A nova realidade que mudou o mundo parte 117 - Antecedendo o leilão
O velho apareceu no galpão das negras no final da tarde, quando o calor dentro do zinco já estava insuportável. Ele parou na frente de mim e de Julie, que ainda usava a máscara de metal e o cinto. Olhou para nós duas como quem avalia mercadoria antes de embalar. Depois falou, com a voz rouca e sem emoção, mas alto o suficiente para que Julie ouvisse cada palavra: “Faltam apenas dez dias para o leilão. Vocês duas vão ser preparadas. Atividades para fortalecer os músculos, deixar o corpo mais bonito, mais atraente para o novo dono. Nada de preguiça. Vocês vão valer dinheiro.”
Julie soltou um gemido abafado dentro da máscara. Eu senti o chão sumir sob meus pés. O velho não esperou. Fez um sinal e dois peões me puxaram para o centro do galpão, bem na frente da minha filha. Começaram a colocar os novos “presentes” em mim, um por um, sem pressa, como se estivessem montando uma obra de arte.
Primeiro, a máscara.
Diferente da de Julie, a minha era ainda mais cruel. Era uma peça grossa de metal escuro, forrada internamente com lã de vidro fina e áspera. Quando a colocaram sobre minha cabeça, senti imediatamente a irritação, milhares de fibras minúsculas picando meu couro cabeludo, minha testa, minhas bochechas. O calor começou a se acumular na mesma hora. O cabelo ficou preso lá dentro, amassado, virando um abafador úmido e quente. A máscara tinha apenas pequenos furinhos, como uma peneira ou um ralo, na altura dos olhos. Eu mal conseguia enxergar, o mundo virou um borrão de luzes e sombras, tudo distorcido e difícil de focar. Não entrava quase nenhuma ventilação. O ar dentro da máscara ficou quente, úmido, pesado, como se eu estivesse respirando dentro de um saco plástico.
Na boca, enfiaram um ferro grosso em forma de freio de cavalo, cruzando de lado a lado, que me impedia de fechar os lábios. Depois prenderam grampos de pressão nos cantos da boca, esticando meus lábios para fora de forma permanente. Eu fiquei com a boca aberta, babando imediatamente, incapaz de falar ou engolir direito. No nariz, dois ferros finos foram enfiados nas narinas, causando um desconforto constante, como se estivesse sempre prestes a espirrar ou sufocar. No pescoço, uma borracha grossa selou tudo, apertando forte, impedindo que o cabelo escapasse ou que o ar fresco entrasse. Do lado de fora, dois pequenos chifres de metal foram fixados na testa, só para humilhação, para que todos vissem que eu era uma “vaca” ou “demônio” de estimação. A máscara ainda estava suja, ela tinha cabelos pretos e grossos grudados no interior, restos de suor e lágrimas de quem a usou antes de mim. O cheiro era azedo, humano, podre.
Eu me senti menos que humana. Menos que animal. Uma coisa dentro de uma caixa de ferro.
Depois vieram os seios.
Eles colocaram em cada um uma “coroa” de metal, um anel apertado que abraçava a base do seio, forçando a carne para frente e para cima. Escolheram um tamanho menor que o natural. Quando fecharam, senti a pressão imediata: meus seios foram espremidos, inchados, ficando vermelhos e latejantes. Os mamilos ficaram expostos e sensíveis, esticados. Cada respiração fazia a carne doer, como se estivesse sendo espremida por uma mão invisível o tempo todo. O ferro que aperta dos mamilos para a base do seio, ela é menor que meu peito, e ele está espremido, empurrado para trás, e isso com pouco tempo começa a doer.
Em seguida, o cinto de castidade.
Diferente do de Julie, o meu tinha dois paus de borracha dura fixos na parte interna. Eles os enfiaram em mim sem lubrificante, um grosso na buceta, outro um pouco mais fino no cu. Ambos eram rígidos, sem vibração, só preenchimento constante. Quando o cinto foi trancado, senti os dois paus me invadindo ao mesmo tempo, forçando-me a ficar com as pernas ligeiramente abertas. O metal frio pressionava minha pele, o peso do aparelho puxava para baixo. Agora eu estava completamente cheia, esticada, incapaz de fechar as pernas direito.
Colocaram uma argola de metal grossa no meu pescoço, pesada, com um anel na frente para prender correntes. Depois as luvas em forma de bola, duas esferas de metal que cobriam completamente minhas mãos, prendendo os dedos dentro, impossibilitando que eu usasse as mãos para qualquer coisa. Por último, as tornozeleiras de metal, cada uma pesando mais de três quilos, e as sandálias de ferro, frias, duras, sem conforto nenhum, que esquentavam rapidamente sob o sol.
Quando terminaram, eu estava irreconhecível.
Uma coisa metálica, chifruda, babando pela boca esticada, seios espremidos, buceta e cu preenchidos, mãos inúteis, pés pesados. A máscara transformava minha visão em um borrão pontilhado. O calor dentro dela me fazia suar imediatamente, o suor preso, escorrendo devagar pelo rosto e sendo absorvido pela lã de vidro que coçava sem parar.
Olhei para Julie através dos furinhos da máscara. Ela estava sentada no feno, ainda com a própria máscara, os olhos visíveis através da fresta. Eu vi o horror no olhar dela. Vi o amor. Vi a culpa. Vi o medo de que eu estivesse desaparecendo bem na frente dela.
Eu agora sei. Eu sei exatamente o que Julie vem sentindo há mais de uma semana. Porque agora eu também estou usando tudo isso.
A máscara de metal foi colocada na minha cabeça como uma sentença. O peso dela é imediato, opressivo. O interior forrado com lã de vidro começa a coçar assim que o metal toca minha pele, milhares de fibras minúsculas picando meu couro cabeludo, minha testa, minhas bochechas. Em poucos minutos o calor se acumula. Meu cabelo fica preso lá dentro, amassado, suado, virando um abafador úmido e quente que não respira. O suor escorre devagar pelo meu rosto, mas não consegue sair; fica preso, escorrendo pelos olhos, misturando-se às lágrimas que já começam a cair.
A visão é um pesadelo. Apenas pequenos furinhos, como uma peneira ou um ralo enferrujado, permitem que eu veja o mundo. Tudo é pontilhado, borrado, distante. Eu preciso virar a cabeça inteira para conseguir focar em qualquer coisa, e mesmo assim só consigo uma fatia estreita e distorcida da realidade. O ar dentro da máscara é denso, quente, quase sem ventilação. Cada respiração fica mais difícil, mais pesada.
Na boca, o ferro em forma de freio de cavalo cruza de lado a lado, impedindo que eu feche os lábios. Os grampos de pressão nos cantos esticam minha boca para fora de forma permanente. Eu babo sem parar. A saliva escorre pelo queixo de metal, pinga nos meus seios, desce pela barriga. Não consigo falar direito. As palavras saem abafadas, distorcidas, ridículas. Não consigo engolir direito, não consigo cuspir.
No nariz, dois ferros finos foram enfiados nas narinas, causando um desconforto constante, uma sensação de que estou sempre prestes a espirrar ou sufocar. No pescoço, a borracha grossa sela tudo, apertando forte o suficiente para marcar a pele, impedindo que o cabelo escape ou que o ar fresco entre. O suor fica preso ali, acumulando, escorrendo devagar pelo interior da máscara.
Do lado de fora, dois pequenos chifres de metal me fazem parecer um demônio ou uma vaca de estimação. A máscara ainda carrega o cheiro da anterior, suor azedo, lágrimas secas, cabelo preto grosso ainda grudado no interior. Eu sinto o cheiro de outra mulher que sofreu aqui antes de mim. Isso me dá nojo. Me dá medo. Me faz sentir que sou apenas mais uma na fila.
Nos seios, colocaram as “coroas” de metal. Anéis apertados, um pouco menores que o tamanho natural dos meus seios. Quando fecharam, senti a pressão imediata e cruel. Meus seios foram espremidos para frente, inchados, vermelhos, latejantes. A carne transborda do metal, sensível, dolorida. Cada respiração faz os seios doerem. Os mamilos ficam expostos, duros, vulneráveis.
E o cinto de castidade… o meu. Eu agora entendo, de verdade, o que Julie vem sentindo há mais de uma semana.
Entendo o calor sufocante dentro da máscara, entendo a coceira incessante da lã de vidro, entendo a visão limitada, o mundo reduzido a furinhos. Entendo a boca esticada, a baba constante, a impossibilidade de falar ou engolir direito. Entendo o peso, a pressão, a sensação de ser menos que humana. Entendo o desespero de estar sempre cheia, sempre esticada, sempre excitada sem alívio. E o mais doloroso: eu entendo o olhar dela quando me vê assim.
Eu fui retirada do galpão das negras sozinha. O homem velho apareceu no meio da manhã, quando o calor dentro do zinco já estava insuportável. Ele não disse nada para Julie. Apenas apontou para mim e ordenou que eu me levantasse. Julie tentou se aproximar, mas a máscara de metal e o cinto a tornavam lenta. Seus olhos, visíveis apenas pela fina fresta, se encheram de pânico quando percebeu que me levariam sem ela. “Mamãe…” a voz dela saiu abafada, distorcida pela máscara.
Eu não consegui responder. A minha própria máscara, com os furinhos como uma peneira, a lã de vidro coçando sem parar, o ferro cruzando minha boca, me impedia de falar direito. Só consegui olhar para ela por um segundo, tentando colocar todo o meu amor e desespero naquele olhar limitado.
Então me puxaram para fora, e a caminhada começou imediatamente. O sol da manhã já queimava forte. A máscara de metal, que tinha ficado quente dentro do galpão, agora se transformava num forno sob a luz direta. O metal escuro absorvia o calor e o prendia contra meu rosto. O suor escorria por dentro da máscara, misturando-se à lã de vidro, fazendo a coceira virar uma queimação constante. Os pequenos furinhos mal deixavam o ar entrar; eu respirava quente, úmido, sufocante. O ferro na boca me impedia de fechá-la, e a baba escorria pelo queixo de metal, pingando nos meus seios espremidos pelas coroas apertadas.
Minhas pernas foram forçadas a ficar abertas por causa dos dois paus de borracha dura dentro do cinto de castidade. O da buceta era grosso e rígido, pressionando constantemente contra minhas paredes internas. O do cu me esticava sem piedade. A cada passo, o metal do cinto roçava e mordia a pele sensível das coxas e da virilha, criando um atrito doloroso que piorava com o suor. Eu andava com as pernas abertas de forma ridícula, desajeitada, como uma boneca quebrada.
As sandálias de ferro eram pesadas e sem conforto nenhum. O metal queimava sob o sol, esquentando rapidamente e torrando a sola dos meus pés. Cada passo era uma agulhada. As tornozeleiras de metal, cada uma pesando mais de três quilos, puxavam minhas pernas para baixo, tornando cada movimento um esforço exaustivo. Os músculos das panturrilhas e coxas queimavam de cansaço.
E o pior era a humilhação pública.
Eu caminhava pela cidade, completamente nua, exceto pelos instrumentos de metal. A máscara com chifres, a boca esticada babando, os seios espremidos e inchados, o cinto com os paus me enchendo, as mãos inúteis dentro das bolas de metal, os pés queimando nas sandálias de ferro. Os homens paravam para olhar. Alguns riam alto. Outros faziam comentários nojentos: “Olha a vaca chifruda andando de pernas abertas!”, “Que puta bem preparada pro leilão.”, “Os paus devem estar batendo fundo nela a cada passo.”
Alguns cuspiam em mim. Outros se aproximavam e apertavam meus seios espremidos, torciam os mamilos expostos, davam tapas na minha bunda enquanto eu tentava continuar andando. Eu babava, gemia abafado pela máscara, o rosto queimando de vergonha dentro do metal quente.
As escravas que cruzavam meu caminho olhavam com uma mistura de pena e resignação. Algumas baixavam os olhos rapidamente, como se não suportassem ver outra mulher reduzida àquilo. Outras me olhavam com uma compaixão muda, sabendo que em breve poderiam estar no meu lugar. Eu via nos olhos delas o reconhecimento: “Hoje é você. Amanhã pode ser eu.”
A caminhada parecia não ter fim. O sol esquentava cada peça de metal no meu corpo. A máscara virava um forno. O cinto roçava e machucava a cada passo. Os paus dentro de mim balançavam levemente, me lembrando constantemente que eu estava cheia, esticada, usada. As tornozeleiras pesadas faziam minhas pernas doerem. As sandálias de ferro queimavam a sola dos pés, criando bolhas que estouravam e ardiam.
Eu pensava em Julie o tempo todo. Onde ela estaria agora? Será que estava sozinha no galpão, presa na máscara e no cinto, sem mim? Será que estava chorando? Será que estava com medo?
Cada passo era uma agonia física e emocional. O corpo doía. A alma doía mais. Eu me sentia completamente humilhada, uma coisa metálica, babando, andando de pernas abertas pela cidade como um animal de circo. Os risos dos homens ecoavam nos meus ouvidos. Os olhares de pena das outras escravas me cortavam por dentro.
Quando finalmente chegamos à área rural e vi a placa “Celeiro” ao longe, eu já não era mais a mesma. Eu era apenas uma mercadoria sendo preparada.
Uma puta com chifres, boca esticada, seios espremidos, buracos preenchidos, mãos inúteis, pés queimados. E o pior de tudo: eu sabia que Julie, em algum lugar, também estava sendo preparada. E eu não estava lá para protegê-la.
A caminhada terminou, mas a humilhação, eu sabia, estava apenas começando.
Eu fui levada para o celeiro ao entardecer. O lugar era enorme, cheirando a feno velho, suor de animal e corpos humanos. Quando a porta pesada se fechou atrás de mim, eu entendi imediatamente que aquilo não era mais um galpão de espera. Era o começo da última fase antes do leilão.
O homem velho que me trouxe parou na entrada e disse, sem emoção: “A partir de hoje até a véspera do leilão, você vai trabalhar como besta de carga. Vai puxar carroça junto com as orientais. Elas são leves e fracas, então você vai ajudar a compensar o peso. Durante o dia, transporta mercadorias e homens pela cidade. À noite, dorme no relento. De madrugada, volta ao arreio e sai procurando o que carregar. Não vai ter descanso. Não vai ter piedade. É para endurecer seu corpo e mostrar aos compradores que você ainda serve para alguma coisa.”
Ele me empurrou para o centro do celeiro. Lá estavam elas. Quinze escravas orientais, todas pequenas, magras, quase frágeis. Japonesas, coreanas, vietnamitas, tailandesas. Corpos delicados, pele clara ou dourada, cabelos pretos lisos, olhos amendoados cheios de resignação. Elas já estavam presas aos arreios de uma longa fila de carroças de madeira reforçada, usadas como táxis humanos na cidade. Cada carroça tinha dois ou três bancos, onde homens pagavam para serem transportados de um ponto a outro.
Eu fui colocada na frente de uma das carroças, ao lado de três orientais miúdas. O arreio era pesado, tiras de couro cru que passavam sobre meus ombros, cruzavam meu peito, apertavam minha cintura e prendiam meus pulsos aos lados do corpo. Uma barra de metal atravessava atrás da minha nuca, conectada às varas da carroça. O peso já era grande mesmo parada.
Eles me conectaram o freio de cavalo grosso que me impedia de fechar os lábios e me fazia babar imediatamente, às rédeas da carroça. Depois prenderam sinos pequenos nos meus mamilos e na argola do pescoço. Cada movimento faria barulho.
Quando o sol nasceu, começamos a puxar. O dia foi um inferno de suor, dor e humilhação pública. Eu arrastando a sandália de ferro pela cidade, o chão quente queimando a sola dos pés. O arreio cortava meus ombros e meu peito. O peso da carroça me forçava a inclinar o corpo para frente, os músculos das pernas e das costas queimando de esforço. As orientais ao meu lado eram tão leves e pequenas que quase não ajudavam; eu sentia quase todo o peso sozinha. O suor escorria pelo meu corpo nu, pingava dos seios, da barriga, descia pelas coxas. Os sinos nos mamilos tilintavam a cada passo, chamando atenção.
Os homens da cidade nos tratavam como animais de tração.
Eles subiam na carroça, sentavam-se confortavelmente e davam ordens: “Mais rápido, éguas!”. Quando eu diminuía o ritmo por cansaço, um chicote fino estalava nas minhas costas ou na minha bunda. As orientais ao meu lado recebiam o mesmo tratamento, seus corpos delicados tremendo a cada golpe.
Durante o dia inteiro, eu puxei carroça pela cidade. Subidas íngremes faziam minhas pernas tremerem. Descidas perigosas faziam o arreio cortar mais fundo minha pele. Homens riam ao nos ver passar: “Olha a branca grandona puxando as asiáticas! Parece uma vaca liderando um rebanho de bonecas!”. Alguns cuspiam em mim. Outros esticavam a mão e apertavam meus seios suados enquanto eu passava.
À noite, não havia descanso. Eles nos soltavam dos arreios, mas não nos davam abrigo. Dormíamos no relento, no pátio atrás do celeiro, deitadas diretamente no chão de terra e pedra. Sem cobertor. Sem proteção. O frio da madrugada entrava nos ossos. As orientais se encolhiam umas contra as outras para se aquecer. Eu ficava abraçada a duas delas, sentindo seus corpos pequenos e frágeis tremendo contra o meu.
De madrugada, antes do sol nascer, o homem velho voltava: “De pé, éguas. Hora de trabalhar.”
E o ciclo recomeçava.
Eu andava pela cidade escura, ainda com o arreio, procurando clientes. Homens bêbados saíam de bares e subiam na carroça, rindo, nos chicoteando para que andássemos mais rápido. Eu puxava, suava, babava pelo freio de metal, os sinos tilintando, as pernas ardendo, os ombros cortados pelo couro. Durante toda aquela semana, foi assim.
Dia após dia, puxando carroça sob o sol escaldante, dormindo no chão frio à noite e acordando antes do amanhecer para recomeçar.
Meu corpo ficou mais magro, mais definido pelos músculos do esforço constante. Meus ombros e costas ficaram marcados pelas tiras do arreio. Meus pés endureceram, cheios de calos e rachaduras. Meu rosto, sempre babando pelo freio, e pela maldita máscara, ficou cheio de marcas por causa da lã de vidro.
E o tempo todo, eu pensava em Julie.
Só sabia que faltavam poucos dias para o leilão. E que, quando chegasse, eu teria que subir no palco com o corpo marcado pelo arreio, os pés calejados, os ombros feridos, pronta para ser vendida como uma égua de carga forte e obediente. Enquanto isso, eu continuava puxando, dia após dia, noite após noite. Uma besta de carga branca, andando ao lado de orientais miúdas, tilintando sinos nos mamilos, babando pelo freio, suando sob o sol. E rezando, em silêncio, para que minha filha estivesse viva. E que, de alguma forma, ainda se lembrasse de mim.
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