A Personal Gostosa de Goiânia.
Olá eu me chamo Luiz, 29 anos. Um metro e oitenta e dois, setenta e oito quilos de músculo seco, ombros largos, peitoral marcado, abdômen em oito, coxas grossas e braços vasculares. Pele bronzeada de quem treina sob o sol de Goiânia e ainda passa óleo depois do banho. Naquele dia eu vestia uma regata preta justa que grudava no peito suado, short de compressão cinza bem curto e por baixo uma cueca boxer branca que já começava a apertar. O volume era impossível de esconder quando ela aparecia.
Eu tinha acabado de mudar de academia. Saí daquela de setor Marista e fui para uma mais nova no Setor Bueno, com ar-condicionado gelado, espelhos do chão ao teto e cheiro de borracha nova. Foi na primeira semana que eu a vi.
Ela, Camila Ribeiro. Personal trainer e nutricionista. Uma nave completa. O macacão fitness vermelho colado no corpo parecia pintado nela. O tecido esticava sobre os seios firmes, marcava cada curva da cintura estreita e depois explodia no bumbum grande, arrebitado, redondo, que balançava com uma leveza provocante a cada passo. As pernas longas e torneadas, a pele morena e brilhante de suor leve, o cabelo castanho longo caindo pelos ombros, os lábios carnudos sempre com um toque de vermelho. O rosto sério, olhar direto, postura de quem sabe exatamente o valor do próprio corpo. Abs definidos que apareciam quando ela levantava os braços para corrigir a postura de alguém. Ela era o tipo de mulher que fazia os caras pararem o treino só para olhar.
Os marmanjos da academia não perdoavam. Um puxava conversa perguntando sobre dieta. Outro inventava dor no ombro só para ela “avaliar”. Tinha até o maluco que trazia shake de proteína e oferecia “para dividir”. Ela respondia sempre com educação, voz baixa e profissional, sorriso curto que não chegava aos olhos. Nunca dava abertura. Nunca devolvia o olhar por mais de dois segundos. Mulherão séria e certinha.
Eu observei por três dias antes de chegar perto.
No quarto dia ela estava corrigindo a postura de uma aluna no leg press. Eu me posicionei no banco de supino do lado, carreguei a barra e comecei a série. Cada repetição eu sentia o short apertando mais. O pau já estava semi-duro só de ver o tecido vermelho esticando sobre aquele bumbum quando ela se inclinava.
— Camila — chamei quando ela terminou.
Ela se virou, o cabelo deslizando pelo ombro. Olhou para mim com aquela expressão neutra.
— Oi. Posso ajudar?
— Acabei de mudar para cá. Vi que você é nutricionista também. Estou ajustando a dieta depois da troca de rotina. Tem uns dez minutos depois do meu treino para eu te mostrar o que estou comendo?
Ela olhou o relógio no pulso.
— Consigo te encaixar em quinze minutos. Mas só orientação rápida, tá? Tenho outro aluno em seguida.
Naquele dia eu usei a desculpa da dieta. No outro, inventei que precisava de ajuda com a amplitude do agachamento. Ela se posicionava atrás de mim, mãos leves na minha cintura para corrigir a curvatura da lombar. Eu sentia o calor dos dedos dela através da regata. O pau latejava dentro da cueca, empurrando o short para frente. Eu contraía o abdômen de propósito, deixava o peitoral saltar, falava baixo:
— Assim? Ou precisa descer mais?
— Desce até a linha do joelho. Controla a subida. Isso.
Voz firme, profissional. Nenhum comentário sobre o volume óbvio entre as minhas pernas. Ela só corrigia e seguia.
Eu persistia de forma sutil. Nos treinos de peito eu tirava a regata no meio da série, deixava o suor escorrer pelo peitoral e pelos abs. Ela passava por mim carregando um colchonete e eu dizia, sem olhar direto:
— Esse macacão te deixa ainda mais focada, né? Parece que o tecido respira junto com o corpo.
Ela respondia sem perder o passo:
— É o material. Compressão boa para estabilidade.
Nunca entrava no jogo. Nunca devolvia a provocação.
Uma tarde chamei ela para o canto dos pesos livres. Pedi para me ajudar com o levantamento terra. Ela se colocou ao lado, mão na minha barra para ajustar a pegada. Eu abaixei o corpo, as costas retas, o short subindo um pouco nas coxas. O volume da ereção era claro agora. Eu sentia o tecido da cueca molhado na ponta.
— Segura a barra mais perto das canelas — ela instruiu. — Empurra o chão com os calcanhares.
Eu executei a série olhando de lado. O bumbum dela no macacão vermelho estava a meio metro de mim. Cada vez que ela se inclinava para apontar algo, o tecido marcava a linha do fio-dental por baixo. Eu segurei a barra com força e falei baixo, só para ela ouvir:
— Você tem uma forma absurda de se mover. Parece que o corpo obedece antes mesmo da mente.
Camila endireitou a postura, o olhar neutro.
— Técnica é tudo. Sem ela o resultado não vem. Mais três repetições. Concentra.
Ela resistia com maestria. Cada investida minha era respondida com informação técnica, com um “vamos manter o foco” ou um sorriso educado que durava menos de um segundo.
No final daquela semana inventei o suco.
— Camila, estou saindo agora. Tem um lugar ali na esquina que faz suco de abacaxi com hortelã bem gelado. Você disse que a hidratação pós-treino é importante. Vem comigo rapidinho? Só quinze minutos. Eu pago.
Ela olhou o celular, depois para mim.
— Não posso hoje. Tenho consulta online com uma aluna às sete. Mas obrigada pelo convite. Bebe bastante água, ok?
Eu sorri, aceitei a recusa e fui embora com o pau ainda duro, latejando a cada passo. No carro eu tive que ajustar o short duas vezes.
Nas semanas seguintes continuei. Nos treinos de glúteo dela (ela treinava no final do expediente) eu me posicionava no aparelho ao lado. Via o macacão vermelho esticando quando ela fazia elevação pélvica. O bumbum subia e descia, redondo, firme, arrebitado. Eu fazia minha série de elevação de panturrilha e falava, voz rouca de esforço:
— A contração no topo… você segura por quantos segundos normalmente?
— Dois. Controla a descida em três. Isso maximiza o tempo sob tensão.
Sempre técnica. Sempre profissional.
Uma noite, depois de um treino pesado de pernas, eu estava no vestiário masculino quando ela passou pelo corredor. A porta estava entreaberta. Eu estava só de cueca, o short na mão, o pau ainda semi-duro de ver ela agachar o dia inteiro. Ela viu por um segundo. O olhar dela desceu rápido e subiu de novo. Eu não disfarcei. Só segurei a cueca e falei baixo:
— Desculpa. Estava trocando. O treino ficou intenso hoje.
Ela continuou andando, voz firme:
— Lembra de alongar bem. O quadríceps puxa bastante depois de agachamento profundo.
E sumiu.
Eu continuei. Toques leves quando ela corrigia minha postura no remada curvada. A mão dela na minha lombar por um segundo a mais do que o necessário… ou pelo menos eu imaginava que era a mais. A voz baixa perto do ouvido dela quando pedia orientação sobre carboidrato noturno. O cheiro do meu corpo suado misturado com o perfume dela de baunilha e suor limpo.
Camila Ribeiro nunca cedeu. Nunca respondeu diretamente a nenhuma provocação. Sempre educada, sempre focada, sempre a profissional que os caras cobiçavam e nenhum conseguia.
Mas eu não desisti. Cada treino era uma nova tentativa sutil. Cada olhar meu no espelho era calculado para ela perceber o shape, o volume, a intenção. E cada recusa dela só fazia o pau latejar mais forte dentro da cueca no caminho de casa.
Continuava. Já fazia quase dois meses que eu batia ponto naquela academia do Setor Bueno e tentava a Gostosa inacessível. Camila Ribeiro, a nave de macacão colado, a personal que todos cobiçavam e ninguém conseguia. Duas vezes por semana no mínimo eu inventava uma desculpa: postura, dieta, amplitude, tempo sob tensão. Cada investida safada era respondida com a mesma maestria profissional. Ela driblava como quem já tinha visto de tudo.
As roupas dela mudavam, mas o efeito era sempre o mesmo. Um dia o macacão preto fosco que marcava cada fibra do quadríceps e fazia o bumbum arrebitado parecer ainda maior. No outro, o conjunto verde-neon que explodia o contraste com a pele morena e deixava os abs definidos brilhando sob a luz fria da academia. Tinha o vermelho clássico, o azul royal, o cinza com detalhes em rosa. Sempre justo, sempre destacando o shape de mulher malhada e forte sem perder um milímetro de feminilidade. Seios firmes que subiam e desciam no ritmo da respiração, cintura fina, coxas poderosas e aquele bumbum redondo que balançava mesmo quando ela só andava carregando um colchonete. Forte o bastante para carregar anilha de vinte quilos com uma mão só, delicada o bastante para o cabelo longo escorrer pelo ombro quando se inclinava.
Os marmanjos continuavam tentando. Um oferecia whey, outro puxava assunto sobre “suplementação avançada”, um terceiro inventava lesão no ombro toda semana. Ela sorria educada, respondia em tom técnico e seguia. Eu fazia diferente. Mais sutil, mais próximo, mais corporal.
Certa manhã chuvosa de outubro o estacionamento estava alagado. Eu saía do treino quando vi Camila parada na porta, olhando o celular e a chuva grossa. Ofereci carona sem rodeios.
— Está alagado ? quer uma carona ? ou está esperando alguém ?
Ela olhou a chuva, depois para mim, e soltou a desculpa mais genial que eu já tinha ouvido:
— Obrigada, Luiz, mas eu pedi um Uber com o motorista que já me conhece. Ele deixa o carro com o ar no máximo e o banco aquecido. Se eu aceitar carona de aluno, amanhã todo mundo inventa que precisa de “ajuda com a postura” só para me levar embora. Prefiro manter o profissionalismo intacto. Vai com cuidado na chuva.
E ficou ali, debaixo da marquise, impecável, o macacão cinza colado no corpo, o bumbum arrebitado nem um centímetro fora do lugar. Eu entrei no carro de pau duro e dirigi embora, ainda ouvindo a voz dela ecoando na cabeça. A Gostosa inacessível tinha se feito de rogada com uma desculpa perfeita.
Semanas depois, teve outra noite de chuva e eu não desisti. Saí do treino no mesmo horário e a encontrei de novo no estacionamento, agora ela estava de macacão preto que marcava cada curva.
Novamente o estacionamento estava alagado. Eu saía do treino quando vi Camila parada na porta, olhando o celular e a chuva grossa. Ofereci carona sem rodeios.
— Vou passar perto do teu caminho. Sobe. Não faz sentido tu se molhar assim.
Ela endireitou a postura na hora, ombros para trás, peito ereto, o macacão cinza colado no corpo como uma segunda pele. O bumbum arrebitado nem se moveu quando ela cruzou os braços e soltou a segunda desculpa, dessa vez sem nenhum tom de profissionalismo de academia:
— Prefiro esperar. Acabei de receber uma mensagem da minha irmã dizendo que já está a caminho para me buscar. Ela odeia me ver molhada e ainda por cima reclamando de dor nas costas depois do treino. Melhor não misturar as coisas.
A voz saiu firme, o queixo levemente erguido, o olhar direto no meu sem piscar. Pose de quem controlava a situação por completo. Eu não desisti. Dei um passo à frente, a chuva batendo no asfalto atrás de mim, e falei baixo, quase no ouvido dela, deixando o tom carregar a excitação que eu já sentia:
— Tua irmã vai demorar no mínimo quinze minutos com esse trânsito. Eu estou aqui agora. O carro está quente, o banco do passageiro está seco e eu prometo não falar uma palavra sobre treino, dieta ou postura. Só te levo até a porta sem tu se molhar. Sobe, Camila. Antes que eu desista em ?
Ela segurou o olhar por longos segundos, a respiração um pouco mais profunda, o tecido do macacão subindo e descendo no peito. Depois soltou o ar devagar, descruzou os braços e, ainda com a mesma postura ereta e orgulhosa, deu dois passos em direção ao meu carro.
— Só até a esquina. E sem comentário sobre o macacão.
Entrou no banco do passageiro, o macacão preto ainda um pouco úmido de suor. O cheiro dela — baunilha misturada com esforço — encheu o carro na hora. Eu dirigi devagar. A cada lombada o tecido esticava sobre as coxas. Meu pau já estava duro dentro da cueca preta, empurrando o short de compressão. Eu não disfarcei demais.
— Tá frio hoje — comentei, a voz baixa. — Esse tecido gruda mais quando molha, né?
Camila olhou pela janela, a postura ainda impecável.
— É o material técnico. Seca rápido. Pode deixar na próxima esquina, obrigada.
Eu reduzi a velocidade de propósito.
— Posso te deixar na porta de casa. Tá chovendo pra caralho.
— Na esquina está ótimo. Valeu pela carona, Luiz.
Desceu sob a chuva com a mesma postura ereta de sempre. Nem um olhar a mais. Nem um sorriso que durasse. A Pilantra sabia que era Gostosa. Se fazendo de difícil, mesmo após várias investidas da minha parte Para ela sentar no meu Pau hahaha.
ela Desceu. Eu fiquei ali, o pau doendo, bati várias punhetas pra ela aquele dia.
Nas semanas seguintes continuei. No treino de glúteo eu me posicionava de forma que ela precisasse passar perto. Comentava o tempo sob tensão enquanto ela fazia elevação pélvica, o bumbum subindo e descendo no aparelho. Oferecia suco de novo, café, até uma avaliação postural “mais detalhada” no final do expediente. Sempre a mesma resposta educada, técnica, fechada. Ela resistia a todas as investidas safadas com uma frieza deliciosa. Eu saía da academia quase todo dia de pau latejando, precisando me aliviar no banho assim que chegava em casa.
Até que chegou a noite em que a parede caiu.
Era uma quinta-feira. A academia já estava quase vazia. Camila terminava o próprio treino de pernas, usando um macacão vinho que parecia ter sido costurado sob medida. O bumbum arrebitado brilhava de suor, os abs contraíam a cada agachamento. Eu estava no canto dos pesos livres, fazendo elevação lateral, quando ela passou perto e parou.
— Luiz. Preciso de um favor rápido. O cabo do pulley travou no alto. Tu consegue me ajudar a destravar? Estou sem força depois da série.
Aceitei na hora. Subi na escada, forcei o pino, destravamos juntos. Quando desci, ela estava bem perto. O peito subia e descia rápido. O olhar, pela primeira vez, não era só profissional.
— Obrigada — disse ela, a voz um pouco mais baixa.
Eu não desperdicei. Falei perto o suficiente para ela sentir o calor da minha respiração:
— Qualquer coisa. Sempre.
O silêncio durou três segundos. Depois eu completei, sem pressa:
— Camila… faz dois meses que eu te olho todo dia e tu sempre desvia. Hoje a academia tá vazia. Se quiser continuar só no técnico, eu respeito. Mas se quiser parar de driblar só por uma noite…
Ela não respondeu com palavras. Só segurou o meu olhar por mais tempo do que nunca. Depois virou o corpo, andou até o vestiário feminino, parou na porta e olhou por cima do ombro.
— Tranca a porta da academia. O pessoal da limpeza só chega daqui a uma hora.
O coração bateu forte. Eu traguei, traguei a porta principal e fui atrás.
Dentro do vestiário feminino as luzes estavam baixas. Camila já tinha puxado o zíper do macacão até a cintura. Os seios firmes, livres do sutiã esportivo, os mamilos escuros e duros. O tecido vinho ainda cobria o bumbum e as coxas. Eu cheguei perto, passei a mão pela cintura dela e puxei o restante do macacão para baixo. O bumbum grande, redondo, arrebitado apareceu completamente. Sem calcinha. A buceta lisa, já úmida, brilhando entre as coxas fortes.
Beijei a nuca dela enquanto minhas mãos subiam pelos abs definidos até apertar os seios. Ela soltou um suspiro baixo, o primeiro som não profissional que eu ouvia.
— Dois meses te provocando e tu resistindo… — murmurei no ouvido dela. — Hoje eu quero te sentir sentando no meu pau.
Camila virou o rosto e me beijou de verdade pela primeira vez. Língua quente, lábios carnudos, o gosto de suor e determinação. Eu tirei a regata, o short e a cueca de uma vez. O pau saltou duro, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela olhou, passou a mão, apertou a glande com o polegar e sorriu pela primeira vez sem disfarce.
— Grande — foi só o que disse.
Empurrei ela de leve contra a bancada de pia. Abaixei, abri as coxas malhadas e chupei a buceta com fome. Língua no clitóris, dois dedos entrando devagar, sentindo ela apertar. Camila segurou meu cabelo e rebolou contra a minha boca. O gemido saiu rouco, controlado, como se ainda tentasse manter a postura. Não aguentei muito. Levantei, girei o corpo dela e fiz ela se sentar na beira da bancada. Encaixei a cabeça do pau na entrada molhada e enfiei de uma vez só.
Ela arquejou alto. As unhas cravaram nos meus ombros. Eu comecei a meter fundo, segurando as coxas abertas, batendo a pelve no bumbum dela a cada estocada. O som molhado ecoava no vestiário. Camila gemia baixo, o cabelo grudado no suor do pescoço, os seios balançando.
— Mais fundo — pediu, a voz embargada.
Obedeci. Aumentei o ritmo até senti-la tremer. Quando ela gozou a primeira vez, a buceta apertou em volta do meu pau com força, escorrendo pelo saco. Eu não parei. Puxei ela da bancada, virei de costas e enfiei de quatro contra o armário. Segurei o cabelo com uma mão e a cintura com a outra, metendo com tudo. O bumbum arrebitado batia na minha barriga a cada impacto. Ela empurrava para trás, pedindo mais.
Troquei de posição de novo. Sentei no banco longo do vestiário e puxei ela para cima de mim. Camila abriu as pernas, encaixou o pau devagar e desceu até o fundo. O gemido saiu dos dois ao mesmo tempo. Ela começou a sentar com força, rebolando, os abs contraindo, os seios na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto segurava o bumbum com as duas mãos, abrindo e apertando. Ela cavalgava como quem finalmente tinha largado a postura profissional. Rápido, fundo, molhado.
— Isso… senta todinho — gemi.
Camila acelerou. O pau sumia inteiro dentro dela a cada descida. Eu sentia as paredes apertando, o líquido escorrendo pelas minhas coxas. Quando ela gozou de novo, jogou a cabeça para trás e soltou um gemido longo. Eu aproveitei o momento, levantei com ela ainda empalada e bati as costas dela na parede fria. Meti em pé, segurando as coxas malhadas abertas, martelando fundo. O suor escorria entre os corpos. O cheiro de sexo misturado com o perfume dela.
Virei ela de novo. De quatro no chão do vestiário, o macacão ainda enrolado em uma das pernas. Entrei por trás e meti sem piedade, a mão batendo leve no bumbum a cada estocada. Camila empurrava para trás, pedindo mais forte. Eu sentia o saco bater, o pau latejando, perto do limite.
Puxei ela para cima mais uma vez. Deitei no banco, ela montou de frente, depois virou de costas — cowgirl invertida — e sentou fundo, rebolando o bumbum grande na minha cara quase. Eu segurava os quadris e empurrava para cima, encontrando o ritmo dela. O pau entrava e saía brilhando de porra e lubrificação. Camila gozou pela terceira vez, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando.
Não aguentei mais. Virei ela de frente, coloquei as pernas nos meus ombros e meti fundo em missionary no banco. Olhei nos olhos dela enquanto gozava. Jorrei quente, pulsando dentro dela, enchendo a buceta até vazar pelas laterais. Camila segurou meu rosto e beijou enquanto eu ainda gozava, o corpo inteiro tenso.
Ficamos ali por longos minutos, suados, ofegantes, o pau ainda dentro dela, amolecendo devagar. O macacão vinho no chão, as luzes baixas, a academia silenciosa lá fora.
Camila passou a mão no meu peito, a respiração ainda irregular, e falou baixo, pela primeira vez sem o tom profissional:
— Dois meses… e tu conseguiu.
Eu sorri, ainda sem tirar o pau de dentro dela, e apertei o bumbum com as duas mãos.
— A Gostosa inacessível finalmente sentou no meu pau. E não vai ser só essa noite.
Ela não respondeu com palavras. Só rebolou de leve, sentindo o volume ainda semi-duro, e beijou meu pescoço. O jogo tinha mudado. A nave que resistia a todas as investidas safadas agora estava molhada, preenchida e longe de qualquer postura certinha de Profissional........
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