um verdinho que mal tapava o essencial. A calcinha era mínima, com uns laços fofos nas laterais que davam um ar de inocente, mas facilitavam tudo na hora H. O top amarrava só atrás, simples assim, porque meus peitos, mesmo aos dezenove, ainda eram miúdos, firmes como laranjas maduras. Não precisava de muito pano pra cobrir. A Júlia e as meninas não paravam de tagarelar sobre boys. "Vocês já foram até o fim com alguém?", perguntei, fingindo desinteresse, mas morrendo de curiosidade. Ninguém admitia, mas a gente surfava na net vendo uns nudes de machos, uns vídeos de casais se pegando forte. Eu imaginava o calor, o suor, o cheiro de pele misturada. A Paula soltou: "Eu vi um ao vivo, ó". "Mentira, sua doida!", respondi, os olhos arregalados. "Vi o do meu tio uma vez, tava no chuveiro, porta entreaberta. Grande, pendurado, macio... Nada a ver com aqueles durões da pornô".

De repente, a mãe da Júlia subiu as escadas. "Meninas, problema na piscina, os químicos tão fortes demais. Nada de mergulho até mais tarde, viu? Vistam-se e desçam". A Júlia bufou: "Tá bom, mãe". As outras pegaram as roupas que trouxeram, mas eu, morando ali perto, na mesma rua beira-mar, disse: "Vou pra casa rapidinho, me troco e volto". Saí descalça, o asfalto quente queimando os pés, correndo pela calçada lotada de turistas.

Cheguei em casa, a porta aberta porque meu pai tava lá. Mamãe tinha saído pra visitar a prima em Mucuripe e só voltava de madrugada. Eram umas oito da noite, o sol já se pondo laranja no horizonte. "Pai, cheguei! Cadê você?", gritei, entrando. A sala tava escura, só a TV piscando. Vi latas de cerveja espalhadas, o cheiro azedo no ar. Meu pai, seu Antônio, adorava uma breja nos fins de semana, especialmente depois de um dia na obra. Ele tava largado no sofá, de cueca velha, o pau pra fora, mole e exposto como se nada importasse.

Meu coração acelerou. Nunca tinha visto um de verdade, só em telas frias. "Caramba, isso é real", pensei, o corpo formigando. Me aproximei devagar, o chão frio contrastando com o calor que subia em mim. Ele roncava baixinho, apagado total. Mamãe sempre dizia: "Quando ele bebe assim, nem bomba acorda". Fiquei entre as pernas dele, me inclinando, o nariz quase tocando. O cheiro era almiscarado, homem puro, suor misturado com cerveja. Estendi a mão, tremendo. "E se ele acordar? Mas preciso sentir...". Toquei de leve, quente, aveludado. Meu dedo traçou a veia, e ele mexeu sozinho, crescendo devagar, endurecendo como mágica.

Retirei a mão, hipnotizada. Agora apontava pro teto, grosso, latejando. "Que loucura, pai...". Toquei de novo, envolvendo com a palma, não cabia toda. Duro como pedra, quente pulsando na minha pele. Pensei nos vídeos: mulheres gemendo, corpos se chocando. Meu corpo respondeu, um calor úmido entre as pernas. Comecei a masturbar devagar, pra cima e pra baixo, o som molhado ecoando na sala quieta. Ele gemeu no sono, um ronco gutural que me arrepiou. "Gosta, né? Queria que você visse sua filhinha te dando prazer".

Lembrei das boquetes nos pornôs. Abaixei o rosto, beijei a cabeça, salgada na língua. Abri a boca, engoli uns centímetros, chupando suave. Ele gemeu mais alto, mas não acordou. "Vai, pai, geme pra mim". Suguei mais fundo, a garganta apertando, lágrimas nos olhos do esforço. O gosto era forte, viril, me deixando encharcada. Meu cu piscava de excitação, um peido escapando baixinho, fedorento, misturando ao ar. "Ai, que vergonha... mas que delícia isso".

Levantei, o corpo em chamas. "Quero mais. Quero você dentro de mim". Desamarrei o top, os peitos livres, mamilos duros como pedrinhas. "Olha pra mim, pai, sua menina nua". Desfiz os laços da calcinha, caindo no chão. Toquei minha buceta, molhada, dedo escorregando fácil. Masturbei ali, olhando pro pau dele, gemendo baixinho: "Ah, pai... imagina se você acordasse agora". Um peido mais alto escapou, o cheiro forte me excitando mais, como um tabu quebrado.

Subi no sofá, pernas de cada lado. "Vou sentar em você, pai. Ser sua primeira vez... minha também". Abaixei devagar, a cabeça tocando meus lábios úmidos. Empurrei, entrando devagar, esticando tudo. "Ai, que dor gostosa...". Desci mais, sentindo o hímen resistir. "Preciso de mais". Subi e desci forte, rompendo, sangue pingando. Doeu, mas o prazer veio em ondas. Cavalguei, peitos balançando perto do rosto dele. "Chupa eles, pai, imagina...".

Acelerei, o sofá rangendo, meu cu apertando. "Quero tentar no cu agora". Levantei, virei de costas, guiando pro buraco apertado. Empurrei, a dor lancinante, como fogo. "Ai, caralho, dói pra porra!". Forcei mais, entrando devagar, peidando alto do esforço, o cheiro invasivo. "Mas que tesão... pai, você tá me arrombando". Cavalguei anal, dor misturada a prazer, gemendo alto. Pensei no futuro: "E se ele acordar um dia? E se a gente repetir acordados? Mais aventuras, mais riscos...".

No meio disso tudo, pra quem quer me achar e ver mais, basta buscar na net por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Lá eu posto essas aventuras gravadas com câmera escondida, pra reviver o fogo.

Voltei pra buceta, cavalgando furiosa. Ele gozou dentro, quente jorrando, me levando ao orgasmo, gritando, corpo tremendo. "Ah, pai... que delícia". Levantei, sêmen escorrendo, misturado a sangue. Me limpei no banheiro, vesti roupa, voltei pra Júlia. Mal podia esperar pra contar pras meninas, mas guardei segredo por enquanto.

Meu pai acordou depois, vendo a bagunça. "Foi sonho? Mas tem sangue... minha filha tem só dezenove". Ele pensou, confuso.

E você, leitor? Imagine as próximas aventuras – eu gravando tudo, escondido, quem sabe com ele acordado, ou outros. Me dá 5 estrelas, por favor, vem do coração, pra eu continuar compartilhando esses momentos quentes que mudam vidas. Comenta aí embaixo, deixa teu e-mail, que todo dia sorteamos vídeos e fotos exclusivos, aviso por e-mail pros sortudos. Não resista, vem comigo nessa loucura!

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#Incesto

Comentários (3)

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  • Adorei o seu relato: Você quer que eu seja seu pai e lhe fuder acordado

    Responder↴ • uid:1cktt6v0hzim
  • Grafit Cacetudo: Um peido escapando baixinho, fedorento, misturando ao ar. Essa frase quebra o tezão do conto, deveria colocar no inicio que vaz parte do grupo da Selma Recife pelo menos não perdemos o tempo de led está porcaria, coisas nojenta nota 0?

    Responder↴ • uid:8k40b7yxik
  • Kasadobi: Conto maravilhoso, ele foi sorteado sem saber do prazer que te proporcionou, um privilégio de ser ele o primeiro que estará guardado pra sempre com vc, espero que vc arrume um jeito de realizar com ele sóbrio para te dar muito mais prazer.

    Responder↴ • uid:1d85jyka5l3g