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Controle mental: a reunião de família

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Dirtyboy

Mark recebe a visita indesejada de seu pai, um velho lixeiro pervertido, mas o velho tem uma nova habilidade que torna as coisas terríveis para Mark e seu filho

Mark vivia uma vida tranquila em sua bela casa de dois andares, com jardim bem cuidado e uma cozinha ampla que ele adorava usar para preparar refeições para o filho, Mike. Aos 35 anos, Mark era um homem atraente, de corpo atlético mantido por corridas matinais, e havia construído uma existência estável após fugir do inferno de sua infância. Mike, seu filho de 14 anos, era um garoto esperto e alegre, que voltava da escola todos os dias com histórias animadas. Mas o passado de Mark era sombrio: crescera em um trailer fedorento com o pai, Eddie, um homem gordo e feio, de barriga protuberante e rosto marcado pelo trabalho no sol, que trabalhava como lixeiro. Todos os dias, após o turno, Eddie chegava suado e imundo, cheirando a lixo podre, e forçava Mark a se submeter. Ele o jogava na cama improvisada do trailer, rasgava suas roupas e enfiava seu pau grosso e sujo no cu do filho, fodendo-o com brutalidade enquanto grunhia insultos. 'Você é meu, seu putinho', ele dizia, gozando dentro dele sem piedade. Mark suportou isso por anos até, aos 18, fugir e cortar todo contato, jurando nunca mais ver aquele monstro.

Naquela manhã ensolarada, o som da campainha ecoou pela casa. Mark abriu a porta e congelou. Lá estava Eddie, ainda mais gordo, vestindo o uniforme sujo de lixeiro – camisa e calças de trabalho laranja com listras refletivas cinzas manchado de sujeira e lixo, botas pesadas e um cheiro nauseante de decomposição que invadiu o ar. 'O que você tá fazendo aqui? Sai da minha casa agora!', Mark gritou, o coração acelerado de raiva e medo. Mas Eddie apenas sorriu, os dentes amarelados à mostra, e disse calmamente: 'Fica quieto, garoto.'

As palavras atingiram Mark como um raio. Sua boca se fechou contra a vontade, os músculos do corpo travando. Ele quis avançar, socar o pai, mas não conseguia se mover. 'Isso mesmo', Eddie riu, entrando sem convite e fechando a porta. 'Eu desenvolvi uns poderes interessantes, filho. Controle mental. Posso te obrigar a fazer o que eu quiser. Voltei pra punir você, seu rebelde de merda. Você me abandonou, mas agora vai pagar.' Mark sentiu o pânico subir, os traumas voltando como uma enxurrada – as noites de humilhação, o cheiro de suor e lixo misturado ao sêmen do pai. Ele queria gritar, mas sua voz não saía.

Algum tempo depois, o barulho da porta da frente anunciou a chegada de Mike da escola. O garoto entrou com a mochila nas costas, animado: 'Oi, pai! Tive um dia legal...' Mas parou ao ver o estranho na sala. Mark, imóvel no sofá por ordem de Eddie, sentiu o horror o invadir. 'Mike, corre! Sai daqui!', ele pensou, desesperado, mas sua boca permaneceu selada. Eddie se levantou, estendendo a mão gorducha. 'Oi, garoto. Eu sou o Eddie, seu avô. Seu pai aqui me contou tudo sobre você. Vou morar com vocês a partir de agora.' Mike piscou, confuso, mas sorriu educadamente. 'Sério? Legal!' Eddie lançou um olhar para Mark, um sorriso malicioso que ele reconhecia perfeitamente – o mesmo de todas aquelas noites no trailer, prometendo dor e dominação. Mark quis vomitar de impotência.

'Mark, vai na cozinha e faz o almoço pra gente', Eddie ordenou, a voz carregada de autoridade sobrenatural. Mark se levantou como um robô, as pernas se movendo sozinhas, enquanto por dentro gritava. Ele sabia o que Eddie queria fazer com Mike – o mesmo que fizera com ele. Na cozinha, cortando legumes e fritando carne, Mark ouviu os passos subindo as escadas. 'Vem, neto, me mostra seu quarto. Vamos nos conhecer melhor', Eddie disse, a voz ecoando. O quarto de Mike ficava no andar de cima, e logo os sons começaram: risadas forçadas de Mike, seguidas de um gemido abafado. Mark parou de mexer a panela, o coração martelando. Ele ouviu o rangido da cama, grunhidos baixos e o som inconfundível de carne batendo em carne. 'Não... por favor, não...', Mark pensou, lágrimas escorrendo enquanto continuava a cozinhar, obrigado a obedecer. O cheiro de lixo de Eddie ainda pairava na casa, misturando-se ao aroma da comida, tornando tudo insuportável.

Finalmente, o almoço ficou pronto. Mark limpou as mãos no pano, Eddie havia dito para ele só ir até o quarto depois de terminar o almoço. Com as pernas trêmulas, ele subiu as escadas, o estômago revirando. Ao abrir a porta do quarto de Mike, a cena o atingiu como um soco.

Mike estava nu em sua cama, as mãos amarradas com o cinto do uniforme de Eddie nas grades da cabeceira, as pernas abertas e presas nos tornozelos com meias sujas do avô. Uma gravata velha – provavelmente tirada do armário de Mark – amordaçava sua boca, que também parecia já estar cheia com uma pano branco amarelado que para seu horror percebeu ser a cueca suja de Eddie abafando os soluços. Seus olhos castanhos, cheios de terror e lágrimas, encontraram os de Mark por um instante, suplicando ajuda. O corpo magro e inocente de Mike tremia, a pele pálida marcada por vermelhidões recentes onde Eddie o havia agarrado. Seu cuzinho virgem, agora exposto e violado, piscava ao redor do pau grosso e veiudo de Eddie, que entrava e saía com estocadas brutais.

Eddie, ainda de uniforme semi-aberto, a barriga gorda balançando a cada movimento, fodia o neto sem misericórdia. Seu pau, grosso e coberto de veias pulsantes, brilhava com lubrificante improvisado, provavelmente cuspe. Ele se inclinava sobre o garoto, o suor pingando do rosto feio no peito de Mike, enquanto grunhia obscenidades: 'Isso, seu putinho, aguenta o pau do vovô. Seu cu é apertado que nem o do seu pai era na sua idade. Vou te encher de porra todo dia, te transformar no meu brinquedinho particular. Geme pra mim, neto, mostra como gosta de ser fodido como uma vadia.' Ele acelerou o ritmo, as bolas peludas batendo contra a bunda de Mike, o som molhado ecoando no quarto. Mike se contorcia debilmente, o corpo pequeno se arqueando, mas as amarras o mantinham preso, forçando-o a receber cada centímetro invasor.

Mark ficou paralisado na porta, o mundo girando. A humilhação o consumia como ácido – ver seu filho, o garoto que ele protegia com tanto carinho, sendo destruído pelo mesmo monstro que o havia quebrado. Ele sentia a impotência como correntes invisíveis, mais fortes que qualquer ordem mental: queria correr, arrancar Eddie de cima de Mike, socá-lo até a morte, mas seu corpo não respondia. Lágrimas quentes escorriam pelo seu rosto enquanto ele assistia ao pau do pai foder o cu de Mike, esticando-o ao limite, o garoto gemendo abafado em agonia. 'Por que eu não posso me mover? ...', Mark gritava internamente, o peito apertado de culpa. Ele se lembrava de si mesmo naquela posição, anos atrás, e o ciclo se repetindo o fazia se sentir sujo, cúmplice. Eddie gozou com um rugido, jorrando sêmen quente dentro de Mike, o excesso escorrendo pelas coxas do garoto. 'Bom garoto, toma todo o leitinho do vovô.'

Então, Eddie finalmente notou Mark. Ele parou, o pau ainda semi-duro dentro de Mike, e riu alto, zombando: 'Olha só quem veio ver a reunião familiar. Tô só conhecendo o meu neto direito, filho. Ele é uma delícia, melhor que você era. Desce lá e nos espera na mesa pro almoço. A gente já vai terminar de brincar aqui.' A ordem forçou Mark a virar as costas, descendo as escadas com as pernas moles, o choro silencioso o sufocando. Na mesa, o cheiro da comida agora parecia veneno, e ele esperou, destruído pela humilhação de não poder salvar seu filho, sabendo que isso era só o começo da punição de Eddie.

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Comentários (1)

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  • J m: Hummmmm adoro este contos

    Responder↴ • uid:1coyole4zrj