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A nova realidade que mudou o mundo parte 120 - Prisões eternas

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AnãoJediManco

A máscara ainda estava quente quando a colocaram em mim.
Eu sou Aisha, uma das negras que trabalhavam no galpão. Tinha acabado de voltar de uma limpeza no saguão quando o homem velho me puxou pelo braço e me jogou contra a parede. “Você vai usar isso agora”, ele disse, segurando a máscara que tinha sido da loirinha, a filha da branca. O metal ainda guardava o calor do rosto dela. Eu senti o cheiro antes mesmo de ele encostar na minha pele: suor doce e azedo de menina branca, lágrimas secas, saliva, e um leve resto de xixi de medo. O cheiro de Julie ainda estava ali, fresco, como se ela tivesse tirado a máscara há poucos minutos.
O homem forçou a máscara contra o meu rosto. Minha cabeça é um pouco maior que a dela. O metal apertou forte, espremendo minhas bochechas, minha testa, meu queixo. A lã de vidro dentro da máscara arranhou minha pele imediatamente, milhares de fibras minúsculas picando meu couro cabeludo, minha testa, o nariz. Eu soltei um gemido abafado quando o ferro do freio de cavalo foi enfiado na minha boca, esticando meus lábios grossos para fora de forma grotesca. Os grampos de pressão morderam os cantos da minha boca, puxando-os para os lados. Babou na hora. A saliva escorreu quente pelo queixo de metal.
“Perfeito”, o homem riu. “Ficou mais apertada em você. Melhor ainda.”
A máscara fechou com um clique. O mundo virou uma linha apenas. Eu mal conseguia ver. O ar dentro dela era quente, úmido, pesado. O suor da Julie ainda estava lá, grudado no interior, misturado com o meu agora. Eu sentia o cheiro dela o tempo todo, o cheiro de uma menina branca aterrorizada, de lágrimas, de baba, de medo puro. Era humilhante. Eu, uma negra forte, estava usando a máscara de uma garota branca que tinha sido destruída antes de mim. O cheiro dela estava dentro da minha cabeça. Eu respirava o medo dela.
Os primeiros dias foram um inferno lento.
O calor dentro da máscara nunca diminuía. Meu cabelo crespo ficou preso, amassado, suando sem parar. A lã de vidro coçava tanto que eu queria arrancar a pele do rosto. Mas não podia. Só conseguia gemer abafado, babar pelo buraco da boca, e sentir a saliva escorrendo pelo pescoço. Quando trabalhava, limpando o chão de quatro, carregando bandejas, o suor escorria por dentro da máscara e se misturava com o resto que já estava lá. O cheiro de Julie ficava mais forte, mais podre, mais íntimo. Eu me sentia violada. Como se a menina branca tivesse marcado meu rosto por dentro.
Às vezes eu chorava dentro da máscara. As lágrimas ficavam presas, escorriam devagar pelos furinhos dos olhos, molhando o metal. Os homens riam quando passavam: “Olha a preta usando a máscara da putinha loira. Até combina.” Eu baixava a cabeça, humilhada, sentindo o peso da máscara me esmagar.
A máscara não era só metal. Era o cheiro, o calor, o medo de outra pessoa preso na minha cabeça. Eu respirava Julie o dia inteiro. E sabia que ela tinha sofrido exatamente o mesmo que eu estava sofrendo agora. Mas eu não sou a única nesse inferno,
Eu sou Laura, uma das brancas que trabalham no hotel.
Quando tiraram a máscara de Caroline, ainda suada e melada, eu já sabia que seria a minha vez. O metal ainda estava quente do rosto dela. O homem velho segurou a máscara na frente do meu rosto e eu senti o cheiro antes mesmo de ele encostar, o suor azedo de mulher madura, lágrimas secas, baba, um leve resto de porra velha e o cheiro forte de esgoto que ela tinha carregado por dias. Era o cheiro da mãe da putinha. Um cheiro de derrota.
Ele enfiou a máscara na minha cabeça com força.
O interior estava molhado. O suor de Caroline ainda estava fresco, grudado na lã de vidro. As fibras ásperas picaram meu rosto imediatamente, coçando, queimando. Meu cabelo ficou preso lá dentro, amassado contra o metal quente. A boca foi forçada aberta pelo freio de cavalo. Os grampos esticaram meus lábios para fora, deixando-me com a boca permanentemente aberta, babando como uma idiota. A baba escorria pelo queixo de metal, pingando nos meus seios.
O cheiro dela estava por toda parte. Dentro da minha cabeça. Eu respirava Caroline. O suor dela, o medo dela, o desespero dela. Era humilhante. Eu, uma branca, estava usando a máscara suja de outra branca que tinha sido destruída antes de mim. O cheiro dela me invadia. Eu me sentia contaminada. Como se a humilhação dela tivesse sido passada para mim.
Os primeiros dias foram piores do que eu imaginava.
O calor dentro da máscara era constante. Meu rosto suava, a lã de vidro coçava sem parar, as fibras picando minha pele até ficar vermelha e inflamada. A visão era um borrão de furinhos. Eu mal conseguia ver o chão quando limpava. A boca esticada me fazia babar o tempo todo. A saliva escorria pelo queixo, pingava nos meus peitos, descia pela barriga. Eu me sentia ridícula. Degradada. Menos que humana.
Os homens riam quando passavam: “Olha a branca usando a máscara da outra branca. Cheirando a derrota de mãe.” Eu baixava a cabeça, sentindo o peso da máscara me esmagar. O cheiro de Caroline estava dentro de mim. Forte, azedo, humilhante. Eu respirava o desespero dela o dia inteiro.
Às vezes eu chorava dentro da máscara. As lágrimas ficavam presas, escorriam devagar pelos furinhos, molhando o metal. Eu me sentia presa dentro da humilhação de outra mulher. Como se a dor dela tivesse sido costurada na minha pele.
A máscara não era só um objeto, era o cheiro dela, era o suor dela, era o medo dela. E agora era meu. Eu usava a máscara de Caroline como uma segunda pele. E cada respiração me lembrava que eu era apenas a próxima.
Que em breve, outra mulher usaria a minha. E o ciclo continuaria, para sempre.
Eles colocaram a máscara de Julie em mim no mesmo dia em que a tiraram dela.

Aisha e seu tormento:

Os primeiros dias foram os piores. Eu sentia o cheiro de Julie o tempo inteiro. O suor dela, o medo dela, as lágrimas dela, tudo preso dentro da máscara junto com o meu. Eu respirava a humilhação de uma menina branca. Isso me destruía por dentro. Eu, uma negra forte, estava usando a máscara de uma garota loira que tinha sido destruída antes de mim. Era como se a dor dela tivesse sido costurada na minha pele.
Com o passar dos meses, eu fui perdendo pedaços de mim. O calor constante dentro da máscara me deixava com dor de cabeça todos os dias. A coceira da lã de vidro nunca parava. Às vezes eu arranhava o rosto contra a parede quando ninguém estava olhando, só para aliviar um pouco. Minha pele ficou inflamada, vermelha, cheia de pequenas feridas. Eu não conseguia mais me reconhecer quando via meu reflexo distorcido em algum metal. Eu era só uma cabeça de ferro.
Eu parei de lutar, parei de rezar, parei de sonhar. Só existia o peso da máscara, o cheiro de Julie, a baba constante e o silêncio abafado da minha própria voz.
Depois de seis meses, eu não era mais Aisha. Era apenas “a preta da máscara da loirinha”.
Quando finalmente tiraram a máscara de mim, meu rosto estava irreconhecível, pele irritada, marcada, olhos fundos. Eu toquei meu próprio rosto como se fosse de outra pessoa. O ar fresco doía, a luz doía. Eu chorei sem som quando colocaram a máscara em outra negra mais nova.
Eu sabia exatamente o que ela ia sentir, e eu não consegui nem avisar.

Dias de Laura:

Os primeiros dias foram um pesadelo. O calor dentro da máscara era constante. O suor escorria pelo meu rosto, misturando-se ao suor seco dela. A coceira da lã de vidro me deixava louca. Eu arranhava o rosto contra as paredes quando podia. A visão era um borrão de furinhos. Eu mal conseguia ver o chão quando limpava. A boca esticada me fazia sentir ridícula, menos que humana. Com o passar dos meses, eu fui perdendo tudo.
Perdi a vontade de lutar. Perdi a esperança. Perdi até a raiva. Só restava o peso da máscara, o cheiro de Caroline, a baba constante e o silêncio abafado da minha voz. Eu me via no reflexo distorcido de algum metal e não me reconhecia. Eu era só uma cabeça de ferro com chifres, babando como uma idiota.
Depois de seis meses, eu não era mais Laura, era apenas “a branca da máscara da mãe da putinha”.
Quando finalmente tiraram a máscara de mim, meu rosto estava destruído, pele irritada, marcada, olhos fundos. Eu toquei meu próprio rosto como se fosse de outra pessoa. O ar fresco doía. A luz doía. Eu chorei sem som quando colocaram a máscara em outra branca mais nova. Eu sabia exatamente o que ela ia sentir, eu não consegui nem avisar.
As máscaras continuaram seu ciclo implacável. A de Julie, ainda quente, ainda cheirando a suor, lágrimas e medo de uma garota loira que tinha sido destruída, passou por Aisha e depois foi colocada no rosto de outra negra mais nova, uma menina de apenas dezenove anos chamada Kemi. Quando o metal se fechou sobre ela, Kemi soltou um gemido abafado que virou um soluço. Seus olhos se arregalaram através da fina fresta. Ela sentiu o cheiro de Julie imediatamente, o cheiro de uma virgem que tinha sido arrombada, humilhada e marcada. O cheiro de uma criança que tinha sido transformada em puta. Kemi começou a chorar antes mesmo de a lã de vidro começar a picar sua pele. Ela sabia que agora carregava dentro da cabeça o terror de outra menina. E que, em breve, ela também seria apenas mais uma memória presa no metal.
A máscara de Caroline, suada, melada, ainda fedendo a esgoto, a desespero de mãe e a porra animal que ela tinha cuspido na boca da filha, foi colocada em outra branca e dessa, foi para outra mais nova ainda, uma mulher de vinte e sete anos chamada Renata. Quando o ferro encostou no rosto dela, Renata tremeu violentamente. O cheiro de Caroline invadiu suas narinas como um soco: suor azedo de mulher madura que tinha visto a própria filha ser estuprada, lágrimas de culpa, baba misturada com porra podre. Renata começou a hiperventilar dentro da máscara. “Não… não… por favor…” murmurou, mas os grampos já esticavam sua boca, o freio de cavalo já impedia que ela fechasse os lábios. Ela sentiu o peso da humilhação de outra mãe cair sobre ela como uma segunda pele. E soube, naquele instante, que nunca mais seria a mesma.
As duas novas vítimas foram jogadas de volta para o galpão. A máscara de Julie continuou seu trabalho, cozinhando o rosto de Kemi, coçando sem parar, roubando sua visão, sua voz, sua identidade. Kemi passou a respirar o medo de Julie todos os dias. A máscara de Caroline continuou seu trabalho, sufocando Renata com o cheiro de uma mãe destruída, marcando sua pele com a lã de vidro, transformando cada respiração num lembrete de que ela agora carregava o desespero de Caroline. E o ciclo não parou, nunca mais vai parar.
Meses depois, quando as máscaras finalmente foram tiradas, os rostos das duas mulheres irreconhecíveis, pele irritada, olhos fundos, almas apagadas, elas foram colocadas em mais duas azaradas.
Uma nova negra.
Uma nova branca.
E o cheiro, o calor, o peso, o desespero… tudo recomeçou. As máscaras não eram apenas objetos de metal, eram prisões vivas, eram heranças de dor.
Eram a forma que o hotel tinha encontrado de fazer com que o sofrimento de uma mulher nunca morresse. Ele apenas mudava de rosto. Uma máscara de cada vez. Uma escrava de cada vez. Para sempre.
E em algum lugar, bem longe dali, Caroline e Julie, agora separadas para sempre, carregavam dentro de si as cicatrizes invisíveis das máscaras que um dia usaram.
Cicatrize que nunca sarariam. Porque algumas prisões não saem da pele. Elas ficam dentro da alma, e continuam respirando. Mesmo depois que o metal é tirado.

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