#Corno

O Dia Mais Picante do Clube Mistura Fina – Eu, a Mulher Casada Mais Puta do Brasil

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Ksada GANG

Eu nunca imaginei que um vestido branco colado no corpo, sem nada por baixo, ia me transformar na mulher casada mais puta do Brasil. Desde os vinte anos, quando comecei a curtir as noites de boate em São Paulo, eu sempre soube que era gostosa pra caralho. Hoje, com a vida passando e o corpo ainda firme, eu me sinto com a mesma fome de sempre. Hoje, no Clube Mistura Fina, eu virei a estrela de todo mundo. Meu marido, o corno, está aqui do outro lado da mesa, filmando tudo com o celular na mão, porque ele sabe que eu sou louca por putaria. E eu sou mesmo. Eu sou a mulher casada mais puta do Brasil.
O ambiente é pequeno, escuro, cheio de paredes pretas e música pesada. Tem várias mesas redondas, luzes vermelhas baixas e um cheiro de suor, perfume caro e cerveja gelada no ar. Eu estou ali, de costas, no canto mais escuro, onde ninguém me vê de longe. O vestido branco colado no meu corpo brilha como se estivesse molhado. Ele desce até o meio da minha bunda, e as tiras pretas laterais deixam tudo à mostra. Eu levanto a mão, ajustando o cabelo longo e preto que cai até a cintura. Meu corpo inteiro está quente. Os braços dos machos já começam a chegar.
Do outro lado da mesa, o corno está sentado, pernas abertas, celular na mão, filmando tudo. Ele fica vermelho, mas resiste. Eu sei que ele vai resistir até o fim da noite. Eu sorrio por dentro. Eu amo isso. Eu amo humilhar ele na frente de todo mundo.
O primeiro cara a chegar foi um gigante de braços enormes, daqueles que parecem feitos de academia. Ele tinha o corpo inteiro cheio de músculos, o peito largo, os braços como troncos de árvore. Ele se aproximou devagar, me olhou de cima a baixo e falou bem baixinho:
“Porra, mulher… você tá com um vestido que parece que foi feito pra eu te foder logo de cara. Sem calcinha, né? Eu já tô duro só de te olhar.”
Eu respondi, rindo, com a voz rouca de quem já sabe o que vem:
“Então bota o braço aqui do meu lado, grandão. Quero sentir sua força toda.”
Ele sentou do meu lado, colocou o braço forte em volta da minha cintura e puxou meu corpo contra o dele. O braço dele era quente, grosso, pulsando de músculo. Eu girei o vestido pra cima, sem calcinha, e sentei no colo dele. Minha bunda aberta encostou no pau dele por cima da calça. Ele gemeu baixo.
“Caralho… você é molhada pra porra. Tá pingando já, né?”
“Deixa eu te mostrar”, eu disse, e coloquei a mão dele entre minhas pernas. Ele deslizou dois dedos grossos na minha buceta, sentindo como eu estava encharcada. Ele meteu o dedo fundo, girando, enquanto eu mordia o lábio pra não gemer alto.
Do outro lado da mesa, outro cara de braços ainda maiores, mas com cara de quem malha há dez anos, se levantou e veio pra cá. Ele era mais baixo que o primeiro, mas os braços dele eram ainda mais potentes. Ele se aproximou e falou na minha orelha:
“Olha só essa buceta brilhando. Seu corno ali vai assistir tudo, né? Ele quer ver a esposa dele sendo usada, né?”
Eu respondi, apertando as coxas:
“Ele vai ver tudo. E vai gozar olhando. Agora vai, me dá essa dedada que você tá pedindo.”
Ele tirou a mão da minha buceta, colocou o dedo médio na minha bunda e enfiou fundo, sentindo meu cu apertado. Ele começou a meter o dedo devagar, depois forte, girando. Eu gemia baixinho, sentindo o prazer subir. O cheiro de suor dele misturado com o meu estava forte no ar.
Um terceiro cara, mais magro, com braços definidos mas não gigantes, se aproximou por trás. Ele era carinhoso, diferente dos outros dois. Ele passou os braços em volta de mim, me abraçando de lado, e sussurrou:
“Você é tão gostosa… me deixa te beijar o pescoço enquanto os outros metem.”
Eu virei o rosto e deixei ele me beijar, língua entrando na minha boca, enquanto o primeiro cara continuava metendo o dedo no meu cu e o segundo no meu clitóris. Eu estava molhada pra caralho, escorrendo na coxa dele.
Eu olhei pro corno, sentado do outro lado da mesa, e falei alto, pra ele ouvir:
“Olha aí, seu corno… seu braço de gigante já tá metendo dedo no cu da tua esposa. E esse aqui é mais carinhoso, me beijando. Quer mais, né?”
O corno só gemia, o pau duro na calça, mas não dizia nada. Ele resiste sempre. Eu amo isso.
Mais machos chegavam. Um de braços longos e tatuados, outro com bíceps inchados, um com veias saltadas no antebraço. Cada um tinha o que queria: alguns queriam só dedada no cu, outros metiam dois dedos, outros puxavam minha bunda pra perto e sentavam na minha cara. Eu chupava os dedos sujos de buceta, lambia o gosto, passava na boca deles, dizendo:
“Sabem como é bom? Eu sou a mulher casada mais puta do Brasil. Meu marido sabe que eu sou assim e ele filmando tudo pra eu publicar depois.”
O primeiro macho gigante virou meu corpo de frente pra ele, levantou meu vestido todo e sentou eu no colo dele de frente. Meu cu ficou em cima do pau dele. Ele abriu a calça, tirou o pau duro pra fora e começou a enfiar na minha buceta devagar, centímetro por centímetro, enquanto os outros machos tocavam meu corpo, apertavam meus peitos por cima do vestido, beliscavam os mamilos.
“Porra… essa buceta é apertada pra caralho”, ele gemia, metendo fundo.
Eu respondia, gemendo:
“Enfia tudo… mete esse pau grande na minha buceta enquanto seu amigo mete o dedo no cu. O corno tá vendo tudo.”
O segundo macho, o carinhoso, estava atrás de mim, abraçando meu peito, chupando meu pescoço, enquanto eu cavalgava o pau do primeiro. Ele falava:
“Você é tão quente… seu corno vai assistir você gozando em outro pau hoje à noite.”
Eu gozei ali mesmo, apertando o pau dele, tremendo, gozando forte na frente do corno. O jato quente escorreu pela buceta, pingou no pau dele.
O macho de braços tatuados não aguentou. Ele se levantou, me puxou pra longe da mesa e sentou eu em cima da cadeira, de costas pra ele. Ele abriu minha bunda com as mãos grandes, cuspiu na minha bunda e enfiou o pau devagar no meu cu. Ele metia forte, segurando meus quadris, gemendo:
“Caralho… você é foda. Meu corno aí vai ver isso depois, né? Ele quer ver a esposa dele sendo usada no cu.”
Eu respondia, gemendo alto:
“Ele vê. E vai filmar. Ele é o corno mais foda do Brasil. Ele me deixa fazer tudo isso.”
Eu gozei de novo, sentindo o pau dele pulsar no meu cu, enchendo ele de porra quente. Ele tirou, gozou no meu cabelo, no meu pescoço, no vestido branco. Eu estava toda suja de porra.
O terceiro macho, o mais carinhoso, se aproximou e me beijou enquanto eu ainda tremia do orgasmo anterior. Ele sussurrou:
“Eu quero te foder de verdade… mas tem mais machos aqui. Quero te compartilhar.”
Eu respondi, rindo:
“Então bota o pau no meu cu também. Todos podem. Meu marido sabe que eu sou assim.”
Os quatro machos juntos me pegaram. Dois na minha buceta ao mesmo tempo, um no cu, o outro chupando meus peitos. Eu estava perdida, gozando várias vezes, gemendo alto, chorando de prazer. O corno continuava filmando, o pau dele molhado de pré-gozo, mas ele não conseguia se mexer. Ele resiste. Ele é meu corno perfeito.
Eu olhei pro corno e falei, com a voz cansada mas feliz:
“Esse dia vai ser o maior de todos. Eu vou publicar tudo depois. Todo mundo vai saber que a mulher casada mais puta do Brasil curtiu o Mistura Fina de verdade.”
Eu continuei com mais machos. Um de braços longos e veias saltadas sentou na minha frente, abriu minhas pernas e lambia minha buceta enquanto os outros metiam nos meus buracos. Outro, mais jovem, de braços definidos, me abraçava por trás, metendo devagar enquanto eu chupava o pau do primeiro. Diálogos voavam:
“Puta que pariu, essa buceta é ouro… vai me deixar gozar dentro?”
“Fode essa casada gostosa… olha o corno assistindo.”
“Dedada mais fundo no cu dela… caralho, que apertado.”
Eu gozei mais de dez vezes. Meu corpo inteiro brilhava de suor e porra. O vestido branco estava destruído, molhado, colado no corpo. Meu cabelo estava todo bagunçado, minha boca cheia de fios de porra.
Quando o relógio marcou quase duas da manhã, eu estava completamente destruída, mas feliz pra caralho. Eu virei pro corno, que ainda estava sentado, olhos vidrados, pau duro e sujo.
Eu disse, sorrindo:
“Esse dia foi foda, amor. Amanhã eu vou publicar tudo. Vai ter vídeos de mim sendo usada por todos esses braços fortes, metendo no cu, gozando na minha boca. Você vai ver tudo. E eu vou postar em todos os lugares. A mulher casada mais puta do Brasil vai explodir o Brasil.”
Ele só sorriu fraco, o pau pulsando. Ele resistiu. Ele sempre resiste.
Eu me levantei, o vestido branco todo sujo de porra e suor, bunda aberta, cu inchado de tanto ser usado, buceta vermelha e brilhando. Eu caminhava pro banheiro, sentindo o cheiro de sexo no corpo inteiro, quando outro macho me chamou de longe:
“Ei, gostosa… ainda tem mais no fundo do clube. Quer continuar?”
Eu respondi, rindo:
“Vem. Hoje eu sou a mulher casada mais puta do Brasil. E o dia só está começando.”
Eu olhei pro celular, já imaginando os vídeos. Eu ia publicar tudo. Todo mundo ia ver. E amanhã, em outros ambientes mais picantes, eu ia fazer isso de novo.
O Mistura Fina era só o começo.
E eu nunca ia parar de ser a mulher mais puta do Brasil.
Eu saí do clube às três da manhã, as pernas tremendo, o corpo todo marcado de mãos, dedos, porra e sorrisos. Meu marido me acompanhou em silêncio, mas eu sabia que ele já estava duro de novo só de pensar no que eu ia publicar. Eu sorri. O sonho dele era me deixar fazer tudo isso. E eu ia fazer. Eu ia fazer em todos os ambientes. Eu ia fazer com casais, com tudo. Eu ia ser a mulher casada mais puta do Brasil, e ninguém ia me parar.
Eu entrei no carro, sentei no colo dele, e falei:
“Amanhã eu posto tudo. E você vai assistir. Porque eu sou assim.”
Ele só apertou minha cintura, sorriu e disse:
“Eu te amo, sua puta gostosa.”
Eu ri e respondi:
“E eu te amo mais, corno. Agora vamos pra casa pra eu te contar tudo enquanto você goza assistindo os vídeos.” Veja em https://bit.ly/4dNruEJ
O dia mais picante tinha sido só o começo. E eu sabia que amanhã, em outro ambiente, eu ia repetir tudo. E depois outro. E outro.
Porque eu sou a mulher casada mais puta do Brasil.
E eu nunca vou parar de curtir.

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