Não Entregue Os Ouros
Uma Irmã Flagra O Irmão Nu Saindo Do Banho, Quando De Repente Tudo Vira Um Sexo Gostoso E Dos Bons...
O banho Ainda pingava do Meu corpo Quando a porta do banheiro se abriu sem bater. Eu Tinha acabado de desligar o chuveiro, água quente escorrendo pelo peito, pela barriga, descendo até o pau Que Estava Ainda meio inchado do calor. Peguei a toalha num movimento rápido e enrolei na cintura, mas a porra da toalha Era fina pra Caralho e o volume do Meu pau Ficou marcando Como se Eu tivesse desenhado de propósito Ele alí.
Minha irmã no vão da porta parou. Natalia, 19 anos, Um metro e sessenta e Nove, Aquele corpinho Compacto Que Eu fingia Sempre não notar. Os olhos dela desceram direto pro meio Das minhas pernas e ficaram grudados. Não piscou e Não desviou. Só Ficou Olhando àquele volume Como se tivesse visto Um fantasma Gostoso e Ela Disse Assim:
– Minha mãe quer Falar com você – Ela Disse, a voz Um Pouco rouca.
– Beleza. Pode sair agora? – respondi, tentando parecer normal enquanto o coração batia no pescoço.
Ela demorou Mais Dois segundos para arrancar O Olhar dali. Dois longos segundos pra caralho. Eu vi a garganta dela subir e descer. Depois Ela Virou e saiu.
Fui Falar com a mãe na cozinha. Minha irmã Estava sentada na mesa, mexendo no celular,mas de Vez Em Quando levantava Os Olhos para Mim. Eu conversei O Que a Minha mãe Queria, respondi Qualquer Coisa e desci para O porão, para O Meu quarto. Fechei a porta, me joguei na cama de shorts vermelho e camiseta da Nike e liguei O YouTube Pra Ver Os Clipes do meu cantor predileto,O Jão só para ter Alguma luz na cara.
Cinco minutos Depois a porta se abriu de novo.
Ela Entrou sem Nem pedir licença. Estava de saia preta daquelas Que Todo Mundo usa, Nem curta Demais Nem Muito longa, parando bem no meio da coxas. As pernas dela Eram lisas,macias, daquelas Que você imagina abrindo fácil. Em cima, Uma blusa fina, Branca, e Os seios duros Pra Caralho, Os bicos marcando O tecido Como se estivéssem pedindo para serem chupados. Ela não Falou Nada. Só Ficou parada no meio do Meu Quarto me Olhando Enquanto Eu fingia assistir a porra do Clipe do Jão.
Eu Duro Fiquei instantaneamente. O pau subiu Dentro do Meu short, levantando o tecido,Uma mancha de pré-gozo Já aparecendo. Eu apertei às pernas tentando esconder,Mas Era impossível. Ela viu.Claro Que viu.
Ficou Dois minutos Assim, só observando. Depois, de repente, a minha irmã Deu Um pulinho e subiu na Minha cama. O colchão balançou. Ela se ajoelhou do Meu lado, olhou para a Minha Cara e Depois desceu O Olhar de novo pro volume no Meu short.
– Tá duro pra caralho... – murmurou, Quase sem voz.
Eu engoli seco.
Ela se deitou ao Meu lado, O corpo quente colado no Meu. A mão dela deslizou pela Minha barriga, por baixo da camiseta, e desceu. Os dedos tocaram a cabeça do pau por cima do tecido e eu soltei um baixo gemido, sem conseguir segurar. Ela apertou de leve, sentindo O tamanho, O calor, a umidade Que Já Estava vazando.
– Porra... – Eu sussurrei.
Ela puxou o short pra baixo Num movimento só. Meu pau saltou pra Fora, Grosso, veias latejando, a cabeça brilhando de prévia porra. Ela lambeu O lábio inferior e enrolou os dedos Em volta,subindo e descendo devagarinho, esfregando O polegar bem na fenda.
– Que pica gostosa... – Ela falou baixinho, Com a voz embargada.
– Tava olhando para você no banheiro e O Meu grelinho Já Tava molhado pra Caralho.
Eu virei o rosto e beijei Ela. A boca dela Era quente, Molhada, língua braba. Enquanto a Gente se beijava Ela continuava batendo Uma, apertando a base e subindo até a cabeça,espalhando O líquido Que Já escorria. Eu enfiei a mão por baixo da saia dela.Ela Não Estava de calcinha. Só pele quente e Uma buceta ensopada, Os lábios inchados,e o clitóris Duro Como Uma bolinha.
– Porra, tá pingando... – Eu gemi contra a boca dela.
Enfiei Dois dedos de Uma vez. A buceta dela engoliu fácil, quente,apertada, fazendo barulho molhado cada Vez Que Eu entrava e saía. Ela gritou alto, Enquanto a mão no Meu pau apertava Mais forte.
– Ahhh... Assim... Mais fundo... – Ela pediu,Com a voz Já quebrada.
Eu fodi Ela com Os dedos Enquanto Ela me masturbava. O Quarto cheirava a sexo Já. O barulho da Minha mão entrando e saíndo Daquela buceta Molhada misturava Com Os gemidos dela. Ela abriu Mais às pernas, a saia subindo até a cintura, e Eu vi Tudo: a buceta rosada, O grelinho inchado, a entrada piscando Em volta Dos Meus dedos.
– Chupa O Meu grelinho... por favor... - implorou Ela, Quase chorando de tesão.
Eu desci o corpo. Ajeitei entre às pernas dela, abri os lábios com os polegares e passei a língua de baixo pra cima, bem devagar, sentindo O Gosto salgado e doce. Ela soltou Um gemido desesperado, Com as mãos agarrando Em Meu cabelo.
– Aaaaah porraaa... assim... lambe Tudo...
Eu chupei O clitóris dela com força, chupando e soltando, enquanto enfiava a língua Dentro da buceta dela. Ela rebolava contra a Minha cara, molhando O Meu queixo, e O Meu nariz.Os gemidos dela subiam de volume, virando gritos Muito bem abafados.
– Não para... não para... tô gozando... ahhh caralhooo...
Ela gozou na Minha boca, O corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo em volta da minha língua. Eu continuei lambendo até Ela empurrar a Minha cabeça, embora sensível demais.Levantei a cabeça. O pau Estava latejando, Quase doendo de tanto tesão. Ela me olhou com Os Olhos vidrados, a boca aberta, respirando pesado.
– Mete... mete Essa pica Agora...
Eu me posicionei entre as pernas dela, a cabeça do pau esfregando na entrada molhada.Empurrei devagar. A buceta abriu, engolindo centímetro por centímetro. Ela Era apertada pra Caralho. Quando enfiei até o fundo, Ela soltou Um grito agudo, às unhas cravando nas minhas Costas.
– Aaaaah Que porra grossa... tá abrindo Tudo...
Comecei a fuder. Devagar no começo, sentindo cada centímetro entrando e Saindo, O barulho molhado enchia O quarto. Depois Mais rápido. O pau entrava fundo, Batendo no fundo dela, e a cada estocada Ela gemía desesperada.
– Mais forte... fode essa buceta... ahhh porra... assim...
Eu segurei as coxas dela, abri mais e meti com tudo. O som de pele batendo em pele, o gemido dela virando um choramingo constante, meu nome saindo da boca dela entre xingamentos.
– Meu cu também... Mete no cu Depois... Quero sentir Essa pica no Meu cu...
Eu puxei O pau pra fora, molhei Os dedos na buceta dela e enfiei Um Dos meus dedos no cu.Ela gritou alto. Depois dois. O cu apertava os dedos com força. Quando achei Que tava frouxo o suficiente, alinhei O pau e empurrei.
A cabeça entrou com dificuldade. Ela gritou, as mãos apertando o lençol.
– Aaaaah caralhoooo... tá arrombando... vai devagar... porra...
Empurrei mais. Centímetro por centímetro até enterrar tudo. O cu dela estava quente,apertado pra porra, mil vezes mais apertado do que a buceta dela. Comecei a foder devagar, sentindo às paredes se abrindo e fechando Em volta do Meu pau.
– Isso... fode meu cu... ahhh que delícia...
Aumentei o ritmo. O pau entrava e saía do cu dela com barulho molhado, a buceta pingando embaixo. Eu enfiei Dois dedos bem grandes na buceta dela enquanto fodia o cu e ela enlouqueceu dizendo Assim:
– Tô gozando de novo... ahhh porraaa... não para... mete mais fundo...
Ela gozou outra vez, o cu contraiu com força Em volta do meu pau, e a buceta se esguichou nos Meus dedos. Eu não aguentei.Empurrei até o fundo, senti as bolas apertarem e gozei dentro do cu dela, Jatos quentes enchendo tudo enquanto eu gemia alto, o corpo inteiro tremendo.
Ficamos assim uns minutos, eu ainda enterrado nela, o gozo escorrendo pelo cu e descendo para a buceta. Quando tirei o pau,Um fio branco saiu junto. Ela olhou para baixo, viu a bagunça e sorriu, cansada e satisfeita dizendo Assim:
– Amanhã a Gente se fode de novo... – murmurou Ela, a voz rouca.
– É claro.podemos nos se foder Todos os dias.
E foi exatamente o que aconteceu. Desde àquele dia, quase toda a noite Ela descia pro porão.Eu Às vezes acordava com a boca dela no meu pau, chupando até eu gozar na garganta. Outras vezes eu a pegava Na cama de Quatro, metendo na buceta e no cu até ela não aguentar Mais gemer. A gente se chupava, se dedava, se fudia Em todas as posições possíveis. O quarto O tempo todo cheirava a sexo. As paredes ouviam Quase todas às noites,gemidos desesperados.
E Eu Nunca Mais consegui Olhar para Ela sem lembrar do gosto daquela buceta, do aperto daquele cu, e Dos gemidos dela pedindo Mais pica.
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