#Gay #Virgem

Uma tarde de futebol

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Thiago P.

Dois amigos, jogam futebol já com segundas intenções, cerveja, baseado, desculpa perfeita pra se catarem

​Era pelada braba no campinho de terra da vila. Sol quente, mas aceitável; vento leve. Dessa vez, o Furão e o Teco caíram em times opostos — sorte do destino. Furão, moreno de corpo seco e definido, no time das camisas; Teco, negão forte de peito largo, no das sem camisa. Rivalidade antiga: um corinthiano e o outro palmeirense, zoação sem fim.

​Mal o jogo começou e o Furão colou no Teco.

​O negão recebeu a bola no meio-campo. O Furão veio por trás rapidinho, peito colando nas costas, o braço direito envolvendo a cintura para prender o giro. A coxa do Furão encaixou entre as pernas do Teco, e o volume meia-bomba pressionou firme contra a curva da bunda, através do short fino de tactel.

​— Vem, que aqui não passa! — gritou o Furão para o resto do time, a voz firme disfarçando o aperto.

​— Sai, Furão, porra! Joga limpo! — reclamou o Teco. Mas não se afastou. Girou o corpo devagar, prendendo a bola sob o pé enquanto sentia o pau do Furão roçar na sua bunda.

​O Furão riu baixo, o hálito quente na orelha dele:

​— É marcação, caralho. Tenta sair.

​Espalmou a mão na barriga do Teco, os dedos descendo "sem querer" até a base do pau do parceiro por cima do tecido. Teco sentiu o volume do outro crescer contra ele. Para disfarçar o próprio pau, que também começava a inchar e incomodar no short suado, deu uma pegada rápida no meio das pernas, fingindo ajustar o pano.

​O Zé passou correndo na cobertura e gritou, pilhado:

​— Toma a bola dele, Furão! Racha essa porra, não deixa ele girar!

​— Deixa comigo! — responderu o Furão, aproveitando o pretexto da disputa de força para dar uma encoxada mais lenta, movendo o quadril contra o meio da bunda do Teco.

​O ar ficou denso. Teco respirou fundo, o tesão pesado entre os dois. Tentou sair com a bola, mas o Furão não desgrudou, coxa roçando na virilha, volume contra volume.

​Minutos depois, o cenário se inverteu. Furão dominou na lateral e o Teco veio no bote. Agora era o peito largo do Teco esmagando as costas do Furão, a virilha cheia pressionando a bunda do moreno, a mão descendo pela linha do quadril para travar a corrida.

​— Agora é minha vez, Furão… — murmurou o Teco, a voz rouca pelo cansaço e pelo cano alto.

​Encaixou a coxa e empurrou o corpo para a frente, testando o limite. Furão mordeu o lábio e deu uma rebolada sutil, disfarçando o encaixe como se tentasse proteger a posse de bola.

​— Porra, Teco… tá marcando ou vai fazer a falta? — o tom do Furão saiu baixo, carregado.

​Para esconder o latejar da própria meia-bomba, o Furão também deu aquela puxada rápida no short, fingindo desconforto com o suor.

​O Baiano berrou de longe, cobrando o posicionamento:

​— Cruza essa bola, Teco! Larga o individualismo, o cara tá livre na ponta!

​— Prende o jogo, Baiano! — devolveu Teco, sem se afastar um milímetro do corpo do Furão. O pau roçava na bunda do moreno enquanto o suor misturado dos dois escorria quente.

​A tarde seguiu nesse ritmo. Toda vez que se cruzavam, a disputa pela bola virava pretexto: encoxadas, coxas travadas entre pernas, o roçar constante dos volumes meia-bomba que insistiam em crescer, mãos "acidentais" buscando a virilha alheia. Para quem via de fora, era só a intensidade cega da pelada, dois caras disputando cada palmo de terra. Entre os dois, era um pacto silencioso de tesão.

​No final da partida, exaustos e com marcas discretas nos shorts, os olhares se cruzaram no meio do campo. Teco passou colado ao Furão e soltou, quase inaudível:

​— Hoje tu correu pra caralho…

​Furão sorriu de canto, limpando o suor da testa com a camisa:

​— Tu também, Teco. Amanhã tem revanche?

​— No mesmo horário. Afim de colar em casa tomar uma cerva? Tenho baseado também.

​— Demorou.

​Foram para a casa do Furão, que ficava logo ali. Chegando, abriram duas cervejas geladas e sentaram no sofá. O Furão ligou a TV direto no pornô que estava salvo: uma loirinha levando de dois caras bem dotados ao mesmo tempo.

​Os dois já estavam excitados da pelada, mas a cena na tela acelerou tudo. Enquanto bebiam e davam uns tragos no baseado que o Furão enrolou, o volume cresceu de vez dentro do tactel.

​Furão deu um trago longo, passou o baseado e comentou, rindo de canto:

​— Porra, olha a loirinha… aguentando duas tora daquelas. Tu aguentaria uma assim, Teco?

​Teco soltou a fumaça, o pau latejando forte, marcando o tecido do short:

​— Eu? Porra, Furão… tu que é cheio de gracinha. Aposto que tu engolia fácil e pedia mais, seu viadinho disfarçado — zoou de volta, dando risada e apertando a própria rola por cima do pano para ajeitar o espaço.

​— Vai tomar no cu, negão! Olha o tamanho daquilo. Tu que ia chorar pedindo arrego — rebateu o Furão, rindo alto, a mão também apertando o caralho duro, quase rasgando o short.

​O clima mudou de estalo. Furão puxou o short de vez para baixo, revelando o pau grosso, veioso, com a cabeça rosada brilhando de tesão. Teco fez o mesmo, liberando a rola escura, longa e pesada, que pulou chicoteando no ar.

​A brincadeira sumiu. Começaram a se masturbar rápido, um encarando o do outro. Furão quebrou a distância primeiro: ajoelhou, segurou a base do Teco e enfiou a boca, chupando sôfrego, descendo até engolir metade. Teco enterrou os dedos no cabelo dele e empurrou devagar, fazendo o Furão engasgar quando a ponta bateu no fundo da garganta.

​— Isso… engole tudo, Furão — gemeu o Teco, a bacia movendo de leve.

​Furão tossiu, a saliva escorrendo pelo canto dos lábios, mas continuou mamando com fome, os olhos lacrimejando pelo esforço.

​Inverteram a posição no impulso. Teco puxou o Furão para sentar no sofá e dominou o espaço entre as pernas dele. Abocanhou o pau grosso do moreno, descendo de uma vez, sentindo o baque na garganta. O cuspe corria pelo queixo, os olhos vermelhos pelo baseado, mas o ritmo era bruto — subia e descia rápido, alternando entre as bolas e o corpo da rola.

​— Porra, Teco… tu mama bem pra caralho — desabafou o Furão, a mão firme na nuca do negão.

​O tesão transbordou e os dois se atracaram na boca pela primeira vez — um beijo violento, dentes batendo, línguas se enrolando com o gosto de cerveja, fumaça e saliva.

​No meio do beijo, Furão virou o Teco de lado no sofá. Encharcou a mão de cuspe, besuntou o próprio pau e a entrada do negão. Pressionou a cabeça contra o cu do Teco e empurrou com o peso do corpo. O Teco travou os dentes, soltando um gemido abafado quando a carne cedeu, esticando ao máximo.

​— Caralho… vai manhoso, Furão… tá largo pra porra — pediu o Teco, a voz sumindo.

​Furão travou as mãos na cintura dele e afundou mais, centímetro por centímetro, até colar os pelos pubianos na bunda do negão. Começou as estocadas devagar, pegando o ritmo, até o saco começar a bater estalado na pele escura. O Teco gemia alto, os dedos cravados no estofado.

​A pressão era tanta que o Teco não aguentou o rebote: o próprio pau, roçando livre no sofá enquanto era comido, latejou e disparou o primeiro gozo, sujando o tecido de jatos brancos.

​— Porra, já foi? — instigou Furão, acelerando o curso. Com o Teco ainda pulsando, o Furão deu três estocadas violentas e descarregou o leite quente bem fundo dentro do cu dele, tremendo as pernas e desabando com o peito nas costas do parceiro.

​Ficaram lerdos por uns minutos, dividindo o resto da cerveja e reacesando o baseado. O entorpecimento da maconha misturado com o cansaço do futebol deixou o corpo deles dormente, mas o tesão voltou em seguida, mais arrastado e bruto.

​Dessa vez, Teco cobrou a dívida. Puxou o Furão de quatro no sofá, lubrificou tudo com o resto da cerveja e cuspe, e jogou a rola para dentro de uma vez. Furão soltou um grito agudo, os olhos marejando com o impacto seco que abriu seu caminho.

​— Ai, porra… vai quebrar, Teco… vai devagar — implorou o Furão, a voz falhando.

​Teco ignorou, segurou firme nos ombros do moreno e começou a meter ritmado, trazendo o corpo do Furão contra o seu a cada golpe. O sofá rangia alto acompanhando o impacto. O Furão, entregue ao ritmo, começou a rebolar para trás, engolindo a rola toda enquanto o próprio pau, já ereto de novo e babando pré-gozo, roçava no estofado.

​Teco puxou o pescoço do Furão para trás, mordendo a orelha dele enquanto a foda subia de tom. O ritmo ficou frenético. Teco gemeu rouco, sentindo o cu do Furão prender seu pau com força, e gozou a segunda remessa lá dentro, inundando o moreno. No mesmo segundo, sem nem precisar de toque, o Furão teve um orgasmo por espasmo — o sêmen jorrou alto, cruzando o ar e sujando o próprio peito.

​Os dois despencaram largados no sofá, o suor misturado colando a pele, os paus semiduros e melados de secreção, a respiração pesada cortando o silêncio da sala.

​Teco limpou o canto da boca, ainda ofegante, olhando para a TV:

​— Porra… tu aguentou mais que a loirinha do filme, hein Furão.

​Furão soltou uma risada fraca, os olhos pesados da maconha, limpando o peito com a mão:

​— Tu também, negão… Amanhã tem jogo. E depois, tem revanche aqui.

​— Demorou pra caralho.

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