#Estupro #Gay #Teen

A sociedade do cuzinho: Jairo descobriu meu segredo

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ChubbyPsvRJ

Flagrado na saída da sala do Willian, e um novo personagem chegando.

A segunda semana de aula já nascia sob o signo da humilhação. O ar no corredor do Colégio Central parecia mais pesado, impregnado com o cheiro de desinfetante barato e ansiedade adolescente. Para mim, cada passo era um suplício. Meu corpo, aquele que eu tanto odiava, parecia gritar sua presença: as coxas grossas que roçavam uma na outra com um sussurro constrangedor de tecido, o peito macio e proeminente que balançava sob a camiseta polo justa — os "tetos" que os sussurros cruéis nas costas apontavam —, a barriguinha redonda que fazia o zíper da calça jeans ser uma batalha diária. E, sob a roupa, uma sensação latejante, úmida e profundamente vergonhosa. Eu vinha da sala do diretor Willian. Ou melhor, eu escapava dela.
A "conversa" com o diretor, um homem de meia-idade com um sorriso oleoso e mãos que se arrastavam por qualquer superfície — inclusive a minha —, não tinha sido sobre disciplina. Fora sobre "orientação". Ele me chamara, o menino tímido, gordinho e claramente vulnerável, sob o pretexto de discutir minha "integração". O resultado estava literalmente escorrendo por entre as minhas nádegas, uma sensação quente e viscosa que manchava minha cueca. Meu "cuzinho rosado", como ele mesmo sussurrara com um hálito de café rançoso, agora estava "arregaçado e educado", nas palavras dele. Eu caminhava devagar, tentando disfarçar o andar estranho, a sensação de estar aberto, violado, pingando o leite espesso dele. O mundo parecia um borrão de cores pálidas e risadas distantes.
Foi então que eu dei de cara com ele. Literalmente. Ao virar o canto do corredor que levava ao pátio, meu corpo mole e trêmulo colidiu com uma parede de músculos sólidos e quentes. O impacto foi tão forte que eu quase caí para trás, um guincho baixo escapando dos meus lábios.
"Onde é que tu pensa que tá indo?"
A voz era grave, áspera, carregada de uma autoridade natural que fazia a do diretor Willian parecer uma piada de mau gosto. Era Jairo. O negão valentão da escola. Com seus dezoito anos — repetente por opção, dizia a lenda —, ele era mais homem do que garoto. Um headset enorme cobria parte de seus dreads cuidadosamente trançados, mas não escondia o olhar penetrante e cheio de desdém. Ele usava um moletom com o capuz jogado para trás, os músculos dos braços e do peito esticando o tecido de forma ameaçadora. A calça de sarja caída nos quadris delineava pernas poderosas. E o buldogue tatuado no pescoço parecia rosnar para mim.
Eu congelei. O sangue pareceu drenar do meu rosto, já pálido por natureza, deixando-me branco como papel. "D-desculpa, Jairo. Não te vi."
Ele não se afastou. Em vez disso, seus olhos escuros, quase negros, percorreram meu corpo da cabeça aos pés, lentamente, como um carniceiro avaliando um pedaço de carne. A pausa foi agonizante. Seu nariz dilatou levemente.
"Tá com uma cara de cu arrombado, hein, branquinho?" ele disse, a voz mais baixa agora, mas não menos perigosa. "E cheira estranho. A porra velha e medo."
Eu tremi, incapaz de formular qualquer resposta. Minhas mãos suavam frio. Ele sabia. Deus, parecia que ele conseguia ver a porra do diretor escorrendo pelas minhas pernas por baixo da calça.
"Tu tá na minha turma de História, né? Aquele que fica no fundão, corando se a professora pergunta a hora." Ele cuspiu as palavras. "O trabalho em dupla do Pereira. Tu não apareceu pra combinar nada na semana passada. Tô precisando da nota, e tu vai fazer essa merda comigo."
"Não... não precisa ser comigo," tentei argumentar, a voz um fiozinho. "Pode escolher outra pessoa..."
"Escolhi. Tu." Ele deu um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal completamente. O cheiro dele era intenso: suor limpo, um leve traço de marijuana, e algo primitivo, masculino. "Hoje. Depois da aula. Na minha casa. Se tu não for, eu te acho. E aí a gente vai ter uma conversinha diferente. Entendeu, tetuda?"
O apelido, dito com tanto desprezo, me fez encolher ainda mais. Meus olhos se encheram de lágrimas de humilhação e medo. Eu balancei a cabeça, um movimento mínimo e submisso.
"Fala direito quando tá falando comigo," ele ordenou, pegando meu queixo com a mão, os dedos fortes e ásperos apertando minha carne macia.
"S-sim, Jairo. Entendi," gaguejei, as lágrimas quentes finalmente rompendo e escorrendo pelo meu rosto.
Ele soltou meu queixo como se estivesse se livrando de algo nojento. "Boa menina. Me espera no portão leste às quatro. Não se atrasa."
Ele deu um tapa leve — mas carregado de dominação — na minha bochecha úmida e passou por mim, seu corpo grande me fazendo sentir minúsculo, insignificante, uma mancha úmida e trêmula no corredor. O resto do dia foi um pesadelo nebuloso. Cada minuto era uma tortura. A sensação de sujeira interna persistia. O olhar de Jairo, a promessa implícita em suas palavras, pairava sobre mim como uma nuvem negra.
Às quatro em ponto, eu estava no portão leste, uma pilha de nervos vestindo a mesma calça jeans agora ainda mais desconfortável e uma camiseta larga que tentava, em vão, esconder meu corpo. Jairo chegou cinco minutos depois, de skate. Sem dizer uma palavra, apenas acenou com a cabeça para eu segui-lo.
A casa dele ficava numa rua próxima à escola, uma construção simples de um andar, com o gramado mal cuidado. O interior era escuro, cheirava a incenso, cigarro e comida congelada. A sala estava bagunçada, com roupas jogadas, controles de videogame e latas de energético vazias.
"Tira os tênis e vem pro quarto," ele ordenou, jogando a mochila num canto. "É lá que a gente vai trabalhar."
O coração batia tão forte no meu peito que eu temia que ele pudesse ouvir. Eu obedeci, tirando os tênis suados. Meus pés, gordinhos e pálidos, pareceram ridículos no chão de tábuas ásperas.
O quarto dele era uma caverna. A luz entrava fraca por uma janela coberta por uma cortina preta. As paredes eram cobertas por pôsteres de rappers e times de basquete. A cama, um colchão no chão com lençóis pretos, era a peça central dominante. Uma mesa de computador cheia de tralha completava o cenário.
"Pode sentar na cama," ele disse, puxando uma cadeira da mesa e se virando para ficar de frente para mim. Ele tirou o headset e o moletom, ficando apenas de regata. Os músculos de seus braços e ombros eram definidos, potentes. Ele abriu a mochila e jogou um livro e alguns papéis na minha direção. "O Pereira quer dez páginas sobre a Revolução Industrial. Tu vai escrever nove. Eu assino."
Eu peguei os papéis com as mãos trêmulas. "C-certo."
Mas ele não fez menção de começar. Apenas ficou me encarando, os olhos escuros percorrendo meu corpo sentado na beira de sua cama. O silêncio era opressivo, cortado apenas pelo som da minha respiração ofegante.
"Tu ainda tá com cheiro do Willian," ele disse, de repente, a voz neutra, mas os olhos ardendo com uma luz que eu não entendia completamente. "Aquele bosta te comeu na salinha dele, né? O velho tarado."
Eu engoli seco, incapaz de negar. Baixei a cabeça, o cabelo castanho claro caindo sobre meu rosto.
"Levanta," a ordem veio baixa, mas absoluta.
"Jairo, por favor... o trabalho..."
"LEVANTA."
Eu me levantei, as pernas fracas. Ele se levantou também, fechando a distância entre nós em dois passos largos. Agora, na penumbra do quarto, ele parecia ainda maior, mais intimidante.
"Tira essa camiseta," ele ordenou.
"O quê? Não..."
Antes que eu pudesse protestar mais, suas mãos agarraram a barra da minha camiseta e puxaram para cima, num movimento brusco e eficiente. O tecido raspou na minha cabeça e eu fiquei exposto da cintura para cima, meu peito gordinho, pálido e macio balançando com o movimento. Um gemido de pavor e vergonha escapou dos meus lábios. Meus mamilos, cor-de-rosa e sensíveis, endureceram instantaneamente no ar frio do quarto.
"Caralho," ele murmurou, não com nojo, mas com uma espécie de fascínio cru. "É tetão mesmo. Parece peito de mina." Sua mão, quente e áspera, se aproximou e, sem cerimônia, agarrou um dos meus seios, apertando a carne macia. A sensação foi um choque elétrico de humilhação e uma excitação profunda, traiçoeira, que eu nunca admitiria para mim mesmo. Eu gemi novamente, tentando recuar, mas a cama estava atrás de mim.
"Fica quieto," ele rosnou, apertando mais forte, o polegar esfregando o mamilo endurecido. "O Willian gostou disso aqui? Ele chupou esses peitinhos de gorda?"
Eu sacudia a cabeça, as lágrimas voltando. "P-por favor..."
"Por favor, o caralho," ele cuspiu. Com a outra mão, ele desceu até a cintura da minha calça jeans, abriu o botão e puxou o zíper para baixo num movimento fluido. A calça, já folgada por eu ter perdido um pouco de peso com o nervosismo, deslizou pelos meus quadris e coxas grossas, caindo num pool de tecido aos meus pés. Eu fiquei apenas de cueca branca, simples, que agora estava manchada com uma umidade amarelada e seca na região traseira — a marca do diretor Willian.
Jairo olhou para a mancha, e seus olhos se estreitaram. "Nojento. O velho te encheu de porra e te mandou pra aula." Ele agarrou a cintura da minha cueca e a puxou para baixo também, expondo completamente meu corpo pálido, gordinho e trêmulo. Minha barriga redonda, meu pênis pequeno e encolhido pelo medo, e minhas coxas grossas. E, entre as nádegas carnudas e brancas, o que restava da violação matinal: um leve brilho residual, um pequeno inchaço.
"Vira," ele ordenou, girando meu corpo com força para que eu ficasse de costas para ele. "Abre as pernas."
Chorando silenciosamente, obedeci. A sensação de estar completamente exposto, vulnerável, era avassaladora.
"Olha só isso," ele sussurrou, e eu senti a ponta de um dedo áspero passar levemente pela minha fenda, coletando um pouco do resíduo seco. "Tudo arrombado e melado. O velho não teve dó." A voz dele tinha mudado. Ainda era dominadora, mas havia uma curiosidade quente nela agora. "Tu gostou, né? De levar rola de velho safado?"
"Não!" eu protestei, mas soou falso até para meus próprios ouvidos.
"Tá mentindo. Teu corpinho todo diz que sim. Tá tremendo, mas não é só de medo." Ele se ajoelhou atrás de mim. Eu senti seu hálito quente na minha pele sensível, entre as minhas nádegas. "Vou te dar uma coisa melhor que a do velho babão."
Antes que eu pudesse processar, suas mãos fortes se prenderam aos meus quadris, e sua boca se encaixou sobre meu ânus ainda dolorido e sensível. Não era um beijo. Era algo primal, úmido e invasivo. Sua língua, larga e áspera, lambeu com força, limpando o resíduo seco, forçando-se contra o músculo relaxado pelo uso recente. Eu gritei, um som agudo de choque e prazer involuntário. A sensação era avassaladora — nojenta, humilhante, mas incrivelmente intensa. A língua dele trabalhava com uma determinação brutal, abrindo, lambendo, penetrando levemente. Meu corpo traiu-me completamente; meu pênis pequeno começou a endurecer, pendendo ridiculamente entre minhas coxas.
"Viu só?" ele disse, sua voz rouca e abafada contra minha pele. "Tu é um putinho nojento. Adora ter o cuzinho comido."
Ele se levantou, e eu ouvi o som de um zíper sendo aberto. Quando ele me virou de volta para enfrentá-lo, minha visão foi preenchida por sua nudez. E pela sua piroca.
Ele não mentira sobre os 22 centímetros. Era um monstro. Grossa, escura, com veias salientes pulsando ao longo do tronco imponente. A cabeça, roxa e enorme, parecia me encarar como um olho cíclope. Meu estômago embrulhou de puro terror e uma atração abjeta.
"Na cama. De quatro. Agora," ele ordenou, dando um empurrão que me fez cair de bruços sobre os lençóis pretos da cama dele.
Eu me arrastei para a posição, minhas costas arqueadas, meu traseiro gordo e pálido levantado no ar, oferecido. Eu estava tremendo incontrolavelmente.
"Relaxa essa bunda, putinho," ele disse, e senti a ponta quente e úmida da cabeça do seu pau pressionando contra meu anel ainda úmido da saliva dele. "Vai doer menos."
Não houve preparação, nem lubrificante além da saliva e dos resíduos do diretor. Ele simplesmente se enterrou.
A dor foi branca, cegante, dilacerante. Um grito rouco rasgou minha garganta enquanto ele forçava aquela monstruosidade grossa para dentro de mim, rasgando através da sensibilidade residual, abrindo-me de uma forma que eu não achava possível. Eu estava sendo partido ao meio. Minhas unidas enterraram-se nos lençóis.
"Caralho... que cuzinho apertado... mesmo depois do velho..." ele grunhiu, seus quadris colando-se às minhas nádegas. Ele estava totalmente dentro. A sensação de preenchimento era absurda, avassaladora. Eu me sentia inchado, distendido, possuído.
Ele começou a se mover. Devagar no início, cada bombada uma nova agonia, uma nova conquista do meu corpo. Mas então, algo começou a mudar. A dor aguda começou a se misturar com outra coisa, uma pressão profunda e perversa que fazia ondas de prazer sujas percorrerem minha espinha. Meu pênis, esmagado contra o lençol, estava duro como pedra, vazando pré-gozo.
"Gosta... gosta, sua puta gorda..." ele rosnava, as mãos agarrando com força os rolos de gordura dos meus quadris, marcando minha pele pálida com suas impressões digitais escuras. O ritmo dele acelerou, as coxas poderosas batendo contra minha carne com um som úmido e obsceno — clap, clap, clap. O quarto estava cheio dos nossos sons: seus grunhidos animais, meus gemidos roucos e chorosos, o rangido da cama no chão.
De repente, ele puxou meu cabelo, forçando minha cabeça para trás, e se curvou sobre minhas costas. Sua boca encontrou a minha em um beijo brutal, forçado. Seus lábios eram duros, sua língua invadiu minha boca com a mesma violência com que seu pau invadia meu cu. Era um beijo de posse, de dominação completa. Eu sabia a gosto dele — suor, tabaco, e algo indescritivelmente masculino. Eu beijei de volta, desesperado, minha língua se enrolando na dele em uma submissão total. As lágrimas escorriam dos meus olhos fechados para nossos lábios unidos.
"Toma... toma toda... minha rola, branquinho..." ele sussurrou contra meus lábios, o fôlego quente.
Seu ritmo se tornou frenético, descontrolado. Eu podia sentir a grossa veia pulsando dentro de mim. A pressão dentro da minha barriga era insuportável, deliciosa. Eu estava à beira do orgasmo só daquela fricção brutal contra minha próstata, da humilhação total, da posse completa.
"Vou gozar... vou encher esse cu arrombado..." ele gemeu, e então enterrou-se até o talo, congelando. Um rugido baixo saiu de seu peito. E eu senti. Senti o jorro quente e abundante inundando minhas entranhas. Era diferente da do diretor — mais quente, mais volumosa, uma enxurrada poderosa que parecia não ter fim. Cada pulsação do seu pau dentro de mim era um jato de leite quente enchendo-me, marcando-me por dentro como sua propriedade.
O estímulo, a sensação de ser preenchido tão completamente, foi o gatilho para mim também. Com um grito abafado contra o lençol, meu próprio orgasmo me atingiu, seco e convulsivo, meu pênis pequeno jorrando impotente contra o tecido preto.
Ele permaneceu dentro de mim por um longo momento, ofegante, seu suor pingando nas minhas costas. Lentamente, ele se retirou, e um fluxo quente de seu sêmen misturado com um pouco de sangue começou a escorrer imediatamente pelas minhas coxas, pingando no colchão.
Ele caiu de lado na cama, ao meu lado, seu pau ainda meio ereto e brilhante com nossos fluidos misturados. O quarto cheirava intensamente a sexo, suor e cum.
Eu permaneci de quatro, incapaz de me mover, meu corpo tremendo com os espasmos residuais, meu cu aberto e escorrendo a leitada dele.
Ele olhou para mim, seus olhos escuros agora pesados, satisfeitos. Ele passou o dedão pelo meu lábio inferior, ainda úmido do beijo.
"O trabalho," ele disse, sua voz rouca mas já recuperando um tom de autoridade casual. "Tu vai terminar essa merda pra mim até sexta. E depois da aula, tu volta aqui. Preciso treinar pra partida de basquete. Vai precisar de um bom alongamento."

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Comentários (2)

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  • Roberto: Que delícia e que inveja.

    Responder↴ • uid:1d9pswmnb8p4
  • luiz: tudo o que queria p mim um "negro" desse .

    Responder↴ • uid:1evro0ifdhob