Casada de uruguaiana dando pra dotado.
Sergio e silnara eram o casal modelo da igreja Assembleia de Deus de uruguaiana. 17 anos de casamento, uma filha , Bíblia na cabeceira e saia longa até o tornozelo. Todo mundo os via como exemplo. Mas serg carregava um segredo que o corroía: ele era corno de nascença. Sonhava em ver a esposa, aquela “santinha” de aliança dourada, sendo usada por outro macho. Depois de meses de conversas torturadas, silnara cedeu. “Se você quer tanto… mas só uma vez, e com alguém de fora.”
Encontraram o rapaz no site. João, 28 anos, 10 anos mais novo que eles, malhado. Sergio pagou passagem de ônibus, hotel e até o jantar. “Só pra deixar tudo certo”, disse ele, tremendo de tesão e medo.
No dia marcado, se encontraram no maynard. João chegou cheirando a perfume caro, camisa justa marcando os peitorais. Conversaram no quarto 407 como três adultos civilizados.
— Pode fazer tudo, menos machucar ela. Seja carinhoso. E usa camisinha sempre — pediu Sérgio, voz rouca.
João sorriu, dentes perfeitos.
— Tranquilo, irmão. Se você quiser chupar ou bater uma enquanto eu como ela, tá liberado.
Sérgio engoliu seco.
— Não… não vai precisar.
Silnara estava encabulada, saia evangélica preta, blusa de manga comprida, aliança brilhando no dedo. Quando os três deitaram na cama king size e ligaram a TV no canal gospel (um louvor tocava baixinho), ela tremia. Sérgio beijou a esposa primeiro. Depois pediu:
— Beija ele também, amor.
Silnara chorou baixinho.
— Isso é pecado, Sérgio … eu fui na igreja hoje de manhã. Eu me sinto suja.
— A Bíblia diz que a mulher seja submissa ao marido, silnara. Isso não é traição, eu estou aqui. Você só dormiu comigo a vida inteira. Obedece o varão.
Ela virou o rosto molhado de lágrimas para João. O rapaz foi gentil no começo: beijos leves no pescoço, na bochecha, até chegar na boca. Sentiu o gosto salgado das lágrimas misturado com saliva doce. A rola dele, já dura pra caralho por causa do estimulante que tomou antes, latejava dentro da calça.
— Coloca a mão aqui, princesa — sussurrou João, guiando a mão dela para o volume.
Silnara resistiu dois segundos. Depois, incentivada pelo marido que já masturbava devagar, apertou. João tirou a cueca. A rola saltou: grossa, veia pulsando, cabeça rosada brilhando, quase 24 cm. Sérgio sentiu um soco no estômago. Arrependimento puro. Mas já era tarde.
João despiu silnara devagar. O corpo dela era pecaminoso: seios grandes, bunda avantajada, buceta carnuda e. Ele ajoelhou, abriu as coxas dela e chupou com vontade. Silnara gemia baixinho, mão na boca, olhando pro lado para não ver o marido. O pau de João babava pré-gozo no lençol.
Colocou a camisinha GG, deitou em cima dela no papai-mamãe e enfiou devagar. Silnara gritou:
— Ai meu Deus… é muito grosso, Sérgio!
— Aguenta, amor… aguenta pra mim — pediu o marido, punhetando mais rápido.
João fodeu com força. Gozou gemendo, a rola latejando tanto dentro dela que a camisinha estourou. Quando tirou, o látex rasgado pingava uma porra grossa direto da buceta inchada.
— Porra… desculpa… eu gozei demais — murmurou João, preocupado.
Silnara chorou de verdade. Sérgio abraçou ela, consolando:
— Amanhã você toma a pílula do dia seguinte, amor. Vai ficar tudo bem.
João foi tomar banho. No chuveiro, lembrando da buceta quente e apertada, ficou duro de novo. Saiu só de toalha. Viu o casal abraçado. Pediu desculpa mais uma vez e deitou junto.
Minutos depois, o clima esquentou de novo. Joao pediu:
— Agora quero que ela me mame.
Silnara olhou pro marido como quem pede permissão. Sérgio, voz tremendo de tesão e humilhação:
— Vai, amor… mama pra ele.
João ficou em pé na cama, nu, rola dura apontando pro teto. Silnara ajoelhou, aliança brilhando na mão que segurava o saco pesado.
— Imagina que tesão, nós três num quarto… eu nu em pé na cama e sua mulher ajoelhada fazendo um boquete bem babado em mim — disse João, segurando o cabelo dela. — Isso corninho, bate punheta assistindo sua esposinha me mamando gostoso. Ela tem uma carinha de santinha mas tô vendo que ela é uma putinha bem gulosa. Olha como ela engole meu cacetão inteiro… essa safada ficou lambendo as bolas e deixou a mamadeira cheia. Eu acho que sua mulher quer tomar uma esporrada na boquinha. Do jeito que ela tá apertando meu saco com a mão em que você colocou a aliança… Ela vai me fazer gozar já já. Deixa eu jorrar na boquinha da sua esposa, corninho? Ou você prefere que eu esporre na carinha dela? Se quiser pode beijar a boca da sua mulher melada da minha gozada.
Sérgio, punhetando desesperado:
— Vai amor… faz o pirocão dele de chupeta até sair leitinho… bebe tudo, não desperdice nenhuma gota tá… seu maridão corno tá quase gozando também.
Silnara mamou com fome, babando, engasgando, olhos lacrimejando. Joao gozou na boca dela. Ela engoliu quase tudo, o resto escorreu no queixo e pingou nos seios.
Depois, ele colocou ela de quatro.
— Já que a camisinha estourou da primeira vez, agora não adianta mais se prevenir. Vou comer na pele.
Sérgio quis dizer não… mas só conseguiu gemer um “pode”. João enfiou cru, sem nada. Lúcia gritou de dor e prazer. Ele meteu fundo, bolas batendo na buceta molhada. Sérgio gozou vendo as bolas do outro latejarem enquanto enchiam a esposa dele de porra quente.
Dormiram os três. No meio da madrugada, Sérgio acordou sozinho na cama. Ouviu barulho no banheiro: corpos se chocando, gemidos abafados. Aproximou-se da porta entreaberta.
— Shhh… não geme alto senão seu marido acorda — sussurrava João.
— Tá doendo… eu nunca dei o cu… minha igreja não permite — choramingava silnara.
— Vai ser nosso segredinho, só nosso. Relaxa essa bundinha pra mim.
Eles foderam o cu dela por quase uma hora. Sérgio fingiu dormir quando voltaram. Abraçou a esposa no escuro e sentiu: o cu dela estava escorrendo porra quente do outro. Raiva, tesão e humilhação misturados.
Mais tarde, ainda de madrugada, acordou de novo com o barulho. João comia silnara de ladinho, devagar. Ela sussurrava:
— Gozei gostoso no pau dele… de novo…
Pela manhã, joao, já íntimo, pediu um último boquete. Silnara mamou de novo, gulosa. Ele gozou na cara dela, porra grossa escorrendo. Depois ela foi tomar banho.
Sérgio viu a cama molhada. Percebeu que ela tinha gozado só de mamar rola dura na garganta. Sentiu-se traído de verdade.
No carro, voltando pra casa, silêncio pesado. Sérgio lembrava: ele tinha pago passagem, hotel, tudo, pra outro macho arrombar sua mulher. Chegaram em casa. Ele tomou banho e chorou no chuveiro como uma criança.
Silnara, sozinha no quarto, tirou a calcinha ainda molhada, deitou na cama e se masturbou lembrando do caralhão de João rasgando ela. Gozou duas vezes.
Mas os segredos não pararam ali.
Dias depois, durante uma briga baixa e cheia de culpa, silnara confessou tudo, chorando e gozando ao mesmo tempo enquanto Sérgio ouvia:
— Eu já traí você antes, Sérgio … várias vezes. O pastor João… aquele que prega todo domingo… ele me comeu no escritório da igreja depois do culto de quarta. Disse que era “cura espiritual”. Me fodeu sem camisinha e gozou dentro. Depois pediu pra eu dar o cu pra ele também. Eu dei. Doeu, mas eu gozei como nunca.
E continuou, voz rouca:
— E o amigo … o Seu Roberto… aquele gordo nojento que você odeia. Eu mamava ele no escritório toda sexta, depois do expediente. Ele me obrigava a engolir. Um dia eu pedi: “goza na minha boca e na minha cara, Seu Roberto… me trata como puta”. Ele gozou tudo. Depois eu pedi pra ele comer meu cu com força. Ele arrombou minha bundinha em cima da mesa, eu gritando baixinho pra ninguém ouvir. Gozei jorrando enquanto ele me enchia de porra.
Sérgio tremeu inteiro. A “santinha” de saia longa tinha sido puta do pastor e puta do chefe dele o tempo todo. E agora, depois de João, ela estava viciada.
Naquela noite, enquanto Sérgio chorava no banheiro, silnara se masturbou de novo, sussurrando:
— Perdoa-me, Senhor… mas eu quero mais.
E o arrependimento deles só aumentava o tesão.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (10)
Roludo: Gostoso demais, arrombar o cu de uma casada, que é da igreja, eu já fiz isso com uma casada, era rola no cu dela toda vez que eu ia comer ela
Responder↴ • uid:4aosjybthrdRoludo: Que delicia fuder a casada é muito gostoso, e comer o cu dela, é muito gostoso, vê a putinha do corno de 4 levando rola no cuzinho, é muito gostoso
Responder↴ • uid:4aosjybthrdLuciano: Escreve mas sobre ela gostei muito
Responder↴ • uid:1dnc8fdaelp3João: Vou escrever sim
• uid:8uedekhPapai corno: Que bênção deixar a esposa evangélica ser ungida por outros homens assim, tb adoraria que minha esposa e filhinha fossem ungidas assim em nome do nosso Senhor Jesus Cristo
Responder↴ • uid:1ehxi4imooyrTaludo tuga: Então.....vai em frente irmão..... não fiques apenas pelo desejo
• uid:2o4bq4r49jPapai corno: Sim irmão Taludo, adoraria convidar um irmão negro para ir em casa depois do culto para orar e ungir minha esposa e filhinha branquinhas
• uid:1ehxi4imooyrPapai corno: Que bênção irmão deixar a esposa evangélica ser putinha de outro homem assim... Tb adoraria deixaria minha esposa branquinha evangélica e nossa filha pequena serem ungidas e abençoadas por um irmão negro em nome do nosso Senhor Jesus Cristo...🙏🏼🙏🏼
Responder↴ • uid:1ehxi4imooyrAnônimo: Delicia de puta !!
Responder↴ • uid:1e198t2lvfytCasada anonima: Também sou casada depois do primeiro comedor a gente relaxa eu já perdi as contas só conhecido já trepei com cinco e três desconhecidos meu esposo nunca nem sonhou ter esposa vagabunda quase todos me usaram de todo jeito é assim mesmo continue dando buceta e cu é desse jeito ser puta kkkkk trepei com um super tarado foi a coisa mais gostosa nunca engoli porra e dei cuzinho meu marido mais todos esses machos são tarados pra comer cuzinho das casadas e come mesmo pois nois é a puta deles e depois que dei a primeira vez não parei e nem você crente safada vai parar kkkk.
Responder↴ • uid:h0q5kf2fqln