#Fantasia #Outros

Caçador de putas raras 02 - Mérida, A Fada

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O Narrador de Contos

Continuação de "Caçador de putas raras 01 - A Vaca Laura"

*Nota do Autor*
**Essa história diferente das outras será baseada em um mundo de fantasia, não tenho a intenção de ofender nenhuma minoria, religião e/ou deficiência. Os termos usados aqui se referem apenas a raças de mundos de fantasia sem relação com a realidade.

Continuação:
Quando acordei no dia seguinte, ainda estava meio sonolento e preguiçoso depois da noite intensa que tinha passado com Laura. Olhei ao redor do celeiro e percebi que ela não estava mais lá.
Pensando que talvez estivesse cuidando dos animais ou fazendo alguma outra tarefa na fazenda, decidi me levantar para procurar por ela. Vesti as roupas que a meio-vaca havia me emprestado no dia anterior e saí em sua busca.
Comecei a caminhar pela fazenda, olhando ao redor à procura de Laura. Fui até o pasto onde ela tinha me mostrado os cavalos e vacas, mas não vi nenhum sinal dela ou dos animais. Procurei também na pequena cabana que ficava perto do celeiro, porém estava vazia.
Comecei a ficar preocupado quando percebi que não a encontrava em lugar algum. Voltei para o celeiro e olhei ao redor, procurando alguma pista sobre onde ela poderia estar. Foi então que vi uma luz brilhando entre as árvores no limite da fazenda.
Intrigado, comecei a caminhar naquela direção. Era uma luz pequena mas estava ficando cada vez mais forte à medida que me aproximava das árvores.

Logo percebi que a luz estava se movendo, indo cada vez mais para dentro da floresta. Acompanhei-a enquanto ela dançava entre os galhos das árvores, ficando cada vez mais distante.
Corri atrás dela o máximo que pude, pulando sobre raízes e desviando de arbustos no caminho. Depois de alguns minutos, finalmente a luz parou perto de uma cachoeira. Era um local lindo, com água cristalina caindo de uma pedra alta e formando um pequeno lago na base.
Aproximei-me da luz, que agora estava mais brilhante do que nunca. Ela começou a flutuar em volta de mim, me rodeando lentamente até se aproximar tanto que podia sentir seu calor no meu rosto. De repente, ela passou entre minhas roupas e pousou em meu membro ainda em repouso.
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| Sistema de outro mundo |
+-----------------------------------------------------------+
| Nova espécie detectada: Fada |
| |
| Características - fêmea - idade desconhecida - |
| nome não identificado |
+-----------------------------------------------------------+
Fiquei surpreso tanto com a reação da Luz/Fada e a mensagem na tela do sistema. Comecei a sentir um calor em meu corpo, e senti meu pau sendo estimulado.
Talvez por estar me adaptando ao brilho percebi a luz começar a tomar forma, revelando-se como uma pequena mulher completamente nua. Ela tinha cabelos loiros curtos e grandes olhos azuis que brilhavam como safiras.
A fada estava pairando no ar na altura do meu membro e agora eu podia ver com clareza que ela o estava me tocando com suas mãozinhas delicadas. Seus dedinhos minúsculos percorriam toda a extensão da minha pica, desde a base até a cabeça, enquanto ela me olhava com um sorriso malicioso no rosto.
Fiquei atordoado ao perceber que a fada tinha asas transparentes nas costas. Ela parecia tão delicada e frágil, mas ao mesmo tempo exalava uma aura de sedução inegável.
Logo minha pica ficou completamente dura, latejando de desejo ao toque daquela pequena criatura mágica. Ela continuou me olhando com um sorriso safado enquanto suas mãos minúsculas continuavam acariciando meu membro, me deixando cada vez mais excitado.
A fada então voou para frente até que seu rostinho delicado ficou a poucos centímetros do meu pau. Ela abriu a boca e lambbeu toda a extensão da minha pica com sua língua pequena mas muito habilidosa. Logo começou a me chupar, subindo e descendo no meu membro enquanto suas mãozinhas apertavam minhas bolas.
Gemi alto ao sentir aquele boquete delicioso, tão diferente de tudo que já tinha experimentado antes. A fada parecia saber exatamente o que fazer para me deixar louco de tesão, alternando entre lambidas longas e chupadas rápidas e intensas em meu pau pulsante.
Logo ela estava subindo e descendo rapidamente no meu membro, deixando-o todo molhado com sua saliva enquanto eu sentia minhas bolas começarem a latejar, prestes a explodir. A fada percebeu isso e começou a me chupar ainda mais rápido e intenso, determinando fazer eu gozar na boca dela.
Com um último gemido alto, gozei abundantemente dentro da boca da fada. Ela continuou sugando meu pau enquanto ondas de prazer percorriam meu corpo inteiro, me fazendo tremer de tanto tesão.
Quando finalmente parei de gozar, a pequena criatura engoliu todo o meu sêmen e limpou meu membro com sua língua, sorrindo satisfeita. Eu ainda estava ofegante e atordoado pelo sexo incrível que tinha acabado de ter quando ela falou em um tom doce e sedutor:
— Agora é minha vez, humano.
A fada começou a se esfregar em mim, passando seu corpinho delicado sobre o meu membro ainda molhado. Ela subia e descia lentamente, deixando meu pau roçar em suas coxinhas lisas e macias enquanto ela gemia de prazer.
Logo sua entrada encharcada ficou alinhada com minha pica dura e ela começou a descer devagar, me engolindo inteiro dentro dela. Gritei ao sentir aquela sensação incrível de estar dentro daquela criatura mágica tão apertadinha e quente.
Começamos a transar lentamente no começo, mas logo estávamos nos movimentando cada vez mais rápido, perdidos em um mundo de prazer absoluto. A fada cavalgava meu pau com uma habilidade surpreendente para alguém tão pequeno, subindo e descendo sem parar enquanto eu a penetrava fundo.
Logo ela começou a gritar de prazer, gozando intensamente no meu membro enquanto seu corpo tremia incontrolavelmente. Continuamos transando até que eu também não aguentei mais e gozei dentro dela novamente, enchendo-a com meu sêmen quente.
Depois da transa incrível, caí exausto no chão da floresta enquanto a fada ainda estava sentada em cima de mim, ofegante. Ela sorriu ao me ver tão satisfeito e começou a limpar meu membro com suas mãozinhas delicadas.
— Qual é seu nome, fada? — perguntei curioso, ainda tentando recuperar o fôlego depois daquele sexo alucinante.
Ela me olhou com um olha curioso no rosto e respondeu:
— Meu nome é Mérida. E você, humano?
— Meu nome é — tentei falar meu nome mas sentia uma força me impedindo, percebi atrás da fada um aviso do sistema informando:
+-----------------------------------------------------------+
| Sistema de outro mundo |
+-----------------------------------------------------------+
| Ação não permitida |
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— Me chame de Caçador — respondi sem pensar muito como desculpa por não dar meu nome.
Mérida fez uma cara de indagação sobre o nome mas antes que ela pudesse me perguntar mudei o tópico da conversa para outro assunto.
— Por que me abordou assim tão de repente, Mérida? Podia ter se apresentado antes...
Mérida riu baixinho e balançou a cabeça.
— Ah, Caçador... Eu não tinha tempo para explicações. Faz muito tempo desde a última vez que fiz sexo com um humano e eu não queria perder tempo me explicando e apresentando. Você é muito gostoso e eu precisava te ter agora mesmo!
Fiquei surpreso com a sinceridade em sua resposta e com o fato de ela não ter medo ou vergonha em admitir isso. Era uma fada muito diferente das histórias que eu já tinha ouvido.
— Mérida você por acaso sabe alguma coisa sobre uma meio-vaca chamada Laura? — perguntei esperançoso enquanto nos vestíamos. Queria muito saber onde ela estava e se ela estava bem depois de tudo o que tínhamos passado na noite anterior.
A fada franziu a testa ao ouvir meu pedido, parecendo pensar cuidadosamente antes de responder.
— Olha, eu sei quem é essa Laura. Ela é meio-vaca que mora perto dessa floresta, como você disse — falou com um sorriso no rosto. — Mas para ser sincera, nunca conversei com ela nem nada do tipo. Nós só nos cumprimentamos se nos cruzarmos por aqui.
— Mas tenho quase certeza de que ela não passou pela floresta hoje. Se tivesse passado, eu teria visto ou ouvido alguma coisa.
Isso pelo menos era um alívio. Significa que Laura provavelmente ainda estava na fazenda e eu logo poderia encontrá-la novamente.
— Obrigado Mérida, essa informação é muito importante para mim — agradeci enquanto me levantava do chão da floresta, já recuperado depois do sexo.
Comecei a caminhar em direção à saída da floresta quando percebi que a fada estava me seguindo de perto. Ela voou até meu ombro e se sentou.
— Aonde você vai agora, Caçador? — ela perguntou intrigada.
— Vou procurar Laura — respondi sem pensar muito, ainda tentando entender o porquê da fada estar me acompanhando daquele jeito.
Mérida riu baixinho e balançou a cabeça.
— Você não vai a lugar nenhum sem mim. Eu não vou perder a oportunidade de transar com você de novo. E de novo... — falou enquanto passava as mãozinhas no meu rosto, me provocando.
Dei uma risada fraca pela surpresa com sua determinação em me acompanhar para ser fodida novamente. Pensei comigo que não acharia ruim continuar a fazer sexo com aquela fada linda e sensual novamente.
Caminhei pela floresta em direção à saída, com Mérida voando ao meu lado. Quando chegamos aos limites da mata, pude finalmente ver a fazenda outra vez. Mas para minha decepção, não havia sinal algum de Laura em lugar nenhum.
Comecei a ficar preocupado e tentei pensar em um novo plano. Então me lembrei da taverna que tinha ido no dia anterior. Talvez Laura estivesse lá dentro ou alguém pudesse saber alguma coisa sobre ela.
— Mérida, você sabe onde fica a taverna mais próxima daqui? — perguntei à fada enquanto caminhávamos pela estrada de terra que levava à fazenda.
Ela assentiu e apontou para um caminho direita da estrada principal.
— Fica logo ali. É bem conhecida por aqui porque os viajantes costumam parar lá para se divertir e descansar antes de seguir viagem.
Com Mérida me guiando chegarmos rápido à taverna. Empurrei a porta pesada da entrada e fui imediatamente recebido por um ambiente barulhento e cheio de fumaça. Era exatamente como eu me lembrava do dia anterior. Olhei ao redor procurando por Laura, mas não a vi em lugar nenhum.
O interior da taverna estava muito mais cheio do que no dia anterior. O som de conversas animadas misturava-se com o tilintar dos copos e o barulho das panelas vindo da cozinha. O cheiro apetitoso da comida fez meu estômago roncar, mas minha preocupação com Laura era maior do que a fome.
Enquanto olhava ao redor procurando por ela, reconheci um homem-lobo de bigodes compridos sentado em uma mesa no canto, era o mesmo que tinha conversado comigo na noite anterior. Ele me viu e veio até mim com um sorriso no rosto.
— Olá novamente, humano! Veio tomar mais uma cerveja? — perguntou animadamente enquanto batia nas minhas costas de forma camarada.
Balancei a cabeça negativamente.
— Na verdade, não. Estou tentando encontra a Laura... Pensei que talvez ela estivesse aqui.
O homem-lobo fez uma cara pensativa e coçou o queixo peludo.
— Não me lembro de ter visto ela por aqui hoje, mas posso perguntar para o dono da taverna. Ele costuma notar essas coisas com mais atenção do que eu — disse enquanto apontava para um homem-hipopótamo gordo atrás do balcão servindo bebidas.
Assenti grato pela ajuda e fiquei esperando ao lado dele enquanto ele ia até o bar conversar com o dono. Mérida permaneceu ao meu lado durante todo esse tempo, me observando curiosa com seus grandes olhos brilhantes.
— Ei, Bernie! — chamou o homem-lobo enquanto se aproximava do balcão, fazendo um gesto com a cabeça para mim. — Você por acaso viu a Laura hoje?
O dono da taverna, um homem-hipopótamo enorme e barrigudo, olhou para mim com uma cara intrigada antes de responder.
— Olha, hoje eu não vi ela não, Jax. Ela costuma vir para almoçar, mas ate agora ela não apareceu — falou enquanto secava um copo com um pano.
O homem-lobo, cujo nome era Jax aparentemente, assentiu compreensivo e voltou sua atenção para mim.
— Se Bernie não viu Laura hoje. Ela não veio para a vila. — explicou enquanto coçava a cabeça pensativo.
Eu fiquei ainda mais preocupado com essa notícia. Se Laura não estava nem na taverna, onde ela poderia estar? Comecei a me perguntar se tinha acontecido alguma coisa com ela quando senti a barra da minha calça ser puxada.
Era uma menina meio-cabra de cabelos cacheados, seus grandes olhos castanhos olhavam para mim cheios de curiosidade. Ela devia ter uns 8 anos e vestia um vestido surrado.
— Ei, humano! — chamou ela em voz alta enquanto apontava para o lado de fora da taverna. — Eu vi a Laura hoje!
Me ajoelhei na frente dela para ficar no mesmo nível dos seus olhos e sorri gentilmente.
— É mesmo? Onde você viu a Laura, pequena?
Ela balançou a cabeça com força, fazendo suas tranças saltarem para todos os lados.
— Eu estava brincando do lado de fora da taverna quando ela passou pela rua com dois homens que eu não conheço. Eles estavam indo pra lá. — ela apontou para uma estrada estreita e mal cuidada que seguia para o lado contrario a fazenda.
Meu coração acelerou ao ouvir essa notícia. Laura tinha sido vista recentemente e agora eu sabia para onde ela estava indo. Tinha que ser uma pista importante!
— Muito obrigado pela informação, pequena! — agradeci enquanto me levantava novamente.
Mérida voou até meu ombro e fez um som de surpresa ao ouvir a notícia.
— Laura está em perigo? — perguntou preocupada.
Balancei a cabeça negativamente.
— Ainda não sei. Mas vou descobrir logo.
— Essa é a estrada para a velha madeireira. — disse Jax, o homem-lobo com um olhar de preocupação. — Esse lugar esta abandonado a mais de vinte anos.
O homem-lobo, Jax, colocou a mão no meu ombro enquanto falava com uma expressão preocupada.
— Se Laura está mesmo nesse lugar isso significa problema.
— Eu gostaria muito de ajudar você a encontrá-la mas infelizmente, não vou ser muito útil. — explicou mostrando sua prótese de madeira que fazia as vezes da perna faltante. — Perdi minha perna direita na guerra e agora só consigo me locomover com dificuldade.
Senti um aperto no peito por causa da preocupação dele comigo e com Laura. Mas entendi perfeitamente o seu dilema. Não seria fácil para ele caminhar pela floresta.
— Tudo bem, Jax. Você já me ajudou muito só em me dar essas informações — falei enquanto apertava sua mão com gratidão.
Ele assentiu entendendo minha situação e chamou o dono da taverna, Bernie.
— Ei, Bernie! Abre aquele sótão aí atrás do balcão para mim, por favor!
O hipopótamo obeso bufou alto ao se esforçar para alcançar uma chave pendurada na parede. Depois de alguns segundos de luta, conseguiu pegá-la e abriu a porta escondida atrás do bar.
Juntos, eles conseguiram trazer um grande baú de madeira até o meio da taverna. O homem-lobo começou a abrir as várias trancas com cuidado antes de erguer a tampa pesada.
— Esses são os restos do meu equipamento militar — falou com uma nota de tristeza na voz enquanto começava a vasculhar dentro do baú.
Havia muitas armas enferrujadas e sujas espalhadas ali. Ele pegou um punhado delas antes de suspirar frustrado.
— Infelizmente, não estão em boa forma. Mas você ainda pode usar algumas coisas — disse ao me entregar uma adaga afiada, um arco de madeira simples, uma aljava com 20 flechas pontiagudas e uma algibeira cheia de óleo.
Fiquei surpreso e grato pela generosidade dele enquanto examinava cada item com cuidado.
— Esse é o básico do que você vai precisar para se defender. Mas lembre-se, seu objetivo principal agora é só ir até a madeireira e verificar se Laura está mesmo lá — explicou enquanto demonstrava como segurar corretamente cada peça de equipamento.
Assenti compreendendo suas instruções enquanto colocava o arco e a aljava nas costas. Guardei a adaga e a algibeira dentro da bolsa no meu cinto para fácil acesso caso precisasse delas em uma emergência.
— Obrigado, Jax. Vou fazer o possível para estar de volta o mais rápido possível — prometi sério antes de sair correndo da taverna na direção da estrada que levava à velha madeireira abandonada.
Mérida voou atrás de mim enquanto eu corria o mais rápido que podia, meu coração batendo forte no peito com a adrenalina e a preocupação. Só esperava que não fosse tarde demais para ajudar Laura...

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