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Raízes Entrelaçadas - 22 - Os Segredos de Mariana

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Tugolândia

Mariana revela sua iniciação quente no Recife: buceta aos saltos, padrasto e amigo, virgindade perdida em porra dupla e desejo cru.

A luz da manhã entrava tímida pelas persianas entreabertas do apartamento em Algés, pintando faixas douradas e quentes sobre os corpos nus entrelaçados no chão da sala. O ar ainda estava carregado, denso, pesado, com aquele cheiro profundo e inconfundível de sexo cru que se misturava ao chocolate derretido, ao azeite quente do jantar da véspera, ao suor maduro de pele contra pele e à porra fresca que secava devagar nas coxas, nos seios, nos lábios inchados e nas barrigas. Ninguém se mexera muito desde o último orgasmo que os deixara caídos, exaustos, felizes, como se o chão da sala se tivesse transformado num único ninho vivo de carne quente, pegajosa e satisfeita.
Ana respirava devagar, o seio pesado e macio repousando sobre o peito largo e peludo de Pedro, a mão dela pousada com posse tranquila na coxa musculada e tatuada de Miguel. Sofia dormia encolhida contra o irmão, as pernas entrelaçadas, a cona ainda brilhante e ligeiramente aberta com vestígios de esperma seco que escorria lento pela pele dourada e macia. Inês tinha a cabeça no colo de João, os lábios carnudos entreabertos roçando a cabeça macia e sensível do caralho meio mole dele, o calor da respiração dela fazendo-o contrair de leve num pulsar preguiçoso. Clara e Mariana formavam um emaranhado sensual, os corpos suados colados, as coxas entrelaçadas, os mamilos roçando uns nos outros em contacto preguiçoso e íntimo.
Mariana foi a primeira a abrir os olhos castanhos-escuros, o corpo brasileiro voluptuoso brilhando ainda com uma fina camada de suor seco e vestígios de squirt da noite anterior. Sentiu a buceta pulsar devagar, quente, inchada, cheia da porra misturada que escorria lenta pela fenda sensível e brilhante. Sorriu, um sorriso lento, profundo, cúmplice. Pela primeira vez não se sentia a empregada. Sentia-se parte. Família. Carne da mesma carne.
Sentou-se devagar no meio do círculo, as pernas abertas sem qualquer vergonha, a buceta depilada ainda vermelha e reluzente, os lábios inchados brilhando com a humidade que não parava de escorrer. Passou os dedos devagar pelos lábios molhados, recolhendo um pouco da porra que ainda escorria e levando à boca com um gemido baixo e rouco. Lambeu, devagar, saboreando o gosto salgado e quente que lhe encheu a língua e lhe fez a cona contrair outra vez.
- Ei… família - murmurou ela, a voz rouca de sono e de desejo acumulado, com aquele sotaque quente e arrastado do Recife que sempre derretia os outros. - Vocês me deram ontem uma noite que eu nunca vou esquecer na vida. Agora… eu quero dar algo de volta pra vocês. Quero contar pra vocês como tudo começou pra mim. Como essa buceta aqui aprendeu a querer pau, a pedir porra, a se entregar completamente.
Todos despertaram devagar. Cabeças se ergueram. Olhos se fixaram nela, brilhantes de curiosidade e de excitação renovada. Ninguém falou. Só o som das respirações pesadas, o roçar suave de peles suadas e o pulsar lento dos corações acelerados. Mariana fechou os olhos por um instante, como se voltasse ao calor pegajoso daquela noite longínqua no Recife, e começou a falar na primeira pessoa, a voz baixa, intensa, crua, completamente em português do Brasil, carregada de expressões tipicamente recifenses, como se estivesse revivendo cada segundo ali, no meio deles, com todos os sentidos acesos.
- Lá no Recife, eu era uma menina de 18 anos com a buceta aos saltos o dia inteiro, caralho. Acordava já molhada pra porra, a calcinha grudada na buceta inchada e latejando, roçando-me na beira da mesa da cozinha enquanto a mãe fazia café, sentindo o pau da cadeira de madeira dura apertar bem no meu clitóris inchado e me fazer morder o lábio pra não gemer alto. Na escola, ficava me esfregando na cadeira dura, imaginando um pau grosso me abrindo, me enchendo até ao fundo, me fazendo gritar de tesão. A mamãe viajou pra um funeral de uma tia longe, ia ficar três dias fora. Eu fiquei sozinha com o meu padrasto, o Seu Zé, um homem forte, pele escura brilhante de suor, corpo de quem trabalha no sol o dia todo, e aquele pau que eu já tinha visto inchado dentro da calça várias vezes, marcando o tecido fino como se quisesse sair e me foder. Ele trouxe um amigo dele, o Toninho, pedreiro, corpo largo, cheiro de homem que trabalha o dia todo, suor salgado misturado com terra quente.
Ela passou a mão devagar pela própria coxa, os dedos tremendo ligeiramente ao recordar, a voz ganhando mais intensidade enquanto o grupo prendia a respiração.
- Chegaram tarde. Eu tava no sofá, só de shortinho curto de algodão fino e regata justa, sem nada por baixo. A buceta latejava, molhada pra caralho, o tecido já escuro e colado no meio das pernas. Eles trouxeram cerveja gelada. Sentaram um de cada lado de mim no sofá velho. O ar tava quente, abafado, o ventilador girando devagar no teto, o cheiro forte de suor masculino enchendo a sala inteira. Seu Zé pôs a mão grande e calejada na minha coxa, subiu devagar, os dedos grossos roçando a pele macia e arrepiada. “Tá com calor, Mariana?”, perguntou com aquela voz grossa, rouca, cheia de malícia. Eu senti um arrepio subir pela espinha toda, a buceta contraindo forte. “Tô… um pouco, Seu Zé”, respondi, voz baixa e trémula, mas não afastei a mão dele. Toninho riu baixo, um riso safado e profundo. “A menina tá pedindo, Zé. Olha como ela tá molhada já, o shortinho grudado na bucetinha”.
Mariana soltou um gemido suave ao recordar, os dedos descendo até roçar o clitóris inchado, mas sem se tocar de verdade - só sentindo o calor da memória que lhe fazia a voz falhar.
- Eu tentei resistir no começo, juro por Deus. Fiquei tensa, as pernas fechadas um pouco, o coração batendo forte. “Não… isso não pode… vocês são loucos, eu sou virgem”, murmurei, mas a voz saiu fraca, o corpo já traindo, a buceta pingando mais. Seu Zé apertou mais a coxa, os dedos subindo até roçar a beirada do shortinho molhado. “Ninguém vai saber, menina. A tua mãe tá longe pra caralho. E essa bucetinha aqui tá pedindo pau faz tempo, né? Eu vejo como tu se roça nas coisas quando acha que ninguém tá olhando, se esfregando na cadeira, gemendo baixinho”. Toninho inclinou-se, a boca perto do meu ouvido, o hálito quente cheirando a cerveja e desejo. “Deixa a gente te ensinar, Mariana. Deixa a gente te fazer mulher de verdade. Tu quer, a gente sabe. Tá escrito na tua cara de putinha safada”.
Ela respirou fundo, os seios subindo e descendo rápido, os mamilos endurecendo visivelmente só com as palavras que saíam da sua própria boca.
- Eles não me forçaram. Seduziram devagar, com paciência de quem sabe o que quer. Seu Zé puxou o shortinho devagar pra baixo, expondo a buceta depilada, já brilhando de tesão, os lábios inchados e abertos. “Olha que delícia… tá encharcada, Toninho, olha como a bucetinha da enteada tá piscando pra gente”. Toninho lambeu os lábios grossos. “Deixa eu provar essa delícia”. Eu ainda resisti um pouco, fechei as pernas com força. “Não… eu sou virgem… isso é errado… o que a mãe vai dizer?”, sussurrei, mas o corpo tremia inteiro de desejo, a buceta latejando. Seu Zé abriu as minhas pernas com firmeza, mas sem violência, os dedos grossos abrindo os lábios inchados e molhados. “Errado é tu ficar assim, sofrendo, com essa buceta pedindo pau e ninguém te dando. Deixa a gente cuidar de ti, menina. Deixa o padrasto e o amigo dele te abrir direitinho”. E então a língua dele desceu, quente, grossa, lambendo devagar toda a extensão da minha buceta virgem. Eu soltei um gemido alto, as costas arqueando no sofá. “Ai, caralho… Seu Zé… isso… não para…”. Toninho meteu a mão por baixo da regata, apertando o meu peito firme, beliscando o mamilo duro. “Tá gostando, né? Fala pra gente, menina. Diz que quer pau”.
A voz de Mariana ficou mais rouca, mais urgente, como se estivesse vivendo aquilo outra vez, o corpo arrepiado, a respiração entrecortada.
- Eu me entreguei. Completamente. “Quero… quero os dois… me ensina, padrasto… me fode, me faz tua putinha”, pedi, a voz quebrando de tesão. Eles tiraram a roupa ali mesmo. Dois paus grandes, grossos, veias saltadas, cabeças brilhando de pré-gozo pegajoso. O de Seu Zé era mais escuro, grosso na base, a glande larga e vermelha. O de Toninho um pouco mais comprido, curvado pra cima, as bolas pesadas e cheias. Eu ajoelhei no tapete quente, o chão pegajoso de suor. Chupei primeiro o do padrasto, devagar, a língua rodando na glande salgada, saboreando o gosto forte de macho. “Que boquinha gulosa, porra… chupa mais fundo, menina, engole o pau do teu padrasto”. Meti mais, engasgando um pouco, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Toninho segurou o meu cabelo cacheado, guiando a minha cabeça pro pau dele. “Agora o meu, delícia… engole tudo, vai, chupa o pau do Toninho como a putinha que tu é”. Eu chupei os dois, alternando, as mãos massageando as bolas pesadas e suadas, o cheiro forte de pau enchendo o meu nariz, o gosto salgado na língua. Eles gemiam alto, “Porra, que puta gulosa… tu nasceu pra chupar pau, Mariana”.
Ela parou um segundo, os olhos ainda fechados, o corpo arrepiado da cabeça aos pés, a voz tremendo de excitação ao reviver cada detalhe.
- Me deitaram no sofá. Seu Zé abriu as minhas pernas bem abertas, lambeu a buceta toda, a língua grossa entrando fundo, chupando o clitóris inchado com força, sugando os lábios. Eu tremia, as coxas apertando a cabeça dele, os dedos cravados no cabelo dele. “Ai, Seu Zé… eu vou gozar… caralho… lambe mais…”. Gozei pela primeira vez na boca dele, squirt quente jorrando no rosto dele, molhando a barba. Toninho meteu o pau na minha boca enquanto o padrasto me chupava, fodendo a minha garganta devagar, as bolas batendo no meu queixo. “Chupa enquanto ele te come, menina, engole o pau todo”. Depois trocaram. Toninho meteu o pau devagar na minha buceta virgem. Doeu um pouco no começo, a cabeça grossa abrindo caminho, esticando as paredes apertadas. “Tá apertadinha pra caralho… relaxa, vai… toma pau de verdade agora, menina. Sente como tá fundo”. Ele entrou todo, fundo, as bolas batendo na minha pele molhada. Eu gritei de prazer misturado com dor. “Ai, Toninho… me fode… me abre toda… mais forte…”. Ele começou devagar, estocadas lentas e profundas que faziam os meus peitos balançarem, depois mais forte, batendo fundo, o som molhado enchendo a sala. Seu Zé meteu o pau na minha boca, fodendo-me devagar, a glande batendo no fundo da garganta. “Engole o pau todo do teu padrasto enquanto ele te fode, putinha. Chupa direitinho”.
Mariana acelerou o ritmo da narração, a voz mais baixa, mais suja, mais explícita, como se cada palavra lhe fizesse a buceta pulsar mais forte.
- Foderam-me a noite toda, sem pressa, me usando devagar e com fome. Toninho gozou primeiro na minha buceta, porra quente, grossa, jorrando fundo, enchendo-me até transbordar pelas coxas. “Toma porra, menina… enche essa bucetinha virgem do padrasto e do amigo… sente como tá quente”. Eu gozei outra vez, apertando o pau dele com força, o corpo todo tremendo, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto. Depois Seu Zé me virou de quatro no chão, cuspiu no cu, abriu devagar com os dedos grossos. “Agora o cu, Mariana. Tu vai gostar, vai sentir o pau do padrasto te arrombar”. Eu resisti um pouco ainda, o corpo tenso. “Não… isso não… dói… eu nunca fiz…”. Mas ele foi paciente, lambendo o cu primeiro, a língua circulando o anel apertado, molhando tudo. “Relaxa… deixa o padrasto te abrir direitinho, menina. Vai doer no começo, mas depois vai ser só prazer”. Entrou devagar, centímetro a centímetro, o pau grosso abrindo o meu cu virgem, esticando, queimando. Doeu, mas virou prazer rápido, fundo, cheio. “Ai, caralho… tá fundo… me fode o cu, Seu Zé… mais… me arromba”. Ele fodeu devagar, depois mais rápido, as bolas batendo na minha buceta molhada, enquanto Toninho metia o pau na minha boca outra vez, fodendo a garganta. “Chupa, putinha… engole tudo enquanto ele te fode o cu… toma pau na boca e no rabo”. Gozei outra vez, o corpo todo tremendo, o cu apertando o pau dele. Eles gozaram mais vezes - na boca, jatos grossos de porra salgada que eu engolia até o fundo, tossindo e lambendo os restos; na buceta, enchendo-me outra vez; no cu, jorrando quente e fundo. Porra escorrendo por todo lado, o chão molhado, o cheiro de sexo cru enchendo a casa inteira, o gosto forte na língua, a sensação de estar cheia, usada, marcada. Eu fiquei ali, escorrendo porra pela buceta e pelo cu, o corpo latejando, feliz, viciada pra sempre, sabendo que nunca mais ia querer outra coisa. Aquela noite me fez quem eu sou.
A confissão pairou no ar, pesada, sensual, explícita, cada detalhe sensorial gravado nas palavras dela - o calor pegajoso da noite no Recife, o suor escorrendo pelas costas, o som molhado dos paus entrando e saindo, o gosto salgado da porra na língua, a dor que virava prazer, a resistência que se dissolveu em entrega total.
A segunda ronda foi curta, intensa, mas resumida. Mariana no centro, de quatro. Miguel meteu o caralho grosso na cona dela por trás, estocadas brutas. João enfiou o pau na boca dela. Inês chupou o clitóris dela enquanto Ana apertava os mamilos. Clara e Pedro observavam, tocando-se. Gemidos roucos encheram a sala, porra nova misturando-se à antiga. Corpos caíram uns sobre os outros, exaustos, colados, ofegantes.
Mariana, no centro, sorriu, o rosto pintado de porra fresca, a buceta aberta e brilhante.
- Agora sou mesmo de vocês… pra sempre.
O sol subia mais alto sobre Algés. A família permanecia ali, entrelaçada, respirando o mesmo ar quente e proibido.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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Comentários (1)

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  • Yg: Olha se sou eu nao teria medo, ja teria feito, e é claro, talvez teria posto não o dedo dentro do tecido 🤪🫣😏😈

    Responder↴ • uid:1drashoc7ur6