Xandão, safado ainda vai ganhar um cu II, agora ganhou
Xandao enfim ganha o cu e a boca de Luiz, transformando o outro numa passivinha.
Capítulo 2
Luiz passou a tarde inteira com o coração acelerado e o cu piscando de expectativa. A voz rouca de Xandão não saía da cabeça dele: “Da próxima vez que eu falar que tô indo mijar, você vai vir.”
Quando a última aula terminou, Xandão passou por ele no corredor, roçou o ombro de propósito e murmurou bem perto do ouvido:
— Tô indo mijar. Banheiro do terceiro andar, cabine do fundo. Dois minutos. Se não aparecer, vou bater uma sozinho pensando nessa sua cara de putinho faminto.
Luiz ficou parado uns segundos, as pernas tremendo. Depois, como se o corpo já não lhe pertencesse, subiu as escadas quase correndo.
O banheiro estava silencioso e vazio. Ele empurrou a porta da última cabine com o coração na boca.
Xandão estava encostado na parede, calça de moletom abaixada até as coxas grossas e musculosas. O pau grosso, pesado, já semi-duro, balançava devagar na mão grande dele. Uma gota grossa de pré-gozo brilhava na cabeça rosada. Ele sorriu aquele sorriso safado, de quem sabe que tem todo o poder.
— Tranca a porta, putinho. E vem cá.
Luiz trancou a cabine. O ar era quente, carregado com o cheiro forte de mijo velho misturado ao suor masculino e ao perfume barato de Xandão. O espaço era tão apertado que os corpos quase se tocavam.
Xandão segurou o pau pela base e balançou ele devagar na frente do rosto de Luiz.
— De joelhos. Agora. Quero ver você olhando pra cima enquanto mama.
Luiz se ajoelhou no chão frio e sujo. O pau de Xandão estava a poucos centímetros da sua boca: grosso, veias saltadas, a pele quente e macia. O cheiro era intenso — suor, tesão acumulado, um leve toque almiscarado que fez a cabeça de Luiz girar.
— Língua pra fora primeiro. Devagar.
Luiz esticou a língua. Xandão esfregou a cabeça do pau nela, espalhando o pré-gozo salgado, viscoso e levemente doce. O gosto invadiu a boca de Luiz imediatamente.
— Agora abre bem. Chupa devagar no começo… quero sentir essa boquinha virgem se acostumando com o tamanho da minha rola.
Luiz abriu a boca e engoliu a cabeça grossa. O calor era impressionante. O pau pulsava contra a língua dele, vivo, quente. Ele desceu mais, mas quando a cabeça bateu no fundo da garganta, o reflexo veio forte. Luiz engasgou, o corpo inteiro dando um solavanco, lágrimas brotando nos olhos. Saliva escorreu pelos cantos da boca e pingou no chão.
— Isso… engasga gostoso, caralho — gemeu Xandão, segurando a cabeça dele com as duas mãos grandes. — Engasga na rola do macho. Relaxa a garganta, vadia. Você nasceu pra isso. Olha pra mim enquanto engasga… isso. Olha pra cara do cara que vai te arrombar hoje.
Ele começou a mover os quadris devagar, fodendo a boca de Luiz com estocadas curtas e profundas. Cada vez que o pau entrava mais fundo, Luiz engasgava, tossia, saliva escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, molhando a camiseta. O som molhado e obsceno enchia a cabine. O gosto do pau era forte: salgado, um pouco amargo, com aquele fundo doce e viril que Luiz nunca tinha sentido.
— Tá sentindo o gosto, né? É pré-gozo puro pra você. Daqui a pouco vou te dar leitinho quente pra engolir tudinho como uma boa putinha.
Xandão acelerou um pouco, segurando a cabeça de Luiz firme. O pau entrava e saía, batendo no fundo da garganta. Luiz chorava de engasgo, mas não queria parar. No fundo, ele adorava ser tratado assim — usado, dominado, transformado em algo sujo e desejado.
De repente Xandão puxou o pau para fora, bateu ele duas vezes na língua aberta de Luiz e gozou com um gemido rouco e longo.
O primeiro jato foi grosso, quente e forte, acertando direto na língua. O sabor explodiu na boca de Luiz: salgado, cremoso, levemente amargo, com um toque doce que desceu pela garganta. Mais dois jatos longos encheram a boca até quase transbordar pelos cantos. Luiz engoliu tudo, tossindo, engasgando, mas tomando cada gota como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. O gosto ficou impregnado na língua dele, quente e viciante.
Xandão passou a cabeça do pau na boca dele, limpando os últimos fios.
— Boa garota… engoliu tudinho. Agora levanta. Vamos pra minha casa. Hoje vou tomar esse cu virgem pra mim.
Quarenta minutos depois, a porta do apartamento de Xandão se fechou com um baque. Xandão não perdeu tempo: tirou a roupa de Luiz devagar, beijando e mordendo o pescoço dele, apertando a bunda com força.
— De bruços na cama. Empina essa bundinha bem pra cima pra mim.
Luiz obedeceu, deitando de bruços e levantando a bunda, abrindo as pernas. A posição o fazia se sentir exposto, vulnerável e absurdamente excitado. Xandão cuspiu direto no cuzinho rosado e apertado, enfiando dois dedos grossos devagar, abrindo ele com cuidado enquanto lambia a nuca de Luiz.
— Relaxa… respira fundo. Meu pau é grosso, mas você vai aguentar tudo. Você quer isso, né? Quer ser arrombado por mim.
Ele encostou a cabeça melada de saliva no buraco virgem e empurrou devagar. A cabeça grossa forçou o anel apertado, esticando centímetro por centímetro. Luiz soltou um gemido longo e abafado contra o travesseiro — uma dor quente, queimando, misturada com um prazer profundo que ele nunca tinha sentido. O pau de Xandão era quente, pulsante, vivo dentro dele.
— Isso… vai entrando. Sente como meu pau tá abrindo você? Que cu apertado e quente da porra. Tá estrangulando minha rola, caralho.
Xandão foi entrando devagar até enterrar tudo. Ficou parado uns segundos, deixando Luiz se acostumar com a sensação de estar completamente cheio. Depois começou a meter: estocadas lentas, profundas, o corpo batendo contra a bunda empinada de Luiz. Cada estocada fazia o pau deslizar contra as paredes internas, roçando em lugares que faziam Luiz tremer inteiro.
Luiz se sentia derretendo. Ser tratado assim — como uma putinha, usado sem cerimônia — era exatamente o que ele queria. O jeito dominante de Xandão, as palavras sujas, o tamanho da rola dentro dele… tudo fazia seu coração bater mais forte. Ele estava se apaixonando por aquele safado sem limites.
Depois de vários minutos metendo assim, Xandão segurou a cintura de Luiz com força.
— Agora levanta esse rabo… vou te colocar de quatro.
Sem tirar o pau de dentro, ele puxou Luiz para cima, posicionando-o de quatro na cama. O pau deslizou mais fundo com o movimento, arrancando um gemido alto de Luiz. Agora Xandão segurava os quadris dele com as duas mãos e metia com mais intensidade, as bolas batendo ritmadamente na bunda.
— Assim… de quatro como uma vadia no cio. Olha como seu cu tá engolindo minha rola toda. Tá gostando, né, putinho? Tá sentindo cada veia, cada pulsação dentro de você? Esse cu é meu agora. Todo meu.
As estocadas eram mais fortes, o som molhado e obsceno ecoando no quarto. Luiz gemia sem parar, o corpo suado, o pau dele vazando no lençol. Ele se sentia completamente possuído, e adorava cada segundo.
Xandão meteu mais fundo algumas vezes, depois passou um braço por baixo da barriga de Luiz e o virou de frente, ainda com o pau enterrado até o talo.
— Vira de costas pra mim. Quero olhar nos seus olhos enquanto te encho de porra.
Ele deitou Luiz de costas na cama, dobrou as pernas dele para cima e colocou os joelhos de Luiz sobre os próprios ombros. Nessa posição, o cu ficava completamente exposto e aberto. Xandão encaixou o pau de novo e empurrou tudo de uma vez, olhando direto nos olhos de Luiz.
— Isso… pernas nos meus ombros. Assim eu vou bem fundo. Abre bem os olhos, vadia. Quero ver sua cara de puta enquanto eu arrombo esse cu virgem.
As estocadas ficaram lentas e brutais ao mesmo tempo. O pau entrava até o fundo, saía quase todo e entrava novamente, acertando a próstata toda vez com precisão. Luiz sentia cada detalhe: o calor da rola grossa, as veias pulsando contra as paredes internas, o suor escorrendo do peito de Xandão para o dele, o cheiro forte de sexo enchendo o ar.
— Caralho… você tá tão apertado e quente por dentro. Tá sentindo como eu tô te abrindo? Como eu tô te marcando? — Xandão falava rouco, o rosto perto do de Luiz. — Você gosta de ser tratado assim, né? Gosta de ser minha putinha. Dá pra ver na sua cara. Tá se apaixonando pelo pau do Xandão, né? Tá se apaixonando por ser usado por mim.
Luiz só conseguia gemer e balançar a cabeça, os olhos marejados de prazer. Sim, ele estava se apaixonando. Pelo jeito bruto e safado, pelas palavras sujas, pela sensação de ser completamente dominado e desejado. Cada estocada fazia ele se sentir mais dele.
Xandão acelerou gradualmente, metendo com mais força, a cama rangendo alto.
— Tô quase… porra, tô quase gozando. Vou gozar dentro, tá ouvindo? Vou encher esse cuzinho virgem de leitinho quente. Você vai ficar pingando minha porra o resto do dia como a boa vadia que você é.
Ele meteu mais fundo, mais rápido. De repente Xandão soltou um gemido longo e gutural, enterrando o pau até as bolas. Luiz sentiu os jatos quentes e grossos explodindo bem fundo dentro dele: fortes, abundantes, enchendo o cu de porra cremosa e quente. Xandão continuou estocando devagar enquanto gozava, empurrando a porra ainda mais para dentro, como se quisesse que ela nunca saísse.
— Isso… toma tudo. Leva minha porra no cu, putinho. Agora você é minha. Minha puta de verdade.
Ele ficou dentro até o último espasmo, depois saiu devagar. Um fio grosso e branco escorreu do cuzinho aberto e avermelhado de Luiz, descendo pela bunda suada.
Xandão sorriu, passou dois dedos na porra que vazava e enfiou de volta, mexendo devagar.
— Olha o que eu fiz com você… cu arrombado, cheio de porra. Descansa um pouco, meu putinho. Porque daqui a pouco você vai sentar nesse pau e cavalgar até eu gozar de novo dentro de você.
Luiz estava exausto, o corpo tremendo de prazer, o cu latejando deliciosamente, a boca ainda com o gosto da porra que engoliu no banheiro. Mas o que mais sentia era uma onda quente no peito: ele estava se apaixonando por aquele caravque não presta. Pelo jeito como Xandão o tratava — sujo, possessivo, sem limites. E ele queria mais. Muito mais.
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