O Tesão da Esposa Exibicionista e o Assediador:Rotina de Prazer e Assédio
Entre olhares na janela, um vizinho tarado no trem e desejos proibidos, Lorena descobre que ser uma esposa exibicionista tem um preço delicioso.
Meu nome é Lorena, sou casada com o Pedro, e decidi vir aqui relatar algo profundamente marcante que ocorreu comigo há alguns anos, um episódio singular que transformou e redirecionou a minha vida de maneira absoluta. Naquela época, morávamos em um apartamento espaçoso situado em um prédio tradicional na capital de São Paulo. Nós tínhamos nos mudado para lá havia apenas dois meses, o que significava que ainda éramos rostos novos e desconhecidos, sem intimidade com praticamente ninguém na vizinhança. A nossa mudança para aquela localização estratégica aconteceu principalmente por motivos profissionais, buscando a comodidade e a proximidade com as estações de trem, de metrô e com os pontos de ônibus espalhados pela região, já que nós não tínhamos carro próprio para nos locomovermos pela metrópole.
Além disso, pesou muito na decisão o fato de o apartamento novo ser consideravelmente maior do que o nosso lar anterior, ostentando uma planta de construção bem mais antiga, daquelas com cômodos amplos, arejados e generosos em espaço. A nossa rotina diária sempre seguiu aquele ritmo exaustivo e acelerado típico da esmagadora maioria dos brasileiros, suando a camisa diariamente na correria implacável pelo sustento de cada dia; nada de diferente ou fora do comum em comparação ao que tantos outros trabalhadores enfrentam para sobreviver. Contudo, havia uma atividade específica da qual eu gostava imensamente e que fazia parte do meu estilo de vida: ir rigidamente para a academia cuidar do corpo.
Com a mudança de endereço, fomos obrigados a nos desvincular da antiga academia, o que nos exigiu reprogramar por completo todo o nosso dia, reajustando os horários de cada compromisso e de cada tarefa que iríamos realizar. Isso afetou principalmente a mim, pois, como eu passava a tarde inteira sozinha em casa, por conta dessa nova dinâmica de adaptação e dos horários, eu era forçada a esperar até o início da noite para poder ir malhar, já que fazia questão de ir sempre bem acompanhada pelo Pedro. No novo apartamento, contudo, eu mantinha o hábito de ficar extremamente à vontade, desfrutando do espaço sem pudores: às vezes eu andava pelos cômodos apenas de calcinha e sutiã, em outras ocasiões vestindo somente a calcinha, ou então perambulando livremente usando apenas um blusão largo que pertencia ao Pedro. Eu havia trazido esses velhos hábitos e manias do nosso apartamento anterior direto para o novo lar, transformando cada canto em um território de conforto absoluto.
Antes de prosseguir e aprofundar o fio condutor deste meu relato, sinto que é fundamental me descrever. Sou uma mulher morena, tenho 1,67m de altura, com cabelos que, no momento daquela história, eu usava escovados e lisos até a altura das costas, embora a sua textura natural seja deliciosamente cacheada. Possuo seios de tamanho médio, com aqueles bicos e contornos bem durinhos, além de carregar uma bunda de respeito, descomunal, digna de ser chamada de uma verdadeira “cavalona”.
Nas primeiras semanas daquela fase de transição e adaptação, fiz questão de ir com o Pedro todos os dias, pegando lotações, ônibus ou mergulhando na multidão do trem em direção aos nossos locais de trabalho, mesmo sabendo que o horário de entrada dele na firma era duas horas mais tarde do que o meu. Ele fez questão absoluta de ir comigo no começo apenas para me ajudar a me ambientar com as rotas e os baldeações, planejando que, logo depois que eu pegasse o jeito, passaria a ir sozinha.
Quem já teve o desprazer de conhecer de perto o sistema de trens da capital de São Paulo sabe muito bem o quão caótico, desumano e lotado ele é. É simplesmente socado de gente, um verdadeiro moedor de carne humano onde a individualidade desaparece por completo. Muitas vezes íamos completamente espremidos contra a multidão, e acabávamos presenciando as cenas mais absurdas e revoltantes, especialmente situações explícitas de abusos e assédio. Eram homens sem escrúpulos se roçando de propósito e encoxando descaradamente nas bundas das mulheres; era uma agonia diária, um tormento constante que se repetia em cada viagem. Nesses momentos, Pedro sempre fazia questão de me alertar e me dar instruções rígidas: caso eu não conseguisse garantir um assento, era para me posicionar estrategicamente, ficando com as costas bem encostadas em alguma divisória ou estrutura firme, justamente para evitar virar alvo fácil e levar a encoxada de nenhum tarado à espreita.
O perigo era redobrado ainda mais por causa dos meus atributos naturais, especificamente por eu ter aquela bunda grande, farta e redonda, que, segundo as próprias palavras do meu marido, era exatamente o tipo de atrativo que todo tarado de plantão sonharia em agarrar ou abusar. Ele sempre foi um homem extremamente ciumento, protetor ao extremo, a ponto de não suportar nem mesmo que outro homem na rua ousasse me lançar um olhar prolongado, quem dirá me tocar ou encoxar no transporte público.
A dinâmica do nosso dia a dia era bem específica: Pedro passava boa parte do dia resolvendo coisas no escritório, enquanto eu cumpria apenas um turno laboral pela manhã, atuando na área de design. Assim que meu expediente acabava, eu voltava direto para o aconchego do lar e ficava com as tardes inteiras completamente livres.
O meu tempo era distribuído entre as tarefas domésticas essenciais, como arrumar a casa com capricho, preparar o almoço, maratonar séries na Netflix e cuidar com carinho das minhas plantinhas na varanda, entre outras coisinhas da rotina. Como mencionei logo no início, por passar tantas horas sozinha no apartamento, eu usufruía de uma liberdade absoluta para ficar à vontade, curtindo o espaço à minha maneira. Contudo, eu sempre fui uma mulher muito descuidada, distraída e com um forte traço de exibicionista que corria nas minhas veias, algo que com frequência me colocava em maus lençóis. Esse meu comportamento era alimentado principalmente pelo impulso constante de querer provocar o Pedro nas nossas saídas, testando os limites de sua excitação mas constumeiramente acabava testando os do seu ciúme. Era um assunto recorrente e motivo de muitas discussões sérias entre nós, já que ele sempre me chamava severamente a atenção quando nos arrumávamos para sair.
Muitas vezes, por puro descuido ou malícia, eu saía de saia curta e, ao me sentar ou me movimentar, acabava abrindo as pernas de forma que qualquer um ao redor conseguia ver claramente a cor da minha calcinha — ou pior, em várias ocasiões, eu nem sequer estava usando nada por baixo do tecido, nua e desprotegida. Essas situações aconteciam em rodas de amigos descontraídas ou até mesmo em lugares públicos e apertados, como dentro de um Uber. Lembro-me perfeitamente de uma vez específica em que pegamos um carro por aplicativo; quando chegamos ao destino e o veículo parou para o desembarque, eu estava sentada no banco de trás, justamente atrás do motorista, o que exigia que eu saísse pela porta do lado oposto, a do passageiro. Eu acabei sendo a última de nós a descer do automóvel.
Levantei-me apressada e fui em direção à saída com o corpo todo arqueado, mas, bem na metade do caminho, o salto do meu sapato acabou travando e tropeçando desajeitadamente no tapete macio do carro. Caí de cara no estofado do banco traseiro em uma posição totalmente vulnerável, o que fez com que a minha saia de tecido fino subisse inteirinha, acumulando-se nas minhas costas e deixando minhas pernas nuas expostas. O motorista, que olhou pelo retrovisor ou virou o pescoço, ficou de frente para o meu rabo empinado para o alto; e para piorar a situação catastrófica, eu estava completamente sem calcinha naquele dia. Ele com certeza absoluta teve uma visão privilegiada e detalhada do meu cuzinho e da minha bucetinha, entregue pelo olhar vidrado, fixo na cena, e pela mordida forte que ele deu nos próprios lábios de puro tesão reprimido. Ajeitei minhas roupas rapidamente, vermelha de vergonha, mas o estrago já estava feito.
O incidente deixou o Pedro absolutamente furioso, cego de ódio, e, olhando para trás, eu consegui entender perfeitamente a reação dele naquele dia: afinal, qual homem no mundo aceitaria de bom grado ver outro estranho contemplando as partes íntimas e nua de sua própria esposa? Eu havia sido incrivelmente descuidada, de fato, e aquele descuido estúpido acabou arruinando por completo a nossa noite de lazer.
Pois bem, todos aqueles meus velhos hábitos eu fiz questão de trazer e implantar neste novo apartamento, aproveitando ao máximo a privacidade e a liberdade para realizar muitas coisas durante as minhas tardes livres e solitárias na residência. Aqui no prédio, a demografia da vizinhança era composta majoritariamente por pessoas mais velhas, com a grande maioria na faixa dos 50 a 60 anos de idade. Os poucos moradores mais jovens, situados numa média de idade entre 25 e 30 anos como eu e o Pedro, já eram casados, pelo menos era isso que podíamos observar nesse pouco tempo de convivência no condomínio. Então, sempre que eu passava pelos corredores ou pelo hall de entrada — fosse sozinha ou acompanhada pelo Pedro —, sentia sobre mim o peso dos olhares dos vizinhos, curiosos ao extremo, tentando descobrir quem éramos e de onde viemos. Entre todos eles, destacavam-se de forma incômoda os olhares de Seu Francisco, um senhor de 59 anos, homem branco, medindo por volta de 1,79m de altura, ostentando aquela clássica e avantajada barriga de chopp; um vizinho que morava exatamente no mesmo andar que o nosso e que parecia sempre ficar estranhamente mais animado e desperto com a minha presença.
Inicialmente, éramos extremamente educados e cordiais com todos, afinal de contas acabávamos de chegar ao prédio e precisávamos cumprir à risca aquela boa e velha política de boa vizinhança, tentando cultivar amizades saudáveis. No entanto, em duas ou três ocasiões, o Pedro pegou em flagrante esse mesmo velho me olhando de um jeito completamente diferente, totalmente torto e devasso, justamente quando estávamos chegando da academia, momento em que eu desfilava com a minha legging colada e uma calcinha minúscula e atrevida profundamente enfiada no meu rego. Seu Francisco nos secava sem pudor algum, com um olhar brilhando de um desejo animalesco, fazendo caras e bocas de safado enquanto me devorava com os olhos. Aquela ousadia descarada criou um ciúme absurdo, quase doentio, no Pedro, gerando uma tensão que, se fosse em qualquer outra circunstância da vida, com certeza teria se transformado no princípio de uma briga.
— Não quero que você dê nem bom dia, nem boa tarde para esse maldito vizinho — disparou ele, de sangue quente.
— O que houve, amor? Por que toda essa irritação do nada? — perguntei, fingindo inocência.
— Porque ele fica te olhando com uma fome desgraçada, desejando o seu corpo, sem te respeitar e, pior ainda, sem me respeitar, que estou bem ao seu lado! — falou meu marido, completamente furioso, com a veia da testa saltada de ódio.
(imagem em anexo foto com roupa da academia)
Desde aquele ultimato categórico, eu passei a cortar relações de vez, deixando de direcionar uma palavra sequer, fosse um cumprimento ou um aceno, para o Seu Francisco. Passadas cerca de duas semanas desse episódio, comecei a rotina de ir sozinha para o trabalho, deprimida com a ideia do transporte público.
No primeiro dia dessa nova fase, tive a sorte grande de conseguir ir sentada em um banco do trem, embora os corpos continuassem todos espremidos e comprimidos no vagão sufocante. Havia uma mulher em pé bem próxima a mim, cujo corpo, à medida que o espaço interno ia se socando e enchendo de passageiros no corredor, ficava inevitavelmente colado ao meu, numa pressão incômoda; ela em pé, balançando, e eu sentada logo abaixo. Durante todo o percurso, serpenteando pelos túneis escuros, trilhos metálicos e caminhos sinuosos da linha, em determinado momento eu olhei de relance pelo reflexo escuro da janela da porta do trem e me deparei com a figura de Seu Francisco, que, para a minha enorme surpresa e calafrio na espinha, estava exatamente no mesmo vagão. Naquele instante não mantivemos nenhum tipo de contato verbal ou físico, cheguei a desviar o olhar rapidamente fingindo demência, mas tive a nítida sensação de que ele continuava me secando de relance, monitorando cada centímetro meu.
Fui trabalhar cumprindo minhas obrigações e, mais tarde, retornei para a paz da minha tarde e para as minhas tarefas diárias habituais. Usando apenas uma calcinha cavada e um sutiã leve, eu perambulava despreocupada por todos os cômodos da casa, limpando os móveis, organizando o espaço e até mesmo saindo para molhar minhas plantinhas delicadas na varanda. Só que, em determinado momento exato dessa rotina, fui tomada por um sexto sentido: senti com todas as forças que estava sendo vigiada, observada de perto por um par de olhos invisíveis. Eu ainda não havia visto vulto algum, mas o meu subconsciente aguçado já acusava a invasão da minha privacidade. Tomada por um sobressalto, peguei rapidamente o blusão largo do Pedro e o vesti por cima das roupas íntimas. Comecei a espiar discretamente pelas frestas das janelas, pelas vidraças e pelas varandas dos apartamentos vizinhos, focando o olhar de forma muito mais atenta para cada pequeno detalhe da arquitetura externa. Foi quando notei um detalhe crucial: havia um apartamento situado exatamente no mesmo andar que o nosso cuja varanda ficava de frente para a nossa, posicionada de tal forma que dava a exata e perfeita possibilidade, caso quisessem, de me ver de camarote, completamente à vontade e despida, se assim o desejassem. Fiquei um tanto quanto escabriada, com a pulga atrás da orelha naquele dia, e por precaução decidi não tirar mais a camisa por nada neste mundo.
Na manhã do dia seguinte, contudo, a sorte não sorriu para mim no transporte: peguei o trem abarroutalmente lotado e não tive outra alternativa a não ser ir o trajeto todo em pé. Para me proteger, usei à risca a estratégia ensinada pelo Pedro, encostando firmemente as minhas costas contra as estruturas ocas e os vãos da porta, tentando ao máximo evitar o tormento de ser encoxada à força pelos tarados de plantão. Mas, à medida que o trem avançava e ia se enchendo de gente, as pessoas vinham se prensando de forma agressiva. Eu estava com o meu fone de ouvido enfiado nos ouvidos, com os olhos bem fechados, imersa no som de uma música qualquer, quando, de repente, ao abrir os olhos para respirar fundo, dei de cara com o Seu Francisco, que milagrosamente — ou de forma totalmente intencional — era uma das pessoas cujos corpos estavam absurdamente colados ao meu naquele trem entupido de gente.
Fiquei petrificada, decidi não falar absolutamente nada e voltei a fechar os olhos com força, tentando ignorá-lo, até que comecei a sentir na altura exata da minha coxa um contato suspeito. Era algo firme que parecia ir tomando forma, crescendo aos poucos, encorpando e ficando cada vez mais maior, mais volumoso e terrivelmente rígido contra a minha carne. Fiquei de cabelo em pé e fui abrindo os olhos de forma assustada, desacreditada, e lá estava ele: Seu Francisco, bem na minha frente, me encarando fixamente com aquela cara de pau inconfundível, com a expressão nítida de quem queria me comer ali mesmo, sem a menor cerimônia. Eu não tinha para onde escapar, não havia espaço físico para sair daquela armadilha humana. E, para piorar, eu não queria de jeito nenhum fazer um escândalo público, pois sempre detestei barracos na rua.
Apesar disso, aquela situação absurda exigia um belo escândalo para escancarar de uma vez por todas e desmascarar aquele velho tarado na frente de todo mundo. Por outro lado, no fundo da minha mente, eu ainda recuava um pouco e ficava na maldita dúvida se não estava julgando a situação de forma errada; se aquilo que encostava em mim não poderia ser apenas um objeto qualquer, como um guarda-chuva volumoso ou a quina dura de uma mochila pesada, e se eu não estaria tirando conclusões precipitadas e julgando injustamente um homem inocente, afinal de contas era impossível enxergar com clareza o tal objeto pressionado sobre a minha perna devido à multidão compacta que lotava o vagão. Mesmo com essa dúvida martelando, ele permaneceu com aquele volume duro e ameaçador encostado em mim o caminho inteiro, me secando descaradamente com o olhar, enquanto eu, trêmula e em silêncio, não pronunciei uma única palavra sequer até a minha estação finalmente chegar. Desci dali zonza, digerindo o ocorrido na minha cabeça, mas tentei a todo custo me convencer de que tudo não passava de paranoias da minha imaginação fértil.
Mais tarde, chegou o momento combinado de encontrar meu marido na academia, já que ele tinha ido direto do escritório naquele dia. Fui até o hall do nosso andar, apertei o botão metálico chamando o elevador e, no exato instante em que as portas se abriram, quem apareceu foi justamente o Seu Francisco, me lançando um olhar carregado de segundas intenções acompanhado de um “boa noite”. Mesmo sabendo perfeitamente da ordem rigorosa que o Pedro havia me dado para ignorá-lo, decidi responder com um “boa noite” seco, ríspido, mantendo a educação apenas por puro hábito social para não parecer mal-educada. Logo em seguida, outra moradora se aproximou e nós três entramos na cabine, iniciando a descida.
O que se seguiu, porém, transformou-se em uma bizarra e sufocante sucessão de eventos: partimos do trigésimo andar ,o nosso pavimento, mas, a cada andar subsequente que a cabine alcançava, uma quantidade absurda de pessoas entrava, até o elevador ficar completamente lotado e claustrofóbico. Tomados pela estranheza daquela superlotação repentina, alguns de nós começaram a questionar os recém-chegados sobre o motivo de ninguém estar utilizando o elevador ao lado, e a resposta veio em tom de frustração: o outro equipamento estava quebrado, parado com um aviso visível de manutenção. Continuamos a descida em direção ao 25º andar, e a cabine já se encontrava incrivelmente abarrotada, me trazendo uma lembrança imediata e aterrorizante do ambiente caótico e espremido do trem das minhas manhãs. Foi então que, ao descermos em direção ao 22º andar, o elevador sofreu uma pane elétrica severa, estancando bruscamente com um tranco seco. O pânico instalou-se de imediato entre todos os ocupantes: alguns gritaram assustados, chamando por Deus, enquanto outros imploravam por calma em meio à escuridão total, já que as luzes haviam se apagado por completo.
Para tentar dissipar o breu, várias pessoas acenderam as lanternas de seus celulares, enquanto o botão de emergência do interfone era acionado freneticamente. Conversamos com o porteiro, que prontamente nos tranquilizou através do alto-falante, informando que já havia acionado a equipe de socorro e resgate do prédio. Após exatos dois minutos daquela comunicação, instalou-se um silêncio tenso, pesado e cortante na cabine. As respirações começaram a ficar mais nítidas e, em pouco tempo, pesadas e barulhentas devido à falta de ar e ao calor humano. Foi nesse exato momento de vulnerabilidade que senti uma respiração quente e ofegante bem no meu cangote. Apavorei-me por um segundo e, utilizando a luz fraca da lanterna do celular para virar o pescoço e ver quem estava ali, deparei-me com a figura abjeta do Seu Francisco. Ele havia se alojado sorrateiramente bem atrás de mim, aproveitando-se da movimentação intensa e do empurra-empurra dos moradores na hora da entrada, um deslocamento furtivo que eu sequer fora capaz de perceber.
Ele encontrava-se postado logo nas minhas costas, posicionado de maneira oblíqua, de modo que a parte lateral da coxa esquerda dele encaixava-se milimetricamente entre as minhas nádegas, separadas apenas pelo tecido colado da minha legging de ginástica e pela tira fina de uma calcinha fio-dental que eu fazia questão de usar para ir malhar. Ao vê-lo colado ali daquela forma indecente, soltei de forma automática e audível um “Aff…”, torcendo os lábios com nojo e balançando a cabeça negativamente em sinal de profunda reprovação. Ele, contudo, abriu um sorriso cínico, irônico e vitorioso, exatamente como se tivesse acabado de encontrar o bilhete premiado de uma loteria e estivesse prestes a raspar para conferir se era o grande ganhador.
Os corpos dentro do elevador estavam tão compactados, espremidos e prensados uns contra os outros que era absolutamente impossível mover um único músculo com liberdade. Foi quando percebi uma movimentação ardilosa vinda de trás. Senti claramente que a perna esquerda daquele velho asqueroso começava a se mover milimetricamente, de modo que o volume que antes pressionava o vinco da minha bunda foi deslizando de forma fluida, tornando-se paralelo e perfeitamente alinhado com a minha perna direita, avançando sem pudor em direção direta ao meu rego. Fiquei completamente intrigada, paralisada por uma mistura de choque e curiosidade doentia, querendo ver até onde a audácia daquele velho canalha seria capaz de ir, imaginando como ele tinha tamanha cara de pau de agir com intenções tão depravadas e criminosas justamente em uma situação de emergência, com dezenas de pessoas espremidas ao nosso redor.
Ao ter a perna totalmente perfilada à minha, a parte frontal do corpo dele colou-se de maneira indissociável contra o meu fundo, e eu senti aquele volume monumental encaixado e prensado perfeitamente entre as bandas das minhas nádegas, tendo a certeza absoluta e inquestionável de que aquilo era o pau dele, duro e latejante, exatamente como havia ocorrido dias antes no vagão do trem. O velho estava com a pica inteiramente cravada no meu rego, e os nossos corpos encontravam-se tão colados e pressionados que eu conseguia sentir a rigidez daquela verga grossa na minha bunda como se estivéssemos completamente nus dentro daquela cabine escura. Senti a colossal ereção daquele homem, percebendo pelos contornos massivos que se tratava de uma pica imensa; eu conseguia captar nitidamente a vibração e o latejar constante daquele membro a cada segundo, o que me levou imediatamente a outra conclusão escandalosa: o velho estava completamente sem cueca.
Não demorou absolutamente nada para que ele começasse a executar movimentos sutis, contidos e ritmados de vai e vem, simulando e exercendo uma metelicação em cima do meu rabo ali mesmo, em pé, no meio de estranhos. Aquela situação, por mais bizarra e constrangedora que pudesse parecer em sã consciência, começou a me enviar ondas intensas de calafrios por toda a espinha. Sinais claros e primitivos eram disparados para o meu sistema nervoso, e uma onda de tesão incontrolável começou a surgir de dentro para fora, incendiando minhas entranhas. Ele empurrava e recolhia o quadril com precisão milimétrica, e cada estocada lenta daquela porcaria grossa alojada entre minhas nádegas estava me levando literalmente à loucura. Sem que ele sequer imaginasse que estava me empurrando para o abismo do prazer, decidi entrar no jogo: comecei a me mexer de forma fingida, simulando que apenas tentava me ajeitar e encontrar conforto diante daquela posição incômoda e sufocante, mas os meus movimentos eram, na verdade, reboladas calculadas e sutis bem em cima da pica dele.
Essa minha atitude animalesca arrancou do fundo da garganta do velho suspiros abafados, profundos e carregados de uma luxúria animalesca. Fiquei por um bom tempo fingindo esses ajustes desajeitados, balançando os quadris com total discrição enquanto aguardávamos o socorro técnico, e, quando finalmente parei, posicionei meu corpo de um jeito estrategicamente provocante: empurrei o meu rabo ainda mais para trás, deixando-o empinado, aberto e convidativo para que ele tivesse total liberdade de encaixar e esfregar ainda mais aquele volume delicioso. Ele perdeu o resquício de decência que lhe restava e continuou com os movimentos lentos e compassados, a ponto de eu conseguir sentir perfeitamente a cabeça da pica dele, rija e escaldante, batendo de encontro à altura exata da entrada do meu cuzinho. Naquele momento crítico, do jeito íntimo e colado em que estávamos posicionados, se não fossem as finas camadas de tecido de nossas roupas a nos separar, ele estaria enfiando e forçando a entrada diretamente no meu cu sem piedade. Mesmo com a barreira da roupa, as estocadas e as batidas secas descarregavam diretamente sobre o meu orifício, fazendo com que minhas pernas dessem espasmos e tremessem por causa do ápice do tesão.
Toda essa cena de êxtase proibido foi abruptamente interrompida quando os técnicos finalmente conseguiram destravar as portas e o socorro chegou, obrigando-nos a nos recompor rapidamente e afastar os corpos antes que alguém notasse. Saí daquele elevador completamente encharcada de suor, e garanto que não era apenas o suor decorrente do calor sufocante da cabine abarrotada de gente, mas sim o resultado físico e visceral de todo o tesão e da excitação insana que acabei de viver naqueles instantes de pura perversão. Desci correndo para a academia do prédio e encontrei o Pedro logo na entrada. Contei a ele o que havia acontecido com a pane no elevador e o aperto, mas, é claro, omiti deliberadamente os detalhes sórdidos de como o Seu Francisco estava colado e encaixado atrás de mim. Eu tinha plena consciência de que, se ele soubesse da verdade, cometeria o assassinato daquele velho imundo, e a última coisa que eu queria naquele momento era gerar uma tragédia sangrenta.
Nas semanas seguintes, graças a um acúmulo vantajoso de banco de horas no meu trabalho, ganhei o benefício de passar uma semana inteira em casa, de folga. Com o Pedro saindo pontualmente todos os dias para cumprir sua jornada no escritório, eu tinha o apartamento inteirinho só para mim, com muito mais tempo livre para ficar à vontade e desfrutar do meu espaço. Com o passar dos dias, acabei quase esquecendo o episódio bizarro que havia acontecido no elevador e aquela persistente sensação de estar sendo vigiada às escondidas.
Certa manhã, vestindo apenas uma calcinha fio-dental mínima e uma camisola estilo babydool extremamente transparente, completamente sem sutiã, fui até a cozinha preparar o meu café. Coloquei uma música animada para tocar nas caixas de som e comecei a dançar livremente pela sala, usando apenas aqueles trajes sumários que deixavam cada curva do meu corpo à mostra. Foi bem no meio dessa descontração que a velha sensação de estar na mira de alguém veio à tona novamente, com toda a força. Tentei disfarçar o incômodo, mantendo os olhos discretamente atentos às janelas e à varanda do prédio em frente. De repente, ao direcionar o olhar para uma das vidraças do apartamento vizinho, percebi um vulto rápido cruzando o espaço. Foi tão veloz que não deu para identificar com precisão quem era — se homem ou mulher —, mas o suficiente para gelar minha espinha.
Ali, diante daquele relance, tive a absoluta certeza de que havia de fato alguém me espreitando nos meus momentos mais íntimos e à vontade. Contudo, por incrível que pareça, não fiquei nem um pouco abalada a ponto de correr para o quarto, vestir minhas roupas e me cobrir dentro da minha própria casa. Afinal de contas, situações parecidas já tinham acontecido no nosso apartamento anterior, e tomei uma decisão firme: eu estava no meu lar, no meu santuário, e não iria de forma alguma me privar de ficar à vontade, solta e confortável por causa de tarado algum. Decidi que continuaria seguindo rigorosamente a minha rotina e ignorando a presença daquela pessoa oculta.
Continuei o dia exatamente do jeito que estava, sem mudar uma vírgula, e, virava mexe, ao cruzar pelos cômodos, eu notava que a sombra misteriosa permanecia inabalável lá na janela, plantada a me observar. Confesso que passei o dia inteiro desfilando com aquela vestimenta provocante, e o dia todo aquela sombra me seguiu com os olhos, acompanhando cada passo meu pela casa, atenta aos meus movimentos, às minhas posturas e às posições que eu assumia. Aquela dinâmica insólita estava me deixando embriagada por uma mistura intensa de sensações pecaminosas. Saber que uma pessoa passava o dia inteiro me devorando com o olhar acabou me tocando profundamente por dentro, fazendo com que eu ficasse pensando naquilo sem parar pelo resto do dia inteiro.
No dia seguinte, logo após a saída do meu marido para mais um dia de trabalho, levantei da cama e percebi que a mera ideia daquela sombra me observando ainda mexia intensamente com a minha imaginação fértil e com os meus desejos mais ocultos. Decidi, então, alimentar de vez aquela alma faminta que vagava à minha espreita. Levantei resoluta: decidi ficar com os peitos totalmente nus e apenas com uma microcalcinha minúscula por baixo, sem mais nenhuma barreira de tecido. Saí do quarto desse jeito, despida da cintura para cima, e caminhei deliberadamente em direção aos cômodos da casa que davam plena visão panorâmica de todo o meu corpo.
Assim que cheguei à sala, notei de relance que a sombra já se encontrava a postos na janela da frente; parecia que ele havia acampado ali de verdade, fazendo de tudo para não perder um segundo sequer do meu cotidiano. Tenho absoluta certeza de que, ao me ver surgir com os seios nus e empinados, aquele homem ganhou o dia, extasiado com o presente. Fiquei por ali realizando as tarefas domésticas rotineiras vestida apenas com aquela calcinha microscópica, sem impor nenhuma restrição às minhas posturas. Quando precisava me abaixar para recolher algum objeto no chão ou fazer a limpeza de rotina, eu fazia questão explícita de me exibir de todas as formas possíveis, nem sequer me dando ao trabalho de dobrar os joelhos ao abaixar o tronco, permitindo de propósito que a tira da microcalcinha desaparecesse e se perdesse profundamente entre as bandas da minha bunda carnuda.
O ápice dessa exibição aconteceu quando decidi limpar o sofá, que ficava estrategicamente posicionado bem em frente à janela onde a sombra costumava se postar. Terminei de passar o pano e fui ajeitar o forro do estofado; para conseguir fixá-lo perfeitamente, precisei apoiar os dois joelhos no assento e empinar a bunda o mais alto e arqueado que consegui, jogando todo o meu peso para trás para prender o tecido na parte de trás do móvel. Proporcionei um verdadeiro espetáculo de strip-tease involuntário — ou melhor, muito bem intencionado —, ficando praticamente de quatro, totalmente aberta, ajeitando o sofá com aquele fio-dental cravado profundamente no meu rabo grande. Antes de sair daquela posição vulnerável e provocante, lancei uma olhada rápida de canto de olho, por cima dos ombros, para tentar flagrar a sombra bem no momento em que ela contemplava aquele visual da minha bunda completamente arreganhada no sofá. E tive a nítida sensação de que ele estava ali, ávido, masturbando-se com movimentos frenéticos e acelerados.
Foi assim durante o dia todo: eu me exibindo de forma semi-nua e descarada para aquela sombra anônima, sem sequer saber quem estava do outro lado. Um fogo abrasador e incontrolável estava me consumindo por dentro, e decidi que continuaria alimentando aquele exibicionismo desenfreado. Nos dias seguintes das minhas folgas prolongadas, a rotina foi de pura e contínua provocação. Continuei levantando da cama usando apenas o fio-dental e dispensando o sutiã, desfilando com os seios fartos à mostra enquanto a sombra mantinha seu acampamento fixo naquela janela. Eu fingia cinicamente que não estava vendo nada, mas por dentro a minha bucetinha ficava completamente ensopada, pingando de tesão só de imaginar que aquele tarado invisível passava as horas do dia me devorando avidamente com os olhos.
As minhas folgas prolongadas chegaram ao fim, e eu fui obrigada a retornar à dura e acelerada rotina de trabalho. Para a minha absoluta sorte, assim que entrei no vagão do trem, uma senhora que estava sentada levantou-se para se preparar para a saída, e eu não perdi tempo, ocupando o seu lugar imediatamente. Não demorou muito tempo para que aquele verdadeiro moedor de carne humano ficasse completamente abarrotado, sufocante e lotado de ponta a ponta. Fechei os olhos com força, encaixando os fones de ouvido para abafar o barulho, já que a viagem costuma durar entre 15 minutos aa 20 minutos, mas logo fui despertada de súbito com o empurra-empurra generalizado do vagão e com a sensação de algo rígido roçando no meu braço.
Ao abrir os olhos de relance para ver o que era, dei de cara com uma ereção monstruosa; a calça de tecido grosso quase explodindo de tão esticada, e, ao subir o olhar de forma discreta para identificar o rosto daquele sem-noção, deparei-me com o próprio Seu Francisco, ostentando aquela cara de pau inconfundível, me comendo com os olhos.
— Bom dia, vizinha! — sibilou ele, cínico.
Olhei para a cara dele com o máximo de ironia possível, decidi não responder uma única palavra sequer, virei o rosto com desprezo e desviei o olhar, reprovando totalmente aquela atitude nojenta.
No vai e vem violento daquele vagão em movimento, o espaço foi ficando ainda mais comprimido a cada estação, e o corpo dele já havia sido projetado mais para a frente, invadindo e ocupando o espaço exato no qual eu me encontrava sentada. Era um empurra-empurra infernal, com as pessoas querendo passar e espremendo o velho ainda mais contra mim; o trem chacoalhando nos trilhos e a pica dele já posicionada perigosamente próxima ao meu rosto. De vez em quando, com a trepidação e a movimentação bruta do transporte, ele roçava aquele volume enorme na minha bochecha. Eu sentia perfeitamente que a ereção dele estava latejando de forma compassada, sentia os batimentos daquela carne dura pulsando bem no meu rosto, e o formigamento alucinante tomava conta das minhas pernas, correndo eletrizante em direção à minha buceta, que já estava pegando fogo.
De forma totalmente intencional e consciente, movi o corpo um pouco para o lado, inclinando-me em direção a ele de maneira discreta, sem que os outros passageiros percebessem. Com esse pequeno ajuste, a pica durona dele — que antes encostava no meu rosto apenas em alguns momentos isolados por causa da oscilação do trem — passou a ficar pressionada de encontro à minha face o tempo todo. Aquele cheiro forte e primitivo de pica velha, misturado a gotas de mijo entranhadas naquele tecido de calça surrada, invadiu o meu nariz como se fosse um combustível, aumentando ainda mais o meu fogo interno e me deixando entorpecida de tesão. Minha buceta já estava encharcada, completamente úmida. O velho, aproveitando-se da situação, começou a fazer micro movimentos sutis, esfregando o seu cacete contra o meu rosto de forma lenta e cadenciada, a extensão daquela pica dura por completo deslizava sobre minha face, disfarçando como se tudo não passasse de um acidente causado pela lotação, até que a minha estação foi anunciada e aquela loucura teve de ser encerrada às pressas.
Para continuar lendo este conto exclusivo e ter acesso a todos os capítulos seguintes acesse o link:
https://reddanny.substack.com/p/o-tesao-da-esposa-exibicionista-e?r=8w739m&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true
Continua...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)