A Sociedade do Cuzinho: Relaxando o treinador e o astro
Marcelo sabia que tinha algo de diferente em Jairo, mas não imaginava que a arma secreta estava na arquibancada.
Cinco dias se passaram. Cinco dias de uma nova e torturante rotina. Meu corpo, já tão familiar em seu desconforto, agora carregava memórias musculares de violação e submissão. As tardes na casa de Jairo não eram mais sobre trabalhos de História — eu os fazia rapidamente, com medo, enquanto ele assistia a vídeos de jogadas de basquete ou simplesmente me observava. Eram sobre o "alongamento" pós-aula. Suas mãos ásperas me dobrando, posicionando, sua piroca colossal reivindicando meu "cuzinho rosado" até que ele estivesse satisfeito, sempre com aqueles beijos brutais que me roubavam o ar e qualquer resquício de resistência. Eu estava aprendendo a gostar da dor, da plenitude, do gosto dele na minha boca. O medo inicial se transformara em uma obsessão doentia, uma necessidade suja que me envergonhava ao amanhecer e me consumia ao entardecer.
Era sábado. O ginásio da escola estava abafado, reverberando com o eco de tênis rangendo na madeira, a bola quicando e os gritos esporádicos da pequena plateia. O ar cheirava a suor, borracha quente e pipoca barata. Eu me escondera num dos últimos degraus das arquibancadas, vestindo um moletom enorme que tentava, em vão, esconder a curvatura dos meus seios e o volume dos meus quadris. Meu coração palpitava num ritmo descompassado.
Lá embaixo, em meio ao caos do jogo, Jairo era um deus. Não usava a regata do time, mas uma camiseta sem manga que colava em seu torso suado, delineando cada músculo abdominal, cada cordão do pescoço. Seus dreads estavam presos para trás. Ele se movia com uma graça feroz, poderosa. Um drible rápido, um corpo a corpo intimidante, um arremesso de três pontos que fazia a rede chiar. Cada vez que ele fazia uma cesta, seu olhar, implacável, varria as arquibancadas até me encontrar. Não era um olhar casual. Era uma afirmação. Um "estou te vendo". Um "isso é para você".
Durante um lance próximo à lateral, ele travou uma disputa física com um adversário. Empurrões, braços entrelaçados. E seus olhos, por um instante, se desviaram do jogo e prenderam os meus. Ele sorriu, um sorriso breve, lascivo, cheio de promessas obscenas, antes de se virar e roubar a bola com uma violência elegante. Meu estômago deu um nó. Era um jogo dentro do jogo. Uma sedução pública e cruel. Eu me sentia exposto, mesmo no meio da multidão. Cada olhar dele era um toque fantasma, uma lembrança das suas mãos em mim.
No intervalo, o placar estava apertado. Os jogadores, ofegantes e brilhantes de suor, começaram a se encaminhar para os vestiários. Meus olhos, como um imã, seguiram Jairo enquanto ele desaparecia pelo túnel. A agitação no ginásio diminuiu para um murmúrio. Foi quando um menino mais novo, um dos auxiliares do time, se aproximou hesitante das arquibancadas.
"Ei, você... " ele sussurrou, parecendo constrangido. "O treinador Marcelo quer te ver. No vestiário. Agora."
O sangue gelou nas minhas veias. Treinador Marcelo. Um homem que era mais lenda do que pessoa. Ex-jogador profissional, 2,10m de puro músculo e autoridade. Eu o via às vezes dando ordens com uma voz que ecoava como um trovão, seu corpo imenso pairando sobre os jogadores. Por que ele me queria? Uma suspeita doentia começou a se formar, alimentada pelas experiências da última semana.
"T-tem certeza?" minha voz saiu como um chiado.
"Ele mandou chamar. É melhor você ir."
Com as pernas de gelatina, desci as arquibancadas e segui o garoto pelo corredor frio e iluminado por lâmpadas fluorescentes que levava aos vestiários. O som de vozes, risadas e chuveiros já podia ser ouvido. O auxiliar parou diante de uma porta de madeira escura, com uma placa de "ARQUIBANCADA TÉCNICA - ACESSO RESTRITO".
"É ali," ele disse, evitando meu olhar, antes de se virar e correr de volta.
Eu respirei fundo, um ar que cheirava a mofo e desinfetante forte, e empurrei a porta. O que vi me paralisou.
Era uma sala de armazenamento, apertada, cheia de bolas, cones e equipamentos de ginástica empilhados. E no centro, como um colosso em meio ao caos, estava o Treinador Marcelo. Ele estava de pé, apenas de calção de basquete, o torso nu. Era como escalar uma montanha de carne e veias. Seus músculos eram tão definidos que pareciam esculpidos em carvalho. Uma mata de pelos negros cobria seu peito e descia em uma linha grossa até a cintura do calção. Seu rosto era angular, severo, com uma barba por fazer que acentuava a mandíbula quadrada. Ele estava me olhando com uma expressão inscrutável.
"Fecha a porta," a voz dele ecoou na sala pequena, não alto, mas com uma vibração grave que fazia o ar tremer.
Eu obedeci, o clique da tranca soando como uma sentença.
"Jairo," ele disse, o nome saindo como um fato. "O garoto-problema. Ele tem um novo passatempo. Você." Seus olhos, de um cinza gelado, percorreram meu corpo envolto no moletom com um desdém científico. "Parece macio. Frágil. O tipo que ele gosta de quebrar."
Eu não conseguia falar. Meu queixo tremia.
"Ele fica te olhando o jogo todo. Como um cachorro com um osso novo. Isso atrapalha o foco dele. Atrapalha o meu time." Ele deu um passo à frente, reduzindo a distância entre nós. A altura dele era aterrorizante. Eu tinha que inclinar a cabeça para trás para manter o contato visual. "Preciso lembrá-lo de quem manda aqui. E você vai ajudar."
Antes que eu pudesse processar, suas mãos, do tamanho de pratos, agarraram a gola do meu moletom e rasgaram o zíper para baixo com um único puxão brutal. O tecido se abriu, expondo meu peito gordinho e pálido sob uma camiseta fina. Um gemido de pânico escapou de mim.
"Quieto," ele ordenou, e o tom era tão final, tão carregado de autoridade incontestável, que meu protesto morreu na garganta.
Ele não perdeu tempo com preliminares. Seu calção foi abaixado num movimento fluido, e o que surgiu de dentro fez meu cérebro parar de funcionar por um segundo. Jairo era grande. Isso era uma aberração da natureza. Uma piroca que mais parecia um pedaço de toro, grossa além de qualquer medida razoável, com uma cabeça arredondada e roxa do tamanho de um punho pequeno. Os 30 centímetros de comprimento pareciam uma subestimação. A espessura, monstruosa. Era a ferramenta de um titã, não de um homem.
"De quatro. Agora," a ordem saiu como um trovão abafado.
Chorando silenciosamente, minhas pernas cedendo, eu me virei e me ajoelhei no chão de concreto frio, entre caixas de bolas. Meu moletom e minha calça foram puxados para baixo dos meus quadris num movimento brusco. Eu estava exposto, trêmulo, meu cu ainda lembrando vagamente da sessão de "alongamento" da noite anterior com Jairo.
Não houve beijo, nem saliva, nem qualquer tentativa de preparação. Apenas a pressão fria e esmagadora da cabeça colossal dele contra meu anel muscular. Ele não empurrou. Ele avançou. Como um aríete.
A dor foi tão intensa que minha visão escureceu nas bordas. Um grito rouco e animal foi arrancado dos meus pulmões, abafado pelo ruído dos equipamentos ao redor. Era como ser empalado por um poste de luz. Eu senti cada centímetro daquela monstruosidade me abrindo, rasgando, redefinindo meus limites internos com uma violência industrial. Meu corpo tentou se contrair, repelir a invasão, mas ele era uma força da natureza. Suas mãos enormes se prenderam aos meus quadris, segurando-me no lugar como uma pinça, enquanto ele se enterrava até o talo com um grunhido profundo de esforço.
"Caralho... apertado mesmo," ele respirou, sua voz rouca de concentração. "O garoto tem bom gosto."
E então ele começou a se mover. Não era uma transa; era um ato de demolição. Cada bombada era um terremoto no meu corpo frágil. O som era obsceno: o impacto úmido de sua carne contra a minha, o rangido do equipamento ao redor sendo sacudido, meus gemidos abafados e chorosos. Ele não procurava meu prazer, apenas a sua própria descarga e a afirmação de poder. Suas mãos grandes percorriam minhas costas, apertando a gordura dos meus flancos, beliscando a pele pálida.
"Vai contar pro seu namoradinho?" ele rosnou, sua respiração quente na minha nuca. "Vai dizer que o treinador te arrebentou melhor?"
Eu não conseguia responder. O mundo se reduzia à dor dilacerante e à pressão insana dentro da minha barriga. Eu podia sentir o formato daquela coisa dentro de mim, preenchendo cada espaço, cada dobra.
Seu ritmo se tornou mais irregular, mais frenético. Ele estava chegando lá. Com um último ronco gutural, ele enterrou-se até as bolas e congelou. Um tremor percorreu seu corpo imenso. E então eu senti. Senti a inundação. Foi como um tanque sendo aberto. Jatos quentes, poderosos e intermináveis de sêmen jorraram dentro de mim, preenchendo-me com uma quantidade que parecia impossível. Era uma leitada de cavalo, abundante, quente, marcando minhas entranhas como propriedade dele. Cada pulsação daquela monstruosidade era uma enchente nova.
Quando a última contração passou, ele simplesmente se retirou, com um som úmido e sujo. A súbita ausência foi quase tão chocante quanto a invasão. Um fluxo imediato e copioso de seu sêmen branco e espesso começou a escorrer pelas minhas coxas, pingando no chão de concreto e formando uma poça.
Ele puxou o calção para cima, olhando para mim como se eu fosse um equipamento que ele acabara de usar. Sem uma palavra, sem um olhar para trás, ele abriu a porta e saiu, deixando-a entreaberta. O som do jogo distante e dos gritos do vestiário principal invadiu a sala.
Eu permaneci de quatro, destruído, meu corpo tremendo incontrolavelmente, meu cu aberto como um buraco de mina, escorrendo a porra do colosso. A dor era latejante, profunda. A humilhação, completa. E no meio daquele turbilhão, uma pequena, doente parte de mim registrou o calor do sêmen dentro de mim, a marca de um homem ainda mais poderoso que Jairo.
Não sei quanto tempo se passou. Talvez minutos. Até que a porta se abriu completamente, e Jairo entrou.
Ele estava suado da partida, a camiseta sem manga molhada e colada ao peito. Seu rosto, antes focado e agressivo no jogo, estava uma máscara de fúria silenciosa. Seus olhos escuros, que antes me seduziam das arquibancadas, agora queimavam com um ciúme negro e possessivo. Ele olhou para mim, de quatro no chão, com as calças abaixadas, o cu escancarado e pingando o sêmen branco e abundante do treinador. O cheiro de sexo e conquista era pesado no ar.
Ele fechou a porta com um pé e trancou. Seus passos foram lentos, deliberados, até ele ficar de pé atrás de mim. Eu senti seus dedos, não tão ásperos quanto os do treinador, mas igualmente fortes, passarem pela minha nádega, coletando um pouco do sêmen que escorria.
"O Marcelo," ele disse, a voz um sussurro carregado de perigo. "O grandão achou que podia brincar com o meu brinquedo."
Eu tremi, incapaz de responder.
"Ele te comeu bem, né? Encheu esse cuzinho lindo de leite." A voz dele era estranhamente suave, mas a raiva estava lá, sob a superfície. Eu ouvi o som do zíper dele sendo aberto. "Agora é a minha vez."
Desta vez, não houve dor ao entrar. Eu estava tão aberto, tão lubrificado com o sêmen do treinador, que sua piroca grossa, que antes me parecia enorme, deslizou para dentro com uma facilidade obscena e deprimente. Um gemido baixo escapou de mim — de alívio? De vergonha? Ele se encaixou completamente, seus quadris colando-se às minhas nádegas, e ficou parado por um momento, sua respiração ofegante contra minhas costas.
"Sente," ele sussurrou, sua voz um rosnado próximo ao meu ouvido. "Sente a porra dele dentro de você. E agora sente a minha rola, batendo nela, misturando com ela."
Ele começou a se mover, devagar, profundamente. Cada movimento era uma reivindicação. Suas mãos agarravam meus quadris, seus dedos se enterrando na minha carne macia. Ele não estava com a fúria animal do treinador; havia uma intensidade diferente, uma posse focada.
"Ele te olhou como eu te olho?" ele perguntou, sua voz saindo entre os dentes cerrados. "Ele te beijou enquanto te fodia?"
Eu sacudi a cabeça, enterrando o rosto no meu braço.
"Bom," ele murmurou. "Porque isso é meu. Esse beijo é meu." Ele puxou meu cabelo, forçando minha cabeça para trás e para o lado, e capturou meus lábios em um beijo que era ao mesmo tempo feroz e profundamente sensual. Sua língua explorou minha boca com uma familiaridade que faltava ao treinador, com uma paixão suja que me fez gemer dentro do beijo. Era o gosto de Jairo — suor, Gatorade, a essência dele — sobreposto ao gosto residual do meu próprio medo.
Ele se soltou do beijo, seus olhos negros perfurando os meus. "Vou gozar, branquinho. Vou jorrar minha porra bem no fundo, junto com a dele. Vou marcar o território dele com o meu."
Seu ritmo acelerou, tornando-se mais potente, mais possessivo. A sensação era indescritivelmente depravada. Sentir os dois dentro de mim, o calor de duas leitadas se misturando, a piroca dele deslizando no sêmen do outro homem. Era a humilhação final, e meu corpo, perversamente, reagiu com um prazer avassalador. Um orgasmo seco e convulsivo me atingiu, meu corpo tremendo em ondas de submissão total.
"É isso... goza pra mim, putinho..." ele gemeu. E então, com um rugido abafado, ele explodiu. A descarga dele foi diferente — mais concentrada, mais pessoal. Jatos quentes de seu próprio sêmen jorraram para dentro de mim, encontrando o reservatório deixado pelo treinador, preenchendo ainda mais o espaço já dilatado. Ele pulsou dentro de mim por longos segundos, marcando-me por dentro com sua raiva, seu ciúme e sua posse.
Ele permaneceu dentro de mim, ofegante, seu rosto enterrado no meu pescoço. Suas mãos se acalmaram, passando dos meus quadris para a barriga, como se pudesse sentir a mistura dentro de mim.
"Escuta aqui," ele sussurrou, sua voz rouca e séria, agora sem nenhum traço de deboche. "Esse negócio de te pegar depois da aula, de te usar... não é mais só isso."
Ele se retirou lentamente, e eu caí de lado no chão frio, uma poça dupla e quente de sêmen escapando de mim. Ele se ajoelhou ao meu lado, seu pau ainda imponente, mas suave. Ele pegou meu queixo, forçando-me a olhar para ele. Seus olhos eram intensos, envolventes, cheios de uma emoção crua que eu nunca tinha visto antes.
"Vai ser meu namorado," ele disse, não como uma pergunta, mas como um fato. Uma decisão. "Vai ser só meu. E de vez em quando..." ele passou o polegar pelo meu lábio inferior, molhado, "...eu vou deixar um amigo te dar uma olhada. Te usar. Como o Marcelo. Porque eu vou adorar te comer depois. Adorar sentir a porra de outro macho dentro desse cu lindo e rosado, e cobrir com a minha. É meu, entende? Tudo isso é meu. E eu vou cuidar de você."
Ele se inclinou e me beijou de novo, desta vez mais lento, mais profundo, mais sensual do que jamais havia sido. Um beijo que prometia posse, ciúme, e uma forma perversa e totalmente doentia de proteção. No ginásio, o apito final do jogo soou, distante. Nossa guerra particular, no entanto, tinha apenas encontrado um novo e muito mais complicado equilíbrio.
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Comentários (1)
Luiz: Foi fantástico esse final conto fetiche puro vamos repetir todos os dias com machos diferentes
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