Uma tarde de futebol
Dois amigos, jogam futebol já com segundas intenções, cerveja, baseado, desculpa perfeita pra se catarem
Era pelada braba no campinho de terra da vila. Sol quente, mas aceitável; vento leve. Dessa vez, o Furão e o Teco caíram em times opostos — sorte do destino. Furão, moreno de corpo seco e definido, no time das camisas; Teco, negão forte de peito largo, no das sem camisa. Rivalidade antiga: um corinthiano e o outro palmeirense, zoação sem fim.
Mal o jogo começou e o Furão colou no Teco.
O negão recebeu a bola no meio-campo. O Furão veio por trás rapidinho, peito colando nas costas, o braço direito envolvendo a cintura para prender o giro. A coxa do Furão encaixou entre as pernas do Teco, e o volume meia-bomba pressionou firme contra a curva da bunda, através do short fino de tactel.
— Vem, que aqui não passa! — gritou o Furão para o resto do time, a voz firme disfarçando o aperto.
— Sai, Furão, porra! Joga limpo! — reclamou o Teco. Mas não se afastou. Girou o corpo devagar, prendendo a bola sob o pé enquanto sentia o pau do Furão roçar na sua bunda.
O Furão riu baixo, o hálito quente na orelha dele:
— É marcação, caralho. Tenta sair.
Espalmou a mão na barriga do Teco, os dedos descendo "sem querer" até a base do pau do parceiro por cima do tecido. Teco sentiu o volume do outro crescer contra ele. Para disfarçar o próprio pau, que também começava a inchar e incomodar no short suado, deu uma pegada rápida no meio das pernas, fingindo ajustar o pano.
O Zé passou correndo na cobertura e gritou, pilhado:
— Toma a bola dele, Furão! Racha essa porra, não deixa ele girar!
— Deixa comigo! — responderu o Furão, aproveitando o pretexto da disputa de força para dar uma encoxada mais lenta, movendo o quadril contra o meio da bunda do Teco.
O ar ficou denso. Teco respirou fundo, o tesão pesado entre os dois. Tentou sair com a bola, mas o Furão não desgrudou, coxa roçando na virilha, volume contra volume.
Minutos depois, o cenário se inverteu. Furão dominou na lateral e o Teco veio no bote. Agora era o peito largo do Teco esmagando as costas do Furão, a virilha cheia pressionando a bunda do moreno, a mão descendo pela linha do quadril para travar a corrida.
— Agora é minha vez, Furão… — murmurou o Teco, a voz rouca pelo cansaço e pelo cano alto.
Encaixou a coxa e empurrou o corpo para a frente, testando o limite. Furão mordeu o lábio e deu uma rebolada sutil, disfarçando o encaixe como se tentasse proteger a posse de bola.
— Porra, Teco… tá marcando ou vai fazer a falta? — o tom do Furão saiu baixo, carregado.
Para esconder o latejar da própria meia-bomba, o Furão também deu aquela puxada rápida no short, fingindo desconforto com o suor.
O Baiano berrou de longe, cobrando o posicionamento:
— Cruza essa bola, Teco! Larga o individualismo, o cara tá livre na ponta!
— Prende o jogo, Baiano! — devolveu Teco, sem se afastar um milímetro do corpo do Furão. O pau roçava na bunda do moreno enquanto o suor misturado dos dois escorria quente.
A tarde seguiu nesse ritmo. Toda vez que se cruzavam, a disputa pela bola virava pretexto: encoxadas, coxas travadas entre pernas, o roçar constante dos volumes meia-bomba que insistiam em crescer, mãos "acidentais" buscando a virilha alheia. Para quem via de fora, era só a intensidade cega da pelada, dois caras disputando cada palmo de terra. Entre os dois, era um pacto silencioso de tesão.
No final da partida, exaustos e com marcas discretas nos shorts, os olhares se cruzaram no meio do campo. Teco passou colado ao Furão e soltou, quase inaudível:
— Hoje tu correu pra caralho…
Furão sorriu de canto, limpando o suor da testa com a camisa:
— Tu também, Teco. Amanhã tem revanche?
— No mesmo horário. Afim de colar em casa tomar uma cerva? Tenho baseado também.
— Demorou.
Foram para a casa do Furão, que ficava logo ali. Chegando, abriram duas cervejas geladas e sentaram no sofá. O Furão ligou a TV direto no pornô que estava salvo: uma loirinha levando de dois caras bem dotados ao mesmo tempo.
Os dois já estavam excitados da pelada, mas a cena na tela acelerou tudo. Enquanto bebiam e davam uns tragos no baseado que o Furão enrolou, o volume cresceu de vez dentro do tactel.
Furão deu um trago longo, passou o baseado e comentou, rindo de canto:
— Porra, olha a loirinha… aguentando duas tora daquelas. Tu aguentaria uma assim, Teco?
Teco soltou a fumaça, o pau latejando forte, marcando o tecido do short:
— Eu? Porra, Furão… tu que é cheio de gracinha. Aposto que tu engolia fácil e pedia mais, seu viadinho disfarçado — zoou de volta, dando risada e apertando a própria rola por cima do pano para ajeitar o espaço.
— Vai tomar no cu, negão! Olha o tamanho daquilo. Tu que ia chorar pedindo arrego — rebateu o Furão, rindo alto, a mão também apertando o caralho duro, quase rasgando o short.
O clima mudou de estalo. Furão puxou o short de vez para baixo, revelando o pau grosso, veioso, com a cabeça rosada brilhando de tesão. Teco fez o mesmo, liberando a rola escura, longa e pesada, que pulou chicoteando no ar.
A brincadeira sumiu. Começaram a se masturbar rápido, um encarando o do outro. Furão quebrou a distância primeiro: ajoelhou, segurou a base do Teco e enfiou a boca, chupando sôfrego, descendo até engolir metade. Teco enterrou os dedos no cabelo dele e empurrou devagar, fazendo o Furão engasgar quando a ponta bateu no fundo da garganta.
— Isso… engole tudo, Furão — gemeu o Teco, a bacia movendo de leve.
Furão tossiu, a saliva escorrendo pelo canto dos lábios, mas continuou mamando com fome, os olhos lacrimejando pelo esforço.
Inverteram a posição no impulso. Teco puxou o Furão para sentar no sofá e dominou o espaço entre as pernas dele. Abocanhou o pau grosso do moreno, descendo de uma vez, sentindo o baque na garganta. O cuspe corria pelo queixo, os olhos vermelhos pelo baseado, mas o ritmo era bruto — subia e descia rápido, alternando entre as bolas e o corpo da rola.
— Porra, Teco… tu mama bem pra caralho — desabafou o Furão, a mão firme na nuca do negão.
O tesão transbordou e os dois se atracaram na boca pela primeira vez — um beijo violento, dentes batendo, línguas se enrolando com o gosto de cerveja, fumaça e saliva.
No meio do beijo, Furão virou o Teco de lado no sofá. Encharcou a mão de cuspe, besuntou o próprio pau e a entrada do negão. Pressionou a cabeça contra o cu do Teco e empurrou com o peso do corpo. O Teco travou os dentes, soltando um gemido abafado quando a carne cedeu, esticando ao máximo.
— Caralho… vai manhoso, Furão… tá largo pra porra — pediu o Teco, a voz sumindo.
Furão travou as mãos na cintura dele e afundou mais, centímetro por centímetro, até colar os pelos pubianos na bunda do negão. Começou as estocadas devagar, pegando o ritmo, até o saco começar a bater estalado na pele escura. O Teco gemia alto, os dedos cravados no estofado.
A pressão era tanta que o Teco não aguentou o rebote: o próprio pau, roçando livre no sofá enquanto era comido, latejou e disparou o primeiro gozo, sujando o tecido de jatos brancos.
— Porra, já foi? — instigou Furão, acelerando o curso. Com o Teco ainda pulsando, o Furão deu três estocadas violentas e descarregou o leite quente bem fundo dentro do cu dele, tremendo as pernas e desabando com o peito nas costas do parceiro.
Ficaram lerdos por uns minutos, dividindo o resto da cerveja e reacesando o baseado. O entorpecimento da maconha misturado com o cansaço do futebol deixou o corpo deles dormente, mas o tesão voltou em seguida, mais arrastado e bruto.
Dessa vez, Teco cobrou a dívida. Puxou o Furão de quatro no sofá, lubrificou tudo com o resto da cerveja e cuspe, e jogou a rola para dentro de uma vez. Furão soltou um grito agudo, os olhos marejando com o impacto seco que abriu seu caminho.
— Ai, porra… vai quebrar, Teco… vai devagar — implorou o Furão, a voz falhando.
Teco ignorou, segurou firme nos ombros do moreno e começou a meter ritmado, trazendo o corpo do Furão contra o seu a cada golpe. O sofá rangia alto acompanhando o impacto. O Furão, entregue ao ritmo, começou a rebolar para trás, engolindo a rola toda enquanto o próprio pau, já ereto de novo e babando pré-gozo, roçava no estofado.
Teco puxou o pescoço do Furão para trás, mordendo a orelha dele enquanto a foda subia de tom. O ritmo ficou frenético. Teco gemeu rouco, sentindo o cu do Furão prender seu pau com força, e gozou a segunda remessa lá dentro, inundando o moreno. No mesmo segundo, sem nem precisar de toque, o Furão teve um orgasmo por espasmo — o sêmen jorrou alto, cruzando o ar e sujando o próprio peito.
Os dois despencaram largados no sofá, o suor misturado colando a pele, os paus semiduros e melados de secreção, a respiração pesada cortando o silêncio da sala.
Teco limpou o canto da boca, ainda ofegante, olhando para a TV:
— Porra… tu aguentou mais que a loirinha do filme, hein Furão.
Furão soltou uma risada fraca, os olhos pesados da maconha, limpando o peito com a mão:
— Tu também, negão… Amanhã tem jogo. E depois, tem revanche aqui.
— Demorou pra caralho.
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