A nova realidade que mudou o mundo parte 112 - Quebrada
Eu não consegui dormir direito. A noite na cela tinha sido um breve respiro, mas o amanhecer chegou como um soco. A porta se abriu cedo, ainda no escuro, e dois peões entraram. Eles separaram nós duas pela primeira vez desde que tudo começou.
“Você vem comigo”, disse um deles, puxando Julie pelo braço. Ela olhou para mim, os olhos enormes de pavor, o corpo ainda nu e marcado da nossa noite. Eu tentei me levantar, mas o outro peão me segurou. “Não, vadia. Você fica.”
Julie foi levada primeiro. Eu vi quando ela desapareceu pelo corredor, os pés descalços arrastando no chão frio, o cinto de castidade brilhando sob a luz fraca. Ela olhou para trás uma última vez, como se pedisse que eu não a deixasse ir. E eu não pude fazer nada.
Minutos depois, me arrastaram para o saguão principal do hotel. O lugar estava movimentado desde cedo. Hóspedes tomavam café, escravas passavam com bandejas, risadas e conversas ecoavam. Eles me colocaram bem no centro, onde todos podiam ver.
A “one bar prison” como eles chamam aquilo, era uma barra de metal dourado, brilhante e pesada. A base era fixada no chão com parafusos grossos. No chão ao lado da barra havia um salto alto e fino, quase dez centímetros de metal fino e instável, que eles me obrigaram a calçar. Depois, me fizeram sentar lentamente sobre a barra. A ponta era um pênis grosso, de cabeça avantajada, feito de metal liso e frio. Eles o enfiaram em mim devagar, girando, até que a cabeça avantajada batesse fundo contra a entrada do meu útero. Eu soltei um gemido rouco quando o metal grosso me abriu por completo, enchendo-me até o limite. A barra era longa o suficiente para que, quando eu ficasse de pé sobre os saltos, o dildo ficasse enterrado bem fundo, pressionando o colo do útero a cada respiração.
Eles ajustaram a altura. Agora eu estava presa, os pés nos saltos altos e finos, o corpo ereto, as mãos presas atrás das costas com algemas. Qualquer tentativa de me mexer fazia o salto balançar perigosamente. Se eu tentasse descer ou me inclinar, o dildo batia com força contra o fundo da minha buceta, machucando o útero de forma brutal. Eu estava completamente imóvel, exposta, como um objeto de decoração vivo no meio do saguão.
O dia foi um inferno lento.
O saguão era um fluxo constante de homens. Alguns paravam só para olhar. Outros se aproximavam. Um hóspede gordo passou a mão nos meus seios, apertando os mamilos com força enquanto comentava em voz alta: “Olha que puta bem colocada. Buceta cheia de ferro, né?” Outro cuspiu no meu rosto e riu. Um terceiro enfiou dois dedos na minha boca, forçando-me a chupar enquanto dizia: “Se estivesse sem essa barra, eu te fodia aqui mesmo, na frente de todo mundo”.
Eu via tudo. E não podia fazer nada além de ficar ali, de pé, o dildo grosso pressionando meu útero, os saltos fazendo minhas pernas doerem, os músculos das coxas queimando de tanto esforço para manter o equilíbrio.
Em determinado momento, trouxeram uma escrava jovem, uma morena de uns vinte anos, e a fizeram engatinhar pelo saguão, completamente nua, com um plug com rabo de cachorro no cu. Os hóspedes batiam nela com jornais enrolados, rindo enquanto ela latia e lambia os sapatos deles. Outro grupo obrigou uma loira magra a ficar de quatro ao meu lado e a foderam na boca e no cu ao mesmo tempo, gozando dentro dela enquanto eu assistia, incapaz de virar o rosto. A porra escorria pela boca e pelo queixo dela, pingando no chão. Um homem mais velho parou na minha frente, abriu a calça e mijou nos meus pés, o líquido quente escorrendo entre os saltos altos.
Durante o dia inteiro, meu corpo doía de formas que eu não imaginava. O dildo não saía do lugar, mas cada respiração, cada tremor involuntário fazia a cabeça avantajada bater contra o colo do útero, uma dor surda e profunda que subia até a barriga. Meus pés latejavam nos saltos finos. As pernas tremiam de cansaço. O suor escorria pelo meu corpo nu, pingando dos mamilos, da barriga, misturando-se à umidade que escorria da minha buceta ao redor do metal.
E o tempo todo, minha mente estava em Julie. Onde ela estava? O que estavam fazendo com ela?
Será que a tinham levado para algum quarto? Será que o pai dela já tinha tirado o cinto? Será que a estavam estuprando agora, enquanto eu ficava aqui, presa como um objeto de decoração?
Cada cena que eu via uma escrava sendo chicoteada no canto do saguão, outra sendo obrigada a engatinhar com um prato de comida na boca, outra sendo usada como cinzeiro humano, fazia minha imaginação correr solta. Eu via Julie em cada uma delas. Via ela chorando, via ela sendo tocada, via ela gritando meu nome.
O trauma me consumia, eu me sentia impotente. Eu me sentia a pior mãe do mundo.
E o dildo continuava lá, enterrado fundo, pressionando meu útero a cada batida do coração. O dia se arrastou, os homens passavam, as humilhações continuavam. E eu só conseguia pensar na minha filha, sozinha em algum lugar desse inferno, enquanto eu ficava aqui, exposta, imóvel, servindo de entretenimento para estranhos.
O sol da tarde já começava a baixar quando finalmente me tiraram dali. Mas eu sabia que aquele dia tinha marcado algo dentro de mim para sempre. Eu não era mais só uma escrava.
Eu era uma mãe que tinha sido forçada a assistir o mundo inteiro usar outras mulheres… enquanto imaginava, em cada segundo, o que poderiam estar fazendo com a minha própria filha. E isso doía mais que qualquer barra de metal enfiada dentro de mim.
Eu estava presa ali há horas, o dildo grosso da one bar prison enterrado fundo dentro de mim, a cabeça avantajada pressionando dolorosamente contra o colo do meu útero a cada respiração. O metal frio batia lá no fundo quando eu tentava me mexer, mesmo que só um pouco, e meus pés latejavam nos saltos finos e instáveis. O saguão continuava movimentado, homens passando, rindo, me tocando, me humilhando. Mas minha mente… minha mente fugia.
Eu me perdia nas lembranças. Lembrava de quando eu era só Caroline. Jovem, desejada, cheia de sonhos. Perdi minha virgindade aos dezenove anos, com ele. Meu marido. Naquela época ele era carinhoso, educado, quase tímido. Tínhamos namorado por quase um ano. Ele me levava para jantar, me elogiava, me fazia sentir a mulher mais bonita do mundo. Naquela noite, no quarto de hotel simples que ele reservou, ele foi paciente. Me beijou devagar, tirou minha roupa com cuidado, lambeu meus seios com carinho até eu gemer. Quando entrou em mim, doeu, mas foi uma dor doce, cheia de amor. Ele parava toda vez que eu fazia careta, me beijava, sussurrava “eu te amo” no meu ouvido. Gozou dentro de mim devagar, me segurando como se eu fosse frágil. Depois me abraçou a noite inteira. Eu me senti amada. Desejada. Mulher.
Eu gostava de sexo lento, carinhoso. Gostava quando ele me olhava nos olhos enquanto entrava em mim. Gostava de sentir o peso dele sobre mim, o calor da pele, o jeito como ele segurava meu rosto e me beijava enquanto gozava. Eu adorava ser desejada. Adorava quando ele me olhava como se eu fosse a única mulher do mundo. Adorava quando ele passava horas me tocando, me lambendo, me fazendo gozar com a boca antes mesmo de entrar em mim. Eu me sentia poderosa. Sexy. Amada.
Nunca gostei de sexo anal. Nunca. Achava nojento, invasivo. Ele pediu algumas vezes, mas eu sempre dizia não. E ele respeitava, nunca insistia. Também nunca gostei de boquete. Odiava o gosto de porra. Aquele sabor salgado, viscoso, que ficava na boca por horas. Quando fazia, era rápido, só a cabeça, sem deixar ele gozar na minha boca. Eu cuspia tudo imediatamente, lavava a boca, quase com nojo. Ele ria baixinho e dizia que eu era “delicada demais”. E eu me sentia normal. Feminina. No controle.
Lembro especialmente do dia em que Julie foi feita.
Foi uma noite chuvosa, romântica. Tínhamos jantado em casa, velas acesas, vinho. Ele me pegou no colo, me levou para o quarto e me amou como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. Me beijou devagar, tirou minha roupa peça por peça, lambeu cada parte do meu corpo. Quando entrou em mim, estava molhada, pronta, apaixonada. Ele se movia devagar, profundo, olhando nos meus olhos o tempo todo. Gozamos juntos. Eu o senti pulsar dentro de mim, quente, e soube imediatamente. Soube que tinha acontecido. Nove meses depois, Julie nasceu. A menina mais linda do mundo. Minha menininha.
E agora…
Agora ele era o oposto. O homem carinhoso tinha virado um monstro. O mesmo pau que me amou com carinho agora destruía mulheres, agora me usava como objeto, agora reservava a virgindade da própria filha para si. O homem que respeitava meus “nãos” agora me forçava a beber porra podre, a ser montada por animais, a assistir minha filha ser humilhada.
Eu me sentia partida ao meio.
Parte de mim ainda era a Caroline de antes, a mulher que amava sexo carinhoso, que odiava porra na boca, que nunca deixou ninguém enfiar nada no cu. Essa Caroline chorava de vergonha ao lembrar de tudo que já tinha engolido, lambido e sentido nesses meses. Mas outra parte, a parte quebrada, a parte que tinha sobrevivido, admitia, em silêncio, com nojo de si mesma: “Eu me tornei uma boa puta.”
Porque eu tinha aprendido a gozar com dor. Tinha aprendido a engolir porra animal sem vomitar. Tinha aprendido a abrir as pernas e o cu sem reclamar. Tinha até aprendido a sentir um prazer doentio quando via outras mulheres sendo destruídas. E o pior, eu tinha aprendido a amar minha filha de uma forma que nenhuma mãe deveria amar.
Eu estava em conflito constante. Odiava o que tinha me tornado. Mas também sabia que essa nova Caroline era a única que ainda conseguia proteger Julie, mesmo que fosse de forma suja e errada.
Enquanto eu ficava presa na one bar prison, o dildo batendo no fundo do meu útero, o corpo exposto para todos, eu pensava nisso o tempo todo. Pensava na Caroline que um dia foi desejada com amor. Pensava na Caroline que nunca deixou ninguém gozar na sua boca. Pensava na Caroline que fez amor com o pai de Julie numa noite chuvosa e romântica.
E via o que restava dela, uma mulher nua, presa, babando, gozando contra a vontade, transformada em objeto. Uma boa puta. Uma mãe que faria qualquer coisa pela filha. Até se destruir completamente.
E o mais doloroso era admitir, no fundo do peito, que parte de mim já tinha aceitado isso.
Que talvez, no final, eu realmente tivesse me tornado exatamente o que eles queriam, uma boa puta, que ainda amava a filha mais que tudo. Mas que já não sabia mais quem era.
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Comentários (2)
Vando: Cara estou gostando muito, mas estão faltando os capítulos 103 e 107, vc errou a numeração? Posta esses capítulos.
Responder↴ • uid:g630j7zrbAnão Jedi Manco: E aí, estão gostando?
Responder↴ • uid:13rsidgd6ppp