#Estupro #Gay #Incesto #Teen

Enteadinho

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Contos Proibidos

Meu enteado Yan dormiu comigo pela primeira vez e já na primeira noite, não consegui resistir e comi o cuzinho do meu gurizinho inocente!

Meu enteado Yan, de 14 aninhos, dormiu comigo quando estávamos sozinhos em casa.
Ele é magrinho e é pequeno pra idade dele.
Ele tem a pele macia e moreninha, cabelos pretos e liso, seus olhinhos são escuros, tem uma boquinha carnudinha e tem uma bundinha redondinha e pequenininha.

Somos muito carinhosos um com o outro, ensino ele a me chamar de papai e a me dar beijinhos na bochecha quando nos afastamos e em seguida eu dou outro beijinho na bochechinha dele e as vezes acabo beijando no cantinho da boquinha carnudinha dele.
Isso já se tornou costume entre nós.

Ele sempre vem sentar no meu colo e eu adoro dar colinho pra ele.
Sempre digo que ele é meu...
Meu gurizinho, meu menininho, o garotinho do papai.
Ele é obediente comigo e sempre faz oque eu digo.
Ele me olha com um olhar de inocência, tão angelical e com um toque de medo, por eu ser muito maior que ele, eu acho.

Meu gurizinho sempre veste roupinhas infantis, coloridas e com estampas de super heróis e costuma dormir só de camisetinha e cuequinha.
Já eu, durmo somente de cueca.

Quando já estavamos deitados, ele se virou de costas pra mim e ficou de conchinha comigo, bem pertinho de mim.
Então senti um calor subindo por todo o meu corpo, o sangue pulsando nas veias com a excitação, meu pau ficou duro na hora e eu senti as costinhas dele encostadas no meu pau.

Sentindo meu coração bater com força, ele se surpreendeu e pediu pra por a mãozinha no meu peito e eu logo deixei, pois não vi problema nisso.

Ele se sentou na cama e analisei ele, com seus cabelos pretos e pele morena, com as perninhas cruzadas, a cuequinha branca quase sem volume por ele ter um pintinho muito pequeno ainda e a camisetinha do homem-aranha.

A pele do garotinho é tão macia, eu senti tanto tesão nele...
Ele olhava para mim com um olhar tão inocente, carinhoso, vulnerável e um pouco assustado.

Observei as perninhas fininhas e suaves dele, sem nenhum pelinho.
Então eu peguei na cinturinha do Yan e puxei ele pra bem pertinho de mim, sentindo o calor do corpinho dele no meu.

Ele ficou ofegante e com receio, ele estava ficando nervoso e sem jeito.
Então falei pra ele:
Fica aqui pertinho do papai, o papai te ama e adora quando tu fica pertinho.

Em seguida comecei a acariciar ele, passei a minha mão nas coxinhas dele, na cinturinha, fiz carinho nas costas por cima da camisetinha e então meu gurizinho se acalmou.
Então eu falei:
Meu Yanzinho, tu irá fazer 15 aninhos daqui a alguns meses, então o papai precisa te ensinar algumas coisas e tu já deveria estar gozando também!

Ele perguntou:
Oque é gozar papai?
Eu sorri e falei:
Vou te mostrar!
A inocência em sua voz fazia com que o desejo crescesse ainda mais...

O gurizinho começou a ter arrepios com as minhas mãos passeando pelo corpinho dele, me olhou com um brilho nos olhinhos, com inocência, curiosidade e um pouco confuso.

Me levantei da cama e peguei ele no colo, larguei ele em pé ao lado da cama, me ajoelhei diante do meu garotinho e falei pra ele ficar paradinho.

A pele macia do gurizinho se estremeceu quando comecei a beijar suas perninhas.
Com movimentos delicados, começo a subir pelas pernas, beijando e lambendo as suas coxinhas.
Então a expressão no rosto do menininho se torna uma mistura de curiosidade e ansiedade.

Começo a dar beijinhos e a lamber o pauzinho do Yan por cima da cuequinha infantil que ele estava usando.
Senti o garotinho se contrair a cada toque da minha língua.
Os gritinhos tímidos se tornam cada vez mais agudos e de repente, o safadinho começou a empurrar o pintinho dele contra a minha boca, gostando daquilo e querendo mais.

Baixei um pouco a cuequinha dele, colocando o pauzinho minúsculo, pretinho e durinho dele pra fora e então coloquei a boca no pintinho dele e comecei a chupar.
Logo coloquei o pauzinho dele inteiro dentro da minha boca sem dificuldade.
Com o pauzinho dele inteiro e durinho dentro da minha boca, eu ainda conseguia por a língua pra fora e lamber o saquinho dele ao mesmo tempo.
Depois eu chupava o saquinho dele enquanto batia punhetinha pro meu Yanzinho.

Chupie a cabecinha do pintinho dele e deixei aquele pintinho piquinininho todo babado.
O pauzinho dele estava tão durinho que pulsava dentro da minha boca.
E quando ele gemeu alto de prazer, eu parei.

Pedi pra ele levantar os bracinhos, puxei a camisetinha dele para cima, expondo seus mamilinhos bem piquinininhos e pretinhos, a barriguinha suave e as costelinhas sutilmente proeminentes.

A pele fina e quente do meu gurizinho era gostosa de pegar e passar a mão, comecei a lamber a barriguinha dele e os mamilinhos, ele se arrepiou e a pele macia dele, começou a ficar toda suada com a excitação que ele estava sentindo.
O pauzinho dele ficou bem durinho.

Comecei a passar a mão na bundinha dele, por cima da cuequinha, ele estava se sentindo cada vez mais exitado.
Os gemidinhos que saiam da boca do meu garotinho se tornaram cada vez mais agudos, ele estáva adorando sentir aquilo.

Tirei a cuequinha dele pro ladinho, pedi pra ele relaxar a bundinha e comecei a tocar a entradinha do pequeno e pretinho cuzinho dele, quando eu fazia carinho no pauzinho dele com a outra mão.
E o medo se transformou em vontade.

Sentia aquela criança se encolher e contorcer, mas ele não queria sair dali.
Meu gurizinho de 14 aninhos estava com tesão.

Olhei pra boquinha do Yan, os dentes pequenos e branquinhos, a língua suave e piquinininha brilhando com saliva...
Então me aproximei e beijei ele, passei a minha língua na língua piquinininha dele, depois chupei a língua do Yanzinho e fiz ele colocar a língua dentro da minha boca.
Fiquei um bom tempo beijando aquela boquinha piquinininha.

Depois mandei ele abrir a boca e colocar a língua pra fora.
Tirei o pau pra fora da cueca, já muito duro e puxei a criança com aquela boquinha em direção ao meu pau e coloquei o pau dentro da boquinha dele.

Os olhinhos dele se arregalaram com o choque do que estava acontecendo.
Eu falei pra ele:
Chupa o pau do papai como se fosse um pirulito de morango.
O menino começa a chupar, tentando acomodar o meu pau em sua boquinha infantil.
Senti a língua piquinininha na cabeça do meu pau.
Ele enchia a boca com o meu pau.
Senti a boquinha pequena, quente e sem jeito, envolvendo a cabeça do meu pau.

A saliva do garoto escorria, criando um som úmido.
Então comecei a socar forte na boquinha dele, tanto que senti a garganta daquela criança na cabeça do meu pau.

O menino tira a boca com um estalo, olhando para cima com olhinhos lacrimejando, a boca toda babada.
Enxuguei o suor que escorria da sua testa com o braço e com um movimento suave, coloquei a boca do meu enteado em direção ao meu pau novamente.

A boca dele agora se move em um ritmo constante, os lábios macios e apertados envolviam até base do meu pau.

Senti a garganta do meu menininho se abrir, permitindo que meu pau entrasse um pouco mais fundo a cada passo.
A criança se engasgava e se babava no meu pau, os olhinhos lacrimejando, o prazer que vem com a dominação e a entrega.

A saliva escorrendo pelo queixo da criança e caindo no seu peitinho.
A pele macia da garganta se contraía em emgasgos, tentando adaptar à massa dura que invadia o interior da gargantinha dele.

Agarrei a nuca do menino com firmeza, guiando a boca em movimentos cada vez mais profundos.
Ele sentindo as paredes de sua garganta se esticarem, a dor se mistura com o prazer e o gemidinho que ele dava, só saia quando ele se engasgava.

E isso me excita ainda mais, ao sentir o menino tentando se afastar,  agarrei o queixo da criança com força, forçando-o a continuar.

Os olhinhos se encheram de lágrimas, mas a expressão de prazer no rosto do garoto não mudou.
Senti o desejo de ir além dos limites do inocente.
Coloquei o menino de joelho e abri as pernas delicadas dele.
Póbre criança, assustado, tentava sair, mas eu o segurei no chão com força.

Coloquei a bundinha dele pra cima e tirei a cuequinha pro lado, olhei aquele pequeno cuzinho, piscando com medo.
O cheiro daquela bundinha suada é tão bom...
E o olhar inocênte e assustado é irresistível.
Com um dedo úmido, comecei a explorar a abertura daquele cuzinho minúsculo, sentindo a tensão do gurizinho.

A pele tão macia se estremecia quando eu tocava.
Coloquei a ponta do dedo, sentindo a resistência e o calor interno daquele cuzinho pretinho.
O menininho gemeia, sentia dor e tenta escapar, mas eu não deixei, segurei ele mais firme ainda.
Empurrei o dedo inteiro.
E ele começou a gritar.
Comecei a mover o dedo, abrindo  a passagem do cuzinho, preparando o meu menino pra me dar o cuzinho.

A textura lá dentro do cuzinho dele é tão suave e quente, os músculos da minha criança se contraíam em torno de mim.
Eu sentia o corpinho de inteiro em mim e pra mim.

Depois de algum tempinho eu tirei o dedo, me abaixei até a sua bundinha, coloquei meu nariz coladinho no cuzinho dele e cheirei...

E com carinho, soltei a minha criança, dando um tempo para que o meu menino se acostume com a sensação.
Então, puxei ele pela cinturinha pra perto de mim...
O póbrezinho do meu menininho, com os olhinhos encharcados de lágrimas.
Então eu fiz carinho, beijei, passei a mão por dentro da cuequinha dele...

Aí perguntei se ele queria carinho pra parar de doer.
Falei pra ele que o carinho do papai iria tirar toda a dor.
Ele respondeu soluçando e chorando:
Siiiiim papai!

Está doendo muito, meu Yanzinho?
Perguntei pra ele.

Ele respondeu:
Siiiiimm!
Está doendo muito mesmo papaaaai!
Ainda soluçando.

Então coloquei ele em cima da cama com a bundinha lisinha e peladinha pra cima, os joelhinhos na cama pra empinar bem a bundinha pra papai e a cabeça no travesseiro.

Dei um beijo no cuzinho lisinho do meu menino, ele se assustou e deu um pulinho com o corpinho, mas continuou na mesma posição.
Depois passei a minha língua na entradinhado cuzinho dele, beijei a bundinha linda, lisinha, macia e pretinha dele, aí coloquei minha língua inteira dentro do cu dele, e ele nem reclamou.

Ficou bem quietinho na posição que eu o coloquei.
Chupei e lambi muito o cu do meu Yanzinho, até que a dor passou e o cuzinho ficou bem lubrificado.

Então, puxei ele pela cinturinha pra perto de mim...
O menininho, com os olhinhos enchados, avia parado de chorar, eu fiz carinho, beijei, passei a mãos por dentro da cuequinha dele...
E ele começou a abriu as perninhas, demonstrando que gosta do carinho do papai.

E então, repentinamente, apertei forte as costelinhas dele com as minhas mãos.
Ele gritou:
Aaaaí aaaí!
Está difícil de respirar...

Perguntei como um tom sarcástico.
Quem eu sou?
Ele respondeu com a voz trêmula:
Meu paapai!

Eu falei:
Isso mesmo, o teu papai.
E o papai vai te amar muito agora!
Essa tua bundinha piquinininha e gostosinha, é minha!
Todinha do papai!

Nisso peguei ele e o coloquei de quatro, com as mãozinhas e os joelhinhos na cama.
Aquela criança respira fundo, fechando os olhinhos, se agarrou no travesseiro.

Acendi a luz do quarto pra vê-lo melhor, a pele macia, morena e quente, o corpinho dele se estremecia inteirinho, a boquinha toda babada e pequena, o suor fazia ele brilhar com o reflexo da luz.
Ele continuava sentindo medo, mas obediente.
Então comecei a empurrar o meu pau no cuzinho pretinho e minúsculo do meu gurizinho.

O menino gemendo com a boca aberta, sua respiração se tornou pesada e tudo o que eu queria era sentir o calor que enchia o quarto e o perfume daquela bundinha moreninha, piquinininha, lisinha e macia esfregando em mim.

Eu sentia o gurizinho se contrair e tentando se tirar a bundinhado meu pau. Então o segurei com força e comecei uma penetração lenta, quase solene, cada centímetro que entrava no garoto, ele gritava e gemia de dor.

Eu falei pra ele:
Logo a dor vai passar e vai começar a ficar gostoso de sentir o pau do papai.
Mas o cuzinho tem que se acostumar, enquanto tu não relaxar Yan, vai continuar doendo e o papai vai continuar empurrando!
Deixe a bundinha empinada!

E todas as vezes que ele tentava encolher a bundinha, eu não deixava e forçava ele a empinar pro meu pau entrar.

Eu apertava ele com força, os gritos se transformam em soluços,
O meu pau entrava cada vez mais no cuzinho do garoto e eu sentia o meu menino apertar o meu pau com o cuzinho, tentando expulsá-lo enquanto chorava, mas não conseguia, eu ia cada vez mais fundo.

A sensação de estuprar é tão gostosa...
O menino, com a boca aberta sugava o ar com dificuldade, os olhinhos encharcados de lágrimas que escorriam pelas bochechas.
Suas mãozinhas agarravam o travesseiro com força, a cada puxão que eu dava na cinturinha do meu gurizinho, ele chorava e gemia mais alto.

A minha criança se contraía, mas eu continuava empurrando, em cada movimento tornando a penetração, no cuzinho da minha criancinha, cada vez mais profunda.
Observava as costelinhas dele se erguerem com a respiração ofegante.
O corpinho dele tremia inteiro.

O pequeno tronco se curvava em arco, e eu o forçava a empinar a bundinha, a barriguinha contraía com a força da penetração.
O pequeno cuzinho se abria a cada empurrada, as preguinhas do cuzinho da minha criança se esticaram, a pele se esticava e se retraía, tentando escapar daquela sensação e da dor contínua.

Até que os olhinhos escuros se encheram de um prazer que o consumiu...

A textura interna do cuzinho do Yanzinho é maravilhosa, macia, quente e envolvente.
Sentia os músculos do cuzinho da minha criança se apertarem em torno do meu pau com cada movimento, tentando se defender da invasão.
Mas com cada gritinho, cada gotejamento de sangue que caía, a resistência do meu garotinho ia desaparecendo.

Ele não se mexe e nem grita mais, agora ele só geme, apenas aproveitando, o corpinho da minha criança começa a se acomodar, apertando a cada estocada, envolvendo meu pau com um calor que parecia que iria queimar.
O meu menino sentia dor intensa, agarrei as costelinhas dele, sentindo os ossinhos nas minhas mãos e comecei a socar com força.

Os gritos de dor se tornam cada vez mais fracos, mas os olhinhos permaneceram abertos, com lágrimas escorrendo e fixando o nada.

O prazer se acumula e com um grito rouco, empurrei no meu menininho com tanta força, que entrou o meu pau todinho no cuzinho apertadinho dele.
Gozei dentro do cuzinho dele, um jorro quente e espesso dentro da bundinha daquela criança moreninha, enchendo aquele cuzinho pretinho, delicado e piquinininho de porra.

Ele piscava o cuzinho com o meu pau dentro cheio de porra, tentando expulsá-lo, mas continuei a socar agressivamente, pra deixar a porra do teu papai bem no fundo.
O gurizinho tremia, com o rosto encharcado de suor e lágrimas ele perdeu as forças e as costelas se moviam com a força de cada contração.
As pernas fininhas esticadas, a criança não se agarrava com força, os dedos se entortando, eu sentia a bundinha contraindo com o meu pau todinho dentro.

Cada jato de porra que eu dava lá dentro do cuzinho dele, era um grunhido que ele soltava.
Com um suspiro cansado, tirei meu pau de dentro, ensopado de sangue e porra, fiquei olhando a expressão de choque, desconforto e dor na carinha do garotinho.

Abri a perninhas dele um pouco mais e entrei novamente com o meu pau no cuzinho dele.
Dessa vez sem esforço algum, ele deu um gemido de leve, agora o cuzinho já se acostumou com o pau do papai, entro lá no fundo com muita facilidade, aquele cuzinho lindo, pretinho e lisinho, se tornou um canal aberto pro papai.

Então o gurizinho obediente do papai, se esforçou pra levantar, mas as perninhas tremiam e ele cheio de dores, não conseguiu se levantar.
Ai peguei ele no colo sentindo a pele macia ceder a cada toque, ele todo molinho.

Então eu falei:
Agora é a tua vez de gozar no papai...

Deitei ele de barriguinha pra cima, observei aquele pauzinho tão piquinininho, com 5 centímetros no máximo, sem nem um pelinho...

Aproximei o meu rosto do pauzinho dele, cherei, dei um beijinho, lambi e comecei a chupar enquanto fazia carinho com o dedinho na entrada do cuzinho dele que já estava abertinha.

Logo ficou durinho e mesmo duro, o pintinho dele cabia inteiro na minha boca sem dificuldade.

Depois de alguns minutos ele me falou:
Papai papai, estou com uma vontade estranha de fazer xixi...
Eu disse que ele poderia fazer, podia relaxar e deixar vir.

Então ele começou a tremer o corpinho e se retorcer, aí ele gozou pela primeira vez e na minha boca.

Eu falei pra ele:
Que safadinho, tu gozou na boca do papai.
Ele sorriu, completamente sem forças pra nada.
Tomei todo o primeiro leitinho do meu gurizinho.
A porrinha dele era transparente.
Ele dava uns pulinhos com o corpinho, em cada lambida que eu dava naquele pauzinho piquinininho e pretinho dele.

Eu achei que ele não iria conseguir gozar assim tão cedo, afinal ele só tem 14 aninhos...

Depois dormimos dando carinho um pro outro, ele ficou esfregando o cuzinho em mim a noite inteira e quando virava de frente pra mim, pegava no meu pau com a mãozinha enquanto dormia.

O meu menininho safadinho, amou a sensação e agora quer fazer toda hora.
Ele implora pra dormir comigo.

Eu, é claro, amo ficar sozinho com o meu filhinho.

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Comentários (8)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Njvfe: que conto incrivel, o Yan deve estar adorando, so de imaginar, queria q tivesse acontecido comigo

    Responder↴ • uid:g3j1nvzrj
    • Contos proibidos: Obrigado pelo teu prestígio! Vou continuar escrevendo!

      • uid:sf2o6f7yur6
  • Gugu: Sou igual ao Yan em tudo mais dengoso até kkkk

    Responder↴ • uid:g61zb738m
    • Grisalho: Você deve ser uma delicinha

      • uid:1e4pqe657txp
    • Gugu: Vou faze 14 em julho quero brincar numa rola só mamei um coleguinha

      • uid:g61zb738m
    • Salvador: É de onde vc?

      • uid:7xce6s9k0d
    • Contos proibidos: Hummm...

      • uid:sf2o6f7yur6