A Casada com o Rabo mais Cobiçado da academia Saiu da linha.
Eu me chamo Mauro, tenho 40 anos de idade, solteiro, ando nessa vida de ferro e suor há mais de duas décadas. Aos quarenta anos, Personal, o espelho ainda é meu melhor amigo e meu cartão de visitas. Tenho um físico esculpido por anos de disciplina, com ombros largos, peitorais densos e braços que preenchem qualquer camiseta de compressão. Minha barba é aparada na régua e meu estilo atrai olhares desde que coloco o pé na recepção da academia. Sempre tive facilidade com as mulheres, um histórico longo de conquistas que alimentava meu ego tanto quanto a proteína alimentava meus músculos. Mas aí surgiu a Rebeca Vasconcelos, e tudo o que eu achava que sabia sobre sedução foi colocado à prova.
Rebeca tinha trinta e seis anos e uma beleza que parecia ignorar as leis da genética comum. Ela não era o tipo que usava roupas vulgares para chamar atenção; pelo contrário, o charme dela vinha de uma elegância contida. Na academia, ela usava calças legging de marcas premium, sempre em tons sóbrios como azul-marinho ou vinho, e camisetas mais soltinhas que batiam no quadril, escondendo um pouco o que todo mundo tentava imaginar. Mas não tinha como esconder o shape. Ela tinha coxas grossas e torneadas, uma cintura fina e um glúteo que era, sem exagero, o mais comentado daquela unidade. Aquele rabo era cobiçado demais, uma escultura natural que parecia ganhar vida em cada agachamento que ela executava com perfeição técnica.
Ela era evangélica, frequentava a igreja com afinco e trazia aquela aura de mulher recatada e fiel que só a tornava dez vezes mais interessante para os predadores de plantão. Eu via os caras chegando, desde os garotões de vinte anos até os coroas donos de empresa, todos tentando a sorte com cantadas baratas ou convites para café. A Rebeca era uma mestre em driblar essas investidas. Ela sorria, dava uma resposta educada porém firme, e voltava para o treino como se nada tivesse acontecido. Ela era charmosa, tinha um jeito de falar suave e uma postura de quem sabia exatamente o seu valor.
Eu, como personal, comecei a traçar minhas estratégias. Eu não queria ser só mais um cara inconveniente. Comecei ajudando na execução dos exercícios, corrigindo a postura dela com um toque leve, mas demorado o suficiente para criar uma conexão. Minhas investidas eram mais cerebrais. Eu jogava elogios que beiravam o limite, falava que era difícil manter o foco no treino com uma mulher daquela presença por perto. Eu tentava criar um clima de intimidade, perguntando sobre o casamento dela, buscando alguma brecha, algum sinal de insatisfação que eu pudesse usar.
Ela recebia minhas gracinhas com um bom humor contagiante. Ela ria, olhava no fundo dos meus olhos e dizia que eu era um bobão, um convencido que achava que todas as mulheres caíam na minha conversa. Ela brincava comigo, fazia piada da minha vaidade, e quando eu forçava um pouco mais a barra, ela soltava um Mauro, menos, bem menos, você sabe que eu sou uma mulher de Deus e muito bem casada. Ela resistia a cada avanço com uma leveza que me deixava louco. Não havia grosseria, apenas uma barreira invisível de integridade e fidelidade que parecia inquebrável. Quanto mais ela se mostrava fiel e inalcançável, mais eu ficava obcecado por aquele desafio, tentando decifrar o que se passava por trás daquele sorriso doce e daquele corpo que parecia ter sido desenhado à mão.
O tempo passava e a obsessão só crescia. Eu via caras como o tal do Rodrigo, um playboy que vivia de carrão, e o Dr. Augusto, um médico cinquentão cheio da grana, tentando cercar a Rebeca. O Rodrigo chegava com papinho de convite para lancha, e o Augusto tentava impressionar com jantares caros. Ela tirava os dois de letra. Sorria, agradecia o elogio e dizia que o único homem que tinha o privilégio da companhia dela era o marido. Era impressionante como ela se portava; mesmo quando usava aquelas leggings que marcavam cada detalhe, destacando aquele rabo que parecia saltar aos olhos de quem passava, ela mantinha uma classe absurda.
Eu mudei a tática. Resolvi jogar verde para colher maduro. Comecei a me aproximar como o amigo confidente, o cara que respeitava a postura dela, só para ganhar terreno. Eu ouvia ela falar da importância da fé, da seriedade do casamento dela, e ela sempre brincava comigo, dizendo que eu precisava encontrar uma boa mulher para me colocar na linha. Enquanto ela mantinha aquele discurso de esposa fiel, elegante e bem resolvida, eu só conseguia pensar que, com aquele corpo e aquela energia, ela devia ser muito bem comida pelo marido, e aquilo me dava um ódio misturado com tesão.
Certo domingo, eu estava passando perto de uma igreja evangélica de bairro e a vi saindo. Ela estava deslumbrante de um jeito diferente. Os cabelos estavam soltos, batendo na cintura, muito bem cuidados e cheirosos. Ela vestia uma saia jeans midi, daquelas que ficam bem justas no quadril e nas coxas, evidenciando todas as curvas que eu já conhecia da academia. Fui falar com ela e descobri que ela era uma das líderes das mulheres lá, super respeitada. Joguei meu papo mole, elogiei a aparência dela até na porta do templo, mas ela continuava firme, rindo das minhas cantadas abusadas e dizendo que ali era lugar de respeito.
A grande oportunidade surgiu em um dia de temporal. A academia estava vazia e a chuva caía pesada. Ela estava sem carro e eu ofereci uma carona. Ela relutou, fez toda aquela cena de mulher casada que não pega carona com homem solteiro, mas o trânsito estava um caos e a chuva não parava. Acabou aceitando. No caminho, o para-brisa mal dava conta da água. O clima dentro do carro esquentou. Eu parei o carro em uma rua mais escura, aproveitando o engarrafamento parado, e tirei minha camisa, deixando meus músculos em evidência.
Comecei a falar pesado. Olhei para ela e disse que não aguentava mais ver aquele corpo todo dia e não poder tocar, que ela era uma safada por esconder tanta delícia sob aquelas roupas de igreja. Ela riu, me chamando de louco, dizendo que eu não tinha jeito. Foi aí que eu joguei o nível lá em cima. Tirei o meu pau para fora. Eu sempre tive orgulho dele: grosso, venoso e com uma cabeça imensa que brilhava na penumbra do carro.
Rebeca, olha o tamanho dessa tentação aqui na sua frente, eu disse, pedindo para ela chupar, para sentir o gosto do que ela estava perdendo. Ela continuou sentada no banco do passageiro, olhando fixamente, mas sem recuar. Eu peguei a mão dela e tentei levar até a minha rola, dizendo: coloca a mão, sente como eu fico só de sentir seu perfume, deixa de ser santa por cinco minutos e cai de boca nesse pauzão que você nunca mais vai esquecer.
Ela tirou a mão, deu uma risada gostosa, daquelas de quem está achando a situação absurda, e olhou bem na minha cara. Mauro, você é o cara mais safado e sem vergonha que eu já conheci na minha vida, ela disse, rindo e balançando a cabeça. Você acha mesmo que eu vou jogar minha vida e minha fidelidade fora por causa desse seu brinquedo? Guarda isso, seu bobo, e dirige logo que meu marido está me esperando para o jantar. Ela não cedeu, mas a forma como ela olhou para o meu pau me deu a certeza de que a semente da tentação tinha sido plantada.
Os dias que se seguiram na academia estavam abafados, um calor úmido que fazia o suor escorrer pelo corpo dela logo no aquecimento. A Rebeca parecia ignorar o que tinha acontecido no carro, mas eu sentia que o clima tinha mudado. Ela passou a treinar com umas leggings de tecido mais fino, que moldavam cada fibra daquele bundão, e quando ela fazia o agachamento sumô, eu fazia questão de me posicionar logo atrás para corrigir a postura, deixando minha mão encostar "sem querer" na base do glúteo dela. Eu sussurrava no ouvido dela que aquele volume estava cada vez maior, que era um pecado deixar tanta carne guardada só para um homem, e ela apenas soltava um suspiro rindo, respondendo que eu precisava focar mais na carga do peso do que na carga das minhas ideias.
Em uma dessas tardes quentes, eu estava conversando com o Jardel, um aluno antigo e boa praça, sobre os casos de traição que rolavam ali dentro. O Jardel citou que um empresário da região tinha sido pego no flagra com uma recepcionista. A Rebeca estava por perto, bebendo água, e ficou calada por um tempo, apenas ouvindo. Quando o Jardel disse que hoje em dia ninguém mais levava o casamento a sério, ela decidiu se manifestar de forma descontraída, mas com aquele tom firme de sempre. Ela disse que o problema não era o casamento, mas a falta de caráter de quem não sabe o valor da aliança que carrega. Eu dei uma risada e perguntei se ela nunca tinha tido vontade de pular a cerca, e ela apenas ajeitou o top, que naquele dia estava bem justo realçando o decote, e disse que estava focada demais no treino de quadríceps para pensar em sujeira. Ela estava mais gostosa do que nunca, com a pele brilhando e as pernas saltando de tão definidas.
Eu sabia que o discurso de santinha era a armadura dela, e eu precisava de uma brecha. A oportunidade veio quando eu a convidei para avaliar um novo suplemento que eu estava vendendo, fora do horário da academia. Joguei verde, disse que precisava da opinião de alguém séria como ela. O encontro acabou sendo em um café discreto, mas eu manobrei a conversa para o carro. Eu fui direto, disse que a vida era curta demais para ela ser apenas a esposa perfeita e que o marido dela, por melhor que fosse, nunca daria a ela a pegada que um profissional como eu daria. Comecei a falar que ela merecia sentir o que era ser desejada com fome, para colocar um chifre de respeito naquele maridão que já devia estar acomodado.
Foi uma luta para tirar ela da zona de conforto. Ela recusou os primeiros avanços, repetindo que tinha quinze anos de casada e que nunca tinha faltado com o respeito. Eu não desisti. Comecei a beijar o pescoço dela, sentindo aquele perfume doce misturado com o calor da pele. Ela arrepiava inteira. Quando tentei o primeiro beijo na boca, ela virou o rosto, mas eu continuei no pescoço, mordendo de leve a orelha e dizendo que ninguém precisava saber, que seria o nosso segredo sagrado.
Aos poucos, a resistência dela foi derretendo. Quando finalmente consegui selar os lábios nos dela, o beijo começou tímido e logo se transformou em algo selvagem. Ela me puxou pela nuca com uma força que eu não esperava. Entre um beijo e outro, ela ainda sussurrava que aquilo era errado, que a gente ia para o inferno, mas as mãos dela já estavam apertando meus braços com vontade. Eu não perdi tempo e dirigi direto para o motel mais discreto da zona sul. O trajeto foi tenso, com ela em silêncio absoluto, mas a respiração estava pesada. Eu sabia que, depois de tantos meses de cerco, a fortaleza da fiel evangélica finalmente ia desmoronar entre os lençóis.
Assim que a porta da suíte se fechou, a máscara de recatada caiu por completo. Eu mal tive tempo de trancar a fechadura e ela já estava grudada no meu pescoço, com uma urgência que eu nunca imaginei que aquela mulher tivesse. O shape dela, que eu tanto cobicei na academia, estava ali, livre de qualquer legging ou saia jeans. As coxas eram ainda mais grossas e firmes do que pareciam, e o rabo, aquele monumento de 108 centímetros, era uma coisa de outro mundo ao vivo.
Começamos ali mesmo, no sofá da entrada. Eu a virei de costas, sentindo o peso daquela bunda contra a minha frente, e comecei a dar tapas estalados que deixavam a pele dela vermelha na hora. Eu queria ver até onde a santinha aguentava. Dessa vez, quando eu tirei o meu pau para fora, não houve risadinha nem resistência. Ela se ajoelhou no carpete sem eu precisar pedir. Rebeca segurou na base com as duas mãos e abriu a boca, recebendo a cabeça do meu pau com uma vontade de quem estava em jejum há anos. Ela mamava olhando para cima, os olhos revirando, fazendo um barulho de sucção que me deixava no limite. Eu segurava o cabelo dela e ditava o ritmo, sentindo a garganta dela apertar tudo. Eu tive que respirar fundo e travar o abdômen para não gozar ali mesmo na boca dela.
Depois fomos para a cama, e o que se seguiu foram três rounds de pura selvageria. Coloquei ela em quatro, com o peito colado no colchão e o rabo empinado lá no alto. Eu entrava com tudo, sentindo cada centímetro daquela pressão, enquanto ela gemia alto, sem medo de ser ouvida. A musculatura das pernas dela ajudava na pressão, ela travava as coxas em mim e me puxava para dentro.
— Toma, sua crente safada, é assim que o maridão faz? — eu provocava, dando mais um tapa.
— Cala a boca e continua, Mauro! Não para! — ela gritava, enterrando o rosto no travesseiro.
Gozamos juntos pela primeira vez em uma posição de frango assado, com as pernas dela lá no meu ombro. Eu descarreguei tudo lá dentro, sentindo o corpo dela ter espasmos violentos. Mas eu não estava satisfeito. Depois de um descanso curto, fomos para o chuveiro, onde ela cavalgou em mim com as costas na parede de azulejo, e terminamos de novo na cama, comigo por cima, sentindo o suor dos nossos corpos se misturar. O cheiro de sexo e do perfume caro dela impregnava o quarto todo.
Quando o cansaço finalmente bateu e ficamos ali, jogados, vendo o teto espelhado, eu não aguentei a vontade de alfinetar. Eu estava impressionado com a performance dela, ela tinha uma resistência de atleta e uma malícia que não condizia com o discurso da igreja.
— Caramba, Rebeca... você fode demais, mulher. Onde estava escondida essa leoa toda? — perguntei, olhando para ela de lado. — Cadê a esposa fiel ao marido que não pensava em sujeira? O que aconteceu com o discurso de santinha lá da academia?
Ela se sentou na cama, calmamente, ajeitando o cabelo bagunçado. Deu um sorriso de canto, aquele mesmo sorriso charmoso que ela usava para driblar os caras na academia, mas agora com um brilho diferente nos olhos.
— Mauro, meu querido, eu sou uma mulher de Deus, não uma mulher morta. O que acontece entre quatro paredes e sob o perdão do sigilo, fica guardado. Eu continuo sendo a esposa fiel para o mundo lá fora, mas aqui dentro... aqui dentro eu sou apenas uma mulher que sabe apreciar um bom treino pesado.
Ela deu uma piscadinha, levantou-se e foi para o banho com aquela elegância de sempre, deixando o rabo balançar de um jeito que me deu vontade de começar o quarto round ali mesmo.
Depois daquela resposta cínica, eu senti que a fera tinha despertado de vez. O cansaço sumiu num estalo. Eu a puxei pelo braço antes que ela chegasse ao banheiro e a joguei de novo na cama, com o rosto contra o lençol. O contraste da pele clara dela com o edredom escuro era um convite para o pecado. Eu queria quebrar aquela postura de madame, queria que ela perdesse totalmente a linha.
A gente começou um novo round ali mesmo, em uma posição de lado, com uma perna dela no meu pescoço, permitindo que eu entrasse o mais fundo possível. Eu sentia cada contração daquele corpo treinado, a força das coxas dela me esmagando enquanto eu socava sem dó. O som da carne batendo era alto, ritmado, acompanhado pelos gemidos dela que já não tinham nada de contidos. Ela arranhava meus braços, cravando as unhas no meu tríceps, mostrando que a santinha tinha ficado lá na porta da igreja.
Quando ela estava no auge, tremendo inteira sob o meu peso, eu não perdi a chance de humilhar aquela pose de mulher exemplar. Segurei o rosto dela com força, forçando-a a olhar para o próprio reflexo no teto espelhado.
— E aí, Rebeca? Cadê o corno do seu marido agora? Ele faz ideia de que a santinha dele tá aqui virando os olhos? — eu soltei, com a voz rouca. — Me fala, onde é que tá a minha putinha favorita agora?
Ela deu uma risada curta, entrecortada por uma respiração ofegante, e deu uma rebolada forte, encaixando ainda mais o meu pau nela.
— O corno deve estar em casa, Mauro, achando que eu ainda estou no culto ou no trânsito — ela respondeu, com uma malícia que me deixou assustado. — E a sua putinha está bem aqui, sentindo cada centímetro desse seu pau que ela tanto desejou em segredo. Agora cala a boca e me faz gozar de novo!
Eu mudei a posição para o estilo cachorrinho, elevando o quadril dela o máximo que podia. Ver aquele rabo de 108 cm empinado, balançando a cada estocada minha, era a visão do paraíso para um cara como eu. Eu batia com as duas mãos naquelas nádegas enormes, deixando a marca dos meus dedos na pele quente dela. Gozamos juntos pela terceira ou quarta vez, nem sei mais, um jato quente que pareceu lavar toda aquela aura de moralidade que ela carregava.
Ficamos ali, suados e exaustos, enquanto o cheiro de sexo dominava o ambiente. Ela se levantou como se nada tivesse acontecido, recuperando a elegância em segundos, mas eu sabia que, a partir daquele dia, toda vez que ela entrasse na academia com aquela saia jeans ou aquela legging comportada, a gente ia compartilhar o segredo de que, por trás da fiel evangélica, existia uma mulher que adorava ser tratada exatamente como eu a tratei.....
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Comentários (3)
Beto carreiro: Excelente conto! Parabéns. Raro ver isso aqui
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Mauro: Gostou do tema ou da escrita ?
• uid:8gif5f05lwmGabriela: Gostei do conto. Infelizmente falta conto de sedução aqui, a mulher sempre chifra fácil. Não tem uma construção dos temas, entendo o fetiche do pessoal. Mas os contos costumam serem repetidos. Seria bom um desafio de temas, para quem sabe o pessoal fazer de temas diferentes.
• uid:8gif5f05lwm