A nova realidade que mudou o mundo parte 114 - Virgindade anal
Depois de vários dias de separação, eles finalmente nos colocaram juntas novamente.
Era noite quando a porta da cela escura se abriu com um rangido metálico e nos empurraram para dentro. Eu e Julie caímos no chão frio de cimento, nuas, sujas, exaustas. A única luz era a mesma lâmpada vermelha fraca no canto, pintando tudo com um tom infernal. Não havia colchão, só o chão duro. Mas, pela primeira vez em dias, estávamos sozinhas, e estávamos juntas novamente.
Julie se arrastou até mim imediatamente. Nós nos abraçamos com força, pele contra pele, os corpos magros tremendo. Não dissemos nada no começo. Só nos seguramos, como se tivéssemos medo de que nos separassem novamente se soltássemos.
Depois de longos minutos, Julie começou a falar. A voz dela estava rouca, baixa, quase quebrada: “Mamãe… eu vi coisas que eu não consigo tirar da cabeça.”
Ela contou tudo, com detalhes que me rasgavam por dentro. Disse que não tinha sido usada ainda. O pai dela ainda guardava sua virgindade. Mas a tinha colocado para trabalhar junto com as outras escravas do hotel. Ela limpava pisos de joelhos, carregava bandejas pesadas, servia bebidas com o cinto de castidade brilhando entre as pernas. E, enquanto trabalhava, via tudo.
Viu uma escrava ser amarrada sobre uma mesa no restaurante e usada como “prato principal”. Homens comiam ao redor dela enquanto outro a fodia sem parar, gozando dentro dela entre um prato e outro. Viu uma mulher ser obrigada a ficar de quatro no meio do corredor, com um funil enfiado no cu, enquanto hóspedes mijavam dentro dela um atrás do outro. Viu uma garota de uns quinze anos ser pendurada pelos pulsos e ter os peitos pequenos batidos com uma régua de madeira até ficarem roxos, enquanto era forçada a dizer “obrigada, senhor” a cada golpe.
Ela presenciou castigos que não pareciam reais. Uma escrava foi colocada dentro de uma caixa de madeira apertada, só com a cabeça e a buceta para fora. Ficou ali o dia inteiro, sendo usada por quem quisesse, enquanto o corpo ficava esmagado e sem ar. Outra foi obrigada a ficar de pé, com pesos pendurados nos lábios vaginais, andando pelo saguão dos fundos enquanto os hóspedes riam e batiam nos pesos com varinhas. “Eu vi uma mulher gozar enquanto chorava, mamãe… ela gozava e pedia perdão ao mesmo tempo. Eu não entendo mais nada.”
Julie contou que estava passando fome e sede o tempo todo. Só recebia a gosma velha no final do dia, lambida do chão, e as vezes nem isso. Ela dormia no chão de um dormitório lotado, encostada em outras escravas, acordando com mãos estranhas tocando seu corpo, mas nunca a buceta, porque o cinto protegia o que o pai dela reservava.
Enquanto ela falava, eu a abraçava mais forte, beijando sua testa, sentindo o coração dela bater acelerado contra o meu. Meu peito doía tanto que parecia que ia se partir. Minha menininha tinha visto coisas que nenhuma pessoa deveria ver. E eu não estava lá para protegê-la.
Quando ela terminou de contar, o silêncio caiu pesado sobre nós.
Então a porta se abriu novamente.
Um guarda jogou um balde no chão. Dentro havia restos de comida dos hóspedes, pedaços de carne fria, arroz grudado, pão dormido, molho seco, cascas de frutas. Tudo misturado, frio, com marcas de dentes e cuspidas. O homem cuspiu dentro do balde antes de fechar a porta, rindo e gritou: “Jantar das putas.”
Ao lado do balde de comida, outro com água suja, mas ainda água. Para nós, aquilo era um banquete.
Julie olhou para o balde, depois para mim. Seus olhos se encheram de lágrimas novamente. Nós nos ajoelhamos juntas no chão frio, com as mãos sujas, pegamos os pedaços de comida. Comemos devagar, quase com reverência. O pão estava duro, a carne fria e gordurosa, mas era comida de verdade. Comida que gente comia. Nós mastigávamos em silêncio, lágrimas escorrendo enquanto engolíamos. Julie pegou um pedaço de frango e me ofereceu primeiro. Eu peguei um pedaço de pão e coloquei na boca dela.
Comemos tudo. Até as cascas, até os restos grudados no fundo do balde. Depois bebemos a água suja, uma depois da outra, como se fosse o vinho mais caro do mundo.
Quando terminamos, nos abraçamos novamente, os corpos colados, os rostos sujos de comida e lágrimas. Foi a primeira vez, em muito tempo, que sentimos algo parecido com dignidade, mesmo não sendo muita. Era só resto de comida cuspida, mas era nossa janta. E nós estávamos juntas.
Julie encostou a cabeça no meu peito e sussurrou: “Eu te amo, mamãe… mesmo com tudo isso… eu ainda te amo.” Eu beijei o topo da cabeça dela, sentindo o cheiro de suor, de medo e de comida fria no cabelo loiro. “Eu também te amo, meu amor. Mais que tudo. E eu sinto muito… sinto tanto por não ter conseguido te proteger.”
Nós ficamos assim, abraçadas no chão frio da cela escura, iluminadas apenas pela luz vermelha.
Não fizemos sexo naquela noite, só nos abraçamos, só choramos e só comemos restos como se fosse um banquete. E, por algumas horas, fomos só mãe e filha novamente. Duas escravas quebradas, sujas, famintas… mas ainda juntas, ainda vivas, ainda se amando, mesmo quando o mundo inteiro tentava nos destruir.
A noite foi longa. Mas, pela primeira vez em muito tempo, não foi só dor. Foi também um pequeno, frágil, pedaço de humanidade. E nós nos agarramos a ele com todas as forças que ainda nos restavam.
Era o fim da madrugada quando a porta da cela se abriu novamente.
Um homem velho, de cabelos grisalhos ralos e rosto marcado por rugas profundas, entrou sem dizer uma palavra. Ele não era um dos peões brutais. Havia algo de cansado e mecânico nele, como quem já fazia aquilo há décadas. Sem olhar em nossos olhos, ele nos puxou pelos braços e nos levou para fora. O ar da madrugada estava frio. Fomos amarradas lado a lado contra uma parede externa de concreto, os pulsos presos acima da cabeça, os tornozelos afastados. A luz fraca de algumas lâmpadas externas mal iluminava o pátio.
Então veio a água.
O homem velho abriu uma mangueira de pressão. O jato foi forte, gelado, cortante como agulhas. Ele nos lavou sem piedade, começando pelos cabelos, descendo pelo rosto, pelos seios, pela barriga, pelas pernas. A água gelada batia com força, tirando camadas de sujeira, suor, porra seca, lágrimas e restos de comida que ainda grudavam em nossa pele. Ele esfregou com uma escova dura, especialmente entre as pernas de Julie, limpando com força a área ao redor do cinto de castidade. Eu via o corpo dela se contorcer de frio e dor, os dentes batendo, mas ela não reclamava.
Quando terminou de nos lavar, o homem velho se afastou sem dizer nada.
Então uma escrava mais velha se aproximou. Era uma mulher de uns cinquenta anos, pele morena clara, cabelos grisalhos presos num coque simples. Seus olhos eram cansados, mas não cruéis. Ela carregava uma pequena caixa de madeira.
Primeiro ela foi até Julie, e com mãos surpreendentemente gentis, a mulher removeu o cinto de castidade da minha filha. O metal se abriu com um clique seco. Julie soltou um suspiro longo e trêmulo quando o ar frio tocou sua bucetinha virgem, ainda marcada pelas esfoladuras do metal. A escrava velha pegou uma lâmina e, com cuidado quase maternal, depilou completamente a região. Depois passou um creme suave, fresco, sobre a pele irritada. Julie fechou os olhos, o corpo relaxando um pouco pela primeira vez em dias.
Em seguida, a mulher penteou o cabelo loiro de Julie com paciência, tirando os nós, desembaraçando os fios sujos até ficarem lisos e brilhantes novamente. Por fim, fez uma maquiagem leve e singela, um pouco de blush nas bochechas pálidas, rímel nos cílios, um toque suave de batom rosado nos lábios inchados. Quando terminou, Julie parecia quase… humana novamente. Uma jovem linda, frágil, com os olhos ainda cheios de medo.
A escrava velha olhou para ela por um longo momento. Depois falou, com uma voz serena, baixa, quase um sussurro: “Você precisa ser forte, menina. O que vem agora vai doer. Vai doer muito. Mas no final… tudo vai dar certo. De um jeito ou de outro, tudo vai dar certo.”
Julie olhou para ela, os lábios tremendo, mas não disse nada.
A mulher então se virou para mim, mas não me tocou da mesma forma. Apenas me deu um olhar longo, cheio de uma compaixão cansada, como quem já tinha visto isso acontecer muitas vezes.
Depois ela se afastou, levando sua caixinha.
Ficamos ali, amarradas contra a parede, limpas, Julie maquiada e sem o cinto pela primeira vez em muito tempo. O frio da madrugada fazia nossos corpos tremerem. Eu olhava para minha filha, tão bonita, tão jovem, tão quebrada, e sentia o peito apertar até doer.
Ela estava linda, parecia quase a Julie de antes. Mas nós duas sabíamos que aquela beleza era apenas preparação. Preparação para o que viria em seguida.
E enquanto o sol começava a nascer lentamente no horizonte, eu só conseguia pensar que aquele breve momento de cuidado, o penteado, a maquiagem leve, o creme suave, era o último gesto de humanidade que ainda nos dariam.
Antes de nos transformarem, de vez, em mercadorias. Julie olhou para mim, os olhos brilhando com lágrimas não derramadas, e sussurrou: “Mamãe… eu estou com medo.”
Eu não consegui responder. Só consegui chorar em silêncio, amarrada ao lado dela, sabendo que, por mais que eu quisesse protegê-la, não havia mais nada que eu pudesse fazer. O dia estava nascendo, e com ele, o que quer que nos esperasse.
Chegou o dia que eu mais temia.
Julie andava ao meu lado, tremendo. O cinto de castidade tinha sido retirado momentos antes, deixando sua bucetinha virgem exposta, rosada e ainda marcada pelas esfoladuras do metal. Ela estava nua, como eu. Seus olhos procuravam os meus o tempo todo, cheios de um terror puro que nenhuma filha deveria sentir.
Quando entramos no quarto, ele já estava lá. Sentado na beira da cama grande, só de calça, o peito nu. O mesmo sorriso frio de sempre. “Finalmente”, disse ele, olhando para Julie como quem olha para um presente há muito esperado. “Hoje você vira mulher de verdade, filhinha.”
Ele me amordaçou primeiro. Colocou uma mordaça de bola grande na minha boca, apertando as tiras atrás da cabeça até meus lábios ficarem esticados. Depois me prendeu ao lado da cama, de joelhos, os pulsos algemados a uma argola no chão, de forma que eu ficasse obrigada a assistir tudo de perto, quase na altura da cama.
Julie foi colocada sobre o cavalete. Era uma peça de madeira dura, no formato de uma sela de cavalo, com a parte de cima estreita e inclinada. Eles a deitaram de bruços sobre ela, o corpo pequeno dobrado, a bunda empinada e bem aberta. Amarraram seus pulsos e tornozelos nas laterais do cavalete, forçando-a a ficar completamente exposta, a bucetinha virgem e o cuzinho rosado à mostra. O cavalete era alto o suficiente para que o rosto dela ficasse virado para mim. Nossos olhares se encontraram. “Não… por favor…” ela sussurrou, a voz tremendo.
Ele não respondeu. Tirou a calça. O pau dele já estava duro, grosso, latejando. Ele cuspiu na mão, passou rapidamente e se posicionou atrás dela. Não foi na buceta, ele escolheu o cu.
Com uma única estocada brutal, ele enfiou o pau inteiro no cuzinho virgem de Julie. Ela soltou um grito agudo, o corpo inteiro se arqueando contra as amarras. O pau dele desapareceu completamente dentro dela, até as bolas baterem contra sua bucetinha. Julie gritou mais alto, as lágrimas escorrendo imediatamente. “Não! Dói! Tira! Por favor, papai, tira!”
Ele riu baixo e começou a foder. Não havia carinho, não havia amor. Era sexo cru, violento, animal. Ele puxava o cabelo loiro dela com força, usando como alça, e metia com toda a força, batendo as bolas contra ela a cada estocada. O cuzinho de Julie se esticava ao redor do pau grosso, a pele rosada ficando vermelha, depois branca de tanta pressão. Ela gritava, esperneava, tentava se soltar, mas as amarras eram fortes. Cada estocada fazia o corpo dela sacudir violentamente sobre o cavalete. “Dói! Queima! Por favor… para!”
Ele dava tapas fortes na cara dela enquanto metia, virando o rostinho de um lado para o outro. Depois tapas na bunda, deixando marcas vermelhas na pele clara. Julie chorava alto, soluçava, o corpo convulsionando de dor. Mas, mesmo no meio da dor, eu via o corpo dela reagir. A bucetinha virgem pingava, traída pelo próprio prazer involuntário. Ela sentia tudo ao mesmo tempo, dor ardente, queimação, estranheza, e um prazer confuso e vergonhoso que a fazia gemer entre os gritos.
Ele fodeu o cu dela por um longo tempo. Minutos que pareceram horas. O pau entrava até o fundo, saindo quase todo, depois batendo novamente até as bolas. Julie gritava, gemia, praguejava contra ele: “Eu te odeio! Seu monstro! Você não é meu pai!”
Ele só ria e metia mais fundo.
Quando finalmente gozou, ele enterrou o pau até o fim e ejaculou dentro do cu dela, gemendo alto. Julie soluçou, o corpo tremendo, exausta. Quando ele tirou, porra grossa e branca escorreu do cuzinho aberto e vermelho dela.
Ele descansou um pouco, sentou-se na beira da cama, olhando para mim com um sorriso satisfeito. “Olha só pra ela, Caroline. Nossa filhinha já está com o cu arrombado. Que puta linda ela está virando.”
Depois ele se levantou novamente.
Puxou Julie pelos cabelos, virou o rosto dela para cima e enfiou o pau sujo de porra e muco na boca dela. Fez garganta profunda, atolando o pau inteiro até as bolas encostarem no queixo dela. Julie sufocou, engasgou-se, baba e porra escorrendo pelos cantos da boca. Ele fodeu a garganta dela com força, segurando a cabeça com as duas mãos, batendo no fundo até ela vomitar baba branca.
Durante toda a manhã, ele a sodomizou várias vezes. Meteu no cu, na boca. Alternando. Gozando dentro dela, depois fazendo ela limpar o pau com a língua. Julie gritava, chorava, gemia, o corpo exausto, mas ele não parava. Quando finalmente se satisfez, ele chamou um guarda que entrou no quarto e trouxe um maçarico aceso e um ferro com a inicial dele um formato estilizado.
Eles viraram Julie de bruços no cavalete novamente. Meu marido pegou o ferro em brasa e pressionou com força nas costas dela, logo acima da bunda.
O chiado da carne queimando foi alto. Julie soltou o grito mais desesperado que eu já ouvi na vida. O cheiro de pele queimada encheu o quarto. Quando ele tirou o ferro, a marca ficou gravada na pele clara dela, vermelha e inchada. “Pronto”, disse ele, satisfeito. “Agora você é oficialmente uma puta de verdade. Uma mercadoria minha.”
Julie desmaiou de dor.
Eu fiquei ali, amordaçada, presa ao lado da cama, lágrimas escorrendo pelo rosto, vendo minha filha marcada como gado, o cu aberto e escorrendo porra do próprio pai. E soube, naquele momento, que não restava mais nada, Julie não era mais minha filha, era propriedade dele. E eu… eu era apenas a mãe que assistiu tudo, impotente.
O quarto ficou em silêncio, quebrado apenas pela respiração pesada dele e pelos meus soluços abafados pela mordaça. O inferno não tinha acabado, apenas mudado de forma.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)