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Raízes Entrelaçadas - 24 (Final) - Raízes que Crescem

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Tugolândia

Na manhã quente do Monte, Mariana revela a Ana o derradeiro segredo.

A manhã chegou clara e quente sobre o Monte alentejano, o sol já alto a dourar as oliveiras centenárias e a entrar pelas janelas abertas do casarão antigo de pedra. O ar ainda guardava o cheiro denso e proibido da orgia da noite anterior: terra remexida pelo peso dos corpos, porra seca colada às mantas, suco feminino doce e almiscarado misturado ao perfume maduro dos figos esmagados sob os pés descalços. O aroma de café acabado de passar subia da cozinha, forte e aromático, misturando-se ao pão fresco que Clara tirara do forno, crocante, quente, com a casca estaladiça que libertava um cheiro terroso e doce.
Mariana esperou que todos saíssem para o pomar. Ouviu as vozes afastarem-se devagar: o riso rouco e grave de Miguel ecoando entre as árvores, o tom calmo e pausado de Pedro a dar ordens sobre as cercas, os passos leves e cúmplices de Sofia e Inês a rirem baixinho enquanto colhiam ervas. Só então, com o coração a bater descompassado no peito, puxou Ana pela mão. Os dedos dela tremiam ligeiramente, a pele morna e castanha contrastando com a pele clara e sardenta da mulher mais velha. Fechou a porta do quarto principal com suavidade, o clique suave da fechadura a soar como uma promessa íntima. O quarto cheirava a lavanda seca, a lençóis amarrotados da noite anterior e ao suor coletivo que ainda pairava no ar como um véu sensual.
Mariana sentou-se na borda da cama grande, as mãos trémulas pousadas sobre a barriga ainda lisa, mas já quente, latejante, como se o segredo que carregava dentro dela pulsasse com vida própria. Os caracóis pretos e volumosos caíam soltos sobre os ombros largos, o vestido laranja fino colado ao corpo voluptuoso pelo suor leve da manhã - os seios médios-firmes marcando o tecido, os mamilos escuros já endurecidos de emoção e desejo.
- Mamã… Ana… - a voz saiu rouca, emocionada, o sotaque brasileiro mais doce e arrastado que nunca, carregado de lágrimas que lhe turvavam os olhos castanhos-escuros. - Eu estou grávida.
Ana ficou imóvel por um segundo longo, os olhos verde-esmeralda arregalados de surpresa, o peito generoso subindo e descendo num suspiro profundo que fez os seios pesados balançarem sob o robe de seda azul-escuro. Depois, um brilho intenso, maternal e feroz, iluminou-lhe o rosto maduro. Puxou Mariana contra si com força protetora, os seios grandes e macios envolvendo o corpo mais novo num abraço quente, sufocante, onde a pele se colava à pele. O cheiro familiar de lavanda, âmbar doce e excitação feminina madura encheu as narinas de Mariana, fazendo-a tremer inteira.
- Minha menina… a minha putinha brasileira… - murmurou Ana, a voz rouca e trémula de emoção, os lábios carnudos roçando o cabelo cacheado e ainda húmido de suor. - A criança é muito bem-vinda. Vai ser criada e amada por todos nós, aqui neste Monte, sem segredos, sem regras. Não vai faltar nada. Nem amor, nem mãos quentes, nem vozes para lhe ensinar o que é ser livre desde o berço. Tu és parte desta família desde o primeiro dia em que abriste as pernas para nós. Agora vais ser mãe… e nós vamos ser uma aldeia inteira a criar esta criança, a encher-lhe a vida para ela crescer e ser o que quiser.
Mariana desatou a chorar de alívio e felicidade pura, o corpo sacudido por soluços suaves e profundos que faziam os seios dela roçarem nos da Ana. Enterrou o rosto no pescoço quente da mulher mais velha, inalando o cheiro que a fazia sentir-se em casa - suor leve, pele madura, um toque almiscarado da cona que ainda guardava resquícios da noite. Os lábios dela roçaram a pele macia, beijando devagar, sentindo o pulso acelerado bater contra a boca. Os seios pesados de Ana pressionavam os dela através do tecido fino, os mamilos escuros e grandes já inchados e duros, roçando com uma fricção lenta que enviava faíscas diretas para a cona de Mariana.
- Eu planeei isto, mamã - confessou Mariana entre lágrimas, a voz abafada e rouca, o sotaque brasileiro carregado de desejo cru. - Parei de tomar a pílula há dois meses, às escondidas. Queria ficar para sempre com vocês, com esta família. Não sei se é do pau grosso do Miguel, do caralho do João ou do Lucas… e não quero saber. Esta criança é de todos. Vai crescer aqui, a ver a mãe a ser amada por todos, a aprender que é o amor.
Ana afastou-a um pouco, segurou-lhe o rosto com as mãos quentes e firmes, os polegares limpando as lágrimas das faces castanhas. Beijou-a devagar, línguas quentes e molhadas encontrando-se num beijo maternal que depressa ganhou fome profunda. As bocas abriram-se, saliva misturando-se, gemidos baixos escapando enquanto as mãos de Ana desciam pelas costas largas de Mariana, apertando as ancas carnudas, sentindo a carne firme e quente ceder sob os dedos. Mariana gemeu alto dentro da boca dela, as coxas apertando-se uma contra a outra, a cona já encharcada, os lábios grossos inchados e reluzentes de humidade que escorria devagar pela coxa interna.
- Ai, mamã Ana… toca-me… - sussurrou Mariana, a voz quebrada. - Sente como a minha buceta tá molhada só de pensar nesta barriga a crescer com a porra da família toda.
Ana ajoelhou-se devagar diante dela, o robe de seda azul-escuro abrindo-se completamente e revelando os seios grandes e pesados, os mamilos escuros inchados pedindo boca. Beijou a barriga ainda lisa de Mariana com reverência absoluta, os lábios carnudos pressionando a pele morna, a língua traçando círculos lentos como se já adorasse a vida que ali crescia.
- Aqui dentro… a nossa semente proibida - sussurrou Ana, a voz rouca de emoção e luxúria, o hálito quente contra a pele. - Vou cuidar de ti todos os dias, minha putinha grávida. Vou lamber esta cona todos os dias, devagarinho, enquanto esta barriga cresce e os teus peitos ficam mais cheios de leite. A família inteira vai adorar este ventre, vai encher-te de caralho e porra até transbordar, mas com carinho, com amor. És a nossa mãe agora, Mariana. A nossa puta-mãe.
Mariana abriu as pernas devagar, o vestido subindo pelas coxas grossas e macias, revelando a cona depilada em V já brilhante, os lábios inchados abertos e reluzentes, o clitóris com o piercing pequeno a latejar. Ana mergulhou o rosto entre elas sem pressa, a língua quente e experiente lambendo toda a extensão dos lábios grossos, saboreando o gosto doce, tropical e almiscarado que tanto adorava. O piercing roçou os lábios carnudos de Ana, fazendo-a gemer alto contra a carne húmida.
- Ai caralho, mamã… lambe a buceta da tua filha grávida… enfia essa língua gostosa bem fundo… chupa o meu clitóris com força, porra… - gemia Mariana, os dedos enterrados nos cabelos castanhos com reflexos dourados, puxando o rosto de Ana mais contra si. A cona contraiu-se, suco quente jorrando devagar na boca da mulher mais velha.
Ana enfiou a língua mais fundo, fodendo a entrada apertada com movimentos lentos e profundos, enquanto dois dedos grossos curvavam-se no ponto G, pressionando com precisão. O polegar rodeava o clitóris inchado, roçando o piercing. Mariana arqueou as costas, os seios balançando, o ventre latejando de prazer e emoção.
- Isso, mamã… faz a minha buceta gozar… quero esguichar na tua cara enquanto penso nesta criança… ai porra, vou vir… - gritou Mariana, o corpo convulsionando violentamente. O orgasmo veio forte, suco quente jorrando na boca de Ana, que lambeu tudo com devoção, engolindo cada gota, o queixo brilhante e pingando.
Ana subiu devagar, beijando a barriga, os seios, mordiscando os mamilos escuros e duros de Mariana, até chegarem à boca outra vez. Os corpos colaram-se completamente, peles quentes e suadas, seios pesados roçando uns nos outros com fricção molhada, as conas molhadas tocando-se levemente. Os dedos de Ana entraram outra vez na cona encharcada, três agora, fodendo devagar enquanto as bocas se devoravam.
- Sente como estás cheia, minha menina… - murmurou Ana contra os lábios dela. - Esta buceta vai ficar ainda mais gulosa com a gravidez. Vou pedir ao Pedro para te foder devagarinho todos os dias, o caralho dele grosso e peludo a bater fundo enquanto eu chupo os teus peitos cheios.
Mariana veio-se outra vez, mais intenso, o corpo tremendo, unhas cravadas nas costas de Ana. Ficaram abraçadas longos minutos, respirando o mesmo ar quente, o cheiro forte de excitação feminina e saliva enchendo o quarto como incenso proibido.
Quando saíram, de mãos dadas, os dedos ainda húmidos e brilhantes, o grupo esperava na sala grande. O sol entrava pelas janelas, iluminando rostos curiosos e corpos já ligeiramente suados do trabalho no pomar. Clara segurava uma travessa de compota fresca, o cheiro doce enchendo o ar; Pedro limpava as mãos grandes e calejadas nos jeans; Miguel e João trocavam olhares cúmplices, os paus já semiduros nas calças só de verem as duas mulheres de rostos corados; Sofia e Inês sentadas no colo uma da outra, as mãos discretas entre as coxas; Lucas e Lara de mãos dadas como sempre, olhos castanhos nos olhos castanhos.
Mariana parou no centro da sala, a voz firme apesar da emoção que lhe apertava a garganta.
- Estou grávida - disse simplesmente, a mão pousada na barriga. - Parei a pílula. Queria isto. Queria ficar para sempre.
O silêncio foi absoluto por dois segundos. Depois explodiu em lágrimas de alegria, abraços apertados, risos roucos e beijos molhados. Ninguém perguntou de quem era o pau que tinha plantado a semente. A criança seria de todos - de todos os caralhos, de todas as conas, de todo o amor cru daquela família.
Miguel puxou-a contra o peito musculado e tatuado, os braços fortes envolvendo-a, o caralho já duro marcando a barriga dela através das calças.
- Vou ser pai… ou tio… ou as duas coisas, porra - grunhiu ele, voz grave e dominante, beijando-lhe a testa com ternura feroz. - Esta criança vai crescer aqui, Vou ensinar-lhe a ser livre como nós.
Inês ajoelhou-se devagar diante de Mariana, os olhos castanhos brilhando de luxúria, e beijou a barriga lisa com os mesmos lábios que tantas vezes tinham chupado a cona dela.
- Vou ensinar-lhe a desenhar caralhos na areia do pomar - brincou Inês, voz rouca, as mãos subindo pelas coxas de Mariana.
Sofia, a mais nova, abraçou Mariana por trás, os seios pequenos e firmes pressionando as costas dela, os mamilos rosados já duros contra o tecido.
- Vou ser tia… ou irmã… ai caralho, que lindo - sussurrou Sofia, a voz doce, mas já carregada de desejo, os dedos deslizando para dentro do vestido e roçando a cona ainda molhada. - Quero lamber esta barriga todos os dias enquanto o Miguel me fode por trás.
Pedro e Clara trocaram um olhar cúmplice, os olhos cheios de orgulho paternal. Clara aproximou-se e beijou Mariana na boca, devagar, línguas entrelaçando-se, saboreando o gosto de Ana ainda nos lábios dela.
- O Monte vai ter mais uma raiz - disse Pedro com a voz grave e pausada, sotaque alentejano carregado, a mão grande pousando na barriga de Mariana. - Vamos reforçar o telhado, fazer um quarto novo. Esta criança não vai faltar nada…
Ana observava tudo com os olhos marejados de lágrimas e desejo, o peito cheio de orgulho maternal e luxúria. Puxou todos para um grande abraço coletivo. Corpos colados, mãos acariciando barrigas, seios e paus, respirações misturando-se no ar quente. O cheiro de pele quente, suor fresco, terra e excitação voltou a encher a sala como uma névoa sensual.
Miguel foi o primeiro a endurecer completamente. O caralho grosso e veiado marcou as calças enquanto ele beijava o pescoço de Mariana com fome.
- Hoje vamos celebrar devagar, mas fundo - murmurou Ana, voz rouca e maternal, tirando o robe e ficando nua, os seios pesados balançando. - Sem pressa. Quero sentir cada um de vocês a adorar este ventre, a encher a minha menina de porra enquanto eu lambo a cona dela.
Despiram-se com calma carregada de desejo. Roupas caíram no chão de madeira antiga, paus saltando duros e brilhantes de pré-gozo, conas já molhadas e inchadas. Mariana deitou-se no sofá grande, pernas abertas, a cona exposta e reluzente. Ana ajoelhou-se entre elas outra vez, lambendo devagar, a língua circulando o clitóris enquanto os dedos entravam fundo.
- Lambe a buceta grávida da tua filha, mamã… - gemeu Mariana, os quadris movendo-se contra o rosto de Ana. - Chupa o meu clitóris enquanto o Miguel te fode por trás.
Miguel posicionou-se atrás de Ana, o caralho grosso e tatuado abrindo a cona madura e húmida dela com uma estocada lenta e profunda.
- Toma o pau do teu filho, mamã… sente como tá duro por causa desta barriga - grunhiu Miguel, estocadas fundas e ritmadas, as bolas batendo contra a cona de Ana. - Fode-a com a língua enquanto eu te encho de porra.
João meteu o pau grosso na boca de Mariana, que chupava com fome voraz, a língua rodando na cabeça brilhante, baba escorrendo pelos cantos da boca.
- Chupa o caralho do teu irmão, putinha grávida… engole fundo enquanto a Ana te lambe - ordenou João, voz rouca, os quadris movendo-se devagar.
Inês e Sofia chupavam os mamilos de Mariana alternadamente, mordiscando e sugando com força, os dedos delas dentro das próprias conas.
- Os teus peitos vão ficar cheios de leite… vou mamar em ti todos os dias - sussurrou Inês, dentes roçando o mamilo.
Clara sentou-se no rosto de Pedro, gemendo alto enquanto ele lhe lambia a cona madura e peluda com a língua grossa.
- Lambe a cona da tua mulher enquanto vês a Mariana a ser adorada - gemeu Clara, rebolando os quadris.
Lucas e Lara fodiam devagar ao lado, unidos como sempre, o caralho dele enterrado fundo na cona apertada dela, olhos castanhos nos olhos castanhos, respirações sincronizadas.
- Sente-me todo dentro de ti, Lara… somos um só… - murmurava Lucas, estocadas lentas e profundas.
Os gemidos enchiam a sala, misturando-se ao som molhado de pele contra pele, línguas chupando, caralhos fodendo. Mariana veio-se outra vez com um grito rouco, apertando a língua de Ana, suco jorrando. Miguel encheu a cona da mãe com porra quente e grossa, grunhindo alto.
- Toma a porra do teu filho, mamã… mistura com o suco da Mariana.
Trocaram devagar, sem pressa. Pedro enfiou o caralho alentejano grosso e peludo na cona de Mariana, estocadas profundas e lentas.
- Sente o pau do caseiro, menina… vou foder esta barriga grávida com carinho - grunhiu Pedro.
Ana sentou-se no rosto de Mariana, a cona cheia de porra escorrendo na boca dela.
- Engole a porra do teu irmão enquanto o Pedro te fode, minha putinha.
O dia inteiro foi assim: carícias lentas e intensas, penetrações profundas e suaves, bocas lambendo tudo, línguas explorando conas e cus, paus pulsando e jorrando porra quente em bocas, conas e sobre a barriga lisa. Porra escorria devagar pelas coxas, misturando-se ao suor e ao suco feminino, o cheiro cru e denso de sexo enchendo a sala. Texturas enlouquecedoras - pele escorregadia, caralhos latejando dentro de conas quentes que apertavam como bocas vivas, bocas cheias do gosto salgado e doce da família. Diálogos sujos ecoavam sem parar:
- Enche a cona da grávida, João… jorra fundo para ela sentir a porra quente - pedia Ana.
- Mama-me o caralho, Sofia… engole enquanto lambes a cona da Mariana - ordenava Miguel.
- Ai caralho, o teu cu aperta tanto, Inês… toma o caralho do teu irmão enquanto eu fodo a Mariana - grunhia Lucas.
Ninguém tinha pressa. Era celebração pura, amor e desejo entrelaçados, corpos colados num só emaranhado de carne, porra e promessas.
Ao fim da tarde, todos deitados no tapete grande, corpos nus e entrelaçados, suor e porra secando lentamente na pele, Mariana no centro com a cabeça no colo macio e quente de Ana. A mão dela acariciava a barriga lisa com ternura infinita.
- Amanhã voltamos a Algés - disse Ana baixinho, a voz rouca de satisfação. - O apartamento e o Monte são uma só casa agora. As paredes caíram para sempre.
Mariana sorriu, os olhos fechados de felicidade profunda, sentindo o calor de todos à volta - o caralho semiduro de Miguel roçando-lhe a coxa, os dedos de Inês brincando preguiçosamente com o piercing no clitóris, a respiração doce de Sofia no seu pescoço, o peito peludo de Pedro contra as suas costas. Pela primeira vez, o futuro tinha um coração a bater dentro dela. E era de toda a família, selado em porra, amor e raízes entrelaçadas.

Epílogo – Raízes Eternas (março de 2032)

Seis anos depois, o Monte alentejano tinha crescido. Uma ala nova fora construída, com quartos para as crianças e um grande salão onde todos se reuniam. A família vivia unida, sem segredos, sem vergonha.
Ana (54) continuava consultora imobiliária, mas trabalhava de casa, gerindo os rendimentos do Monte e da produção de azeite. Era a matriarca serena, o corpo ainda voluptuoso, os cabelos com mais fios prateados que ela usava com orgulho. Tinha tido mais dois filhos com Miguel e João — todos criados em comum.
Mariana (30) era mãe de Raíza (5 anos), a menina morena de caracóis e sorriso largo que era o centro da casa. Mariana geria a cozinha e a loja online de compotas afrodisíacas que Clara e ela criaram. O corpo brasileiro estava ainda mais exuberante após a gravidez; nunca saía do Monte sem o piercing no umbigo a brilhar.
Miguel (34) expandira o ginásio para uma pequena cadeia em Lisboa e Évora. Continuava o personal trainer mais procurado, tatuagens ainda mais extensas, sempre protetor de Sofia e agora de Raíza.
Sofia (24) terminara Geografia e trabalhava como guia turística especializada em património rural, levando grupos ao Monte. Casara oficialmente com Miguel num ritual familiar privado, mas partilhava a cama com todos.
João (32) era programador de sucesso, com uma start-up de apps de bem-estar sexual que rendia fortunas. Inês era a designer gráfica da empresa.
Inês (29) tinha o próprio estúdio de branding em Lisboa, mas passava a maior parte do tempo no Monte. Tinha tido um filho com João — um menino de 4 anos chamado Lucas II.
Pedro (48) e Clara (46) viviam o sonho: o Monte produzia o melhor azeite da região e as compotas de Clara eram famosas. Os gémeos Lucas e Lara (24) geriam a produção agrícola e tinham tido duas crianças (gémeos, claro) com o apoio de toda a família.
O Rafeiro Guardião ainda vivia, agora grisalho, dormindo aos pés da cama de Clara.
Todas as noites, depois do jantar, as mantas eram estendidas no pomar ou na sala grande. Os corpos entrelaçavam-se, os gemidos soavam nas paredes centenárias. Não havia ciúmes. Não havia regras. Apenas amor, desejo e raízes entrelaçadas.
A história terminava como começou: com corpos quentes, corações batendo juntos e a certeza de que, nesta família, o amor nunca tinha limites.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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