#Corno #Traições

Quando a corna trai

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Cláudia

Nunca fui uma mulher chato, desde muito, eu sabia que meu marido tinha uns casinhos, por isso, desde sempre, mantive nossa cama agitada e devo confessar, as vezes eu até me excitava sentindo o cheiro de outras mulheres na pele dele. No ano que completei quarenta anos, Arthur completou quarenta e quatro, naqueles dias, eu andava particularmente tesuda e para minha satisfação, meu macho sempre me comeu muito gostoso, mas eu estava tendo umas ideias que estavam me atormentando e comecei a admitir a ideia de também dar umas por fora. Naquele ano, eu lecionava todas as manhãs, três tardes e quatro noites. Em uma quinta feira a noite, sem caso pensado, estacionei meu carro na parte mais escura do estacionamento dos professores, ao lado do carro do professor de matemática que era casado, mas que nem por causa disso deixava de me cantar direto e após dar as três aulas que me cabiam, juntei minhas coisa e sai da sala dos professor, Alberto vendo que eu estava com vários maços de provas, uma maleta e minha bolsa nas mãos se ofereceu para ajudar-me, ao nos aproximarmos dos carros, o sacana colocou as minhas coisas sobre o teto do carro dele e chegou bem pertinho de mim, não deu outra, senti que aquele era o momento e coloquei as coisas que eu levava no teto do meu carro e cheguei ainda mais perto do garanhão e aconteceu. O macho me abraçou pela cintura e nos beijamos, senti sua vara crescer e e se encaixar entre minhas pernas, ali mesmo entre os dois carros baixei minha mão e segurei aquela pistola dura, sentindo que a metade dos botões da minha blusa já estavam abertos dei espaço entre nós para ter um dos seios engolidos pelo tarado, coisa que sempre me deixou louca e por reflexo, assim que consegui abrir zíper da calça do professor, ajoelhei e abocanhei a piroca que estava dura como aço fazendo aquele movimento de cabeça combinado com a abertura e fechamento da boca, calculando que era uma pica de tamanho ideal para um anal, não me dei ao trabalho de fazer frescura, abri a porta de trás do meu carro e ajoelhei no assento com a bunda para o lado de fora, o comedor tentou encaixar na minha buceta que já estava enxarcada, mas eu não podia perder a oportunidade e o deixei molhar a piroca em meu liquido, passei a mão para trás e coloquei a cabeça bem no meu anelzinho, o que como era de se esperar, deixou o macho ainda mais excitado, enquanto falávamos as besteiras que nos vinham a mente, implorei para ele empurrar tudo no meu cu e ele fez com aquela força que eu tanto adoro, senti aquela sensação gostosa de ter o canal anal invadido e enquanto me masturbava com a cara enterrada no assento de couro do carro, fazia o movimento com a musculatura do cu que faz com que a piroca seja tragada cada vez mais fundo e mantem o canal apertado como os homens gostam. Não demorou, ao sentir os jatos de porra quentinha no fundo do meu cu, gozei como uma louca, a sorte é que aquela é uma escola barulhenta e ninguém deve ter ouvido meus gemidos e gritinhos, mas para não dar sopa para o azar, deu uma flanela que estava enfiada na porta do carro para o comedor limpar a caceta, peguei um montei de lenços de papel e os enfiei no rabo e na buceta, liguei o carro e abandonei o comedor lá em pé no estacionamento. No caminho relembrei cada instante daquela foda e só então calculei o risco que tinha corrido. Como toda quinta feira, cheguei em casa antes do mais novo corno da cidade, tomei meu banho, providenciando a higiene profunda e mal tinha deitado ouvi Arthur chegar e entrar direto no chuveiro. Ainda tesuda com a aventura vivida o aguardei e assim que ele entrou no quarto, sentei na cama, abri a toalha que ele estava enrolado e engoli sua piroca, pelo tempo que levou e da forma com que ela endureceu, estava claro que alguém mais tinha usado aquele cacete naquela noite e armamos um sessenta e nove, durante o qual, percebi que minha filha também estava chegando em casa. No café da manhã em família olhei para o rosto de meu casal de filhos e de meu marido e minha consciência pesou, entendi que mesmo sendo corna, não conseguiria esconder os acontecimentos da noite anterior. Durante o dia resolvi que naquela noite, contaria tudo para Arthur. Naquele ano, nem eu nem ele, dávamos aulas nas sexta a noite, o jantar foi agoniante e logo que meu filho então com dezesseis anos saiu para encontrar o amigos, deixamos nossa filha de dezessete assistindo televisão na sala e nos trancamos no quarto. Liguei a televisão do quarto com um bom volume para nossa filha não ouvir a gritaria que eu achava que ia acontecer e fui direta: "Ontem a noite eu te trai". Arthur olhou para mim com os olhos brilhantes e com um timbre de voz que eu nunca tinha ouvido falou: "Como foi?". Aquela pergunta me desnorteou, ele não estava surpreso e nem puto como eu achava que ficaria e confusa ainda ouvi: "Me conta ..." Acho que dado meu treinamento como professora, passei a explicar todos os detalhes a meu marido, pegando em seu membro, chupando como tinha chupado o outro cacete na noite anterior e virando a bunda para ele como tinha feito com meu amante, só que Arthur completamente alucinado não enfiou a piroca no meu cuzinho como tudo indicava que faria e sim a língua levando-me à estado que sempre fico ao ter o anel excitado, segurei uma de minhas nádegas com uma das mãos permitindo que aquela língua me invadisse , deixando uma das mãos de meu marido livre para se masturbar, enquanto com a outra, eu mesmo manipulava meu grelo. Gozamos como dois loucos. Naquela foda, entendi que meu marido estava adorando ser corno.

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