oyeur A nova realidade que mudou o mundo parte 119 - Leiloada
Chegou o dia do leilão.
Fui retirada da cisterna de madrugada, ainda molhada e fedendo a esgoto. Meu corpo estava magro, trêmulo, a pele enrugada de tanto tempo na água fria. A máscara de metal foi arrancada com violência. O ar fresco bateu no meu rosto como um tapa, mas não trouxe alívio. Meu cabelo loiro estava colado ao crânio, pesado, emaranhado, cheio de caspas brancas e grossas causadas pela umidade constante. O couro cabeludo ardia, irritado pela lã de vidro. Meu rosto inteiro estava vermelho, inflamado, com pequenas feridas e marcas de coceira que eu não conseguia aliviar. A boca, depois de dias com o freio de cavalo e os grampos esticando os lábios, mal conseguia fechar. Os cantos estavam rachados, inchados, doloridos; quando tentava fechar, sentia uma dor aguda, como se os músculos tivessem esquecido a função. Os olhos estavam fundos, com olheiras roxas profundas, inchadas de tanto chorar em silêncio dentro da máscara quente. Eu parecia uma mendiga velha, destruída, fedida, humilhada até os ossos.
Não me deram banho decente. Usaram a própria água suja da cisterna para me esfregar com uma escova dura, arrancando a sujeira acumulada. Depois borrifaram em mim um desinfetante químico forte, com cheiro de cloro e hospital, que ardeu nas feridas abertas do rosto, dos seios e entre as pernas, fazendo meus olhos lacrimejarem. Por fim, secaram-me com um soprador de folhas de jardim, um jato forte de ar quente que bagunçou meu cabelo molhado e deixou minha pele vermelha, ressecada e ardendo.
Em seguida, veio a injeção.
Um peão segurou meu braço com força e cravou a agulha. O estimulante sexual entrou quente na veia. Em poucos minutos meu corpo começou a trair-me, a buceta inchou, ficou molhada contra a vontade, os mamilos endureceram, um calor vergonhoso subiu pela barriga. Eu estava excitada, mesmo exausta, mesmo destruída. O corpo respondia como o de uma puta bem treinada.
Fui levada para o local do leilão. O salão era grande, iluminado por luzes fortes e frias. Nos fundos do palco havia a área de inspeção, onde os compradores podiam tocar, abrir, cheirar e avaliar as escravas antes dos lances. Fui colocada ali, de pé, pernas abertas, mãos presas atrás das costas. Meu corpo nu estava marcado, vergões da máscara, hematomas dos arreios das charretes, a pele irritada, os seios ainda com marcas das coroas apertadas, a buceta inchada e sensível.
O leiloeiro anunciou o lote anterior: “Lote 46: jovem loira de 19 anos, buceta ainda apertada, peitos médios. Lance inicial: 45 mil.”
Os compradores se aproximaram. Um homem gordo enfiou três dedos na buceta dela e comentou em voz alta: “Ainda virgem de verdade? Vou testar.” Ele meteu os dedos com força, fazendo a garota gemer de dor. Outro apertou os peitos dela e torceu os mamilos até ela chorar. Os lances subiram rápido. Foi vendida por 78 mil reais.
Em seguida, veio uma ruiva de peitos grandes. Eles a fizeram ficar de quatro e abrir o cu com as próprias mãos enquanto os homens inspecionavam. Um deles cuspiu dentro do cu dela e riu: “Já foi bem arrombada, mas ainda serve.” Foi vendida por 62 mil.
Então chegou a minha vez. O leiloeiro me empurrou para o centro da área de inspeção. No telão gigante atrás do palco começaram a passar fotos e vídeos meus que eu nem sabia que existiam: Eu sendo montada por um cachorro no celeiro, gritando enquanto o nó inchava dentro de mim, Eu no saguão do hotel, mijando de medo enquanto estava presa na one bar prison, eu cuspindo porra de animais na boca de Julie, eu gozando com o rosto contorcido de dor e prazer forçado dentro da máscara, eu lambendo o chão sujo do galpão, o cabelo cheio de porra.
A multidão explodiu em risadas e assobios. Comentários ecoavam por todo o salão: “Olha a mãe da putinha! Já foi bem usada”, “que nojo… olha como ela mija de medo”, “Essa já tá velha e arrombada demais”, “Pelo menos vem com duas negras de brinde.”
O leiloeiro anunciou: “Lote 47: Caroline, 38 anos, mãe da virgem que foi inaugurada ontem. Corpo marcado, experiente em animais e humilhações. Vem com duas negras jovens como brinde. Lance inicial: 15 mil reais.”
Os compradores se aproximaram. Um homem magro abriu minha buceta com os dedos e enfiou dois deles fundo, mexendo enquanto dizia: “Buceta frouxa, mas ainda aperta um pouco.” Outro apertou meus seios com força, torcendo os mamilos até eu gemer rouca. Um terceiro deu um tapa forte na minha cara e riu: “Olha a cara de puta velha.”
Os lances foram baixos e poucos: “16 mil”, “17 mil”, “18 mil pelas três.”
Quase ninguém queria uma “mãe usada”. Um homem grisalho, de uns sessenta anos, bem-vestido, levantou a mão e deu o lance final: “22 mil pelas três.”
Ninguém cobriu.
Fui vendida por 22 mil reais. Um preço vergonhosamente baixo, bem abaixo do esperado, mas acima do mínimo que meu marido queria. O martelo bateu: “Vendida! Caroline e as duas negras de brinde para o Sr. Vargas.”
Enquanto me arrastavam para os fundos, ouvi risadas e comentários finais: “Barata até demais, quem vai querer uma mãe que já foi montada por cavalo?” Outro disse: “Pelo menos as negras são novinhas.”
Fui levada para a área de preparação para a viagem ao meu novo lar. Eu não vi Julie, não sabia onde ela estava, só sabia que tinha sido vendida como uma vaca velha, barata, com duas negras de brinde. E que, em algum lugar daquele inferno, minha filha também estava sendo preparada para ser vendida algum dia, ou usada como eu fui.
Eu não chorei mais, não tinha mais lágrimas. Só um vazio profundo, entorpecido, enquanto me arrastavam para ser embalada como mercadoria barata. O leilão tinha acabado para mim. Mas o inferno… o inferno continuava.
E eu, agora sou oficialmente uma puta vendida por preço de liquidação.
Eu estava sendo “embalada” como mercadoria. Estava dentro de uma caixa de madeira estreita, de pé, as mãos presas acima da cabeça por correntes fixas nas laterais. As pernas foram abertas e presas por argolas no fundo da caixa. Um peão estava pregando a tampa frontal quando o Sr. Vargas apareceu.
Era um homem grisalho, por volta dos sessenta anos, bem-vestido, com um ar de fazendeiro rico e frio. Ele parou na frente da caixa aberta, olhou para mim de cima a baixo como quem avalia um animal de reprodução e fez um gesto para o peão parar de pregar: ““Deixa-me falar com a vaca antes de fechar.”
O peão se afastou. Vargas se aproximou, o rosto perto do meu, o hálito cheirando a charuto e uísque. “Então você é a Caroline. A mãe da putinha que o pai inaugurou ontem. Comprei você por 22 mil. Um preço ridículo, mas serve. As duas negras eu só fiquei porque preciso de mão de obra barata para limpar a fazenda. Elas vão varrer merda e lamber o chão. Você… você foi comprada para outra coisa.”
Ele sorriu, um sorriso lento e cruel. “Você vai para minha fazenda de reprodução de fêmeas. Lá eu tenho um haras de escravas brancas. Vocês são colocadas em baias, cobertas regularmente por touros humanos que eu escolho. O objetivo é parir crianças saudáveis, preferencialmente loiras, para vender depois. Você ainda tem uns bons anos até a menopausa. Vai parir mais algumas. Pelo menos vai ver umas loirinhas ainda… antes de virar comida de cachorro ou ração.”
Eu senti o mundo girar. Minhas pernas fraquejaram dentro da caixa, mas as correntes me mantiveram de pé. Vargas continuou, a voz baixa, quase íntima, cheia de prazer sádico:
“E nunca mais você vai ver sua filha. Nunca. Ela foi vendida para outro comprador ainda ontem à noite, e foi entregue hoje de manhã quando tiraram ela de perto de você. Um homem que gosta de treinar virgens novas até elas quebrarem. Provavelmente já está fodendo-a de novo agora, enquanto conversamos. Você nunca vai saber o nome dele. Nunca vai saber onde ela está. Nunca vai saber se ela ainda está viva ou se já virou ração. Ela simplesmente… desapareceu da sua vida.”
Ele deu um tapa leve no meu rosto, quase carinhoso: “Mas não se preocupe. Você ainda pode ser útil. Vai parir mais uns filhotes loiros para mim. E quando seus úteros secarem, vamos ver o que fazer com você. Talvez te mandemos para fábrica de porra, ou talvez te deixemos servir de urinol para os peões até morrer. Depende do seu desempenho.”
Ele se afastou um passo, olhando para mim como quem olha para um cavalo velho que ainda pode dar uns potros: “Você foi uma boa mãe, Caroline. Criou uma filha linda. Agora vai criar mais algumas para mim. E vai fazer isso sabendo que nunca mais vai ver a primeira.”
Ele fez um sinal para o peão: “Pode fechar a caixa.”
O peão começou a pregar a tampa frontal. Cada prego batendo na madeira era como um prego sendo cravado no meu peito. Enquanto a tampa descia, eu via o rosto de Vargas pela última fresta.
Ele sorria. Eu não conseguia chorar. Não tinha mais lágrimas. Só um vazio imenso, um buraco negro onde antes havia amor, esperança e dignidade.
A tampa foi pregada. A escuridão me envolveu.
Dentro da caixa apertada, com as mãos presas acima da cabeça, as pernas abertas, o corpo ainda fedendo a desinfetante e esgoto antigo, eu só conseguia pensar em uma coisa: Julie, minha filha.
Desaparecida para sempre. Vendida para ser destruída por outro monstro.
E eu… eu ia passar o resto da minha vida parindo crianças que nunca poderia criar, sabendo que a única filha que eu realmente amei tinha sido tirada de mim para sempre.
A caixa foi erguida. Eu senti o movimento quando me carregaram para o caminhão que me levaria à fazenda de reprodução. E naquele momento, dentro da escuridão de madeira, eu finalmente entendi.
Eu não era mais mãe, eu era apenas uma matriz, uma vaca de reprodução, uma puta barata que ainda podia parir loirinhas. E o amor que eu sentia por Julie… esse amor ia me acompanhar para sempre. Como uma ferida aberta. Como uma dor que nunca cicatrizaria.
A caixa balançava enquanto me carregavam. E eu, Caroline, finalmente quebrada por completo, só conseguia repetir mentalmente, como uma oração sem esperança: “Perdão, meu amor…
Perdão por não ter conseguido te salvar. Perdão por ter te trazido para este mundo.
Eu te amo… eu sempre vou te amar…” Mesmo que nunca mais te veja.
A caixa foi colocada no caminhão, o motor ligou. E eu parti para o meu novo inferno, sem Julie, sem esperança. Só com o vazio. E o peso eterno de ter sido mãe… por tão pouco tempo.
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