Pai e filha curtem contos junto
Quando o pai e filho curtem quantos eróticos junto a coisa pode ficar intensa
Meu nome é Caroline, mas todos me chamam de Carol. Geralmente, os mais próximos, ainda com meus 17 anos, sempre muito fogosa, passo meus dias entre muito estudo, pois pretendo prestar vestibular e seguir uma carreira na área do direito. E as intensas gozadas que dou me masturbando com qualquer coisa que me excita, e muitas vezes até a calça que encosta e aperta um pouco o meu clitóris, já me deixa muito excitada, então não preciso nem dizer que esse é o meu cotidiano. Entre virada de olhos, pernas tremendo e livros, é assim que passam os meus dias. Isso até um fato que ocorreu há pouco tempo.
Não citei o início, mas mesmo com esse fogo todo, eu ainda sou virgem. Impossível nos dias de hoje, com certeza, mas a minha realidade é essa. Tenho alguns princípios que sigo e não abro mão. Só come minha buceta, o cara que realmente merecer e não vai ser fácil. Já tive várias oportunidades de perder e não perdi, mas é claro que eu não deixo 100 por cento à vontade de penetrar. Eu amo um bom e velho anal e, quando estou dando o meu cuzinho, me acabo de gozar masturbando junto. Iniciei isso com um ex-namorado que eu havia falado que não deixaria ele colocar na minha buceta, mesmo depois de já ter gozado na boca dele diversas vezes, e ele goza na minha também. Muitas vezes, a gente acabou resolvendo essas questões com o anal. No início, não foi legal, doeu muito, ar dias demais, não adianta falar que é agradável logo de começo. É desagradável, mas vamos ao conto de fato que é o que vocês vieram aqui pra ler.
Meu pai é um cara jovem, apenas 34 anos. Eu já fiquei com caras mais velhos do que ele, mas a sua paixão e sua dedicação para comigo sempre foram uma coisa que me derretia. Ele mais parece um colega do que meu pai, ainda mais porque ele faz academia, se cuida bem, tem uma aparência bem jovem. As minhas amigas são loucas por ele, mas o meu pai é um cara muito centrado, empresário do ramo automotivo. Desde que se separou da minha mãe, quando eu tinha apenas uns quatro anos, me afastando completamente dele por vários anos, o meu pai se concentrou em mudar a vida dele ao extremo e, segundo ele, ter conforto pra ele e pra quando eu já tivesse idade suficiente e quisesse conviver mais com ele. Então, quando eu chego na casa do meu pai, eu sou a rainha, sou eu quem manda em tudo. Tenho o meu quarto muito bem montado do jeito que eu quis. Já a minha mãe se casou novamente e, hoje, como eu já sou bastante independente, eu fico mais na casa do meu pai do que na casa da minha mãe. Meu padrasto é muito estranho, olha pra mim como se quisesse me comer, e ele não vai muito. Asqueroso e estranho, não faz meu tipo e também não irei fazer isso com a minha mãe. Ela ama o cara.
Então, a partir do momento que eu comecei a conviver mais com o meu pai, menos eu ia na casa da minha mãe. Isso se tornou comum até que eu me mudei de vez. Eu só ia na casa da minha mãe pra matar a saudade, bater um papo e voltava pra casa do meu pai. Nem precisei avisar ninguém. Eu não sou mais criança, faço as minhas atividades, estudo e faço tudo que tenho que fazer. Nunca precisei de ninguém buzinando no meu ouvido o que eu preciso fazer ou quando.
Como qualquer garota tarada, a pornografia sempre é uma coisa que adoro. Vários fetiches, muitas coisas, e navegando por um mar de putaria que tem na internet, eu me deparei com os contos eróticos. Isso me fez abrir a mente para um mundo completamente novo que eu já sei que não é tão novo assim. Os contos eróticos são o primeiro tipo de pornografia que existiu. Essa informação vocês devem guardar, pois ela é importante lá no futuro. Então, eu comecei a ler muitos contos, de início contos básicos entre namorados, e aí eu comecei a ver outras coisas até chegar nos meus contos preferidos, que são incestos. Só de falar, eu já fico contraindo a buceta e tenho que confessar que durante esse encontro eu tive que me masturbar várias vezes porque relembrar as histórias me fez ficar com tesão. Consequentemente, eu gozei muito. Então, provavelmente algumas partes que vocês vão ler vão ser um momento em que estarei no meu clímax. Mas voltando à história, lendo vários contos sobre irmão e irmã, infelizmente eu não tenho irmão, sou filha única até então, mas acho interessante se eu tivesse um irmão que fosse tão tarado quanto eu sou. Provavelmente a gente transaria muito e até chegar nos contos entre pai e filha, alguns muito fantasiosos, cheios de coisas que a gente sabe que muitas vezes nem são reais. É um conto criado por um piá com o pau na mão se masturbando e pensando que o mundo é feito de momentos em que você pega na mão da outra pessoa, leva pro quarto e fica com ela, principalmente quando se trata de algum parente, e eu entendi na prática que isso é bem mais difícil.
Eu fiquei fissurada em ler os contos que mais me excitavam. Eu fazia a leitura em voz alta, gravava e depois escutava, me masturbando e assim eu gozei tanto que perdia os sentidos. Os músculos do meu corpo doíam tudo. Só que uma atitude dentro da minha casa um dia mudou a minha visão entre a fantasia de ler aqueles contos e imaginar para a realidade de acontecer algo parecido com aqueles contos. Eu havia visto meu pai totalmente nu passando dentro do quarto dele do banheiro para a cama, só que ele havia esquecido a porta aberta. Pensou que eu estava quieta no quarto, mas na verdade eu estava zanzando pela casa e ele passou com aquele pau lindo, meio bomba, com uma cabeça bem rosada, pendurado no mínimo do tamanho de uma lata de desodorante. Isso porque estava mole, imagina duro. Eu fui pro quarto, quase não me aguentando, me masturbei tanto que acabei dormindo. Acordei um pouco mais tarde com a mão buceta, perna toda grudando. Tomei um banho quando fui lavar minha buceta, estava inchada, meu clitóris estava sensível, que sensação maravilhosa nesse momento. Em diante, por tudo eu queria ter o pau do meu pai no meu cuzinho. Então comecei a arquitetar o que iria fazer. Eu já sabia que o meu pai não tinha namorada e que não namorava há algum tempo. Eu não sei se ele ficava sem sexo ou se pagava por sexo. Bom, no momento, isso não fazia o mínimo de diferença. Eu queria ele pra mim, queria retribuir todo aquele trabalho de anos pra poder proporcionar pra mim um futuro melhor do que o dele e o da minha mãe. Então eu comecei a usar umas roupas um pouco mais decotadas, sempre um pouco mais curtas, e é claro, sempre quando ele tava em casa ou eu aparecia na empresa, ia para o escritório dele e ficava lá com uma roupa que mostrava que eu estava mais pra mulher do que pra menina. Até seus sócios comentavam o tanto que eu estava grande, já era uma mulher formada e é de sempre sorria, agradecia e falava que eu seria a eterna menininha dele, de certa forma fofo, mas eu não queria ser a menininha dele. Eu queria ser a mulher. Eu sabia que não seria fácil conseguir aquilo que eu queria. Meu pai era muito certinho, “pelo menos parecia”. Ele nunca deu sinais de ser um cara possessivo por sexo ou fogoso. Sempre me pareceu um cara normal. Até cogitei a ideia dele ser gay, o que iria contra todo meu plano, mas acabei nesse meio tempo mexendo no escritório dele e nas coisas pessoais, algo que eu nunca imaginaria. Por um breve momento, ele esqueceu que eu mexia no computador da empresa dele. No Google Chrome, tinha umas abas anônimas abertas e eram justamente contos eróticos. Não era a mesma que eu costumava ler, mas eu descobri de forma inesperada que ele também curtia ler contos e também sobre incesto, sobre mãe e filho, pai e filha, irmão e irmã. Tinha de tudo, várias abas abertas. Seria ali minha chance, então eu percebi que isso era um sinal. No mesmo dia, eu intensifiquei meu plano, as minhas roupas começaram a diminuir dentro de casa, às vezes eu percebia o olhar de canto que ele me dava, mas sem deixar transparecer nada. Tinha uma roupa que eu gostava de usar pra dormir, aquela basicamente só tampava o essencial, mas era um tecido fino, dava de ver tudo. Quando sentei ao lado dele no sofá, ele até pigarreou, estiquei as minhas pernas, me deitei no sofá, apoiei a minha cabeça em seu colo, que já colocou uma das suas mãos na altura da minha cintura e a outra mão no meu cabelo, e começou a me contar histórias antigas de quando havia conhecido minha mãe, entre outras coisas que aconteceram na vida dele. Apesar de um empresário de sucesso, meu pai era um cara solitário de poucos amigos, só que eu percebi aqui ao passar a mão na minha cintura, sentia a textura da minha pele. Eu acho que ele se empolgou um pouco, senti na minha cabeça o pau dele pulsando e quando pulsou pela primeira vez, ele meio que se assustou, me chamou e eu fingi que estava dormindo. Ele deu aquele suspiro de alívio e pegou nos braços e colocou na cama. Isso me deixou com ainda mais vontade de ter ele pra mim e todas as noites eu tava fazendo isso. Passei alguns dias provocando ele de todas as formas que eu sabia até que um dia ousei um pouco mais com a minha roupa de sempre, mas dessa vez de outra cor. Eu fui pro quarto dele enquanto ele terminava de desorganizar umas coisas. Fiquei assistindo a TV no quarto dele porque a TV era um lançamento de uma empresa que ele tinha parceria de quase 100 polegadas. A cama super King, o quarto super grande, cabia 2/4 do meu dentro do dele, então a minha desculpa sempre era essa e nesse dia a gente foi assistir a uma série. Eu acabei adormecendo na cama dele. Achei que ele me acordaria pra me levar pro quarto ou me levaria de qualquer forma, mas algo fez ele apenas me cobrir. Me deitei em seu peito, joguei minhas pernas por cima das pernas dele e continuei fingindo que tava dormindo. E como a natureza não perdoa, é óbvio que ele sentiu o calor da minha buceta na sua perna e o pau ficou duro. Na hora, aos poucos, eu senti ele escorregando de mim até conseguir me tirar de cima dele. Foi no banheiro. Demorou um pouco, voltou, deitou, me agarrei nele de novo e já não senti o volume mais. Provavelmente ele havia gozado, então resolvi dormir mesmo. No outro dia só acordei com ele levantando pra ir trabalhar e me chamando para ir para o colégio. Queria nesse momento tava mais indo pra não ter falta, mas já tinha nota suficiente pra passar e depois da aula tinha o cursinho pra vestibular e depois geralmente eu ia pra empresa do meu pai pra gente voltar junto pra casa. Então, à noite anterior que era pra ter sido só uma se tornou constante porque era bom a gente assistir TV e depois dormir, só que eu comecei a intensificar a fazer ele me abraçar de Conchinha, sentindo o pau dele na minha bunda, e ele sempre resistia às minhas investidas. Então esse que um dia já, depois de meses testando todos os limites dele, eu sabia que uma hora ou outra ele iria ceder e eu ia dar o meu cu pro meu pai. Em todos esses dias tentando, mas sem sucesso, ele me resistia, então resolvi tentar outra coisa. Simplesmente comentei com ele que havia visto sobre os contos do computador dele, o que fez ele dar uma travada de início. Aí ele veio me falar que foi uma das primeiras formas de pornografia porque no início não existiam fotos, vídeos nem nada do tipo e que ele curtia mais esse formato. Eu falei que eu também gostava. Ele ficou surpreso. A gente começou a conversar sobre o assunto, começou a ficar interessante. Eu comecei a ficar molhada, mas quando eu tentei avançar pra tentar algo, fui completamente repreendida. Ele ficou super bravo comigo, falou que a gente era pai e filha e de que tudo que a gente tava lendo era fantasia, não era pra ser levado a sério. Porém, com muita insistência, usando todas as caras e bocas de manhosa triste até fazer menção de chorar, eu fiz e deu certo novamente. Ele me acolheu em seus braços e, com muita resistência, ele deixou eu colocar a mão dentro da calça dele também. Peguei a sua mão e coloquei dentro da minha calcinha que já estava nesse momento encharcada, então comecei a dar uns beijos no pescoço dele enquanto sentia seu pau ficando muito duro na minha mão enquanto ele deixava eu o beijar. Eu fui pegando a lubrificação que saí da minha boceta e passava no meu cu, empurrando um pouco pra dentro assim, devagar. Eu fui tirando toda nossa roupa quando já não estávamos mais com nada. Ele começou a chupar meu peito, dedilhando a minha boceta, me fazendo gemer alto. Páscoa tentava colocar o dedo, o hímen ainda intacto, impedia e eu também não deixava. Peguei o seu dedo, coloquei no rumo do meu cu e deixei ele ir colocando enquanto chupava minha buceta. Parece que já havia anos que não sentia o cheiro de uma buceta nova, então tive a oportunidade de ter um dos melhores orgasmos da minha vida e, enquanto me recuperava do orgasmo, ainda com o corpo elétrico, meus músculos todos vibrando, fui até o seu pau e comecei a chupá-lo. No início, ele não queria deixar, ficou resistindo, falando que aquilo era errado e eu continuei o prazer da… Carne não nos deixou parar o que estávamos fazendo quando já estava com o pau bem melado com a minha saliva. Me posicionei de quatro e pedi pra ele colocar cuspir na minha mão. Passei na entrada do cu, ele veio cuspiu no meu cu também, sempre elogiando, falando que aquilo era um sonho, mas que era errado. Então, quando ele colocou a pontinha do pau e foi colocando, que eu sentia entrando, eu delirei de prazer, sentido cada centímetro, arregaçando o meu cu quando sentia a sua virilha encostar na minha bunda. Eu vi estrelas, ele passou a mão por debaixo do meu corpo e começou a bombar devagar, segurando meus seios enquanto eu me masturbava que nem uma louca, recebendo aquelas bombadas, sentindo meus seios serem cada vez mais apertados e mexer na minha boceta. Eu sabia que não demoraria pra chegar no meu orgasmo e assim foi. De ter feito cada estocada que ele dava, mais lubrificação eu só tava pela boceta e veio aquela explosão de orgasmo. Dali pra frente, nenhum músculo eu conseguia controlar o pau do meu pai todo atolado no meu cu enquanto contraria aquilo. Me deixou muito excitada, então, sem deixar o pau dele sair, a gente deitou. Ele segurou pela minha cintura, abriu a minha perna, deixou minha buceta arreganhada enquanto empurrava no meu cu. Eu não sei quanto tempo aquilo durou, mas eu estava experimentando o ápice do prazer. Eu só queria que continuasse me bombando enquanto me masturbava. Ao mesmo tempo, ele puxava a minha cabeça para trás, beijava minha boca, agarrava meus seios e bomba mais forte, eu mais uma vez começava a gozar e assim que senti que ia gozar, apenas deixei vir e novamente me vi tomada por aquela sensação explosiva, um descontrole total de todos os meus músculos e enquanto estava chegando do final, percebi que meu pai estava ofegante, segurando forte em mim, dando estocados bem fortes. Ele já tava quase gozando. Eu virei pra trás e falei: “Enche meu cozinho de porra!” Foi como se eu tivesse acionado um botão pra ele gozar. Ele gemeu forte, me segurou, passando um dos braços sobre meus seios e o outro sobre minha barriga e começou a socar lá dentro sentir seu pau contrair e jorrar vários jatos no meu cuzinho enquanto nossos ânimos se acalmavam não mudamos nossa posição ele ainda agarrado ao meu corpo o seu pau pulsando no meu cu que aos poucos ia saindo e aquela seria a primeira de muitas vezes que a gente iria transar depois que recuperamos um pouco da força a gente foi tomar um banho junto um pouco sem jeito de olhar um pro outro mas a gente começou a conversar até comentamos que o tabu poderia ser um tabu mas que era bom demais demos risadas voltamos para cama ida ali pra frente uma nova relação além da de pai e filha nasceu dentro daquele quarto entre aquelas quatro paredes.
T: suburban19
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Comentários (3)
Luiz: Quero continuação
Responder↴ • uid:1daibs6whjMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkAline: Nossa, que delícia de conto! Amei, amo muitoo rsrs. T Linee_198
Responder↴ • uid:1ep2llf3fp0m