Traição.
Beatriz, 35 anos, enfermeira, casada. Corpo pequeno, curvas pronunciadas, cabelo preto curto. Tinha um lado submisso que se notava logo nas conversas. O clichê é que as enfermeiras são muito sexuais, que nos hospitais existem muitos casos e que andam todos metidos com todos (*se houver por aí alguma enfermeira, que confirme por favor, ou que destrua as nossas fantasias*), mas não conhecia pessoalmente nenhuma e nos sites habituais curiosamente nunca conheci nenhuma, até chegar a Beatriz.
Talvez para alimentar a minha fantasia ou dizendo a verdade, lá me confirmou que sim, que há muitos casos nos hospitais e que as enfermeiras são muito travessas, mas ela não, “é muito bem comportada”.
Começámos a falar por mensagens durante quase um mês. Ela contava-me que em casa era sempre a boa menina, a responsável, e que precisava de um espaço onde pudesse entregar-se completamente, ser dominada, mas o marido não tinha respondido muito bem a isso.
No dia combinado, assim que entrou no quarto, dei a ordem: “Despe-te toda e ajoelha.” Ela obedeceu de imediato. Ficou nua, de joelhos, olhos baixos. Agarrei-lhe o cabelo e mandei: “Mama.”
Gosto de palavras. Excitam-me. “Mamar” e “chupar” representam a mesma coisa mas têm significados e pesos diferentes, pelo menos para mim tem. Gosto de usar “Mama.” quando é mais velhaco, dominador.
A Beatriz mamou-me com devoção. Babava-se, engasgava-se, tentava engolir tudo. Olhava para cima de vez em quando, à espera de aprovação. Quando senti que estava bem duro, puxei-a para a cama, abri-lhe as pernas e enfiei o meu pau de uma só vez, não de forma muito rápida mas enfiei mesmo até ao fundo sabem? Daquela maneira que só algumas posições permitem. E depois fodi-a com força. Virei-a de quarto para a foder assim é poder dar-lhe palmadas sonoras nas nádegas até ficarem vermelhas, com vontade mesmo e ela gemia a cada palmada. Puxava-lhe o cabelo e dizia-lhe ao ouvido: “És a minha puta hoje.” Desta vez fui eu a exigir.
“Sim… sou tua puta”, respondia ela, a voz já embargada.
Talvez pela minha educação de matriz católica, e do lado delas pela mesma razão e aliada ainda à repressão sexual que muitas mulheres acabam por ter da família, da sociedade e em parte delas próprias a seguir, a palavra Puta tem um peso sexual admirável. Adoro que naqueles momentos sejam a minha Puta, a minha putinha, e que elas se sintam Putas, livres de julgamento e tabus. E não é a questão de serem “minhas” na sentido de posse, mas de entrega, de não pensar em nada a não ser em fodermos, com toda a vontade e paixão.
Virei-a, lambuzei o cu com saliva e penetrei devagar. Tinha-me dito que o marido em casa não tinha grande vontade de lhe comer o cu, apesar de já terem experimentado de forma um pouco atrapalhada. Ela gemeu de prazer, entrou com facilidade, era um cu que merecia de facto ser prato principal, de tão acolhedor que era. Fodi-lhe o cu com ritmo crescente, dando mais palmadas. Para lhe comer o cuzinho usei preservativo, porque ela não queria ir para casa cheia de porra (mais tarde isto iria tornar-se um dos ‘castigos’ preferidos nossos, não para ela ir para casa a escorrer pelas coxas, mas para o trabalho). Continuei a foder-lhe o cu até ela vir-se outra vez, tremendo toda. Depois meti fundo e gozei dentro do preservativo, com um grunhido longo.
Nesta primeira vez foi leve a dominação, nos meses que se seguiram foi aumentando a intensidade e a entrega e a doçura com que ela olhava para mim e eu para ela depois das nossas sessões. Não é possível nem a entrega nem o domínio se não houver um profundo respeito, confiança e carinho mútuos.
Tirei o preservativo, deitei-me ao lado e abracei-a. Ela ainda ofegava. “Afinal não sou assim tão boa menina”, disse baixinho, quase a perguntar-se quem era esta menina má que acabava de ter um orgasmo enquanto eu fodia aquele cu maravilhoso.
Tomámos banho juntos, vestimo-nos e saímos. No carro, a caminho de casa, ainda sentia o cheiro dela na pele, adoro esta parte dos cheiros que ficam na minha imaginação após estes encontros.
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