#Incesto

Dei Minha Bucetinha Pro Meu Filho... Incrível!

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Meu nome é Renata, tenho 38 anos e moro numa cidadezinha quente pra caralho do interior de Pernambuco, pertinho de Caruaru. Sou casada, mas meu marido passa a maior parte do tempo viajando a trabalho, deixando a casa só pra mim e pro nosso filho Matheus. Eu tenho um corpo que ainda faz homem virar a cabeça: pele morena clara, peitos grandes e pesados com bicos escuros que ficam duros fácil, cintura bem marcada e uma bunda grande, redonda, empinada e macia que balança gostoso quando eu ando de shortinho justo pela casa. Minha buceta é lisinha, carnuda e sempre fica bem inchada quando eu tô no clima.

Matheus já tá grandinho, forte, musculoso de tanto malhar na academia da cidade. Ele sempre foi muito grudado em mim, mas de uns tempos pra cá os olhares dele mudaram. Ele não disfarçava mais quando eu passava de blusinha fina sem sutiã, os bicos marcando, ou quando eu me abaixava de shortinho e ele via minha bunda quase toda de fora. Eu fingia que não via, mas no fundo adorava provocar aquele tesão todo no meu próprio filho.

Numa tarde abafada de verão, o calor tava insuportável. Voltei da feira toda suada, entrei em casa e tirei toda a roupa no quarto, ficando só com uma calcinha fio-dental vermelha enterrada entre as bandas da minha bunda. Deixei a porta do banheiro entreaberta de propósito e entrei no chuveiro, deixando a água cair no meu corpo.

Matheus passou pelo corredor e parou na porta. Eu senti o olhar dele queimando em mim. Chamei com a voz bem manhosa:

— Matheus, vem aqui ajudar a mãe, filho... tá difícil ensaboar as costas sozinha.

Ele entrou no banheiro já com a bermuda estufada pra caralho. Sem falar nada, tirou a bermuda e a cueca. Aquele pauzão grosso, longo, veioso e com a cabeça inchada pulou pra fora, latejando. Ele se aproximou por trás, agarrou minha cintura com as mãos grandes e abriu minha bunda com força.

— Puta que pariu, mãe... que bundão gostoso da porra... tá me deixando louco — rosnou com a voz rouca de tesão.

Eu empinei mais ainda, esfregando minha bunda no pau dele. Ele cuspiu na mão, passou no pau e encostou a cabeça grossa bem no meio da minha buceta. Virei de frente, tirei a calcinha devagar e abri as pernas, mostrando minha buceta lisinha, inchada e já pingando melado.

— Olha o estrago que você fez na buceta da mamãe, filho... tá toda melada e aberta por sua causa.

Ele ajoelhou ali mesmo no chão molhado e atacou como um animal. Enfiou a cara inteira na minha buceta, chupando com fome, lambendo meu clitóris inchado, enfiando a língua bem fundo e sugando meus lábios carnudos. Metia dois dedos grossos com força, fazendo barulho molhado. Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos e gemia alto:

— Isso, meu filho! Chupa essa bucetinha da mamãe! Lambe tudo, enfia a língua bem fundo, seu safado filho da puta!

Gozei pela primeira vez ali mesmo, jorrando forte na boca dele, tremendo as pernas.

Fomos correndo pro quarto. Joguei ele na cama de casal e caí de boca naquele pauzão. Engoli até o fundo da garganta, babando tudo, chupando com força, lambendo as bolas pesadas e ainda enfiando a língua no cuzinho dele enquanto batia punheta com as duas mãos.

— Caralho, mãe... você mama melhor que qualquer puta barata da cidade... engole tudo, vadia!

Eu subia e descia a boca sem parar, engasgando, babando, olhando nos olhos dele.

Subi nele, posicionei a cabeça grossa na entrada da minha buceta encharcada e desci devagar, sentindo ele me abrindo inteira, me rasgando.

— Ai que delícia, filho da puta... esse pauzão tá me enchendo todinha... tá batendo no fundo da minha buceta!

Comecei a cavalgar devagar, depois cada vez mais rápido e forte. Minha bunda grande batia com força nas coxas dele, fazendo barulho alto. Ele apertava meus peitos, chupava os bicos com força, metia um dedo no meu cu e me chamava de puta, vadia, mamãe safada.

Virei de quatro, empinei a bunda bem alto e ordenei:

— Agora me fode com força, filho! Quero sentir esse pau me arrombando a bucetinha!

Ele segurou minha cintura com força, cuspiu na buceta e meteu até o talo de uma vez só. Começou a estocar violento, rápido, fundo pra caralho. O barulho molhado da carne batendo ecoava no quarto todo. Eu gritava:

— Isso! Me rasga! Fode a bucetinha da sua mãe! Sou sua putinha particular, me usa, me arromba!

Ele dava tapas fortes na minha bunda, puxava meu cabelo, metia os dedos no meu cu enquanto socava. Gozei de novo, esguichando pra todo lado, molhando a cama inteira.

Matheus não parou. Tirou o pau da buceta, cuspiu no meu cu e começou a enfiar devagar no começo.

— Hoje eu vou comer esse cu também, mãe... tá pedindo pra ser arrombado.

— Vai, filho... arromba o cuzinho da mamãe... mete tudo!

Ele foi enfiando cada vez mais fundo, até as bolas baterem na minha buceta. Depois começou a foder meu cu com força, alternando: metia na buceta, tirava e voltava pro cu, sem parar. Eu gritava de prazer misturado com dor.

— Vou gozar, mãe! Posso encher?

— Goza dentro, filho! Enche o cu da mamãe de porra quente!

Ele urrou e jorrou forte dentro do meu cu, jato atrás de jato, enchendo tudo. Quando tirou, a porra grossa escorria do meu cu arrombado, misturando com o melado da buceta.

Não paramos. Ele me virou de lado, levantou minha perna bem alto e meteu de novo na buceta, estocando fundo enquanto chupava meus peitos e beliscava os bicos. Gozei mais uma vez, apertando o pau dele.

Depois me deitou de costas, colocou minhas pernas nos ombros dele e me comeu bem fundo, olhando nos meus olhos, metendo com tudo:

— Abre essa buceta pra mim, vadia... recebe o pau do seu filho!

As bolas batiam forte na minha bunda. Gozei tremendo inteira, unhas cravadas nas costas dele.

Por fim ele tirou, ficou de joelhos na cama e mandou:

— Abre a boca, mamãe safada.

Gozou na minha cara, na língua e nos peitos. Eu engoli tudo que consegui, lambendo os lábios e pedindo mais.

Naquela mesma tarde quente de Pernambuco ele me fodeu mais duas vezes. Primeiro no sofá da sala: ele me encostou na parede, levantou uma perna minha e me comeu de pé, metendo com força enquanto tapava minha boca pra eu não gritar alto demais. Gozei esguichando no chão da sala. Depois no chuveiro de novo: ele me colocou de joelhos, fodeu minha boca até gozar na garganta, e ainda me comeu no cu mais uma vez, enchendo de porra enquanto a água caía na gente.

Desde aquele dia viramos amantes de verdade. Toda vez que o pai viaja pra Recife ou pro interior, Matheus me usa sem pena pela casa inteira. Na cozinha ele me fode em cima da mesa, me fazendo gozar enquanto o jantar queima no fogão. Na varanda dos fundos ele me come ao ar livre, com risco de algum vizinho ver. Até dentro do carro na garagem ele me arromba, me mandando sentar no pau dele e quicar enquanto o pai liga pro celular.

Eu virei completamente viciada no pau grosso, nas estocadas violentas e no leite quente do meu próprio filho. Não consigo mais viver sem ele me enchendo de porra todo dia.

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