O Dilema de Sam, Parte 1
Grávida! Eu não quero ficar grávida, quer dizer, eu nunca nem tive uma filha, quer dizer, DE JEITO NENHUM!
Sam foi mandado para a sala do diretor mais uma vez. Desta vez, as coisas estavam um pouco diferentes. Havia um novo diretor, e ele não parecia muito amigável.
"Sam", começou ele, "temos novas regras aqui na escola de ensino fundamental. Ela não é mais pública, mas sim particular. Sou o novo diretor e estou aqui para lhe dizer que seu histórico é lamentável. Isso não será tolerado aqui."
Ela sentou-se na cadeira, concentrando-se totalmente agora. Quando é que aquilo se tornou uma escola particular? Por que ela nunca tinha ouvido falar disso antes? O que ele queria dizer com "não será tolerado"? Ela sempre conseguia se safar de tudo o que tentava, e o Diretor Franklin só lhe dava detenção.
Ele continuou: "Agora que somos uma escola particular, você deve saber que temos uma política para alunos que se comportam mal. Chama-se 'punição corporal' e é aplicada quando os alunos atingem um certo nível. Você ultrapassou esse nível no ano passado."
"O que você quer dizer com 'castigo corporal'?", perguntou ela.
Ele se levantou e pegou uma grande pá de madeira da beira da mesa. Tinha mais de trinta centímetros de comprimento e cerca de quinze centímetros de largura, com vários furos. O diretor Adams parou em frente a Sam e fez um gesto para que ela se levantasse.
"Mas, mas, você não pode estar falando sério! Você precisa da permissão dos meus pais ou algo assim!" ela começou a chorar, sem acreditar no que estava prestes a acontecer.
"Sua mãe já assinou esta autorização, Sam." Ele ergueu um formulário.
Sam reconheceu aquele formulário como mais um em que havia falsificado a assinatura da mãe. Ela nunca lia nenhum deles. Agora, desejava ter lido. Castigo corporal? Sério? Ela nunca tinha levado uma palmada na vida!
"Por aqui, Sam." A diretora Adams apontou para um móvel que ela ainda nem tinha notado. Quase parecia um cavalete de ginasta, mas era mais baixo e tinha alças que ela logo percebeu serem para o "punido" se segurar.
Lentamente, ela se levantou e caminhou até o cavalo, curvando-se sobre ele.
"Não está exatamente certo, Sam, mas você está perto."
"O que?"
"Aqui na Crestview Middle School, o castigo corporal é aplicado na pele nua. Soltem-nos."
Ok, primeiro ele mudou o nome da escola, e agora quer que ela abaixe as calças para que ele possa dar umas palmadas na bunda dela? De jeito nenhum!
"Não vou baixar as calças!" gritou a adolescente loira.
"Você tem uma escolha, Sam. Ou aceita a punição corporal, ou será enviado para o reformatório juvenil. Eu já liguei para lá. Com a sua ficha criminal, você ficará preso por pelo menos 3 a 4 meses. E posso quase garantir que você não vai gostar nada das suas primeiras noites lá."
"3-4 meses?" Sam estava chorando agora. Ela realmente não queria baixar as calças na frente desse novo diretor, mesmo que ele fosse meio bonitinho, e ela DEFINITIVAMENTE não queria ir para o reformatório por muito tempo.
"Mas, mas, mas, eu, eu, eu não quero levar uma palmada." Lágrimas escorriam por suas bochechas. Seus cabelos loiros estavam soltos e emolduravam suas bochechas rechonchudas enquanto ela chorava.
Como eu disse, você tem uma escolha. E para te ajudar a decidir, deixe-me acrescentar que este centro para menores infratores tem a reputação de que as meninas que lá entram estão grávidas.
"Grávida! Eu não quero ficar grávida, quer dizer, eu nunca nem tive uma filha, quer dizer, DE JEITO NENHUM!"
Lentamente, ela desabotoou a saia jeans e a deixou cair. Usava leggings que pareciam meia-calça, mas que só chegavam até as coxas. Sua calcinha azul-marinho era tudo o que cobria seu bumbum pequeno e firme e seu monte de Vênus bem aparado. Ela jogou a saia no chão e saiu de dentro dela. Levantou a cabeça para ver se talvez fosse o suficiente. O Sr. Adams estava parado ali, balançando a cabeça negativamente.
Com um suspiro profundo, ela prendeu os polegares no cós da calcinha e a empurrou para baixo, virando-se para o cavalo. Pela primeira vez na vida, estava nua da cintura para baixo diante de um homem. Nem mesmo sua melhor amiga, Carly, a tinha visto tão nua. Como tinha chegado a essa situação? Será que um dia aprenderia? Provavelmente não, mas com certeza não queria engravidar. Ela nunca tinha sequer beijado um rapaz, então certamente não tinha feito nada além disso.
O Sr. Adams observava com discreto divertimento enquanto a aluna do sétimo ano tirava a saia e a calcinha. Ele também achou muito engraçado saber que ela não tinha experiência. O que ele não havia lhe contado era que exagerara um pouco. Ele conhecia os seguranças noturnos do local e sabia que eles gostavam de brincar com algumas das garotas, mas não com todas. Por ora, Sam estava curvada sobre o cavalete que ele havia abaixado especialmente para isso, e sua bunda nua estava bem exposta; até mesmo seus pequenos lábios inchados piscavam para ele entre as pernas.
Ele se posicionou atrás dela, com a palmatória em uma das mãos. Com a outra, a firmou, colocando-a na parte inferior das costas. Recuou a palmatória e a abaixou até que mal tocasse sua pele. Ele adorava ver as garotas estremecerem quando isso acontecia! Sam não era exceção.
PAM! Sem aviso, ele lançou outro projétil, e este acertou em cheio, deixando seu traseiro arredondado bem vermelho.
"AI!" ela gritou quando a dor a atingiu. Suas lágrimas agora eram reais e rolavam livremente.
PAM!
"AI!"
PAM!
"Aiii! Quantos eu ganho, Sr. Adams?"
"20!"
PAM!
"Aiii! Vinte? Por quê? Por favor, não vinte, eu não aguento tantos. Por favor, deve haver alguma coisa."
PAM!!
"Ai! Por favor!"
A bundinha dela estava vermelha como um pimentão, e ele sabia que estava quente. Agora ele a tinha exatamente onde queria. Com a mão ainda nas costas dela, ele fez uma pausa antes de balançar novamente.
"E o que você estaria disposto a fazer, Sam?"
Ela sabia que estava numa situação difícil. Sabia também que não queria mais nenhuma daquelas palmadas com a palmatória. Ela não aguentava mais!
Chorando incontrolavelmente, ela soluçou a palavra "qualquer coisa".
Ela ouviu algo atrás dela, mas não reconheceu o que era.
"Você quer dizer isso? Qualquer coisa?"
"SIM! Só por favor, não me bata mais!"
De repente, ela percebeu que sentia as duas mãos dele em seus quadris. Algo estava tocando seu lugar especial! O que era ele? Ele estava mesmo ali? Estava!
"O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?" ela gritou.
Ele havia puxado uma alça pelas costas dela sem que ela percebesse, e ela não conseguia se mexer. Ela estava prestes a perder a virgindade com aquele diretor! Ela e Carly haviam conversado sobre sexo, é claro, como todas as garotas fazem. Ela só nunca imaginou que perderia a virgindade com um homem tão velho quanto o Sr. Adams!
Ele esfregou a ponta do pênis na fenda dela, que ele percebeu estar bem molhada! Evidentemente, Sam gostava de dar umas palmadas! Ele ia se lembrar disso.
"Estou lhe informando quais são suas opções. Isto," ele fez uma pausa enquanto esfregava a fenda dela. "Ou, mais 15 palmadas com a palheta."
"POR FAVOR! Eu não quero mais nada! E você não pode, quer dizer, eu ainda sou virgem!"
"Eu sei, porque você me contou. Você conhece as opções."
Ele esfregou o pênis para cima e para baixo na fenda dela. Sam sentiu um formigamento desconhecido nos lábios inferiores. Inconscientemente, ela gemeu quando ele roçou a ponta do pênis neles. "Acho que você acabou de se decidir, Sam", disse ele, enquanto se inclinava para frente, abrindo um pouco os lábios dela.
"Não, por favor, não faça isso, quer dizer, ah, por que eu tinha que me meter em encrenca de novo?"
Sem perceber, ela estava repelindo esse intruso em seu esconderijo secreto.
O Sr. Adams percebeu. Agora que a ponta estava no lugar, ele colocou as duas mãos nos quadris dela e se preparou para romper a barreira.
"É aqui que a dor começa. Só que não tanta quanto a da palmatória."
Ela não teve tempo de questioná-lo. Ele avançou, rompendo seu hímen.
"AI!" ela gritou mais uma vez ao sentir a barreira ceder.
"Agora, vem o prazer." Ele deu a ela alguns segundos para se ajustar, depois começou a avançar lentamente, dilatando sua jovem vagina. Recuou um pouco e avançou novamente, e a cada investida, a dilatava um pouco mais.
Sam sentiu seu corpo se esticar para acomodar o novo intruso. Ele estava certo. A dor havia parado e o prazer começava a surgir! Ela relaxou e deixou as sensações percorrerem seu corpo.
O Sr. Adams percebeu que ela estava relaxando e soube que a tinha conquistado. Acelerou o ritmo, penetrando e retirando seu membro de 18 centímetros da garota. A cada investida, Sam se impulsionava contra ele. Seu corpo jovem respondia exatamente como ele sabia que responderia. Todas as vezes que fazia isso, a garota reagia da mesma forma. Ele tinha uma lista de garotas que podia chamar a qualquer momento. Aquelas que ainda estudavam em suas escolas sabiam que, se fossem convocadas à diretoria, estavam prestes a se despir e depois transar. Talvez nem nessa ordem!
Ele soltou a correia que a prendia ao cavalo enquanto continuava a esticar seu corpo. Ele havia puxado uma cadeira para perto de si enquanto ela estava curvada, e agora era hora de usá-la. Levantando seu corpo delicado, ele a puxou da mesa e se moveu para trás. Ele aterrissou na cadeira, com ela ainda empalada em seu pênis.
Imediatamente, as mãos dele deslizaram por baixo da blusa dela, levantando o sutiã e expondo seus seios pequenos. Sam não hesitou, mas tirou a blusa e o sutiã, deixando-a nua, exceto pela calça legging e os sapatos. Uma parte dela sabia que agora podia escapar, mas estava dominada pelo prazer. Instintivamente, começou a cavalgar nele, abrindo as pernas sobre os dois membros dele. Uma das mãos dele desceu até sua vagina e começou a acariciar seu clitóris. Ela nunca havia sentido tanto prazer em seus 14 anos de vida!
Ela continuou se movendo para frente e para trás naquele pênis maravilhoso! Ela não conseguia acreditar no prazer que o Sr. Adams estava lhe proporcionando. As mãos dele pareciam estar em todos os lugares ao mesmo tempo: seus seios, puxando seus mamilos, esfregando seu clitóris, massageando suas coxas! Que sensação nova era aquela? Aquele formigamento começando lá no fundo, parecia estar por todo o seu corpo. Ela não reconhecia o que era, mas era realmente incrível!
O Sr. Adams sabia exatamente o que estava acontecendo com sua mais recente conquista. Ele percebeu imediatamente e isso o fez se aproximar também. Começou a penetrá-la com força, sentindo-a apertar seu pênis. Suas mãos se moviam mais rápido sobre o clitóris e os mamilos dela.
"Deixa pra lá, Sam", ele sussurrou em seu ouvido. "Simplesmente deixa pra lá."
"Oh, oh, ohHHHHHHHHHHHHHHHH!" ela gritou enquanto seu primeiro orgasmo a dominava. Isso o levou ao clímax e ele começou a ejacular jato após jato de seu sêmen espesso dentro dela.
Ela finalmente percebeu o que estava acontecendo, mas na verdade não se importou. Sua respiração estava ofegante enquanto ela descia lentamente de cima dela, o que era aquilo, afinal?
O Sr. Adams a abraçou e a acariciou suavemente. Deu-lhe um beijo no pescoço. Depois, sussurrou-lhe:
"Levante-se e vire-se, Sam."
Ela obedeceu sem pensar. Podia sentir algo começando a vazar de sua vagina, mas fez o que lhe foi dito.
"De joelhos, Sam."
Ela tinha uma ideia do que ele queria, mas esperou que ele lhe dissesse.
"Toda vez que fizermos alguma coisa, você vai me limpar assim que eu gozar; com a sua boca."
Ela não tinha certeza de como fazer aquilo; ouvira algumas das outras garotas da escola falando sobre fazer sexo oral em rapazes, mas sempre achara aquilo nojento. Agora, o novo diretor estava mandando ela limpar o pênis dele com a boca? Ela se inclinou para a frente e o tocou. Ainda estava meio ereto e muito escorregadio.
Ela respirou fundo e o levou à boca. Seus lábios macios e carnudos envolveram a haste. O sabor era uma mistura de doce e azedo; ela não conseguia definir exatamente, mas, pensando bem, ela comia quase tudo. De qualquer forma, ela gostou da sensação na língua.
Começou a endurecer novamente enquanto ela chupava aquele membro estranho. Ela nunca tinha visto o pênis de um homem antes de hoje, e agora estava chupando um! E ela estava gostando! Sam nunca se assustou com nada novo em sua boca, e isso era bom. O que ela ainda não sabia era que o Sr. Adams estava prestes a lhe dar algo para engolir.
Ele pegou a cabeça dela e começou a movê-la para cima e para baixo no pênis. Ela relaxou e deixou que ele fizesse o que queria. Da última vez que ela fez isso (apenas alguns minutos atrás), ele lhe proporcionou uma sensação realmente intensa. Ela queria mais!
"Sim, Sam. Isso mesmo! Chupa meu pau, sua vadiazinha! Engole meu esperma, Sam. Aqui está, só para você!"
Ele segurou a cabeça dela para baixo enquanto borrifava algo com a consistência de iogurte no fundo da garganta dela. Ela engoliu (nunca desperdiçava nada!) e ainda sentia o gosto da semente enquanto ela enchia a boca. Suas bochechas afundavam enquanto ela sugava com mais força.
Finalmente exausto, o Sr. Adams a soltou e a deixou sentar-se. Ela ainda sentia algo vazando, mas não se importou. Estava apenas esperando sua próxima ordem.
"Sam, por agora é só. Vista-se e venha aqui depois da aula. Já liguei para sua mãe para avisá-la que você está de castigo. Espero você em 10 minutos depois do sinal. Entendeu?"
Enquanto começava a se vestir, ela se virou para ele, curiosa para saber o que ele tinha em mente para ela. Ela baixou a cabeça timidamente e respondeu que estaria lá.
Ele ajeitou as roupas e observou a jovem. Agora, pensava ele, se conseguiria dar um jeito de trazer a amiga dela, Carly, para cá também.
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