#Gay

Comi e Dominei o Uber do Grindr

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Fernando Bi Sp

Quem leu o relato do Uber no Grindr sabe: aquela garganta profunda de sexta-feira (01/05) tinha sido o aviso. Mas o que aconteceu no sábado, dia 02/05, foi o extermínio. Eu estava com o tesão acumulado de um dia inteiro dando bolo em geral, ignorando os caras loucos pra ficar comigo, só focado na promessa que esse cara me fez: que ia me dar o rabo.

Eu já estava quase desistindo, isso já era 23h30 pronto para deitar, quando o celular vibrou.Tô aqui na porta. Desci com o pau duro. De repente um carro parou atrás, a paranoia bateu, mas assim que entrei, aguardamos para ver qual era e depois que o carro saiu seguimos. Ele não disse muita coisa, só meteu a mão direita em cima do meu pau e foi dirigindo. A mão dele ali, sentindo o volume pulsar sob o short, ditou o ritmo até chegarmos na Zona Leste. Um condomínio de luxo em obras, breu total, o cenário perfeito para a baixaria.

Paramos o carro. O estalo do porta-malas abrindo foi o gongo inicial. Ele agachou com uma sede absurda, baixou meu short e libertou meu pau para o ar gelado da noite. Sentei na abertura do porta-malas e deixei ele trabalhar. Que talento. Ele engolia tudo, e eu retribuía fodendo a boca dele com força.

Mas eu precisava daquelas tetas. Ele é meio gordinho, e eu sou viciado em encher a mão em peito assim. Puxei a camisa dele e comecei a moer: chupava, dava umas voltas com a língua no bico do peito e metia umas mordidas de leve. O cara endoidou, ficou completamente entregue.

Mama, seu puto! Ele dizia: Chupa meu peito e fode a minha boca! — ele estava em transe.

Depois de uma hora de mamilos e boca, ele deitou no banco de trás, jogando o corpo para dentro e deixando só a cabeça para fora da porta: Agora fode a minha boca. Não perdi tempo. Soquei até o fundo, sentindo a rola bater na garganta dele enquanto ele tentava dar conta de tudo.

Mas a promessa era a raba. Saímos do carro, ele se apoiou no porta-malas e empinou aquele rabo no escuro. Coloquei a camisinha e entrei com ódio. Eram estocadas secas, violentas, misturadas com palmadas que ecoavam no meio do breu. Eu dominando, com os braços apoiados no capô e ele urrando, perdendo a linha:
— Come, caralho! Soca essa pica no meu cu!

— Dizia pra ele Você não queria pica? Não passou o dia me instigando? Então toma!

Ele gemia num tom que eu nunca tinha ouvido, um tesão cru. Depois ele entrou no carro, deixou só o rabo para fora da porta e eu continuei o abate. Era só o som da carne batendo e os urros dele cortando o silêncio do canteiro.

A gente já estava nessa há mais de duas horas. Voltamos para trás do carro, ele apoiou as mãos, empinou uma última vez e eu cheguei no ouvido dele, rosnando: Era isso que você queria? Pica de verdade? Ele só gemia: Sim... me dá mais, que delícia, moleque.

Tirei a camisinha. Avisei que o final ia ser na boca. Ele se ajoelhou, veio seco, chupando minhas bolas e apertando meu pau como se quisesse arrancar tudo. Quando eu anunciei que ia gozar, ele abriu a boca fui no fundo da garganta. Gozei muito, jatos quentes direto no fundo da goela daquele puto.

Ele me deixou no Airbnb já implorando para saber quando eu volto para Rio Preto. E foi trabalhar rodar de Uber pela cidade de madrugada bem relaxado depois do chá de rola que eu dei nele.

Tudo que eu escrevo aqui é 100% real, são as minhas aventuras.

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