#Gay #Sado #Teen

Aprende a Obedecer - 2

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Twinkstein

De lingerie e salto, Vinicius vira o brinquedo de Ricardo. Ordens frias, mordaça e sexo oral brutal o afundam de vez na obsessão e submissão.

Depois de ontem, quase não consegui dormir.

A voz grave, a beleza bruta, a força daquela dominância e o cheiro denso dele ficaram rodando pela minha cabeça sem hora para sair. O cansaço valeu a pena só para reviver cada detalhe no escuro do meu quarto.

Como Ricardo havia ordenado, cheguei mais cedo ao café na manhã seguinte. Logo na entrada, um motoqueiro encostado na vitrine me chamou.
— Vinicius?
— Sim, eu mesmo.
— Entrega pra você.

Fiquei confuso. Esperava que Ricardo aparecesse. Peguei a sacola enorme, entrei no café e abri. O bilhete no topo foi a primeira coisa que vi:
“É para usar todos os dias, inclusive hoje.”

No fundo da sacola, havia uma coleção impecável de peças de lingerie preta, meias-calças e três pares de salto alto. Meu rosto ferveu na hora. Meu coração acelerou. Fui direto ao banheiro e vesti um conjunto de calcinha e meias rendadas. Só não calcei os saltos por estar no meio do expediente. O atrito sutil da renda contra a minha pele serviu para me lembrar, o dia inteiro, a quem eu pertencia.

O tempo se arrastou. A cada vez que a porta do café abria, meu estômago dava um salto.

Até que deu 18:30. A porta se abriu de vez.
Ricardo. O terno levemente amassado, a camisa sem gravata, o rosto cansado e levemente oleoso de um dia inteiro de trabalho. Ele jogou a bituca do cigarro na rua e caminhou até o balcão.
— Cappuccino, água e um pão de queijo.

Ele virou as costas antes que eu pudesse responder. Nunca me senti tão excitado com tamanha indiferença. Levei o pedido, ele pagou e voltou a me ignorar. Como sempre, foi o último a ficar no salão. Mas, dessa vez, quando fui fechar as portas depois de recolher sua louça suja, ele estava parado, me esperando.

— Demorou. — Ele falou, baixo e sem pressa, antes de me jogar as chaves.
Apanhei no ar. O recado estava dado.

Fui para o banco do motorista enquanto ele se largava no banco de trás. O carro inteiro foi instantaneamente engolido pelo cheiro dele. Aquele cheiro espesso de macho, suor, couro e fumaça que quase me fazia querer soltar o volante e rastejar para o banco de trás para beijar os pés dele de novo. Dirigi guiado pelo GPS até a casa dele.

Estacionei na garagem e desliguei o motor.
— Tira a roupa e bota o sapato. — A voz dele cortou o silêncio do carro. Ele abriu a porta e saiu, sem sequer olhar para trás para conferir se eu obedeceria.

No escuro da garagem, tirei minhas roupas até ficar apenas de lingerie. Peguei um dos pares de salto alto preto que ele me deu e calcei. Assim que saí do carro, senti o peso psicológico daquela ordem. Os saltos dificultavam até o meu jeito de andar. Cada passo me deixava instável, inseguro e lento. Eu estava exposto. Vulnerável.

Entrei na casa. Estava mais bagunçada do que ontem. Pratos com restos de comida espalhados, roupas jogadas pelos cantos e uma pilha de sapatos ao lado da porta que exalava o cheiro denso e perfeito do dono. Deixei minhas coisas num canto e caminhei com dificuldade até a sala.

Ricardo já estava esparramado no sofá, as pernas abertas como se estivesse em um trono. O volume na calça dele estava inegavelmente maior.
Ele ficou me olhando por alguns segundos. Sem pressa. Sem expressão. Só me analisando de cima abaixo, vendo minhas pernas tremerem pelo esforço de me equilibrar naqueles saltos usando apenas roupas íntimas femininas.

Meu rosto queimava.
Ele tragou o cigarro devagar, soltou a fumaça e quebrou o silêncio:
— Melhorou.

Meu estômago revirou inteiro só com aquela palavra. Tentei agradecer, mas ele tirou uma mordaça de bola de borracha da cueca.
— Ajoelha.

Desabei no chão, sentindo um alívio imediato nas pernas. Ele se curvou, passou as tiras de couro ao redor da minha cabeça e prendeu a bola na minha boca com força.
— Não quero escutar sua voz hoje. Deixei cozinhando na minha cueca o dia inteiro pra você.

O gosto daquela borracha era alucinante. Um misto concentrado de suor espesso, mijo seco e pré-gozo masculino. Fechei os olhos. Parecia que eu conseguia sentir cada gota de suor que escorreu por dentro daquela calça o dia todo.

— Tá uma zona. Limpa tudo. — Ele ordenou, recostando-se no sofá.

Levantei e comecei a arrumar a casa. De lingerie, salto alto e amordaçado. A cada roupa suja que eu recolhia — cuecas com manchas amareladas, meias endurecidas —, o cheiro impregnava meu nariz. A minha vontade era enfiar o rosto naqueles tecidos e nunca mais tirar.

Fui para a cozinha e preparei o jantar dele rápido.
— Tá demorando. — A voz grave e calma soou da sala, enviando um calafrio pela minha espinha.

Corri de volta, equilibrando-me nos saltos, e entreguei o prato. Ele apoiou a comida na mesinha de centro.
— Tira minha calça. — Ele ergueu levemente o quadril.

Deslizei o tecido grosso pelas pernas dele com o coração na boca. A visão daquela cueca branca me prendeu. Estava úmida, manchada de porra velha e mijo bem em cima de um volume imenso.
Agradeci internamente quando ele ordenou que eu ajoelhasse de novo; meus pés latejavam de dor.

Ricardo puxou um par de algemas de debaixo da almofada. Puxou meus braços para trás com brutalidade e trancou meus pulsos. Completamente rendido. logo tirou minha mordaça.
— Limpa meu saco.

Eu não precisava de mais nada na vida. Avancei e encostei o rosto no tecido encardido da cueca. Lamber o suor filtrado pelo algodão, sentir o gosto forte e salgado da virilha dele, era um banquete.
Ele jogou as pernas pesadas por cima dos meus ombros, fechando-as ao redor da minha cabeça. Fiquei esmagado contra a pica dele. O peso era esmagador, o oxigênio faltava, mas o calor dele me inebriava.

Minha língua começou a pesar. O cansaço físico me fez diminuir a velocidade.
Ele apertou as pernas ao redor do meu pescoço. Senti o estalo de um tapa forte no meu rosto.
— Eu não mandei parar.

Acelerei imediatamente, o cérebro desligado de qualquer dignidade. Assim que ele terminou de comer, empurrou o prato. Desceu as pernas dos meus ombros, agarrou meu cabelo com força e puxou a cueca para baixo.
Dezoito centímetros roçaram no meu nariz. Grossa, as veias saltadas e a ponta perigosamente brilhante. O cheiro subiu como um soco: suor cru de três dias sem banho e puro feromônio. Um cheiro sujo, absoluto, que mandava um único comando para o meu sistema nervoso: sirva.

Ele segurou meu rosto pelos cabelos, obrigando meus olhos a encontrarem os dele.
— Abre a boca.

Meu corpo inteiro arrepiou. Obedeci sem pensar, os lábios se separando instantaneamente.
Ricardo soltou uma risada baixa pelo nariz, satisfeito demais com a facilidade com que eu me rendia. E aquilo me destruiu por dentro. A vergonha, o medo de decepcionar, a submissão total.

Ele guiou a pica inteira para dentro da minha boca. O gosto cru e almiscarado invadiu minhas papilas. Ele ditava o ritmo com as mãos, empurrando e puxando, fodendo a minha garganta enquanto, com a mão livre, acendia outro cigarro. Ele não tinha pena. Minha respiração falhava, eu engasgava no volume dele, e ele continuava, impiedoso.

Ele afundou a pica de vez. A ponta atravessou minha garganta. Meus olhos lacrimejaram no mesmo segundo, meu nariz escorreu, o ar foi totalmente cortado. Meu corpo tentou lutar pelo instinto de sobrevivência, engasgando violentamente.
Ricardo prendeu minha cabeça com as pernas grossas.

— Engole quieta, puta. Chora demais. — Ele deu um tapa na minha cabeça, me mantendo sufocado.

Fiquei assim por quase meio minuto, asfixiado, o rosto prensado nos pentelhos suados dele, tragando apenas o cheiro de macho dominante. A dor e o prazer se fundiram.
Ele voltou a focar na minha boca, rápido e bruto. A mão puxou meu cabelo para trás com ignorância.

— Engole tudo.

O corpo dele travou. Não tive tempo de me preparar. Senti o primeiro jato quente, grosso e salgado explodir direto na minha garganta. A quantidade era absurda. Ele estava inseminando meu estômago. Eu estava sem ar, engasgando no próprio gozo dele, os braços algemados esticando atrás das costas, mas forcei minha garganta a descer cada gota.

— Isso... — Ele soltou um gemido rouco, grave e arrastado.

Quando ele finalmente recuou, eu desabei para trás. Puxei o ar com desespero, tossindo até os pulmões arderem. Meu rosto estava roxo.
— Para de reclamar. — Ele destrancou as algemas com indiferença e me deu um tapa fraco na bochecha, só para me trazer de volta à realidade. — Agradece.

Rastejei até os pés dele. Pés grandes, calosos, com os dedos suados exalando aquele chulé forte e inebriante. Colei os lábios ali, beijando e adorando a pele dele enquanto ainda tossia.
— Obrigado... cof, cof... senhor... — murmurei, submisso e patético.

Ricardo pegou o celular.
— Teu carro de aplicativo chegou. Se não quiser descer assim pra rua, é melhor ir se vestir.

Levantei trêmulo, a mente girando, e corri para vestir minhas roupas por cima da lingerie úmida.

Já na porta, com a mão na maçaneta fria, ouvi a voz dele atrás de mim.
— Amanhã você dorme aqui. E traz menos roupa.

Parei imediatamente. Olhei por cima do ombro. Ricardo continuava sentado no sofá, o cigarro na boca, mexendo no celular como se tivesse comentado sobre o clima.
— E aprende a ficar bonito de salto.

Saí daquela casa com as pernas bambas, ofegante. O cheiro da porra dele ainda impregnado na minha boca.
E pela primeira vez...
o meu apartamento parecia pequeno demais longe dele.

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Historia e personagens fictícios

Espero que tenha gostado, se gostou me avisa aqui nos comentários porquê pretendo estender essa historia rsrs

E se você é um dominador de São Paulo com as mesmas atitudes do Ricardo me chama

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até a próxima!

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Luiz: Eu amei seu conto

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic