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A nova realidade que mudou o mundo parte 118 - A última chance

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AnãoJediManco

Faltava apenas um dia para o leilão.
Eu fui retirada do trabalho nas charretes ao entardecer. Estava exausta, o corpo coberto de hematomas roxos nos ombros e nas coxas, as tiras do arreio tinham deixado marcas profundas na pele. A máscara de metal ainda cobria minha cabeça, quente, sufocante, a lã de vidro coçando sem parar, a visão reduzida a furinhos que mal deixavam enxergar. Minha mente estava entorpecida, lenta, como se eu estivesse andando dentro de um sonho ruim do qual não conseguia acordar.
Não me deram banho. Não me tiraram nenhuma peça de metal. Eu continuava com a máscara chifruda, a boca esticada pelo freio, os seios espremidos pelas coroas apertadas, o cinto de castidade com os dois paus de borracha dura me enchendo, as luvas-bola nas mãos, as tornozeleiras pesadas e as sandálias de ferro queimando os pés.
Fui levada para um quarto no hotel. Um quarto normal. Cama grande, lençóis limpos, luz suave. O contraste com tudo que eu tinha vivido nos últimos dias era quase insuportável.
E então a porta se abriu novamente e Julie entrou.
Ela estava limpa, estava tomada banho. O cabelo loiro brilhante e penteado, cheirando a shampoo caro. A pele clara, sem marcas visíveis. Sem máscara, sem cinto de castidade. Completamente nua, perfumada, quase… bonita. Como se a tivessem preparado para uma ocasião especial.
Meu coração se partiu ao meio.
Eles a colocaram sobre a cama, de costas, e amarraram suas pernas bem abertas, presas aos cantos da cama com correntes curtas. Julie ficou exposta, a bucetinha virgem rosada e delicada completamente à mostra. Ela olhou para mim. Seus olhos estavam vazios, apáticos, como os de uma boneca.
Meu marido entrou em seguida. Ele olhou para mim, depois para ela, e sorriu: “Chegou o dia, Caroline. Hoje nossa filhinha vira mulher.”
Ele se aproximou da cama, tirou a roupa devagar, o pau já duro. Não disse nada carinhoso, não houve beijos, não houve carinho. Ele subiu na cama, segurou os quadris de Julie com força e enfiou o pau inteiro na bucetinha virgem dela com uma única estocada brutal.
Julie soltou um grito agudo, o corpo inteiro se arqueando contra as amarras. Sangue escorreu imediatamente pela fenda, misturando-se ao lubrificante que ele não usou. Ele não parou. Começou a foder com força, fundo, batendo as bolas contra ela a cada estocada. O pau entrava e saía, brilhando de sangue e umidade forçada. Julie gritava, chorava, o corpo pequeno sacudindo violentamente: “Dói! Papai, dói muito! Por favor… para!”
Ele riu e meteu mais fundo, puxando o cabelo dela com uma mão enquanto dava tapas fortes na cara dela com a outra: “Calada, putinha. Você foi feita para isso.”
Ele a fodeu sem piedade. Estocadas longas, brutais, batendo até o fundo. Julie soluçava, o corpo traído respondendo contra a vontade, a bucetinha apertando o pau do pai, um gemido misturado de dor e prazer involuntário escapando da garganta dela. Ele gozou pela primeira vez dentro dela, gemendo alto, enchendo a bucetinha virgem de porra quente. Não parou.
Tirou o pau, ainda duro, e enfiou novamente. Segunda vez. Terceira vez. Cada gozada era mais fundo, mais violenta. Julie gritava, chorava, o corpo convulsionando, a buceta inchando, vermelha, escorrendo porra branca misturada com sangue. Ela parecia uma boneca quebrada, os olhos vidrados, a boca aberta em gemidos roucos.
Quando ele finalmente se satisfez, suado e ofegante, chamou dois peões que esperavam do lado de fora: “Agora o cu dela. Quero ver como minha filha aguenta no outro buraco.”
Os dois homens não hesitaram. Um deles virou Julie de bruços, ainda amarrada, e enfiou o pau no cuzinho dela sem preparação. Julie soltou um grito animal, o corpo se debatendo inutilmente. O segundo homem enfiou na boca dela, fodendo a garganta enquanto o outro arrombava o cu virgem. Eles revezavam, brutais, rindo, chamando-a de “putinha do papai”, “cadela virgem”, “buraco novo”.
Gozaram dentro do cu dela, depois na boca, depois na cara. No final, Julie estava coberta de porra. O rosto, o cabelo, os seios, a barriga. Ela não reagia mais. Ficou ali, deitada na cama, olhos semiabertos, olhando para o nada, como uma boneca inflável usada e jogada de lado.
Meu marido olhou para mim, ainda presa na máscara quente, babando, o coração despedaçado: “Pronto, Caroline. Nossa filha já não é mais virgem. Agora ela é só mais uma puta. Igual a você.”
Eu não consegui nem chorar direito, a máscara quente, a boca esticada, o cinto me enchendo, os seios espremidos… tudo doía. Mas nada doía tanto quanto ver minha filha ali, destruída, coberta de porra, olhando para o vazio.
E saber que, amanhã, eu seria leiloada. Duas putas da mesma família. Uma pronta para ser vendida. O quarto ficou em silêncio. Só se ouvia a respiração pesada dos homens e o choro abafado que eu não conseguia mais segurar dentro da máscara.
Julie não se mexia. Eu não conseguia olhar para outro lugar, o amanhã… o amanhã chegaria em poucas horas, com o leilão.
E o fim de tudo que ainda restava de nós duas.
Depois que meu marido terminou de foder o cu de Julie e os dois peões o arrombaram por quase uma hora, gozando dentro e fora dela até deixá-la coberta de porra, eles nos arrastaram para fora do quarto.
Julie mal conseguia andar, o corpo pequeno tremia, as pernas fracas, o cu vermelho e aberto escorrendo sêmen grosso pelos fundos das coxas. Eu ainda estava presa na minha máscara de metal, babando, o cinto me enchendo, os seios espremidos. Não consegui nem a abraçar direito.
Fomos levadas para uma cela que eu nunca tinha visto, era a menor de todas. Um cubículo minúsculo de cimento, pouco mais de um metro de profundidade, e nem isso de largura. Eles nos jogaram lá dentro como sacos. Eu e Julie ficamos praticamente abraçadas, agachadas, corpos colados, sem espaço para nos mexermos. Nossas pernas estavam dobradas, os joelhos pressionados contra o peito uma da outra. Não dava para ficar em pé. Não dava para deitar-se. Só conseguíamos nos apertar, pele contra pele, respiração contra respiração.
O homem velho retirou de mim o cinto de castidade, as tornozeleiras pesadas e as sandálias de ferro. Os paus de borracha saíram de mim com um som molhado, deixando minha buceta e meu cu abertos e doloridos. Mas ele deixou a máscara de metal. A máscara da vergonha. Com seus furinhos como uma peneira, a lã de vidro coçando sem parar, a boca esticada pelo freio, os chifres ridículos. Eu não conseguia falar. Mal conseguia ver Julie no escuro, apenas uma sombra borrada através dos furinhos.
A tampa de ferro pesada foi baixada e trancada acima de nós. Então a água começou a subir.
Um jorro frio veio de algum cano escondido. A água subiu rápido, gelada, subindo pelas nossas pernas, pela barriga, pelos seios, até chegar ao pescoço. Ficamos ali, agachadas, abraçadas, com a água até o queixo. O frio era cortante. Nossos corpos tremiam violentamente, colados um no outro para tentar se aquecer. A água suja da cisterna anterior ainda estava grudada em nossa pele; agora ela se misturava com a água limpa, mas o cheiro de esgoto permanecia em nosso cabelo e na nossa memória.
Não podíamos nos mexer. Qualquer movimento fazia a água balançar e entrar na boca de Julie ou bater contra a máscara na minha. Eu não conseguia falar com ela. Só conseguia emitir gemidos abafados, distorcidos pelo freio de cavalo. Julie chorava baixinho, o rosto encostado no meu peito, a água fria batendo no queixo dela.
A noite inteira foi assim, molhadas, com frio, apertadas e sem conseguir dormir direito.
A água serviu para limpar um pouco a sujeira acumulada no meu corpo, o suor, a porra seca, o sangue, a poeira da charrete. Mas não limpou nada por dentro. O frio fazia nossos dentes baterem. O espaço minúsculo nos forçava a sentir cada tremor, cada respiração, cada soluço da outra.
Julie sussurrava contra meu peito, a voz quase inaudível: “Mamãe… eu estou com tanto medo… dói tanto ainda…”
Eu não conseguia responder. Só conseguia apertar meu corpo contra o dela, tentar transmitir calor e amor através da pele molhada e fria. As lágrimas escorriam pelo meu rosto dentro da máscara quente, misturando-se à água que subia até nosso pescoço.
Eu pensava em tudo. No dia em que Julie nasceu, a noite em que ela foi concebida com amor, nas vezes em que eu a embalei no colo. E agora… agora estávamos as duas presas num cubículo minúsculo, molhadas, tremendo de frio, abraçadas como duas ratas afogando, esperando o leilão que aconteceria amanhã.
Eu sentia o coração dela batendo contra o meu, sentia o tremor do seu corpo, sentia o medo puro que irradiava dela. E não podia fazer nada. Não podia falar, não podia protegê-la. Só podia estar ali, colada a ela, sofrendo junto.
A água subia e descia levemente com nossos movimentos. O frio entrava até os ossos. O cheiro de esgoto ainda estava em nossa mente. A máscara coçava, queimava, sufocava. Mas nós estávamos juntas. Pela última noite antes do leilão, estávamos juntas.
E mesmo que fosse dentro de um cubículo apertado, cheio de água fria até o pescoço, mesmo que eu não pudesse falar com ela, mesmo que eu mal conseguisse vê-la… eu ainda era a mãe dela, ela ainda era minha filha.
Amanhã nos venderiam, ou eu pelo menos seria vendida. Mas naquela noite, por mais cruel e desconfortável que fosse, ainda éramos nós duas. Apertadas, molhadas, tremendo e quebradas. Mas juntas. E isso, naquele momento, era tudo o que ainda nos restava.

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