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A nova realidade que mudou o mundo parte 109 - Amor materno

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AnãoJediManco

Eu ainda sentia o cheiro de porra, sangue e desespero da praça pública grudado na minha pele quando nos levaram de volta para o hotel.
Não fomos jogadas no celeiro ou no galpão das negras. Fomos levadas para uma pequena cela de cimento no subsolo, sem janelas, iluminada apenas por uma lâmpada fraca e amarelada no teto. O chão era frio e áspero. Havia apenas um colchão fino e sujo no canto. A porta era de metal pesado, trancada por um cadeado grosso.
Pela primeira vez em muito tempo, tiraram nossas mordaças. A argola saiu da minha boca com um som molhado, deixando meus lábios inchados e doloridos. A bola saiu da boca de Julie, e ela tossiu, engolindo saliva, o queixo vermelho e marcado. Depois, com uma chave, o guarda abriu o cinto de castidade dela. O metal se afastou da pele delicada da bucetinha virgem de Julie, revelando a carne rosada, ligeiramente esfolada e irritada pelos dias de pressão constante. Ela soltou um suspiro trêmulo de alívio quando o ar tocou a pele sensível.
Pela primeira vez em semanas, estávamos sozinhas. Sem correntes curtas no pescoço. Sem mordaças. Sem aparelhos vibrando dentro de mim. Só nós duas.
Julie ficou em silêncio por longos minutos, sentada no colchão, abraçando os joelhos. Eu me sentei ao lado dela, ainda nua, o corpo marcado, exausto. O silêncio era quase sagrado depois de tanto barulho de dor.
Então ela falou, com a voz baixa, rouca, quase infantil: “Mamãe…”
Eu olhei para ela. Seus olhos estavam vermelhos, mas havia algo diferente neles, uma urgência frágil, desesperada. E ela disse: “Eu quero gozar… de verdade. Não como eles me fazem gozar. Não com dor. Não com humilhação.”
Ela engoliu em seco, as mãos tremendo no colo: “Eu quero que você faça isso por mim. Quero que a gente… se toque. Com carinho. Só dessa vez. Quero sentir o que é gozar com amor, antes que o papai… antes que ele tire minha virgindade. Antes que eu vire só um buraco para ele e para todos os outros.”
Eu fiquei paralisada. Meu peito apertou tanto que doeu. “Julie… eu sou sua mãe. Eu não posso…”
Ela insistiu: “Por favor.” A voz dela falhou, mas os olhos estavam firmes. “Eu sei que é errado. Mas tudo aqui é errado. Tudo. Eu só quero sentir algo bom uma vez. Só uma vez. Antes que me quebrem de vez. Por favor, mamãe… me toca. Me faz gozar com carinho. Me deixa te tocar também.”
Eu chorei. Chorei em silêncio, lágrimas escorrendo pelo rosto sujo. Relutei. Meu Deus, como eu relutei. Mas vi o desespero nos olhos dela. Vi a menina que ainda existia por baixo de toda a humilhação. E cedi. Nós nos deitamos no colchão fino, corpo contra corpo. Pela primeira vez em muito tempo, sem dor, sem correntes, sem ordens.
Eu comecei devagar. Beijei a testa dela, depois as bochechas, depois os lábios inchados. Um beijo suave, carinhoso, de mãe. Julie tremeu, mas correspondeu. Nossas bocas se abriram devagar, línguas se tocando com cuidado, sem pressa. O beijo foi ficando mais profundo, mais molhado, cheio de um desejo que nós duas sabíamos que era proibido, mas que, naquele momento, era a única coisa boa que ainda nos restava.
Minhas mãos desceram pelos seios pequenos e firmes dela. Acariciei os mamilos durinhos com os dedos, depois com a boca. Chupei devagar, com carinho, sentindo-a arquear as costas e soltar um gemido suave, verdadeiro. Julie fez o mesmo comigo, suas mãozinhas tremendo ao tocar meus seios, a boca quente e hesitante mamando nos meus mamilos, como se estivesse redescobrindo o que era toque gentil.
Descemos mais.
Eu abri as pernas dela com delicadeza. A bucetinha estava rosada, levemente irritada pelo cinto, mas ainda tão inocente. Beijei a parte interna das coxas, depois passei a língua devagar pelos lábios pequenos, sentindo o gosto leve e doce dela. Julie soltou um gemido longo, as mãos entrando no meu cabelo. Eu lambi com carinho, circulando o clitóris, chupando suavemente, entrando com a língua na entrada apertada. Ela gozou pela primeira vez com um soluço bonito, o corpo tremendo, as coxas apertando minha cabeça, o prazer vindo limpo, sem dor.
Depois foi a vez dela.
Julie me deitou de costas e se posicionou entre minhas pernas. A boca dela era desajeitada, mas cheia de vontade. Ela lambeu minha buceta inchada com cuidado, explorando, chupando meu clitóris, enfiando a língua dentro de mim. Eu gozei gemendo o nome dela, as mãos acariciando seu cabelo loiro, sentindo o prazer subir como uma onda quente e verdadeira. Nós nos esfregamos. Buceta contra buceta, devagar, molhadas, quentes. Os clitóris se tocando, deslizando, pressionando. Os gemidos se misturavam. Nossos corpos suados colados, seios contra seios, bocas se beijando entre suspiros.
Gozei mais uma vez, e depois outra, segurando o rostinho dela contra o meu peito enquanto ela também chegava ao orgasmo, tremendo, chorando de alívio e prazer.
Não foi só sexo, foi amor, foi consolo. Foi a única coisa boa que conseguimos roubar desse inferno. Quando terminamos, exaustas, suadas e molhadas, nos abraçamos forte no colchão fino. Julie enterrou o rosto no meu pescoço e sussurrou: “Obrigada, mamãe… foi bonito. Foi meu. Pelo menos uma vez… foi meu.”
Eu chorei em silêncio, acariciando as costas dela, sabia que aquela noite seria a única, sabia que amanhã ou depois o pai dela viria tirar a virgindade dela, sabia que o mundo lá fora ia continuar nos destruindo. Mas naquela cela escura e fria, por algumas horas, fomos só mãe e filha novamente. Dois corpos se amando com carinho, no meio do horror. E isso, por mais errado que fosse, foi o momento mais humano que tivemos desde que tudo começou.
Eu beijei a testa dela e sussurrei: “Eu te amo, meu amor. Sempre vou te amar.”
Julie adormeceu nos meus braços, o corpo pequeno ainda tremendo levemente de emoção. Eu fiquei acordada, olhando para o teto de cimento, sabendo que aquela noite inesquecível seria, provavelmente, a última coisa boa que teríamos. O amanhã pertenceria aos homens, não a nós. Mas aquela noite… aquela noite foi nossa.
Seu corpo pequeno e magro estava colado ao meu, a respiração leve e irregular contra o meu pescoço, o calor da pele dela misturado ao meu suor. Eu sentia o cheiro dela, cheiro de suor, lágrimas, o leve aroma doce da bucetinha que eu tinha acabado de lamber com tanto carinho. Meus dedos ainda guardavam a memória da maciez dos seios pequenos dela, da forma como os mamilos endureceram sob minha língua, do jeito como ela tremeu e gozou chamando “mamãe” baixinho, quase como um segredo.
E eu me odiava. Eu me odiava com uma força que nunca senti antes. Eu era a mãe dela. A pessoa que deveria proteger, que deveria morrer antes de deixar qualquer mal a tocar. E o que eu tinha feito? Eu tinha tocado minha própria filha. Eu tinha lambido a bucetinha virgem dela, chupado os peitinhos dela, esfregado minha buceta melada contra a dela até nós duas gozarmos juntas. Eu tinha dado a ela o único orgasmo “bom” que ela teria na vida, e tinha feito isso sabendo que era errado, sabendo que era incestuoso, sabendo que eu estava roubando dela a última coisa pura que ainda restava.
O trauma me consumia por dentro como ácido. Eu não conseguia parar de pensar: “Eu corrompi minha filha.”
Não foram os homens. Não foram os estupros coletivos que eu assisti na praça. Não foram os galpões, nem os orgasmos forçados, nem as humilhações. Fui eu. Eu, Caroline, a mãe que um dia prometeu que ninguém nunca machucaria ela. Eu tinha acabado de machucá-la da forma mais profunda possível, com amor, com carinho e com prazer.
E o pior era que eu tinha gostado. Não só gostado. Eu tinha sentido algo puro, algo verdadeiro, algo que não existia mais nesse inferno. Eu tinha sentido amor misturado com desejo, desejo misturado com desespero. Enquanto lambia a bucetinha dela, enquanto ela chupava meus mamilos, enquanto nossos clitóris se esfregavam devagar e molhados, eu me senti humana de novo. E isso me destruía mais que qualquer tapa, qualquer pau, qualquer humilhação.
Porque agora eu sabia que, mesmo no meio do pior horror, eu ainda era capaz de desejar minha própria filha. Eu me sentia suja. Imunda. Monstruosa.
As lágrimas escorriam silenciosas pelo meu rosto enquanto eu acariciava o cabelo loiro dela. Julie dormia profundamente, o rostinho relaxado pela primeira vez em semanas, como se aquele momento tivesse sido um bálsamo. E eu, a mãe dela, sabia que tinha acabado de envenená-la para sempre. Porque quando o pai dela viesse, e ele viria em breve, e tirasse a virgindade dela, Julie ia lembrar de mim. Ia lembrar da boca da mãe entre suas pernas. Ia lembrar do prazer que a mãe deu a ela. E isso ia tornar tudo ainda mais sujo, ainda mais doloroso.
Eu me sentia traidora. Traí a maternidade. Traí a inocência dela. Traí o pouco que ainda restava de bom dentro de nós duas.
E ao mesmo tempo… eu não me arrependia.
Porque foi a única coisa boa que conseguimos roubar desse mundo. Porque por algumas horas ela não foi uma escrava, nem uma virgem reservada para o pai, nem um buraco. Ela foi minha filha. E eu fui mãe. E nós nos amamos da única forma que ainda podíamos.
O trauma era exatamente isso, saber que o amor e a perversão tinham se misturado de forma irreversível. Saber que, de agora em diante, toda vez que eu olhasse para Julie, eu veria não só a menina que eu falhei em proteger, mas também a menina que eu fiz gozar com minha boca e minha buceta.
Eu a abracei mais forte, sentindo o coração dela bater contra o meu. “Perdão, meu amor…” sussurrei contra o cabelo dela, tão baixo que nem ela conseguiria ouvir. “Perdão por ter te tocado. Perdão por ter gostado. Perdão por não conseguir te salvar… e perdão por ter te dado isso como consolo.”
As lágrimas não paravam. Eu sabia que aquela noite seria a última coisa pura que teríamos. Amanhã ou depois, o pai dela viria. Amanhã ou depois, o leilão viria. Amanhã ou depois, Julie seria desvirginada na frente de todos.
E eu teria que assistir.
Enquanto isso, eu ficava ali, nua, abraçada à minha filha, o corpo ainda cheirando a sexo proibido, a alma completamente destruída.
Eu não era mais mãe, eu era cúmplice.
Eu era a mulher que tinha transformado o último pedaço de inocência da filha em algo quente, molhado e desesperado.
E isso… isso era o trauma que nunca mais sairia de mim, nem quando me vendessem, nem quando me matassem. Nem quando eu morresse por dentro de vez.
Eu peguei no sono pelo cansaço, e acordei com o toque quente e hesitante de uma boca nos meus mamilos. A cela estava fria, escura, iluminada apenas pela lâmpada fraca do teto. O ar cheirava a cimento úmido, suor nosso e o resto do sexo da noite anterior. Julie estava colada em mim, o corpo nu e quente. Ela tinha acordado primeiro. Seus lábios estavam fechados em torno do meu mamilo esquerdo, chupando devagar, quase com provocação. A língua dela circulava a ponta endurecida, puxando levemente, como quem pede atenção. “Mamãe…” sussurrou ela contra minha pele, a voz rouca de sono e desejo. “Abre as pernas pra mim.”
Eu tremi. Meu coração disparou. O conflito veio imediato, pesado, mas o corpo já traía. Minhas coxas se abriram devagar, quase por vontade própria. Julie não esperou. Desceu beijando minha barriga, lambendo o suor seco, até chegar entre minhas pernas. Ela abriu minha buceta com as duas mãos, olhando para mim com olhos brilhantes, quase febris.
E então caiu de boca.
A língua dela era quente, molhada, faminta. Ela lambeu toda a extensão da minha fenda, devagar, saboreando, depois focou no clitóris inchado e sensível. Chupou com força, circulando, sugando, enquanto dois dedos entravam em mim sem dificuldade. Eu gemi alto, as mãos entrando no cabelo loiro dela, puxando-a contra mim. Julie não parou. Ela explorou mais baixo. A língua desceu até meu cu, ainda sensível do plug dos dias anteriores. Ela lambeu o anel apertado, circulou, depois enfiou a ponta da língua dentro, fodendo meu cuzinho com a boca enquanto os dedos continuavam metendo na buceta. Foi demais.
O prazer subiu como uma onda violenta. Eu gozei com tanta força que meu corpo inteiro se arqueou, os pés se curvando, os dedos do pé se esticando. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida inteira. Não era o gozo forçado e doloroso dos vibradores. Era quente, profundo, molhado, vindo da boca da minha própria filha. Meu cu piscava contra a língua dela, minha buceta apertava os dedos, e eu jorrei, um esguicho quente e claro que molhou o queixo e o peito de Julie. Eu gritei o nome dela, rouca, tremendo, lágrimas escorrendo enquanto o prazer me rasgava por dentro como nunca.
Julie não parou. Continuou lambendo, sugando, bebendo tudo que saía de mim, até eu ficar mole, ofegante, o corpo todo sensível demais.
Então eu retribuí.
Eu a virei de costas no colchão fino e me posicionei entre as pernas dela. Beijei sua bucetinha virgem com carinho, lambendo os lábios pequenos e inchados, chupando o clitóris delicado até ela gemer e arquear as costas. Julie gozou pela primeira vez com um soluço bonito, as coxas apertando minha cabeça, o corpo tremendo. Mas eu não parei.
Enquanto ela ainda ofegava, eu subi, beijei sua boca com força, trocando saliva, o gosto da buceta dela misturado com o meu. Minha mão desceu. Dois dedos entraram na bucetinha apertada dela, com cuidado para não estragar a virgindade dela, mas o terceiro foi mais baixo. Eu acariciei o cuzinho virgem, circulei, pressionei devagar até a ponta do dedo entrar. Julie gemeu dentro da minha boca, os olhos arregalados de surpresa e prazer. Eu fodi o cuzinho dela com o dedo enquanto os outros dois ficavam na entrada da buceta, beijando-a profundamente, línguas se enrolando, saliva trocando como duas cadelas no cio.
Ela gozou pela segunda vez assim, forte, convulsiva, o cu apertando meu dedo, a buceta pulsando, o corpo inteiro se contorcendo contra o meu. Nós nos beijamos o tempo todo, gemendo na boca uma da outra, fluidos misturando, suor colando pele com pele.
Quando terminamos, estávamos encharcadas, ofegantes, abraçadas no colchão sujo.
Julie encostou a testa na minha, a voz baixa e trêmula: “Foi perfeito, mamãe… foi meu. Pelo menos uma vez… foi meu.”
Eu a abracei com força, beijando o topo da cabeça dela, sentindo o coração dela bater contra o meu. Por dentro, eu estava destruída. Porque eu tinha acabado de fazer amor com minha filha mais uma vez. E porque tinha sido lindo, porque tinha sido o melhor sexo da minha vida, porque eu sabia que nunca mais teríamos algo assim.
Mas naquela noite fria, naquela cela escura, nós fomos só duas mulheres se amando com desespero e carinho. E isso, por mais errado e doentio que fosse, foi a única coisa boa que ainda nos restava.

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