#Traições

Por Que Mulheres Jovens da América Latina Dão a Bunda? Um Estudo que Ninguém Teve Coragem de Fazer

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Dr. Rafael Vargas

Eu sou o Dr. Rafael Vargas. Sociólogo e cientista social. Há cinco anos eu faço o que ninguém faz: estudo sexual real, sem filtro, sem vergonha. Entrei em contato com perfis no Instagram, Tinder, WhatsApp, grupos de Facebook de casais abertos e anúncios em sites de namoro. Entrevistei 187 mulheres de 19 a 34 anos, todas de baixa renda, morando em bairros periféricos de Bogotá, Lima, Cidade do México, Montevidéu e Porto Alegre. Todas casadas, todas com maridos que trabalham o dia todo ou são preguiçosos.
O que elas me contaram é assustador e lindo ao mesmo tempo. Elas adoram a bunda. E não é qualquer macho que come. É o próprio vizinho. O entregador de Uber. O irmão do marido. O cara da padaria que mora na esquina. E o mais estranho: elas sabem que podem se cagar e peidar, sabem que o cu vai doer, sabem que vai doer pra caralho, mas fazem porque os machos amam e elas gozam vendo aquele prazer no rosto dele.
O estudo tem três partes. Vou contar cada uma como se fosse uma tese.
Parte 1 – A colombiana que eu entendi primeiro
Ana, 26 anos, mora no bairro de Bosa, Bogotá. Marido é motorista de Uber, trabalha das 6 da manhã até 10 da noite. Ela é gordinha, 98 quilos, bunda que parece duas poltronas juntas. Pele morena, cabelo cacheado até a cintura, sempre cheirando a suor do dia inteiro.
Eu entrei em contato com ela porque vi no perfil dela uma foto com legenda “procuro macho pra foder direito enquanto meu marido trabalha”. Eu respondi com uma foto minha. Ela mandou áudio em 3 minutos: “Meu Deus, que pau grande… meu marido nem olha pra mim assim.”
Primeira visita: ela chegou em casa de chinelo, regata velha e calcinha fio dental. “Vem, Rafael. O meu cu já está molhado só de você falar.”
Ela de quatro na cama, bunda empinada pra cima. O cu rosado, peludo, com uma linha de pelo escuro descendo até o cu. Ela abriu mais, usando as próprias mãos. “Olha só… tá aberto só pra você. Meu marido nunca quis. Ele só fode rápido e dorme.”
Eu lambi. Ela gemeu alto. “Aaaaiii… meu cu tá suado… cheira a mulher de verdade, né? É porque eu passei o dia na casa da minha mãe lavando roupa. Meu cu fede a suor de verdade.”
Eu enfiei a língua. Ela rebolava. “Come meu cu, Rafael… meu marido nem sabe que eu gosto de dar a bunda. Ele acha que eu sou só pra comer ele.”
Eu meti devagar. O cu apertado engoliu o pau inteiro. Ana soltou um gemido longo. “Porra… tá todo dentro… tá abrindo meu cu… dói e eu quero mais. Meu marido nunca vai saber. Ele acha que eu sou virgem.”
Eu meti mais forte. O som molhado. Bunda batendo na minha barriga. Suor escorrendo pelas costas dela. Ela virou o rosto. “Grava isso… eu quero ver depois. Meu cu vai ficar vermelho… vai doer pra caralho… e eu vou gozar vendo meu cu esticando.”
Ela gozou. O corpo inteiro tremendo, cu apertando meu pau, buceta jorrando. Depois pediu pra eu sair do cu e meter na buceta. Depois voltou pro cu. Troca. Troca. Troca. Cada vez mais rápido. O cu agora vermelho vivo, inchado, brilhando de suor. O pau saía melado de buceta, voltava pro cu.
No final ela me olhou. “Meu marido chega em casa às 11. Ele vai dormir. Eu quero que você foda meu cu de novo amanhã, quando ele estiver no Uber.”
Parte 2 – A peruana que me fez rir e depois gozar
Sofía, 24 anos, Lima. Marido é eletricista, trabalha até tarde. Ela é magrinha, 82 quilos, bunda pequena mas empinada, pele morena, cabelo preto liso.
Entrevistamos no Telegram. Ela mandou vídeo: “Meu marido não gosta de cu. Mas eu gosto de dar. Me fode agora.”
Primeira vez: ela chegou de short jeans curto e regata sem sutiã. Sentou na minha cara. “Cheira minha bunda primeiro. Meu marido nunca cheira. Ele acha que eu sou só buceta.”
Eu cheirei. Ela empinou. “Aaaaiii… meu cu tá cheirando a mulher de bairro. Eu passo o dia na casa da mãe, lavando roupa, sem tomar banho o dia todo. Meu cu fede a suor e amor. É o cheiro que o macho gosta.”
Eu lambi o cu. Ela gemeu. Depois de quatro. O cu esticando devagar. “Enfia… meu cu tá apertado… vai doer… mas eu quero sentir.”
Ela gozou três vezes antes de eu gozar. E o mais louco: ela pediu pra eu meter e depois sair, limpar com a boca e voltar. “Meu marido nunca limpa meu cu com a boca. Ele só fode e acabou.”
Parte 3 – A brasileira de Porto Alegre que me fez chorar de tesão
Clara, 19 anos, Porto Alegre. Marido é mecânico de moto, trabalha 12 horas. Ela é loirinha, 95 quilos, bunda enorme, pele clara, sardas.
Entrevistamos no Instagram. Ela mandou áudio: “Meu marido não me fode há 8 meses. Mas eu quero dar a bunda. Me fode, Rafael.”
Primeira visita: ela chegou de short jeans rasgado e regata que mal cobria a bunda. De quatro na cama. “Olha só meu cu… tá peludo, tá suado, tá pronto.”
Eu lambi. Ela “aaiii… meu cu tá fedendo a mulher comum… meu marido acha que eu sou virgem. Mas eu gosto de dar pra macho que gosta de gorda.”
Ela meteu de quatro, depois de lado, depois de frente. O cu esticando, o pau entrando fundo. Ela gritava “porra… dói… meu cu vai rasgar… mas continua… meu marido nunca vai saber.”
No final ela me olhou e disse: “Eu faço isso toda semana que ele viaja pro interior. E o melhor: o vizinho da porta, o do Uber, até o entregador de pizza… todos comem meu cu. E eu gozo vendo o pau sumindo na minha bunda.”
Conclusão do estudo
De 187 mulheres entrevistadas, 89% (166) disseram que o marido nunca comeu o cu delas. 73% disseram que peidam durante o sexo. 62% disseram que se cagam e o macho come mesmo assim (porque “o cheiro de mulher verdadeira faz o macho pirar”).
Todas as que deram a bunda disseram a mesma coisa: “Meu marido não sabe, mas eu sou feliz dando cu pra macho que gosta de mulher comum. Vizinho, Uber, irmão, pai da minha amiga… todos comem. E eu gozo.”
O estudo continua. Se você quer ver mais mulheres novas da América Latina dando a bunda pra macho que só gosta delas… me manda mensagem no Instagram @rafael.vargas.sociologo. Eu continuo entrevistando.
E se quiser ver as fotos e vídeos reais delas…Veja em https://bit.ly/4dNruEJ onde publico várias pesquisas com dados reais.
Dr. Rafael Vargas

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