Tia Luiza
Minha tia Luiza grávida de 6 meses, carente eu 15 anos ainda virgem, foi uma noite inesquecível, ela rebolou muito com minha rola tolada na buceta
Acordei cedinho, escovei meus dentes e fui tomar meu café, tia Luiza já tomava seu café da manhã junto com minha mãe:
--- Levantou cedo hoje Flávio. --- disse ela.
---- Sim tia , tenho que resolver uns problemas.
Ela sorriu, dei um beijo na testa de minha mãe e sentei a mesa para tomar meu café. Tia Luiza veio de mala e cuia para nossa casa, brigara feio com meu tio Geraldo, o motivo era de sempre, meu tio era muito mulherengo e vivia galhando minha tia, minha vó Ilda dizia que tio Geraldo não transava com sapo por que não sabia qual era o macho e qual era a fêmea.
Bem minha tia já gravida de 6 meses se alojou em casa, na época eu tinha 15 anos, saia pouco de casa, estudava pelo computador, era apaixonado pela minha vizinha Nádia, que tinha seus 18 anos mas ela nunca me deu bola, na verdade eu nunca namorei ninguém.
Voltando para minha tia Luiza a gente sempre foi apegado, das minhas tias ela era a favorita, 38 anos, mãe de um garoto da minha idade e agora grávida do segundo, uma gravidez inesperada.
Desta vez minha tia parecia tar muito carente, não se era por causa do meu tio que o magoava muito ou a gravidez tava o deixando assim. Vivia alisando meus cabelos, seus lábios sempre tocando minhas bochechas, pegava minha mão e levava até sua barriga, dizendo para mim senti o bebê, me abraçava, as vezes chorava e eu a consolava.
Foi em uma noite, lembro que chovia muito, minha mãe foi passar a noite na casa de minha avó, pois ela não se encontrava bem , fiquei eu minha tia sozinho em casa.
Ouvi a porta do meu quarto abrir, eu não trancava a porta, acendeu a luz era minha tia, veio e sentou na minha cama, perguntei se estava bem e ela respondeu que sim, tava diferente.
Do nada ela começou a me acariciar, começou pelo meus cabelos, rosto, peito, barriga e quando se toquei a mão dela tava me punhetando. Naquele momento eu poderia te saído fora, mas meu corpo me traiu , nunca tinha sentido uma mão feminina pegando minha rola.
Que sensação gostosa e sem falar nada ela subiu na cama , passou uma das pernas em cima de mim, isso sem dizer uma palavra, tirou minha rola pra fora da bermuda, começou a me pulhetar, minha rola tava ereta, parecia ferro, foi a primeira mão de uma mulher a tocar nela, nossa tava maravilhoso, fiquei sentindo aquela mão macias, tremia todo, na minha cabeça dizia sai dessa, mais eu tava gostando muito.
Vi ela salivar várias vezes na palma da mão e depois passar na minha rola, massageando, fez de novo e depois com alguma dificuldade foi se ajeitando, senti a cabeça da minha pika tocar a entrada da sua buceta, que parecia um forno de tão quente, senti minha vara sendo engolida .
Pensei que ia me enfarta, meu coração batia acelerado, minha respiração nem se fala, e quando senti os pêlos pubianos dela tocar minha virilha, nossa.
Já fazia um tempo que ali não passava uma gillette, minha rola tolada inteira naquela buceta cabeluda. Não esperava perder minha virgindade com minha tia, meu sonho era a Nádia, mas nunca ia acontecer mesmo então me entreguei.
Ela colocou as duas mãos sobre minha barriga e começou a rebolar, sua buceta quente massageava minha rola, levei minha mãos em sua barriga, parecia que estava com febre, por um momento enquanto ela rebolava sua buceta na minha rola senti o bebê chutando, na hora me deu um frio na coluna, lembrei de um filme de terror que o rapaz foi transar com uma mulher grávida do demônio e o bebê comeu o pinto dele.
Tirei esse pensamento da cabeça e curti o momento, tia Luiza rebolava gostoso, minha rola dentro dela latejava.
Suas mãos me acariciando, era puro êxtase, sua buceta quente molhava toda minha virilha e lá fora a chuva caia com leve rajadas de vento, podia ouvir o vento assoviar.
Sua buceta foi ficando mais molhada, seus movimentos mais intenso, senti minha virilha se encharcando do líquido da sua buceta e naquele momento momento senti minha rola jorrando o primeiro jato, ela rebolando intensamente, gozamos juntos , olhei para o rosto dela e vi lágrimas caindo, não pude fazer nada e ela voltou para seu quarto, fui dormir satisfeito mas ver as lágrimas de minha tia me deixou triste. Só depois de cinco anos a gente comentou o assunto, disse a ela que entedia ela, a gente voltou a se dar muito bem, ainda mais que ela vai ser madrinha do primeiro filho, lembram da Nádia e não é que rolou
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