#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XXXIII

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Escritor

Continuação da série de contos de mesmo nome. Leia os contos anteriores clicando no perfil.

Saudações. Para quem não me conhece, sou o Henrique, primo do Felipe. Vou falar sobre umas sacanagens que nosso círculo social fazia a um tempo atrás.

Como bem lembro de ter contado e também lido de Felipe, tivemos aquela suruba de gang bangs no dia em demos as devidas boas vindas ao tio Rafael, a Gabriela e ao Calebe. Foi maravilhoso sentir e ver todos os nossos corpos dando e sentindo prazer uns com os outros, sem importamo-nos com o resto do mundo.

E desde aquele dia, tio Rafael e seus filhos tornaram-se parte definitiva de nossa vida. Minha e de minha irmã Sandra, que estava caidinha por Calebe. E eu também não podia culpá-la, afinal o cara era gente fina.

Certo dia perguntei a Sandra se não a incomodava que Calebe fosse bissexual. E ela me respondeu que se até nossa mãe ele já tinha comido e não havia problema, então quem se importava se ele gostava de dar o cu também? Afinal, ela gostava dele.

Realmente, era verdade. Esse tipo de coisa não importava mais para a gente.

Sempre conversamos quando podíamos, eu e ele. E no dia do gang bang tivemos um momento legal. Mas, certa vez, essa proximidade alcançou o limite e nos libertou dele.

Era o fim da tarde de um sábado, e estávamos no apartamento alugado eu, Sandra, Calebe e a filha dos vizinhos, Débora. As duas assistiam a um dorama, junto a Calebe, que fazia companhia a minha irmã. Eu estava ocupado no celular.

Débora não era uma menina feia. Tendo a pele morena e cabelos lisos escuros, com olhos que lembravam os de um índio, e um rosto magro. Seu corpo parecia ser o de uma falsa magra, mas não era possível dizer muito devido as roupas que usava. Ela parecia especialmente interessada em Calebe.

Depois de um certo horário, ela foi para casa se arrumar, dizendo que tinha de ir a um culto, e ficamos os três sozinhos. Minha irmã estava no colo de Calebe. Eu jogava ao lado deles. Depois de tanto perder as ranqueadas me irritei e tirei do jogo, ficando emburrado. Então prestei atenção nos dois que se pegavam ao meu lado e comecei a acariciar meu pau por cima do short.

Ouvimos o som dos vizinhos saindo pela porta, arrumados para ir ao culto, e ficamos mais soltos. Em poucos instantes, Sandra estava praticamente nua nos braços de Calebe. Sem a camiseta, o sutiã, tendo os peitos chupados e o short sendo invadido pela mão dele.

Botei meu pau para fora, assistindo os dois. Mas aí o celular de Sandra tocou.

“Que, sério que tem de ser agora?”, choramingou ela após atender. “Tá, já vou aí”.

“O que foi?”, perguntou Calebe.

“Uma amiga tá com problema, o namorado traiu ela. Vou lá ver se tá tudo bem.”

“Quer que eu vá com você?”

“Não, é perto. Volto daqui a pouco”, disse, se vestindo melhor e saiu.

Ficamos lá, eu e Calebe, que pareceu meio decepcionado por minha irmã sair de repente, até olhar para mim, que ainda estava com o pênis de fora.

“Melhor guardar isso aí. Ela disse que vai vir logo, então vai demorar um monte”, avisou ele.

“Caramba, você já conhece minha irmã desse jeito?”, disse, sorrindo, “Nah, vou ficar assim mesmo. Ou na verdade, acho que vou tirar tudo logo”.

O que fiz, e Calebe não desgrudou os olhos.

“Por quê não amoleceu?”, observou ele.

Dei de ombros. Por algum motivo, mesmo sem o estímulo visual de Sandra, havia algo naquela situação que me fazia endurecer. Calebe se aproximou, e como no dia do gang bang, segurou meu instrumento, começando a acariciá-lo.

“Ela vai demorar um pouco mesmo, vamos só continuar no clima”, disse, baixando a cabeça.

Naquele momento descobri a pouca diferença que havia entre a boca de um homem e a de uma mulher. Ambas eram quentes e úmidas, macias e apertadas, quando se chupava um pau.

Ter o namorado de minha irmã fazendo isso em mim é algo que nunca pensei que aconteceria. E quando Calebe olhou nos meus olhos, com o meu caralho na boca, o desejo se tornou a única coisa que importava em minha mente. Ele se levantou e me buscou. Foi a primeira vez que beijei outro homem.

Talvez a coisa fosse mais afundo a partir daí, se minha mãe não aparecesse no mesmo momento, abrindo a porta.

“Henrique? Vocês tão… meu Deus, meninos.”

“Calma tia, tá tudo bem”, disse Calebe, um pouco nervoso.

“É mãe, não é nada demais.”, disse me cobrindo.

Minha mãe pôs uma mão no peito e respirou fundo.

“Sei, mas, er… quero dizer, sim, não é nada demais. Eu só não esperava os dois… assim”, disse ela, coçando a cabeça. “Desculpem, eu vou… vou tomar um banho e vocês podem ficar aí, à vontade.” completou, esquecendo de fechar a porta. O que eu fiz em seu lugar.

“Que situação, hein?”, comentou Calebe.

Engoli em seco.

“Foi mal, ela não queria dizer nada de errado”, falei, voltando para o sofá.

“Tudo bem. Quando descobrem, é normal agirem um pouco estranho.”

“Não é isso. Ela sabe e… não julga… quero dizer… Só acho que ficou surpresa.”

“Tudo bem. Mas e você, gostou?”, perguntou ele.

“Sim”, respondi, sorrindo e olhando pra uma formiga que cagava pelo braço do sofá. Tímido demais para responder olhando-o.

Calebe sorriu e ficamos apenas conversando, até minha mãe sair do banho só de toalha. Ela deu uma espiada em nós e entrou no quarto, fechando a porta.

“Acho melhor falar com ela, senão fica um clima chato”, sugeriu Calebe.

Fui até a porta e a bati.

“Oi.”, ela abriu, apenas de calcinha.

“Olha, sobre o que a senhora viu… bem, eu não sei o que pensou, mas…

“Não, que é isso, menino? Tudo bem, eu só não achei que você gostasse disso também. Mas, bem, naquela vez você chupou tão perto do Felipe… se você gosta, tudo bem, sério”, ela sorriu, claramente constrangida, embora não por estar nua na minha frente.

Voltei pro sofá e dei outro beijo em Calebe. Sandra voltou meia hora depois e ficou reclamando de sua amiga, e “devolvi” Calebe para ela.

“Que garota dramática. Eu avisei a ela que o cara não prestava, mas não, ela tinha que ficar com um maconheiro”, ouvíamos ela reclamar durante o jantar, rindo mais dela do que da história que contava.

Ao final, foi a hora de dormir e nos juntamos no quarto para uma diversão familiar. E Calebe permaneceu conosco. Deitamos os dois lado a lado na cama e as mulheres se despiram na nossa frente.

Minha irmã, chata, irritadiça, resmungona, e imensamente gostosa, tirou o sutiã libertando seus pudins de leite e baixou a calcinha que usava, caminhando, com as coxas gostosas se mexendo e escondendo um pouco sua buceta suculenta, com aquele moicano sob o monte de vênus. Veio e saltou em cima de Calebe. E minha mãe tirou a camisola prata que usava e engatinhou pela cama, sem nada que cobrisse o corpo, esfregando seus grandes seios por minhas pernas até chegar no meu membro rijo.

Recebia uma chupeta de minha mãe, e meu cunhado se enroscava com Sandra, sugando seus lábios, com as mãos em suas costas e bunda.

Minha irmã virou em cima dele, e começou a chupar seu pau, e ele a xota dela, abraçando sua bunda. Ambos soltavam pequenos suspiros em meio ao som de lambidas e chupadas. Já minha mãe apertava meu pau entre seus seios macios.

“As menininhas da tua sala não fazem isso, né?”, disse ela, me provocando.

“Nenhuma é tão peituda quanto a senhora”, respondi, segurando para não gozar.

Ela continuou, com certeza sentindo o pulsar de meu membro entre seus melões volumosos, e só parou quando o melado quente jorrou, escorrendo entre eles. Minha mãe esfregou a cabeça nos mamilos e espalhou o esperma, chupando o resto que vazava.

Fechei os olhos sentindo sua língua me limpar.

Ao nosso lado, Sandra já sentava de costas para Calebe, subindo e descendo sua bunda com um som de palmas.

Quando eu já estava duro o bastante, minha mãe também montou-me, rebolando.

À minha frente, os peitos da minha mãe. Ao meu lado a bunda de Sandra, bronzeada pelo sol, com um triângulo branco onde estava o bikini. E embaixo das duas, eu e Calebe tendo nossos paus devorados por suas bucetas molhadas.

Sandra se inclinou para trás, parando seus movimentos, e Calebe começou a mexer seus quadris com mais intensidade, segurando em sua cintura e fazendo os peitos pularem. Minha irmã gemia e nossa mãe olhou para ela, sorrindo e achando graça. Começou a alisar suas coxas e barriga, se inclinando logo depois para um beijo, parando de galopar e apenas se esfregando em meu pau. E que delícia foi sentir seu aperto e ver as duas se beijando com tal intensidade, que as línguas escapavam das bocas. Calebe deve ter gostado pois parou de se mover e fez uma expressão que estava entre o prazer e o tormento.

Estávamos praticamente lado a lado na cama, e eu não aguentei apenas olhar para ele. Alisei seu peito e assim que ele virou o rosto, aproximei o meu. Assim como minha mãe e irmã se beijavam em cima, nós nos beijamos embaixo.

“Hur, caralho!”, ele berrou e Sandra gemeu, sentindo a goza dele preenchê-la.

Nossa mãe ficou massageando seu clitóris.

“Deixa eu chupar a porra dele?”, perguntou ela num sussurro sensual.

“Aham”, respondeu Sandra, balançando a cabeça.

“Me come por trás, Henrique”, disse, desacoplando-se do meu penis.

Eu levantei e dei lugar para Sandra, que saiu de cima de Calebe. E ele ficou lá, de olhos fechados, como se meditasse após o orgasmo.

Minha irmã deitou ao lado do namorado e abriu as pernas, e nossa mãe se enfiou no meio delas, lambendo a porra que escorria. A cama não era grande como na casa do tio Joaquim, então ela teve de ficar ajoelhada, com as coxas coladas nas panturrilhas, e minha mãe se inclinou sobre o colchão, com a bunda arrebitada para mim. Eu fiquei em pé fora da cama e dei uma lambida em seu bucetão grande e peludo, antes de voltar lá para dentro.

Calebe ficou olhando para Sandra, acariciando seus peitos enquanto ela era chupada por nossa mãe. Os dois ficaram trocando selinhos e sussurrando um para o outro. Senti inveja, querendo fazer aquilo também.

Meti ainda por um bom tempo, cutucando o cu de minha mãe com o dedo, até sentir sua buceta sugar o meu leite. Gemi, tirando o som e o ar do fundo da minha garganta. Puxei meu pau melado de tudo que era fluído para fora e fiquei esfregando tanto ele quanto as bolas entre as nádegas de minha mãe.

Calebe viu isso, se levantou e logo estava por cima dela, inclinando o corpo até a minha cintura e chupando meu pau.

“Calebe. Não faz essas coisas sem avisar, vai que ele acha ruim.”, reclamou Sandra.

“Tudo bem, eu não ligo”, respondi, com a mão encaixada na cabeça dele, e vendo Sandra erguer uma sobrancelha em surpresa.

“Hum, e desde quando tu gosta dessas coisas?”, Sandra cruzou os braços, sentando na cama. Nossa mãe se ergueu também, sentada sobre os joelhos, limpando a boca com a mão e lambendo os lábios.

Dei de ombros.

“Não importa. Importa?”

Sandra bufou, e Calebe tirou meu pau da boca.

“Tu chupa teu irmão e eu não posso fazer o mesmo, é?”, perguntou.

Sandra revirou os olhos.

“Tá, tanto faz. Podem se comer aí”, levantou e saiu do quarto.

“Vai entender as birras dessa menina”, nossa mãe balançou a cabeça, levantando também e indo atrás dela, deixando apenas eu e Calebe no quarto.

“Não vai falar com ela?”, perguntei, meio sem jeito.

“Não, deixa. Quando se acalmar, eu falo com ela”, respondeu ele.

“Então não vão se falar nunca mais.”

Calebe revirou os olhos também.

Fomos beber algo da geladeira e ouvimos um pouco da conversa. Basicamente nem Sandra sabia porquê estava com raiva. O que, claro, era uma real e completa novidade para todo mundo. Ela sempre ficava emburrada quando contrariada ou respondida num tom diferente.

Não levamos a sério, e em questão de meia hora depois, ela já tinha se acalmado. Tanto que pouco depois já estava deitada na cama, nos braços de Calebe, beijando-o com ele acariciando seus pelinhos pubianos. Ele a fez se virar e começou a meter nela de ladinho.

Eu, deitado na frente deles, sentia os peitos de Sandra em minhas mãos. Minha mãe me chupava, batendo meu pau na língua, lambendo a cabeça e engolindo ele inteiro. E assim retornamos ao clima.

Minha mãe em certo momento levantou a cabeça e olhou por cima de Sandra.

“Que lindo ver esse pauzão entrando nessa bucetinha”, pôs uma mão nos ovos de Calebe e ficou massageando e brincando, enquanto ele gemia. “Deixa eu chupar ele, filha? Rapidinho.” ela tirou o pau de Calebe e o abocanhou.

Sandra virou para Calebe, e ficou deitada de lado sobre seu braço enquanto nossa mãe se deliciava em seu pau. Virando também aquela bunda grande para mim. Comecei a massagear e apertá-la.

“Já entendi o que tu quer. Mete logo, menino chato.”, disse e eu não me demorei. Abri sua bunda e soquei em sua buceta.

“Ain, ah, hah”, ela gemeu baixinho em voz fraca.

Calebe começou a trocar beijos lentos com ela. E minha mãe se perdia chupando a pica do genro.

“Tá gostando do caralho do teu irmão, amor?”, ouvi Calebe sussurrar no ouvido de Sandra.

Ploc, ploc, ploc…

“Aham… ãh, ãh, ah, ah…” ela respondeu, comigo socando embaixo. Minhas bolas lisas grudando em sua buceta melada, a cada estocada.

“Sabe o que vou fazer agora? Vou enfiar meu caralho até o fundo da buceta da tua mãe, e encher ela de porra”, disse ele, calmamente, dando delicados beijos no pescoço de Sandra.

E ele fez.

Colocou minha mãe de costas na cama, com o quadril e pernas levantados sobre um travesseiro e socou até só as bolas estarem de fora dela. Pelo grito que minha mãe deu. Não me surpreenderia que os vizinhos tivessem acordado, mas nenhum de nós se importou com isso.

Fiquei de joelhos, ainda com o pau dentro da buceta de Sandra, vendo a bunda Calebe se movendo entre as pernas de nossa mãe.

“Aaai, ai, fode! Fode essa buceta, caralho!”

Ela tremia, respirava forte, revirava os olhos e agarrava os lençóis. Calebe parecia imparável, fodendo a xota da minha mãe com força e rapidez.

“Ah, ahhh, UHM…”, ela gozou num gemido agudo, e… bem, vou dar a vocês um pequeno resumo de biologia feminina.

Quando uma mulher está no meio de um sexo gostoso, pode ocorrer em alguns casos dos rins trabalharem mais rapidamente, filtrando e acumulando liquidos na bexiga e uretra. Urina diluída para ser mais exato, geralmente bem clara. E quando ela chega ao limite do prazer, esse líquido armazenado é liberado. Às vezes escorrendo, às vezes sendo espirrado. Esse é o famoso squirting. E naquele momento, minha mãe teve um bem em frente aos nossos olhos, molhando Calebe.

“Aiii, caralho, uhhh…. não… para, para. Ai meu Deus, Calebe… porra!”, berrou, rasgando a garganta e chorando.

Calebe tirou de dentro e gozou por cima de sua buceta, batendo o pau na entrada.

Ao ver isso quase gozei imediatamente, metendo em Sandra devagar enquanto ouvia os gemidos de nossa mãe. Porém minha irmã aparentemente não conseguiu segurar, mordendo os lábios e tocando o clitóris de olhos fechados com o meu pau enfiado lá no fundo.

Ela me estrangulou, toda úmida, e daí foi o estopim. Meti mais uma vez e despejei tudo dentro, ouvindo seus suspiros.

Minha mãe ficou derrubada na cama, se recuperando. Eu também estava cansado, e só me desgrudei de Sandra, com o pau mole escorregando de dentro dela e cai, deitado de barriga para cima.

Calebe levantou Sandra, a beijou e levou pro outro quarto. Quando os dois saíram, eu olhei para minha mãe repousando com os seios subindo e descendo lentamente devido a respiração devagar. Quão gostoso deveria ser o pau de Calebe para deixá-la assim? Senti muita vontade de saber.

Depois de um tempo, minha mãe levantou, tomou um banho e depois dormiu junto de mim, e assim acabou aquela noite.

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