Acolhendo minha família
Aos sessenta anos aposentei muito preocupado com minhas duas filhas, ambas lindas mas com futuros incertos, Lucy de trinta e seis optou pelo lesbianismo e até então não tinha nenhuma companheira fixa, a outra Silvia de trinta e cinco anos estava arrastando um casamento difícil a vários anos por causa da minha linda neta Suzi de dezesseis.
Uma manhã Silvia aparece na porta do meu apartamento dizendo que estava querendo deixar o marido pois a situação tinha se tornado insuportável e Suzi sua filha estava adquirindo hábitos estranhos, diante da situação posta, juntei minhas economias, aceitei a oferta que tinha em meu imóvel e comprei um apartamento de três quartos em um predinho perto da praia e acolhi minha filha e minha neta. Já nos primeiros dias senti a dificuldade de conviver com duas gostosas que desfilavam em casa semi nuas, principalmente porque minha filha em seu desabafo acabou confessando que não deitava com ninguém a mais de um ano. As duas muito amorosas não percebiam que aquelas constantes trocas de carícias estavam me enlouquecendo. Uma noite, levantei para ir ao banheiro e ao passar diante da porta do quarto de minha filha, ouvi o inconfundível som de vibrador que me deu uma ereção instantânea, abri a porta do quarto sem bater e vi Silvia com a camisola levantada até a cintura esfregando um "caralho de silicone" na buceta com os pentelhos molhados com seu próprio liquido vaginal, ela ao perceber minha presença ficou paralisada, eu tomado pela tesão incontrolável vendo aquelas coxas lindas e o ar de tesuda de Silvia, caí de boca naquela racha deliciosa e chupei com vontade, aos poucos, Silvia foi relaxando e passou a gemer chegando a um orgasmo profundo debatendo-se como uma epilética, um espetáculo que eu não via desde que tinha me tornado viúvo. Minha filha ainda com espasmos musculares da gozada que acabara de ter, segurou firme no meu cacete duro em seguida tentou coloca-lo todo na boca, engasgando várias vezes, provavelmente por não estar acostumada com o tamanho, louco para foder aquela mulher gostosa, puxei sua roupa pela cabeça vendo um espetáculo fantástico, os seios de Silvia, mesmo sendo uma mãe e com trinta e cinco anos tinha um par de seios lindos, com aureolas rosas e mamilos bem bicudos, mamei em minha filha como um lobo faminto e ela mesma me puxou contra seu corpo e eu penetrei aquela racha sentindo a fêmea estremecer ao sentir minha rola em seu apertado túnel vaginal e iniciei os movimentos ouvindo dela: Ah! Pai que saudade disso. Me fode gostoso como sempre sonhei desde menina. Não deu para segurar e enchi a buceta de minha filha de porra materna. A danada carente não deixou eu tirar o pau de dentro dela e pude sentir seus músculos vaginais massagearem minha pica que logo estava dura novamente e continuei acompanhando minha menina nos movimentos, Silvia rebolava na minha rola como uma profissional gemendo e falando de suas fantasias comigo quando era adolescente, gozou mais duas vezes até me fazer gozar novamente.
Na manhã seguinte, no café da manhã minha filha parecia ainda mais jovem, feliz como a muito eu não via e pela primeira vez, ao receber o abraço de minha neta, meu pau não ficou ereto e logo que Suzi saiu para ir para escola, minha filha me levou para minha cama e trocamos carinhos e chupadas e acabamos gozando um na boca do outro em delicioso sessenta e nove. A partir daquele dia, Silvia passou a ser a dona da casa e em uma noite após várias pinceladas no rego de minha filha, senti que a mulher que esteve casada por mais de dezoito anos, estava pronta para perder as pregas do cu. Coloquei dois travesseiros embaixo de seu quadril, untei meu pau com gel e encostei a cabeça no anel, sentindo aquele cuzinho morder a pontinha, pressionei, o corpo de Silvia estremeceu e ouvi seus dentes rangerem de dor e coloquei em sua boca a calcinha rendada que ela usava até momentos antes, com pouco mais de dez centímetros de pau sendo exprimido por aquele cuzinho super apertado, olhei para o espelho e vi o rosto de minha filha semi coberto por seus cabelos enquanto ela mastigava aquela calcinha e não resisti, enchi o ânus até então intocado de esperma, como ela não tinha as manhas de se masturbar e devido as dores de quem da a bunda pela primeira vez, Silvia não tinha gozado, a virei e a recompensei chupando sua buceta enfiando o dedo cheio de gel em seu anel recém arrombado e quando gozou, rebolou com meu dedo enterrado como se tivesse rodando um bambolê. Minha filha em poucas semanas tornou-se viciada em anal pedindo para ser penetrada por trás quase todas as noites e foi em uma dessas ocasiões, que vi pés fazendo sombra e se mexendo por debaixo da porta, só poderia ser minha neta que estava escutando os gemidos e as palavras sensuais de minha filha. Já no dia seguinte, quando encontrei Suzi, abracei sua cintura como já tinha se tornado hábito, mas o fiz por trás passando a língua em seu pescoço e a jovenzinha contorceu o corpo, o que me deu um tesão incrível, quando ela ia saindo para ir a escola, não me deu o tradicional beijinho no rosto, ofereceu-me o pescoço esperando uma linguadinha, fiz melhor, deu uma leve chupada percebendo sua pele do braço arrepiar. Naquela mesma tarde, cheio de boas intenções, sentei-me ao lado de Suzi quando ela estava estudando e vendo sua boquinha entre aberta esperando um beijo, esqueci que aquela bela pouco mais do que adolescente era minha neta e nos beijamos lascivamente e ela falou no meu ouvido: Não aguento mais só ouvir vocês dois fazendo sexo toda noite. Mesmo correndo o risco de sermos surpreendidos por minha filha que estava vendo televisão na sala, enfiei a mão por baixo da saia de Suzi e a masturbei, ela com a boca próximo de meu ouvido gozou tentando controlar o volume de gemido. Naquela noite fiz um papai e mamãe com Silvia em sua cama e saí do quarto voltei para o meu, onde encontrei escondidinha no escuro do canto oposto do abajur minha neta que com cara de tarada ajoelhou na minha frente, sacou meu pau de dentro do meu pijama e passou a mama-lo como uma bezerrinha enquanto batia uma siririca frenética e quando gozou, chupou com tanta força que recebeu um jato de porra no fundo da garganta engolindo cada gota conquistada por ela. No sábado daquela semana, com a desculpa que iria levar Suzi para passear no shopping, fomos para um motel, assim que entramos na suíte, nos colocamos nus e pela primeira vez na vida, minha netinha experimentou uma língua em sua grutinha raspadinha e teve uma verdadeira convulsão de prazer oferecendo-me um espetáculo maravilhoso . Tão logo se recuperou, pegou um travesseirinho de gel, do próprio motel e deu na minha mão dizendo: Quero que você faça aí atrás o que você faz com minha mãe enquanto eu só me masturbo do outro lado da porta. Enchi meu dedo indicador de gel e enfiei naquele rabinho vendo minha netinha rebolar de um lado para o outro, olhando por cima do ombro de quatro na cama com expressão de mulher fatal até que não aguentando mais, empurrei meu cacete cu a dentro, Suzi gritou alto, puxou o lençol com as duas mãos e aguentou firme, parei os movimentos, mas a menina/mulher queria mais e pressionou a bunda para trás e aos pouco, engoliu minha piroca até o talo, levando a mão entre as pernas passou a rebolar no mais perfeito anal de minha vida e gozamos juntos em uma sinfonia de gemidos e gritinhos tesudos de minha neta. Nossas idas ao shopping tornaram-se constante, nunca meti tanto quanto depois de acolher minha família sob meu teto e na minha cama. Atualmente estou bolando uma forma de colocar as duas na mesma cama.
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