#Coroa #Gay

A Pica do Pedreiro

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Vitor3

Sem qualquer caridade, socou a pica fenomenal de uma única vez até o fundo do meu rabo.

A reforma da antiga casa do meu avô estava a todo vapor, e para dar conta do serviço chamei o seu Manoel, um mestre de obras experiente de 75 anos. Como o trabalho era pesado, ele trouxe consigo um ajudante chamado Igor, um homem de 47 anos vindo do interior do Rio de Janeiro. Igor era um sujeito na dele, muito simpático e conversador, com aquele jeito simples de quem cresceu plantando e criando gado. Ele tinha cerca de 1,75 m de altura, a pele morena curtida pelo sol e um corpo extremamente robusto, moldado pelo trabalho duro na roça e no cimento: ombros largos, braços fortes, o cabelo bem raspado e uma barba cerrada contornando um sorriso direto, bem característico dele e sempre com um cigarro na boca.

Como eu passava o dia todo fora trabalhando, quase não acompanhava a rotina deles. Mas em um determinado final de semana, eles vieram adiantar o serviço enquanto eu estava em casa. No fundo do quintal, havia um velho quartinho de ferramentas onde meu avô guardava tralhas e onde eu também armazenava alguns materiais. Sabendo que eles poderiam precisar de uns baldes de obra que estavam guardados lá, resolvi ir buscar.

Ao me aproximar do barraco, notei um cheiro estranho de fumaça no ar, como se estivessem queimando papel ou jornal antigo. Intrigado, empurrei a porta de madeira devagar e acabei flagrando uma cena completamente inesperada: Igor estava totalmente pelado, agachado no canto do cômodo, dando o que ele mesmo chamaria depois de uma “barrigada”. Ele usava o jornal queimado para disfarçar o odor. Por ser muito na dele e encabulado, ele evitava usar o banheiro principal da casa durante o expediente, preferindo aquele canto isolado para suas necessidades biológicas.

Igor tomou um susto enorme ao me ver, cobrindo-se como pôde e desculpando-se imediatamente, visivelmente sem jeito. Eu, tentando quebrar o gelo e demonstrar que estava tudo bem, respondi que não precisava se preocupar, que ele podia ficar totalmente à vontade, e saí dali correndo, desistindo de pegar o balde. No entanto, algo naquela cena ficou gravado na minha mente com ferro e fogo: quando ele tentou se levantar rápido, a jeba dele balançou pendurada entre as pernas grossas. Igor ostentava uma pica fenomenal, comprida e extremamente grossa, que contrastava totalmente com o seu jeito pacato. Durante a semana inteira, eu não consegui tirar a imagem daquele mastro monumental da cabeça.

O cenário mudou completamente no final de semana seguinte. O mestre Manoel teve um imprevisto e pediu para Igor ir sozinho terminar o contrapiso do quintal. O sábado amanheceu com um calor sufocante, e o mormaço parecia incendiar o ar. Do vitrô da cozinha, eu observava Igor trabalhar sem camisa. O peito moreno e largo brilhava de suor, e os braços fortes movimentavam a enxada com precisão. Sabendo que estávamos completamente sozinhos, a minha pica começou a latejar dentro do short curto de corrida. Era a hora de caçar.

Preparei uma jarra de suco bem gelado e fui até o quintal, caminhando devagar e deixando meu perfume adocicado invadir o espaço.

— Calor danado, né, Igor? Trouxe um suco para você — falei, parando bem perto dele.

Igor parou o serviço, limpando o suor da testa. Quando ele olhou para mim, seus olhos desceram direto para o volume nítido que o meu short entregava. Ele engoliu em seco, visivelmente afetado pela proximidade.

— Valeu, Vitor… o mormaço tá de lascar hoje — respondeu com aquela voz grossa do interior, os dedos calejados roçando nos meus ao pegar o copo.

— Sabe, Igor… — dei um passo à frente, colando quase o meu peito no dele. — Desde o sábado passado, lá no barraco… eu não consigo parar de pensar no tamanho daquela pica fenomenal que eu vi pendurada. Estou louco para provar o corpo desse pedreiro gostoso.

Igor mudou de cor, o rosto moreno ficando vermelho. O instinto de um homem que nunca tinha ficado com outro duelou com o tesão bruto de ver um jovem de 25 anos se oferecendo. Ele largou o copo no chão, os olhos fixos na minha boca, e soltou um rosnado antes de me agarrar pelos braços com uma força descomunal.

— Você tá me enlouquecendo, moleque… você não sabe o que tá pedindo — ele disse, arrastando-me para dentro do quartinho de ferramentas e trancando a porta.

Ali dentro, com cheiro de terra e cimento, a fudelância começou sem freios. Igor me puxou pela nuca e me deu um beijo bruto, com gosto de suor, cigarro e desejo reprimido. A língua dele entrou quente na minha boca enquanto as mãos enormes dele rasgavam o meu short, deixando-me totalmente nu. Ele abriu a calça de brim e jogou tudo no chão. A pica dele saltou rígida: comprida, veada e com uma cabeça troncuda imensa.

Tomado pela gulodice, ajoelhei-me e abocanhei aquela cabeça de uma vez, fazendo garganta profunda e deixando o pré-gozo dele melar todo o meu queixo. Igor gemia alto, empurrando o quadril e batendo o abdômen contra o meu rosto. Mas eu queria o controle daquela caçada. Peguei o lubrificante que já estava no meu bolso, levantei-me e ordenei:

— Fica de quatro para mim, Igor. Quero ver se esse pedreiro aguenta o patrão.

O homenzarrão hesitou pelo orgulho, mas o tesão falou mais alto. Ele se apoiou nos joelhos e cotovelos sobre os sacos de cimento vazios, empinando a bunda morena. Besuntei minhas mãos, passei nas pregas apertadas dele e no meu próprio pau. Quando posicionei a cabeça e empurrei, Igor deu um urro grosso, agarrando o papel dos sacos com força.

— Caralho, Vitor… vai devagar, porra! Nunca fiz isso na vida! — ele gritou, a voz já falhando.

Não dei trégua. Segurei firme nos quadris dele e atolei o meu caralho até o talo, preenchendo o rabo do pedreiro. O calor apertado me fez gemer alto. Comecei um vai e vem violento, aplicando estocadas brutas que faziam o corpo dele balançar. Cada vez que eu entrava fundo, o cu dele se contraía em volta de mim, quente e escorregadio. Ver aquele homem de 47 anos, forte da roça, rebolando e gemendo no meu pau me deixou ensandecido. A carne da minha virilha estalava contra as nádegas dele a cada batida profunda.

— Isso… aperta em mim, porra — eu rosnava, segurando a nuca dele e forçando a cabeça pra baixo. — Você tá engolindo o pau do patrão inteiro, Igor. Sente como eu tô te abrindo.

— Ai, caralho… que delícia… você tá me rasgando por dentro! — Igor balbuciava, inteiramente entregue àquela sensação nova. Ele empurrava a bunda pra trás, pedindo mais, mesmo gemendo de dor e prazer misturados. — Mais fundo… caralho, Vitor… não para…

Eu acelerei ainda mais. O quartinho cheirava a sexo e cimento. Suor escorria pelas costas largas dele. Segurei as nádegas, abri bem e meti com tudo, ouvindo o som molhado de cada estocada. Quando senti que estava prestes a explodir, decidi que era hora de receber o troco. Puxei o meu pau para fora com um estalo molhado e deitei-me de costas nos sacos de cimento, puxando minhas pernas até os ombros dele, arreganhando o meu buraquinho.

— Agora me quebra no meio com esse monstro, Igor — desafiei, a voz já rouca de tesão.

Os olhos dele estavam vermelhos de puro desejo. O instinto alfa despertou com força total. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, travou as mãos calejadas nas minhas coxas e, sem qualquer caridade, socou a pica fenomenal de uma única vez até o fundo do meu rabo.

— AAAHHHH! — gritei alto, as lágrimas saltando dos meus olhos enquanto aquela vara gigante me partia ao meio. O preenchimento era tão absurdo que parecia tocar o meu estômago. Eu sentia cada veia latejando dentro de mim, a cabeça troncuda batendo fundo, abrindo caminho à força.

— Você quis provocar o pedreiro, agora aguenta! — ele rosnou, o sotaque do interior saindo arrastado e carregado de tesão.

Ele começou a bombar com uma força descomunal, erguendo meu quadril a cada estocada rústica. Ele enfiava tudo, puxava até a cabeça e socava com ódio e desejo, me arregaçando por completo. A dor sumiu instantaneamente, dando lugar a um prazer psicótico. Eu balbuciava, babando de lado com os olhos revirando enquanto a pica dele esfolava a minha próstata com violência.

— Porra… que pau gostoso… me fode mais forte, Igor! — eu gritava, as unhas cravadas nas costas dele. — Me arromba… eu quero sentir essa porra toda dentro!

Querendo me levar ao limite, Igor inclinou o corpo, esmagando o peito contra o meu. Mantendo a pica enterrada até o talo, ele besuntou os dedos grossos de saliva e lubrificante e tentou enfiar dois dedos pela lateral, forçando uma dupla penetração de pau e dedo no meu cuzinho esticado ao máximo. O meu rabo travou, a pressão foi tão insana que o ar me faltou, e eu soltei um gemido agudo que o fez sorrir de canto.

— Olha só como você tá aberto… — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca. — Seu cuzinho tá engolindo tudo, moleque. Aperta em mim… assim…

Ele tirou os dedos e voltou a socar com ainda mais força, fazendo meu pau latejar e chorar gotas grossas de leite no meu próprio ventre, sem que ninguém tocasse nele. Cada estocada era profunda, pesada, o saco dele batendo na minha bunda com um estalo molhado. Eu já não conseguia formar frases, só gemia e pedia mais.

— Goza dentro de mim, Igor! Enche meu cu com essa porra quente, seu gostoso! — implorei, a voz falhando.

O pedreiro ficou totalmente possuído. Ele cravou as unhas nas minhas coxas e desferiu estocadas finais tão brutas que o quartinho pareceu tremer. O corpo dele travou por inteiro e ele explodiu.

— VOU DESCARREGAR TUDO, SEU SAFADO! — ele urrou.

Senti os jatos massivos, volumosos e fervendo da porra dele inundarem as minhas entranhas. O sêmen encheu o meu rabo a ponto de transbordar e escorrer quente pelo meu quadril. O impacto daquele leite quente lá no fundo foi o gatilho final: meu pau disparou sozinho, sem nenhum toque, lançando jatos violentos de gozo que voaram alto, sujando todo o peito suado e o rosto de Igor com o meu leite de novinho.

Ficamos jogados por cima dos sacos de cimento, ofegantes, em meio ao cheiro forte de sêmen, suor e lubrificante. Igor tirou o pau devagar, e o ar frio entrou no meu buraquinho arrombado, que continuava aberto e gotejando. Ele olhou para mim, limpando o rosto com o antebraço, e soltou uma risada grave, passando a mão na minha bochecha:

— Rapaz… o seu Manoel que me desculpe, mas esse contrapiso só vai ficar pronto na segunda-feira.

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