Meu psicólogo me deixou molhada na sessão de terapia
- Com qual frequência você se masturba?
Foi isso que o psicólogo perguntou olhando para um guia em sua prancheta. Naquele momento o meu coração gelou, porque eu já estava de pernas cruzadas mexendo rapidamente e sentindo minhas coxas massagearem o meu cliroris por baixo do vestido. Me questionei se ele estava percebendo, e se aquele tipo de pergunta era comum numa terapia.
Sou a Paula. Tenho 20 anos, e busquei terapia porque estava vivendo com meu namorado uma situação que me incomodava. E eu sabia que teria muita dificuldade pra contar pra um psicólogo, porque toda vez que pensava, apenas pensava na situação, eu me excitava; e se eu me excitasse contando pra o psicólogo?
Meu namorado é mais velho que eu 5 anos, e começamos a namorar quando eu tinha 17. Primeiro namorado, eu super inocente e virgem. Ele começou a me corromper de forma muito sedutora, e era muito difícil controlar. Quando nos beijávamos, ele passava a mão no meu joelho, no interior das minhas pernas, e acabava sempre me masturbando, e me fazendo gozar na mão dele. Eu não gostava muito da situação, mas isso sempre se repetia. Eu dizia pra ele não fazer mais isso, me sentia abusada, mas ele começava aos poucos, joelho, pernas e quando subia mais, meu corpo me traía.
- Você tá muito molhada, né Paulinha? - ele dizia me provocando depois e tocar minha boceta e perceber que eu estava escorrendo de tanto tesão, mesmo sem querer. E por fim, ele ainda passava o meu próprio mel na minha boca, deixando minha buceta pulsando ainda mais.
Quando eu falei isso pra o psicólogo, comecei a me excitar, e a mexer as pernas cruzadas. Eu já sentia que meu melzinho estava escorrendo, mas ele começou a fazer essas perguntas...
- Com que frequência você se masturba?
- Todas as vezes que você se masturba, você goza?
- Você introduz objetos na sua buc... perdão, na sua vagina? -
- Você se masturba estimulando o seu ânus também?
Parecia que aquele psicólogo estava dentro da minha cabeça. Era como se ele soubesse de tudo. E eu não tinha dito nada pra ele.
- Doutor, essas perguntas são mesmo necessárias? - perguntei numa súplica, porque a minha vontade era subir o vestido e começar a me masturbar.
- Paula, são muito necessárias. Pode confiar no meu trabalho. Inclusive, você está nesse momento excitada e com vontade de se masturbar e gozar?
INACREDITÁVEL. Esse cara é psicólogo ou mágico? Naquele momento eu não consegui responder direito. Apenas acenei com a cabeça, engoli a saliva e suspirei. Ele parecia saber que eu estava me contorcendo
- Pois não, a experiência estressora que você vive com o seu namorado, juntamente com os seus padrões comportamentais e genéticos fizeram com que você desenvolvesse uma compulsão por masturbação. Vamos iniciar um protocolo para curar isso a partir da próxima sessão.
- Agora nós vamos encerrar a primeira sessão. Você pode sair, e na recepção você pode ir ao banheiro terminar o que você começou aqui...
Ou seja, ele realmente sabia, e eu não aguentei. Fui. Com vergonha, quase humilhada, mas acolhida, fui ao banheiro, e percebi que o líquido estava escorrendo pelas minhas coxas, ambas super molhadas. Fiz o que eu queria, e fiquei imaginando como seria o protocolo e a própria sessão...
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