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A nova realidade que mudou o mundo parte 113 - Choque de realidade

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AnãoJediManco

Eu não sei quantos dias se passaram. Três dias e duas noites, me disseram depois, para mim foi uma eternidade sem fim.
Durante o dia eu ficava presa no centro do saguão, na one bar prison dourada. O dildo grosso e de cabeça avantajada enterrado fundo dentro de mim, pressionando sem parar contra o colo do meu útero. Os saltos altos e finos me obrigavam a ficar ereta, imóvel, exposta como uma estátua viva. O metal batia lá no fundo a cada respiração, a cada tremor involuntário das minhas pernas cansadas. Homens passavam o tempo todo. Alguns paravam só para olhar. Outros apertavam meus seios, torciam meus mamilos, cuspiam no meu rosto ou mijavam nos meus pés. Eu ouvia risadas, comentários nojentos, e não podia fazer nada além de babar pela argola e sentir o metal frio e duro dentro de mim, me forçando a gozar de forma humilhante enquanto estranhos me usavam como decoração.
À noite eles me tiravam dali e me jogavam numa cela minúscula de cimento, completamente escura, sem luz, sem janela, sem colchão, só o chão frio e áspero. Sem comida, nem água. Sem dignidade. Eu ficava encolhida no canto, nua, o corpo dolorido, a buceta inchada e latejante do dildo do dia inteiro, o cu ainda sensível. O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo som da minha própria respiração e, às vezes, pelos meus soluços.
E o pior é que eu não tinha nenhuma notícia de Julie.
Eu passava as noites inteiras acordada, imaginando o que poderiam estar fazendo com ela. Será que a tinham levado para o quarto do pai dela? Será que ele já tinha tirado o cinto? Será que ela estava sendo estuprada agora, enquanto eu ficava aqui, presa no escuro? Cada pensamento era uma facada. Eu via o rostinho dela na minha mente, os olhos cheios de terror, o corpo pequeno tremendo. Eu me lembrava de quando ela era bebê, de quando eu a amamentava, de quando ela corria pela casa me chamando de “mamãe”. E agora… agora ela estava em algum lugar desse inferno, sozinha, sendo transformada em algo que eu não conseguia nem imaginar.
Meu coração estava partido. Não quebrado, partido em mil pedaços afiados que cortavam por dentro a cada respiração. Eu me sentia a pior mãe do mundo. Tinha falhado com ela desde o começo. Tinha casado com o monstro que agora a possuía. Tinha deixado que ele a marcasse, a humilhasse, a dominasse. E agora eu estava aqui, presa, inútil, enquanto minha filha sofria sozinha.
No terceiro dia, no final da tarde, quando o saguão já começava a esvaziar, eles trouxeram Julie.
Eu a vi sendo arrastada pelo corredor. Meu coração parou, ela estava magra, o cabelo loiro emaranhado e opaco, o corpo coberto de marcas leves de tapas e apertões. O cinto de castidade ainda estava no lugar, brilhando cruelmente. Eles a colocaram de joelhos junto à parede, ao lado de todas as outras escravas do hotel, que tinham sido trazidas para assistir. Julie olhou para mim, seus olhos estavam vermelhos, inchados, cheios de um medo que nenhuma criança deveria conhecer. Ela viu o estado em que eu estava, presa na barra, nua, suada, o dildo enterrado fundo em mim.
Meu marido apareceu então, com um chicote de couro cru na mão. “Hoje sua mãe vai aprender a se comportar. E você vai assistir, filhinha. Preste atenção.”
Ele começou. Dez chicotadas em cada seio, o couro cru estalou contra minha pele com força brutal. Cada golpe fazia meus seios balançarem violentamente, a dor explodindo como fogo. A barra dourada me impedia de me mexer, então cada chicotada fazia o dildo bater fundo no meu útero, causando uma dor surda e profunda que se misturava com a ardência dos golpes. Meus seios ficaram vermelhos, depois roxos, marcados com vergões grossos.
Depois vieram vinte chicotadas na bunda. Eu gritei, o corpo sacudindo, o dildo entrando e saindo levemente com o movimento, esfolando minha buceta por dentro. A pele da minha bunda queimava, aberta em alguns lugares.
Então ele pegou a palmatória de madeira com pequenos espinhos de aço. Dez batidas em cada seio. Os espinhos cravaram na carne já sensível, rasgando a pele, fazendo sangue escorrer. Eu soluçava alto, baba escorrendo pela argola aberta, o corpo inteiro tremendo. Depois dez em cada nádega. A dor era insuportável. Cada golpe fazia os espinhos perfurarem minha pele, deixando marcas sangrentas e profundas.
Por fim, vinte tapas na cara. Fortes, estalados, virando meu rosto de um lado para o outro. Minha bochecha inchou, o lábio se abriu, sangue escorreu pelo queixo misturado com baba.
Durante todo o castigo, o movimento forçado da barra fazia o dildo bater repetidamente contra o fundo da minha buceta, esfolando a entrada do útero. A dor era constante, profunda, nauseante. Meu corpo inteiro tremia. E no meio de tudo, o medo foi maior que a dor.
Eu me mijei de dor e tristeza.
Um jorro quente e involuntário escorreu pela minha buceta, ao redor do dildo, descendo pelas coxas e pingando no chão do saguão. A humilhação foi completa. Homens riram alto. Julie assistia tudo, de joelhos, os olhos cheios de lágrimas, vendo a mãe ser destruída e se mijar de medo na frente de todo mundo. Eu chorei alto, o corpo convulsionando de dor e vergonha, enquanto o chicote e a palmatória continuavam a cair.
Julie estava ali, forçada a assistir. E eu não podia proteger ela de nada. Nem de ver a mãe dela ser quebrada até o último pedaço de dignidade.
O castigo terminou. Eu fiquei ali, presa, sangrando, mijada, destruída. E o olhar de Julie… aquele olhar de pura dor e amor partido… foi o que mais me matou por dentro.
Porque eu sabia que, para ela, aquilo era apenas o começo. E para mim, era o fim de qualquer ilusão de que eu ainda poderia salvá-la.
Eu via nos olhos da minha filha algo que nenhuma mãe deveria ver. Julie estava de joelhos junto à parede, ao lado das outras escravas, forçada a assistir enquanto eu era destruída na one bar prison. O chicote de couro cru estalava contra meus seios, a palmatória com espinhos de aço rasgava minha pele, e eu me mijava de medo na frente de todo mundo. Mas o que mais me partia o coração não era a dor física que eu sentia. Era o olhar dela.
Julie não era mais uma criança. Aos quatorze anos, ela já tinha visto e sofrido demais para ainda ser inocente. Mas naquele momento, enquanto assistia a mãe ser chicoteada, mijar de terror e gozar contra a vontade por causa do dildo enterrado no útero, algo dentro dela se quebrou para sempre.
Eu via o trauma se instalando como veneno lento. Primeiro veio o choque. Os olhos dela se arregalaram tanto que pareciam prestes a saltar do rosto. Ela não piscava. Só assistia, o corpo rígido, como se o cérebro se recusasse a processar o que via. Quando o primeiro jato de mijo escorreu pelas minhas coxas e pingou no chão do saguão, Julie soltou um som abafado, um gemido baixo, quase animal, de pura incredulidade. Sua mãe. A mulher que um dia a protegia de monstros debaixo da cama. Agora estava ali, nua, presa, mijando de medo na frente de estranhos.
Depois veio a vergonha. Uma vergonha profunda, visceral. Julie baixou o olhar por um segundo, como se não suportasse continuar vendo, mas logo o levantou novamente, porque os guardas a obrigavam a assistir. Eu via o rubor subir pelo rosto dela, misturado com as lágrimas. Ela se envergonhava de mim. Se envergonhava de ter uma mãe que era tratada como um objeto, que gozava enquanto era chicoteada, que se mijava como um animal. E, ao mesmo tempo, se envergonhava de si mesma por sentir essa vergonha. Porque eu ainda era a mãe dela. E ela ainda me amava. O pior veio em seguida, a culpa.
Julie começou a chorar em silêncio, os ombros tremendo. Eu via nos olhos dela a pergunta que ela nunca faria em voz alta: “É culpa minha?” Ela se sentia responsável. Achava que, se não tivesse nascido, se não tivesse sido “reservada” pelo pai, talvez eu não estivesse passando por aquilo. Achava que, se tivesse sido mais obediente, se não tivesse chorado tanto, se não tivesse precisado de proteção, talvez eu não estivesse sendo destruída na frente dela. A culpa de uma filha vendo a mãe ser humilhada é uma das dores mais profundas que existem. E Julie carregava tudo isso sozinha, sem poder me abraçar, sem poder gritar, sem poder fazer nada. Foi ela que pediu para viajarmos para ver o pai. Fomos enganadas por ele, mas ela queria vir.
E havia o medo. Um medo primordial, existencial.
Julie via o que estavam fazendo comigo e sabia que o mesmo, ou pior, poderia acontecer com ela a qualquer momento. Ela via meus seios sendo rasgados pelo chicote e imaginava os próprios peitos sendo destruídos. Via meu mijo escorrendo e imaginava o dia em que seria ela a se mijar de terror na frente de todos. Via o dildo batendo no meu útero e sabia que, em breve, seria o pau do pai dela entrando nela pela primeira vez.
O trauma mais profundo, porém, era o da perda de inocência combinada com a perda da imagem da mãe.
Julie sempre me viu como forte, como protetora. Como a pessoa que fazia tudo ficar bem. Agora ela via a mãe sendo tratada como um pedaço de carne. Via a mãe gozando de dor. Via a mãe mijando de medo. Via a mãe sendo humilhada e não conseguindo proteger nem a si mesma. Aquela imagem da “mamãe forte” morreu ali, naquele saguão, enquanto o chicote caía e o mijo escorria.
E o mais doloroso de tudo: Julie ainda me amava.
Mesmo vendo tudo aquilo, mesmo sentindo nojo, vergonha e medo, ela ainda me amava. Eu via isso nos olhos dela. Via no jeito como ela chorava não só por si, mas por mim. Via no jeito como, mesmo amordaçada e presa, ela tentava se inclinar na minha direção, como se quisesse me proteger.
Quando finalmente me tiraram da barra, eu mal conseguia andar. Meu corpo estava marcado, sangrando, mijado. Julie foi arrastada até mim. Por um breve segundo, antes de nos separarem novamente, nossos olhos se encontraram.
E naquele olhar eu vi tudo. Vi a menina que ainda me amava, vi a jovem que tinha sido corrompida para sempre, vi a filha que agora carregava dentro de si a imagem da mãe destruída. E vi o trauma que nunca mais sairia dela.
Porque Julie não tinha apenas assistido a mãe ser chicoteada e humilhada. Ela tinha assistido a mãe ser reduzida a nada. E, pior ainda, ela tinha visto que, mesmo reduzida a nada, a mãe ainda tentava protegê-la com o olhar.
Isso era o que mais doía. Porque agora Julie carregava duas feridas impossíveis de curar, a ferida de ter visto a mãe ser destruída, e a ferida de saber que, mesmo destruída, a mãe ainda a amava mais que tudo.
Nós duas saímos daquele saguão mais quebradas do que nunca. Julie com o trauma de ter visto a mãe ser tratada como animal. Eu com o trauma de ter sido vista assim pela minha própria filha.
E o silêncio entre nós, depois daquele dia, era mais pesado que qualquer corrente, porque algumas coisas, quando são vistas, nunca mais podem ser esquecidas. E o olhar de Julie enquanto eu me mijava de medo na frente de todos… esse olhar eu levaria comigo para o resto da minha vida curta e miserável.

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