Painho e seu chefe arrombaram minha buceta na frente do marido corno. Oficial
Eu me chamo Larissa, tenho 24 anos, corpo de novinha safada: bundinha empinada, peitinhos firmes com bicos rosados que endurecem só de olhar pro pau certo, e uma bucetinha rosada, apertadinha, que já aprendeu a engolir rola grossa sem dó. Moro com meu marido, o Rodrigo, um corno manso de 28 anos que adora ver outro macho me usar. Mas o verdadeiro dono da casa é o meu padrasto, Germano, 48 anos, um coroa tarado, pauzudo, 22 centímetros de rola grossa, veiosa, que já me fodeu escondido da minha mãe mais vezes do que eu consigo contar. Minha mãe viaja muito a trabalho, e isso virou rotina: Germano me come no sofá, na cozinha, no banheiro… e o Rodrigo só assiste, punhetando devagar, gemendo como uma vadia.
Tudo mudou na noite em que o chefe do Rodrigo, o Dr. Marcelo, veio jantar em casa. Marcelo tem 45 anos, corpo de academia, pau ainda maior que o do padrasto – eu descobri depois. Ele é viúvo, dominador, daqueles que olham pra gente e já sabem que a buceta vai molhar. Rodrigo tinha me avisado de manhã: “Amor, o chefe quer conhecer a família… e eu contei pra ele que você é bem safadinha”. Eu ri, mas minha buceta já latejava.
Chegou a hora. Eu vesti um vestidinho curto preto, sem sutiã, sem calcinha, só pra provocar. Germano estava na sala de jeans folgado, já com o volume marcando. Rodrigo servia as bebidas, nervoso e excitado.
— Caralho, Larissa… você tá uma delícia — disse Marcelo assim que me viu, me olhando de cima a baixo sem vergonha. — Seu marido não mente. Essa bundinha foi feita pra sentar em rola grossa.
Eu corei, mas sorri safada:
— Obrigada, doutor. Quer dizer que o Rodrigo anda contando minhas safadezas pro chefe?
Germano riu alto, já sentando no sofá e abrindo as pernas, o pau semi-duro marcando a calça.
— Conta sim, filha. Ele me mostrou até foto sua de quatro no quarto, com a buceta pingando depois que eu te fodi ontem.
Rodrigo ficou vermelho, mas o pau dele já tava duro dentro da calça.
— É verdade, amor… o Marcelo quis ver. Ele disse que corno manso como eu merece assistir uma puta boa sendo arrombada.
Marcelo se aproximou, mão grande apertando minha cintura, descendo até apertar minha bunda por baixo do vestido.
— E é verdade mesmo? Essa bucetinha aguenta duas rolas ao mesmo tempo? Porque seu padrasto me contou que você goza igual uma cachorra quando ele te mete fundo.
Eu já tava molhada. Olhei pro Rodrigo, que só assentiu, olhos brilhando.
— Aguento sim, doutor. Mas só se meu maridinho corno filmar tudinho pro senhor rever depois.
Germano não aguentou. Puxou o zíper, tirou aquela rola grossa, vermelha, cabeça brilhando de pré-gozo.
— Vem aqui, filha. Deixa o papai te mostrar pro chefe como você mama gostoso.
Eu me ajoelhei no meio da sala, de frente pros três. Rodrigo já pegava o celular, gravando. Peguei a rola do Germano com as duas mãos, lambendo devagar da base até a cabeça.
— Hum… que rola deliciosa, papai… sempre tão grossa… me deixa louca.
Marcelo abriu a calça dele também. Meu Deus… era ainda maior. Veias saltadas, cabeça enorme.
— Chupa os dois, vadia. Mostra pro seu corno como você é puta de verdade.
Eu alternava: chupava o padrasto fundo, garganta relaxando, baba escorrendo, enquanto punhetava o chefe devagar. Os dois gemiam alto.
— Porra, Germano… sua enteada é uma boca de boceta profissional — grunhiu Marcelo, segurando meu cabelo.
— Ela aprendeu comigo, caralho. Olha como engole tudo… engole, filha, engole o pau do papai até o fundo.
Rodrigo ofegava atrás do celular:
— Isso, amor… mama eles… você tá tão safada… meu pau tá latejando só de ver.
Eu tirei o pau do Germano da boca com um ploc molhado, cuspe ligando meus lábios à cabeça brilhante.
— Quer que eu sente primeiro no pau do papai, doutor? Ou quer me foder logo enquanto ele me segura?
Germano me pegou no colo como se eu fosse nada, me virou de costas pra ele e me sentou devagar na rola dele. A cabeça grossa abriu minha buceta devagar, me rasgando deliciosamente.
— Aaaaiii… papai… que rola grande… tá me abrindo todinha… — gemi alto, rebolando devagar enquanto descia.
Marcelo se aproximou, pau na mão, esfregando na minha boca enquanto eu subia e descia no pau do padrasto.
— Rebola gostoso, putinha. Mostra pro chefe como você cavalga o pau do padrasto.
Rodrigo se aproximou, gravando de perto:
— Amor… olha como sua buceta engole ele inteiro… tá tão molhada… goza no pau dele, vai…
Eu comecei a quicar mais forte. Germano apertava meus peitos, beliscando os bicos.
— Isso, minha putinha… cavalga no pau do papai… sua mãe nunca aguentou assim… você é muito melhor que ela.
Marcelo não aguentou: empurrou o pau na minha boca enquanto eu quicava. Duas rolas me enchendo. Eu gemia abafado, baba escorrendo no queixo.
— Caralho… que boca quente… engole tudo, vadia… quero gozar na sua garganta enquanto seu padrasto te arromba.
Germano acelerou, metendo de baixo, batendo fundo.
— Tá sentindo, filha? Tá sentindo o pau do papai batendo no seu útero? Goza, porra… goza pra mim!
Eu explodi. Gozei gritando, buceta apertando a rola do Germano, esguichando um pouco no chão. Rodrigo quase gozou só de ver.
— Meu Deus, amor… você gozou tanto… tá pingando…
Marcelo tirou o pau da minha boca, me puxou e me colocou de quatro no sofá. Germano se ajoelhou na minha frente, enfiando a rola melada de mel na minha boca.
— Chupa seu próprio mel, filha. Limpa o pau do papai.
Marcelo se posicionou atrás, cuspiu na minha buceta e meteu tudo de uma vez.
— Aaaahhh… doutor… que rola enorme… tá me rasgando… mete mais forte!
Ele começou a foder forte, tapas estalando na minha bunda.
— Essa buceta é minha agora, sua putinha. Seu marido corno vai assistir todo dia você tomando rola de verdade. Fala pra ele!
Eu tirei o pau do Germano da boca só pra gritar:
— Rodrigo… amor… o chefe tá me fodendo melhor que você… olha como ele me arromba… eu sou a puta dele agora!
Rodrigo tremia, punhetando rápido:
— Sim, amor… você é puta deles… goza de novo… deixa eles te encherem de porra…
Germano segurou minha cabeça e meteu fundo na garganta:
— Engole, filha… papai vai gozar na sua boca!
Ele gozou primeiro, jatos grossos enchendo minha garganta. Eu engoli tudo, tossindo um pouco, porra escorrendo no queixo.
Marcelo acelerou, metendo como um animal:
— Vou gozar dentro, vadia! Toma toda a porra do chefe!
Ele explodiu dentro de mim, gozo quente enchendo minha buceta até transbordar. Quando ele saiu, a porra escorreu pelas minhas coxas.
Rodrigo se aproximou, de pau duro:
— Posso limpar, amor?
Eu sorri, ainda ofegante:
— Pode, meu corno… lambe tudo. Lambe a porra do papai e do chefe da sua bucetinha.
Enquanto Rodrigo lambia minha buceta suja, Germano e Marcelo sentaram, paus ainda semi-duros, me olhando.
— Amanhã repete, né? — disse Marcelo, acendendo um cigarro. — Quero foder esse cu também.
Germano riu:
— Claro. A putinha aguenta os dois buracos ao mesmo tempo. Não é, filha?
Eu gemi baixinho enquanto Rodrigo lambia:
— Aguento sim, papai… sou a putinha de vocês três agora. Meu marido corno só assiste e limpa. Veja mais em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu
A noite mal tinha começado. Antes de dormir, eles me foderam mais duas vezes: uma dupla penetração na buceta e boca, outra com Marcelo no meu cu enquanto Germano me comia na frente. Rodrigo filmou tudo, gozando duas vezes só de assistir.
No final, deitada na cama, buceta e cu latejando de porra, eu sorri pro Rodrigo:
— Amanhã você convida mais um amigo do chefe, amor?
Ele beijou minha boca suja de porra:
— O que minha putinha quiser.
E assim virou rotina. Meu padrasto, meu chefe e meu marido corno… a família mais safada de Recife. E eu, a buceta que se acostumou com rola grossa e nunca mais quis outra coisa.
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