Presente inesperado parte 2
A surpresa que eu recebi foi uma amiguinha tecnicamente virgem
Conforme combinado eu cheguei em casa tomei um banho e fui para casa do pai da lari, assim que eu cheguei ele me informa que ela já está voltando com a minha surpresa inicialmente eu pensei que fosse algum tipo de presente ou lembrança, dessa vez eu já fui um pouco mais preparado e um pouco antes de chegar eu tinha tomado um azulzinho de um jeito ou de outro eu ia ter uma despedida com ela, enquanto aguardava o pai me ofereceu uma cachaça de Alambique de Minas muito boa então conversamos diversas coisas por um tempo até que chegou a Lari com, uma amiguinha, a Val, segundo ela disse a Val tinha a mesma idade 14, mas ela era o oposto, bem magrinha e toda pequena, um rostinho angelical cabelo cacheado castanho claro, então ela sentaram junto com a gente na mesa a Lari do lado do pai e a Val sentou do meu lado, a Lari já estava toda safada e foi falando muita putaria, e a Val ficando cada vez mais vermelha foi quando a Val disse que já tinha perdido a virgindade com um primo dela, o azulzinho foi fazendo efeito meu pau já tava latejando então por baixo da mesa eu peguei a mãozinha dela e levei para o volume do meu pau duro em cima da calça, de início ela deu uma travada levando um susto, mas em sequência ela mesmo colocou a mão apalpando e sentindo, então eu perguntei:
"seu primo tinha um pau desse tamanho era maior ou menor?"
E ela respondeu
"é do tamanho do seu polegar o meu priminho tinha 8 anos"
A conversa foi fluindo cada vez mais apimentada, e logo a Lari já tomou a iniciativa, levantando e pegando no meu braço e no braço da Val, e já foi levando para o quarto, sem muita cerimônia a Lari foi ajudando a Val a tirar a roupa, e eu já fui tirando a minha e deitando na cama, e o pai sentou em uma poltrona ao lado da cama e ficou assistindo, a Lari pacientemente ensinando a Val, lamber e chupar um pau de verdade.
O tesão de um boquete sem experiência ver algo único só quem já sentiu sabe do que eu estou falando, de início tímido e desajeitado, para uma chupada bem gostosa, e teve momento em que elas estavam revezando enquanto uma chupava a cabeça a outra lambe as bolas e elas trocavam, a Lari então foi na frente e começou a cavalgar começando tímida e logo Começou a pular com selvageria, eu puxei a Val fazendo ela sentar na minha cara então comecei a lamber a sua minúscula bucetinha, era uma delícia ouvir aquele gemidinhos, falando que nunca tinha experimentado algo tão gostoso, e a Lari já emendou logo em sequência:
"você vai ver na hora que sentir esse pauzão entrando dentro de você, nunca mais vai querer sair"
Depois de um tempo então a Lari começou a ajudar ela a se posicionar, e ela foi encaixando devagar entrou só metade do meu pau e ela começou a se mover lentamente, ela mordia o Lábio e fazia uma expressão como se tivesse sentindo algum incômodo, a Lari então abraçou ela por trás, e começou a encorajar ela, as suas mãos massageando seus seios pequenos não passou muito tempo, e aquela expressão foi mudando para uma cara de choro enquanto ela forçava o seu corpo contra o meu pau para conseguir entrar tudo, a Lari fazendo carinho nos seus seios e incentivando ela, a Val vai se movendo devagar com lágrimas escorrendo e uma voz de choro engolido, eu não sou um cara que gosto muito de fazer sentir dor mas o jeito que ela estava fazendo foi me dando cada vez mais tesão e não somente eu estava com muito tesão como o pai da Lari também estava, vendo a amiguinha da filha cavalgando e chorando, ele estava se masturbando num Frenesi, então ela levantou tirando o meu pau a Lari não perdeu tempo e já foi subindo, e a Val voltou a colocar na sua bucetinha na minha cara, após alguns minutos elas trocaram, a Lari enfiou a sua bucetinha na minha cara, e a Val voltou a cavalgada, quando o pau entra quase todo ela volta a chorar e começa a cavalgar um pouco mais forte até finalmente o meu pau entrar totalmente, ela fica um tempinho parada soluçando muito, não somente eu pensei como o pai da Lari também tinha pensado que a Val estava fazendo um teatrinho, mas as lágrimas o soluço era muito difícil de estar atuando, ela ficou se envolvendo mais um pouquinho então trocou com a Lari novamente, a Lari ficou cavalgando por mais alguns minutos enquanto eu lambia enfiava minha língua dentro daquela bucetinha tão pequena e apertada, elas trocaram novamente mas dessa vez a val parecia estar dominada pela Luxúria ela não chegou a cavalgar rápido mas começou a gemer enquanto rebolava e cavalgava lambendo a bucetinha da Lari eu comecei a soltar alguns gemidos com a respiração ofegante, imediatamente a Lari travou as mãos no ombro da Val e começou a falar
" goza dentro dela, deixa ela sentir Esse leitinho gostoso dentro da bucetinha dela"
Poucos segundos eu comecei a gozar e a Val começou a gemer e eu comecei a sentir a sua bucetinha apertando o meu pau e ela teve o seu primeiro orgasmo sentindo a minha porra sendo jorrada no seu útero, o pai da Lari já estava na segunda gozada extremamente excitado de ver a cena das duas me dividindo, a Lari chamou várias vezes o pai para participar mas ele só queria ficar assistindo, acabou caindo de mim e começou a beijar o meu pescoço e foi subindo e começou a me dar beijinhos na bochecha e na boca, logo estávamos beijando de língua, quando a Lari viu o meu pau ainda duro ela olhou para o pai, virou de costas para ele, abriu bem a bunda, e por vontade própria ela Sentou enfiando o meu pau no seu cuzinho, ela olhava para o pai virando a cabeça por cima do ombro, e começou a falar:
"Olha só pai, esse pauzão Grosso arrombando o cuzinho da sua filha e você nunca meteu nele, olha como é gostoso esse pauzão entrando e saindo, ele tá me fazendo me sentir uma mulher de verdade, pai eu acho que sou uma puta, uma vagabunda que gosta de dar para outro enquanto o meu homem assiste"
O pai dela não parava de se masturbar com o pau melado de porra da última gozada ele continuou com os olhos vidrados no meu pau sumindo dentro do cuzinho da filha, no começo ela estava devagar então ela começou a cavalgar com muita vontade, enquanto eu deixo ela brincar à vontade, eu fico passando a mão pelo corpo da Val, então começa apertar a sua bunda, e ela vai soltando gemidinhos enquanto me beija, quando um dedo escorrega para Borda do seu cuzinho, ela dá um pulo saindo de cima de mim dizendo que no cuzinho nem o dedo, mas ela não quis contar o motivo, depois de um tempo ela então se posiciona na minha cara de novo para eu voltar a lamber a sua bucetinha, e eu dou umas escapadas e dou umas lambidinhas no seu cú, e toda vez que minha língua passa em cima do cuzinho dela ela trava não só o cuzinho mas o corpo inteiro, então continua e por um bom tempo a lari cavalga com o cuzinho no meu pau, sentindo que vou gozar mais uma vez, então coloco as duas deitadas na cama, e gozo na cara das duas, elas revezam chupando meu pau e depois uma lambe o rosto da outra.
Olha para o relógio e diz que precisa ir embora urgente, ela Puxa a lari para o banheiro, ela volta com o rosto lavado cabelo preso, coloca a roupa, dá um último beijo de despedida, despede do pai da Lari com um beijo no rosto, e vai embora.
Acompanhou ela até a porta, e depois voltou deitando Na cama junto comigo, perguntando se eu tinha gostado da surpresa, passado mais alguns minutos que ficamos nos beijando e passando a mão um no corpo do outro enquanto o pai assisti.
Então eu também me despeço coloco minhas roupas e vou para casa.
Apesar da vontade gigantesca eu fico com um pouco de receio de bater de novo, mas talvez possa surgir outra oportunidade ou melhor outras, a única coisa que eu me arrependo é de não ter pegado o contato deles.
Espero que tenham gostado de mais essa aventura
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