#Coroa

Harem 06 - Carla

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O Narrador de Contos

Continuação da história "Harem 05 - Bia"

Depois daquele sexo incrível enquanto nos abraçávamos e beijávamos, Bianca suspirou suavemente.
— Eu estou tão feliz por fazer parte dessa família agora... Mas não posso deixar de me sentir mal pela minha mãe — confessou Bianca com uma expressão triste no rosto. — Ela vai ficar tão solitária sem mim...
Eu acariciei seu cabelo e a olhei nos olhos com compaixão.
— Eu entendo perfeitamente, querida. É natural se preocupar com ela depois de tudo que aconteceu hoje. Mas não precisa se sentir mal por ter encontrado sua verdadeira família aqui conosco — tentei consolá-la.
Então, uma ideia brilhante surgiu na cabeça de Bianca. Seus olhos se iluminaram enquanto falava:
— E se a gente convidasse minha mãe para fazer parte do nosso harem também? Ela é divorciada e não está se envolvendo com ninguém. Assim ela não ficaria sozinha e poderíamos continuar sendo uma família feliz juntos!
Todos nos entreolhamos surpresos com a sugestão, mas logo começamos a considerar a ideia. João foi o primeiro a concordar:
— Eu acho que pode ser uma ótima solução! Contanto que ela esteja disposta a aceitar nossa situação e se sinta confortável fazendo parte do grupo, claro.
Mamãe também aprovou a sugestão de Bianca:
— Concordo. Se a mãe da Bianca estiver interessada em se juntar a nós, será um prazer receber mais uma integrante no nosso harem!
Bianca sorriu aliviada ao ver que todos tínhamos aceito sua ideia.
— Eu vou falar com ela e tentar convencê-la a vir morar conosco! — prometeu animadamente. — Tenho certeza de que, depois que eu contar tudo que aconteceu hoje aqui em casa, ela não vai conseguir resistir à tentação!
Nós rimos juntos da empolgação de Bianca. Sabíamos que sua mãe tinha uma mente aberta, então havia boas chances de ela aceitar nosso convite para se juntar ao nosso harem. Só restava torcer para que tudo desse certo!

**Nota do Autor**
*Mudando o narrador para Bianca

Depois de deixar claro o plano com minha nova família, eu estava determinada a levar minha ideia adiante, peguei meu carro e dirigi até a casa da minha mãe. Meu coração estava acelerado de ansiedade durante todo o caminho. Eu sabia que era uma proposta ousada, mas também tinha certeza de que ela seria receptiva à ideia depois de tudo que eu havia descoberto sobre mim mesma recentemente.
Quando cheguei na porta da frente, respirei fundo e abri a porta. Mamãe estava na sala vendo tv e abriu um sorriso surpreso ao me ver.
— Bianca! Já voltou? — ela perguntou enquanto se arrumava no sofá para me dar espaço para sentar — Foi tudo bem com a visita a sua amiga?
— Sim mãe... Preciso conversar com você sobre uma coisa muito importante — respondi enquanto sentava no sofá.
Eu expliquei tudo para ela, desde meu envolvimento sexual com Isabela até o nosso plano de criar um harem com João. Mamãe me ouviu atentamente, seus olhos arregalados de surpresa, mas sem julgamento algum em sua expressão.
— Eu não posso acreditar que você está envolvida numa situação tão... diferente — disse ela finalmente depois que terminei de contar tudo. — Mas ao mesmo tempo, estou feliz por você ter encontrado um ambiente onde se sinta segura e amada incondicionalmente.
— É por isso que eu vim até aqui, mãe! — falei animadamente. — Queremos que você faça parte disso também! Papai já não está mais aqui para cuidar de nós duas, então achei que seria uma ótima ideia se nos juntássemos numa família só nossa, com um homem que nos ame e cuide de todas da mesma forma!
Mamãe ficou em silêncio por alguns momentos enquanto refletia sobre minha proposta. Então ela sorriu e assentiu.
— Eu acho que você está certa, querida. Não vou deixar você enfrentar essa situação sozinha depois de tudo que passamos juntas. Vou aceitar seu convite para fazer parte do harem com você!
Eu gritei de felicidade ao ouvir sua resposta e a abracei forte.
— Obrigada mãe! Você não vai se arrepender, eu prometo! Agora se arrume e vamos para lá contar as novidades para os outros!
Mamãe sorriu enquanto pegava suas coisas e me seguia até o carro. Eu sabia que tinha feito a escolha certa ao convidá-la para fazer parte da nossa família alternativa. Agora nós quatro (ou melhor, logo cinco) poderíamos viver felizes para sempre juntos!
Durante o trajeto até a casa de João, mamãe e eu continuamos conversando animadamente sobre todas as possibilidades que abriríamos com esse novo arranjo. Ela estava tão empolgada quanto eu em finalmente encontrar um homem que fosse capaz de nos amar e satisfazer plenamente.
Quando chegamos na porta da casa, Isabela abriu a porta sorridente para nos receber. Eu corri até ela e a beijei apaixonadamente na boca antes mesmo de me lembrar de apresentá-la à minha mãe.
— Desculpe, mãe, essa é Isabela — falei rindo ao perceber meu deslize. — E Isabela, essa é minha mãe, Carla!
As duas se cumprimentaram com um aperto de mão enquanto eu entrava na casa. João estava na sala esperando por nós e abriu um sorriso caloroso quando nos viu.
— Bem-vinda, senhora Carla! — disse ele educadamente para mamãe enquanto se aproximava para apertar sua mão também. — Estamos muito felizes em recebê-la aqui em casa hoje!
Mamãe corou levemente com o cumprimento e sorriu de volta:
— Muito obrigada pelo convite, João. Mal posso esperar para conhecer todos melhor!
Isabela se aproximou por trás dela e passou os braços ao redor da cintura da mamãe, sussurrando em seu ouvido:
— Não se preocupe, querida... Você está entre amigos aqui! Vamos fazer de tudo para que se sinta em casa rapidinho!
Mamãe riu nervosamente enquanto João nos guiava até a sala de estar. Eu não podia acreditar na sorte que estava tendo de encontrar pessoas tão abertas e receptivas para minha ideia!
Depois que todos nos acomodamos na sala de estar, João se virou para mamãe com um sorriso amigável:
— Carla, antes de qualquer coisa eu quero deixar claro que estou muito feliz em recebê-la aqui hoje. Bianca me contou sobre sua situação e achei que seria uma ótima ideia se juntássemos nossas famílias numa só.
Mamãe assentiu com gratidão enquanto Isabela ficava ao seu lado direito, segurando sua mão para lhe dar apoio moral.
— Obrigada João, estou muito animada em fazer parte desse novo arranjo! — disse ela. — Mas gostaria de entender melhor como tudo vai funcionar na prática...
João sorriu compreensivamente e continuou:
— Claro que sim, isso é perfeitamente normal. O que propomos aqui é uma relação poliamorosa, onde todos nós seremos responsáveis por cuidar uns dos outros emocionalmente e sexualmente.
Mamãe arregalou os olhos surpresa ao ouvir a palavra "sexualmente", mas João logo a tranquilizou:
— Não se preocupe, não estamos falando de um relacionamento onde cada um fará o que bem entender sem restrições. Pelo contrário, vamos estabelecer regras claras para garantir que todos estejam felizes e confortáveis com as interações dentro do nosso grupo.
Eu me aproximei mais para ficar ao lado de João enquanto ele explicava os detalhes:
— Primeiro, eu serei o único homem responsável por satisfazer sexualmente todas vocês. Mas não se preocupem, vou fazer questão de deixar cada uma completamente satisfeita e feliz!
Mamãe corou novamente ao ouvir essa parte, mas logo assentiu em aprovação.
— Em segundo lugar — continuou João —, vamos definir dias específicos da semana onde cada uma de nós terá preferência para interações individuais com ele. Assim ninguém se sentirá esquecido ou desatendido.
Isabela e eu concordamos entusiasmadas com a ideia. Sabíamos que essa seria uma forma justa de dividir o tempo e atenção do João entre todas nós.
— Finalmente — finalizou João —, é importante que haja sempre respeito, honestidade e comunicação aberta entre todos os membros do grupo. Se alguém sentir que alguma coisa não está funcionando bem, poderemos conversar a respeito para encontrar soluções juntos.
Mamãe parecia satisfeita com as explicações de João. Ela sorriu enquanto se virava para mim:
— Não acho que João deixou espaço para nenhuma duvida. Me sinto envergonhada e ainda estou confusa em meus sentimentos sobre tudo isso, mas pelo menos por agora acho que aceita tudo falado.
Eu gritei de alegria ao ouvir suas palavras e abracei todos os presentes. Sabia que tinha encontrado meu lugar no mundo finalmente!

**Nota do Autor**
*Mudando o narrador para João (juro que não pretendo mudar novamente o narrador)

Depois de explicar todos os detalhes sobre como nosso novo harem iria funcionar, eu me virei para Carla com um sorriso caloroso. Ela parecia satisfeita com minhas explicações, mas ainda havia uma pontada de incerteza em seus olhos. Eu podia entender perfeitamente suas reservas considerando o quão peculiar se tornou a relação de todos.
— Carla, antes de darmos início oficial a essa nova fase das nossas vidas juntos, eu gostaria de ter um momento privado com você — propus suavemente. — Só para nos certificarmos de que temos uma conexão física e emocional forte antes de envolvermos as outras meninas também.
Carla assentiu compreensivamente enquanto se levantava do sofá. Eu estendi minha mão para ela, guiando-a até meu quarto. Quando chegamos lá dentro, fechei a porta atrás de nós para termos privacidade.
— Não precisa ter medo ou se sentir pressionada por nada — disse eu em tom gentil enquanto nos sentávamos na beira da cama. — Eu só quero ter certeza de que estamos ambos confortáveis com essa situação antes de prosseguirmos.
Carla sorriu levemente e assentiu novamente. Lentamente, comecei a acariciar seu braço nu enquanto olhava em seus olhos. Ela parecia relaxar sob meu toque, então aproximei mais nossos corpos até que nossas pernas estivessem encostadas uma na outra.
— Você é muito bonita, Carla — sussurrei em seu ouvido enquanto minha mão deslizava por sua cintura fina.
Carla corou levemente e se virou para me encarar, nossos lábios quase se tocando agora. Lentamente, inclinei minha cabeça para frente até nossas bocas se encontrarem num beijo suave. Ela correspondeu hesitante a princípio, mas logo começou a relaxar e aprofundar o contato.
Minha mão deslizou por suas costas enquanto ela passava os braços ao redor do meu pescoço, nos puxando mais para perto um do outro. O beijo foi ficando cada vez mais intenso e apaixonado com o passar dos minutos.
Enquanto nossos lábios se moviam em sincronia, minhas mãos exploravam as curvas sedosas do corpo de Carla. Eu podia sentir seu coração acelerado através da blusa fina que ela usava. Com delicadeza, comecei a puxar a peça de roupa para cima, expondo sua pele macia ao meu toque.
Carla gemeu baixinho contra minha boca enquanto eu acariciava seus seios fartos por cima do sutiã. Logo em seguida, desabotoei o soutien e o joguei para longe, deixando-os livres para minhas carícias. Eu os apertei suavemente, sentindo os mamilos endurecidos roçando meus dedos.
Carla arqueou as costas, oferecendo seus seios para mim enquanto eu deslizava minha língua ao redor de um dos mamilos rosados. Ela gemia cada vez mais alto à medida que eu chupava e lambia a pele sensível, enviando ondas de prazer por todo seu corpo.
Minhas mãos desceram até sua saia, puxando-a para cima lentamente enquanto beijava seu pescoço e clavícula. Logo em seguida tirei sua calcinha também, deixando-a completamente nua sob meu toque.
Eu me sentei na cama e a posicionei de costas para mim, entre minhas pernas abertas. Com uma mão, acariciava suas costas suaves enquanto com a outra explorava os lábios macios da sua vagina. Ela estava molhada de desejo, pronta para ser penetrada.
Comecei a massagear seu clitóris inchado com o polegar enquanto introduzia um dedo dentro dela. Carla gritou de prazer ao sentir minha invasão, seus músculos internos se contraindo ao redor do meu dedo.
— Ah, João... Isso é tão gostoso! — gemeu ela sem fôlego enquanto eu movimentava meu dedo para dentro e para fora de seu corpo quente.
Logo adicionei um segundo dedo, estocando cada vez mais rápido e fundo. Carla gemia e se contorcia em minhas mãos, completamente entregue às sensações intensas que eu provocava nela.
Enquanto eu continuava estimulando Carla com meus dedos, ela começou a rebolar contra minha mão em busca de mais contato. Eu podia sentir sua excitação crescendo cada vez mais a cada toque meu.
De repente, Carla segurou minhas mãos e as guiou até seu pescoço. Ela me encarou intensamente enquanto sussurrava:
— Segure meu pescoço com força, João... Quero sentir você dominando meu corpo completamente!
Eu obedeci prontamente à sua ordem, envolvendo minhas mãos ao redor de sua garganta macia. Com a outra mão, continuei estimulando seu clitóris freneticamente enquanto ela gemia cada vez mais alto.
Carla começou a se contorcer e se debater em minhas mãos, mas não tentando resistir ou escapar do meu aperto. Ao contrário, isso parecia deixá-la ainda mais excitada. Ela abriu ainda mais as pernas, me dando acesso completo à sua intimidade enquanto gozava intensamente com minha mão ao redor de seu pescoço.
Eu continuei estimulando-a mesmo depois que ela atingiu o clímax, prolongando suas sensações de prazer até que finalmente desmoronou em meus braços exausta e satisfeita. Carla sorriu para mim enquanto recuperava o fôlego antes de me puxar para um beijo apaixonado.
Após alguns minutos de descanso, eu ajudei Carla a se deitar na cama. Ela abriu as pernas para mim, me convidando a entrar enquanto pedia novamente minhas mãos no seu pescoço.
Eu guiava meu membro endurecido até sua entrada encharcada e comecei a penetrá-la lentamente, sentindo-a envolver meu pau quente e pulsante em seu interior macio. Carla gemia baixinho com cada centímetro que eu conquistava dentro dela.
Assim que atingi a máxima profundidade, comecei a me movimentar para dentro e para fora de seu corpo, estocando cada vez mais rápido e forte conforme suas mãos apertavam meu pescoço.
Carla arqueava as costas e se contorcia embaixo de mim, completamente entregue às sensações intensas que eu provocava em seu corpo. Seu rosto estava corado e suado pelo esforço, mas ela parecia adorar cada segundo dessa experiência selvagem.
Eu continuava penetrando-a com força enquanto segurava seu pescoço com firmeza, fazendo-a se sentir completamente dominada por mim. Com a outra mão, massageava seus seios fartos, beliscando os mamilos endurecidos até que ela gritasse de prazer.
Logo senti as contrações intensas de seu orgasmo em meu pau, mas não parei de estocar dentro dela mesmo assim. Queria prolongar suas sensações o máximo possível enquanto a levava ao limite do êxtase completo.
Carla gozou mais uma vez sob minhas investidas intensas e depois desabou na cama exausta e satisfeita. Eu me retirei cuidadosamente de seu corpo trêmulo antes de deitar ao seu lado, puxando-a para perto em um abraço apertado.
— Isso foi incrível... — sussurrou ela com um sorriso sonolento no rosto corado.
— Bem vindo ao nosso harem! — Eu respondi sorrindo de volta.

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