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Provocando os meus Irmãozinhos Gêmeos em Casa 2

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Júlia In6

Provocando os meus odiados irmãos adolescentes, a coisa passa dos limites. Excitada, eu perco o controle e eles abusam do meu corpinho no quarto e sofá da sala.

Sou a Júlia, tenho 19 anos e o que vou continuar contando aqui é algo que aconteceu (e ainda vem acontecendo) à algum tempinho, entre mim e os meus irmãos mais novos. Arthur e Miguel são gêmeos meia década mais jovens do que eu, que sou a primogênita da família. Esse relato será ilustrado por vídeos e fotos reais, mas somente de mim, já que os outros dois protagonistas das cenas mais picantes ainda são menores de idade... Ah, e fora isso, nomes de pessoas e/ou locais também serão ocultados ou trocados, pra garantir um mínimo de sigilo e privacidade a todos os envolvidos.
Agora, sem mais delongas, vamos a segunda parte do conto!

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Eu estava realmente gostando cada vez mais daquele joguinho de usar o meu corpo, recém descobero por eles como atraente, para atazanar os dois pivetes abusados que eram os meus irmãos adolescentes no auge da sua puberdade.
Os dois estavam passando por aquela fase em que não podiam nem sequer pensar em ver uma mulher na frente deles, que já ficavam pensando besteira e sentindo um desejo quase incontrolável... E era divertidíssimo tirar deles a paz ao ficar perambulando pelo nosso lar doce lar apenas de calcinha e sutiã, fazendo poses "naturais" em que ficava de bunda pro alto, pernas abertas e coisas desse tipo... rsrs.
Mas acho que eu estava começando a curtir aquela brincadeirinha maldosa um pouco demais... E, aos poucos, passei a perder a mão, a linha e o bom senso na hora de provocar os meus odiados queridos irmãos pestinhas...

Na manhã do fatídico primeiro dia da segunda semana de recesso, o dia em que tudo realmente mudou entre nós três pra sempre... Eu sai um pouco da rotina.
Ao invés de, como nos dias anteriores, eu despertar mas permanecer na cama até os dois acordarem, para só então levantar e me trocar na frente deles, tirando o pijaminha de costas pros mesmos, ficando só de calcinha (sem sutiã, já que nao usava pra dormir rsrs) ali no no quarto que dividiamos, e então colocar a roupinha curta que usaria pra tomar café... Eu fiz diferente.
Quando os pirralhos irritantes acordaram, eu já não estava mais no mesmo cômodo.
Na real eu estava parada lá fora, de pé no corredor, mexendo no celular coladinha na porta fechada do nosso quarto... Apenas aguardando eles despertarem para pôr o meu malicioso plano maluco em prática. E bastou eu ouvir os primeiros sons vindos lá de dentro, denunciando que já não estavam mais dormindo, que eu desliguei a tela do telefone e entrei no cômodo casualmente... Sem roupa alguma, apenas enrolada numa pequena toalha de banho!

Os dois arregalaram os olhos ao me verem ingressar no cômodo "vestida" assim, com somente uma camada de tecido envolvendo meu corpinho nu.
Isso por que, além de tudo, fiz questão de prender a toalha de um modo que ficasse demasiadamente curta, como se faltando pano pra cobrir todo a minha anatomia, e deixando "vazar" alguns dos meus atributos femininos, através da escassa borda inferior... Mostrando pra eles, por baixo, a popa da minha raba desnuda!

Me fazendo de boba, inocente e fingindo ser a adulta ingênua que não vê maldade no modo como dois jovenzinhos saindo da infância olhavam pra minha semi nudez, agi como se minha entrada assim, naquele momento, fosse um acaso acidental.

Eu: — Ah! Oi, meninos... Bom dia. Rsrs. Dormiram bem?

Arthur: — Aham... Bom dia, Juh...

Miguel: — Sim, muito bem... E você...?

Eu: — Ah, que bom... Eu também! Mas... Confesso que eu achei que vocês dois, preguiçosos como são, iriam ficar dormindo um pouco mais, sabe? Por isso nem levei uma muda de roupas pra me trocar lá no banheiro mesmo, por que pretendia me vestir aqui no quarto depois do banho, com vocês ainda adormecidos...

Miguel: — Ah, é...? Foi mal, então, Juh... A gente acabou acordando mais cedo mesmo...

Eu: — Ah, tudo bem... Só é chato ter que voltar lá pro banheiro agora pra fazer isso, né...? Ainda mais que acho que vi o papai entrando logo depois que eu saí, e ele costuma demorar à beça... Mas o jeito vai ser eu esperar, né...?

Arthur: — Ah, se você quiser se trocar aqui mesmo, como sempre faz, a gente fecha os olhos, né, Miguel?!

Miguel: — Ãh...?! Ah! É-é... É... A gente pode até virar o rosto para te dar mais privacidade pra se vestir...!

Eu: — Aaaaah... Sério mesmo? Vocês fariam isso pra me ajudar? Rsrs... Então, se não se importam, eu vou aceitar, por que tô meio com pressa para colocar a roupa e poder ir tomar café... rsrs. Olhem pra lá! Hahaha!

Agradeci, simulando estar emocionada pela "generosa e cordial" oferta que aquela dupla de tarados teve a audácia de me oferecer... Agindo como se eu fosse bobinha e confiasse cegamente na integridade e boas intenções deles.
Na verdade eu já esperava obter uma reação desse tipo, e era justamente o meu plano fazer conforme eles sugeriram...
Então, já fui me pondo diante do meu armário, me virando de costas pros meus irmãos e mandando os gêmeos fecharem os olhos e voltarem os rostos pro outro lado.
Assim que obedeceram, rindo baixinho comigo mesma, eu desfiz a dobra que mantinha a toalhinha presa ao meu dorso e ela caiu, de uma vez só, no chão do quarto, me deixando peladinha na frente dos meninos!

Como sempre, eu não me virei para olhar pra eles, então tudo o que eu posso fazer é supor o que fizeram... E tive a nítida impressão de que o par de pervertidos estava aproveitando a oportunidade para espiar escondido o corpinho nu da irmãzona aqui, que pela primeira vez eles viam sem nada!
Imagino o quanto ficaram doidinhos ao verem que eu não estava nem mesmo com uma calcinha por debaixo da toalha, quando essa veio ao solo.

Meu coração batia forte por conta da maluquice que eu me atrevi a fazer, e uma onda de calor começou a subir pelo meu corpinho exposto.
Aquilo era pra servir de provocação pros meninos, mas... Eu estava gostando também...!!?
Aquela loucura estava mexendo comigo de alguma forma. Estar pelada na frente deles me afetou mais do que eu havia esperado...!
Mas eu, na hora, me forcei a pensar que era na verdade só a emoção satisfatória de estar atazanando a mente dos pirralhos pervertidos, e segui em frente...

Fiz questão de me demorar mais do que o necessário para escolher quais peças de roupa eu vestiria naquela manhã, dentre as opções que haviam no armário...
De início, estando eu de costas pra eles, os gêmeos depravados só podiam olhar mesmo a minha bundona sem nada a cobrindo... Mas, depois que eu vesti lentamente, e de forma quase performatica, uma calcinha fio-dental que demorei bastante para selecionar, resolvi ir além e, pela primeira vez, me virei meio de lado, ficando de perfil em relação aos dois tarados, que puderam ter a visão inédita da lateral dos meus peitinhos amostra!

Eu nunca fui muito "bem dotada" nessa área, tendo seios pequenininhos, mas bem firmes e empinados.
De qualquer forma, só por serem provavelmente as primeiras tetas que os garotões viam ao vivo pessoalmente, já deveria ser muito, mas muito excitante pra eles... Ainda mais se tratando das mamas da irmã mais velha gostosa que passaram a semana anterior inteira cobiçando! Rsrs.

Nesse momento, através da visão periférica, sem virar a cabeça ou o rosto na sua direção para não assustá-los, eu pude perceber que os dois, do beliche, me fitavam com demasiada atenção, focando os olhos nos meus peitos, virilha e bunda, com cara de cãezinhos famintos, boquiabertos e arregalados diante da imagem de uma mulher adulta tão desejável e tão pouco vestida...
Aquilo me fez engolir em seco e morder o labio inferior de satisfação...
Dava para ver que estavam com "algo" crescendo nas virilhas, que cobriam com o lençol ou tavesseiro, tão estupefatos que nem faziam questão de disfarçar que me olhavam, já que eu mesma não parecia mais estar tão incomodada em verificar se o faziam ou não.

Senti minha pele se arrepiar apenas pela noção de que observavam, e a vontade que eu tinha era de continuar pelada pelo máximo de tempo que eu pudesse na frente da dupla... Só que se eu demorasse muito iria acabar me denunciando a cerca das minhas intenções exibicionistas.
Por fim, terminei de me vestir, colocando uma mini saia justinha e um croped super curto que eu tinha (sem sutiã), que deixava toda a barriguinha chapada de fora, e era quase como um top folgado, por cobrir só os meus peitos e ombros hahaha.

Eu: — Pronto! Obrigada, meninos... rs. Já podem abrir os olhos e se virar pra cá de novo! Quero a opinião sincera de vocês... Como é que eu estou?

Diante da pergunta inesperada, os bocós dos meus irmãos mais novos hesitaram por um instante, pensando bem no que diriam. Pelo semblante dos dois, eu supunha que estavam se perguntando internamente o quão honestos poderiam ser a cerca do que achavam da minha aparência, sem deixar a coisa soar esquisita...
E eu adorei ver eles desconcertados daquele jeito por minha causa, por isso repeti o questionamento.

Eu: — E ai? Tô bonita...? Tô feia...? Tô gorda...? Rsrs...

Então, pressionados e vendo que eu tava dando abertura para eles fazerem comentários de qualquer tipo, os gêmeos dispararam suas respostas sem mais pensar.

Arthur: — N-não, tu tá linda, Juh! Um gata...!

Miguel: — É-é, você tá bem... Ééé... Bem... bem...

Eu: — ...Bem "gostosa"?! Rsrs...

Concluí sua frase por ele, pegando de surpresa o nerd que hesitava pra encontrar palavras que descrevessem minha aparência, o que o fez ficar até meio sem jeito a princípio. Porém, quando notaram que eu ri da situação com um sorrisinho um tanto travesso, divertido e levado (em outras palavras, com carinha de safada dissimulada), não só ele, como o irmão mais atlético, se entreolharam e deram conta de que tava liberado dizer o que quisessem. A partir daí, meteram o pé na jaca de uma vez.

Miguel: — É...! Tá muito gostosa...!!

Arthur: — Uhum! Isso ai! Tá uma delícia, mesmo!!! Heheheh...

E então, rindo abertamente da ousadia empolgada deles, eu agradeci a duplinha pelos "elogios", dando a impressão de que havia levado tudo numa boa e na brincadeira. Mas, na verdade, foi mais do que isso... Eu havia realmente adorado a sensação de receber aquelas palavras mais diretas de apreço pelo meu corpinho vindas deles... Tão repletas de tesão mal disfarçado!

Eu: — Eita! Hahaha! Sério?! Que bom que curtiram tanto assim o meu look... rsrs. Mas agora fiquei curiosa... De que parte vocês gostaram mais, hein? Rsrs...

Acho que devo ter feita essa pergunta de forma muito convidativa e aberta, pois logo Arthur saltou do beliche e se aproximou de mim, se pondo ao meu lado diante do espelho que tínhamos do quarto, só que um pouco mais atrás, me deixando a sua frente. E então, sentindo que havia liberdade pra fazer isso, arriscou-se a dar um passo a diante naquela interação...
Segurou minha cinturinha de leve com as duas mãos, pondo uma de cada lado.

Arthur: — Gostei que isso, sei lá, tipo ressaltou essa parte aqui, mostrando como é fininha em relação a "essa" aqui...

Respondeu, meio sem saber que termos usar pra se referir as partes do meu corpo, por conta de sua inexperiência. Porém, me deixando de cara com a tamanha ousadia que demonstrou ao, ao longo da frase, ir deslizando suavemente as palmas das mãos pela superfície da pele lisinha da minha cintura afunilada, até estacionar as mãos sobre as laterais do meu quadril mais larguindo em comparação.
Confesso que tal contato inesperado me deixou um tanto desconcertada, principalmente pela audácia dele em me tocar sem nem pedir permissão... Mas também admito que o calor dos seus dedos percorrendo meu dorso semi nu, acabou me deixando mais arrepiadinha...
Eu realmente não esperava mesmo que um deles fosse se atrever a se aproximar e me tocar assim... E aquilo me pegou mesmo de surpresa, com a guarda baixa, por assim dizer, me deixando meio sem reação e desprevinida a cerca de como responder a isso...
O que fez com quem os meus pensamentos intrusivos tivessem uma oportunidade e acabassem vindo à tona, assumindo temporariamente o controle de mim e me levando a dar mais corda pra queda gostosa interação inusitada...

Eu: — Sério, Tutu...? Tu gosta da cinturinha da irmã...? Rsrs...

Perguntei, me referindo ao Arthur pelo apelido carinhoso que não usava desde que éramos crianças, com um ar um tanto mais safadinho do que eu normalmente deixava transparecer, já que costumava sempre fingir a mais pura inocência durante os meus atos de provocação aos gêmeos adolescentes. Ainda estava me fazendo meio de boba, porém a minha excitação dessa vez não deve ter lhe passado totalmente despercebida, pois prosseguiu com os toques e palavras audazes.

Arthur: — Uhum... O formato dela é muito bonito... E agora tô sentindo como que é gostoso de segurar, também...

Falou com voz mansa temperada com uma pitada de safadeza lá no fundinho, aumentando um pouco o peso que impunha nas mãos ao pegar na minha cintura, e então passando a deslizar as palmas alguns centímetros pra cima e pra baixo ao longo das laterais dela, me fazendo um delicioso afago na pele arrepiada.
E eu apenas deixei o contato rolar, dando a ele brecha pra continuar acariciando a parte exposta do meu dorso fino, enquanto assistia a cena através do espelho a nossa frente com um sorrisinho faceiro...
De repente olhei pro canto e vi Miguel ali, também observando a breve interação de seu colchão no beliche de baixo. Com um olhar incrédulo e semblante de cãozinho pidão... Estava óbvio pra mim que também queria participar.
Chegou a dar dó dele, e eu, como a irmãzinha caridosa que sou, não podia deixar de fora dessa, passando vontade, né? Rsrs
Por isso, acabei o chamando pra se juntar a nós.

Eu: — E você, Guél? De qual parte do meu corpinho você mais gostou nesse modelito aqui, hein...? Vem cá me mostrar, vem...? Rsrs...!

Não sei o que deu em mim ou onde estava com a cabeça para sugerir algo assim, mas falei exatamente isso, com uma voz instigante, também usando o seu apelido de infância, empregando um tom mais "de puta" do que pretendia, por simplesmente não estar conseguindo me conter ao fazer uso uma carinha de safada ao dizer-lhe isso.
A real era que eu é que tava doidinha pra ter os dois ao meu redor, tocando em meu corpinho ao mesmo tempo...
E Miguel não me deixou na mão. Diante da oferta generosa da irmã, saiu da cama meio atrapalhado, quase tropeçando e caindo de tanta pressa, e se pôs pertinho de mim, ficando atrás, só que no lado oposto ao do irmão gêmeo.

Miguel: — Bem... Eu curti como as suas pernas ficam bonitas nessa saia... Hãããn... Acho que por ser menor e mais, tipo, apertada, deixa mais na cara que "elas" são grossas...!

Disse, também se embananando na hora de achar palavras pra descrever e elogiar o corpo feminino, pela falta de prática inerente da pouca idade que tinha... Mas já se inspirando no irmão pra promover um toque não tão discreto ao meu corpinho...
Pousou de leve uma das mãos na base das minhas costas, bem acima do cós da saia, antes do bumbum, como que para obter apoio e então, se inclinando só um pouco pra baixo, levou a outra mão atrevida até o meio de uma das minhas coxas de fora, a alisando com suavidade!

Mais um leve arrepio percorreu meu corpinho ao sentir seu toque deslizar pela parte exposta da minha perna, simultaneamente ao movimento das mãos do outro irmão em minha cinturinha. Eles agiam como se estivessem apenas mostrando pra qual a parte do meu corpo achavam estar mais valorizada naquele modelito... Porém, já não podiam mais disfarçar a excitação que sentiam.
Miguel passou a dar sutis apertadinhas na minha coxa enquanto enumerava as qualidades dela de forma descritiva, dizendo que que eram macias, redondinhas... Com a palma subindo e descendo, vindo do joelho até a barra da saia curta.

Aquela carícia, somada à sensação das mãos de Arthur indo e vindo pelo meu dorso, até quase invadir a blusinha croped folgada, foi aos poucos me deixando mais e mais entregue ao momento...
Eu, de fato, não tava preparada para ser cercada e tocada por eles dois desse jeito...

Eu: — Nossa... rsrs...! Eu não sabia que os meus maninhos me achavam tão bonita assim... rsrs. Tô adorando esses elogios... Rsrs... E esses carinhos também...!

Falei por impulso, levada pela satisfação sedutora do prazer que vem de ser tocada por mãos masculinas... Mesmo que essas fossem as mãos dos meus irmãozinhos caçulas.
E essas palavras pareceram surtir efeito em seus ouvidos, pois logo começaram a literalmente escalar mais o contato...!

A cada sobe e desce das suas mãos, eles iam mais pra cima, até o ponto das pontas dos seus dedinhos começarem a ultrapassar a borda inferior das minhas roupas e irem se aproximando perigosamente das minhas zonas erogenas.
E eu, inerte por causa do choque da situação inesperada e também por conta da excitação crescente que sentia por causa daquilo, nada fiz para impedir eles de avançarem.
Do modo que a coisa estava se desenrolando depressa, iria acabar deixando os meninos mexerem aonde não devia!!!

Os dedos de ambas as mãos de Arthur já estavam passando pelas minhas costelas, a poucos centímetros de alcançarem meus seios... Enquanto as de Miguel, uma foi descendo lentamente até ficar espalmada sobre o meu bumbum, e as falanges da outra iam percorrendo o caminho acima pelo interior da minha saia e parte interna da coxa, quase roçando na calcinha...
Quando, de repente, uma voz vinda de fora do quarto ecoou pela casa e nos tirou do torpor tesudo do momento.

Mamãe: — Juh! Guél!! Tutu!!! O café tá na mesa! Venham comer!!

Como se despertando de um transe, abruptamente recobrei o bom senso para ver o quão longe aquilo estava indo. Com a convocação de mamãe eu fui salva pelo gongo bem na hora.
Os meninos, assustados, recolheram as mãos deram cada um um passo pra longe de mim, interrompendo aquele contato inapropriado. Pelas carinhas de pânico deles, acho que por um instante, assim como eu, devem ter pensado que mamãe entraria no quarto a qualquer instante e nos flagraria naquela situação esquisita, pra dizer o mínimo.

Sem comentar o ocorrido, esbocei um sorriso sem graça e, ajeitando as roupas rapidinho, me retirei do quarto bem depressa, os orientando a não demorarem a se aprontar e vir pra mesa, para comermos todos juntos o café da manhã em família, antes dos nossos pais saírem pra trabalhar.
Minha cabeça estava um turbilhão de emoções. Como pude deixar aquelas caricias irem tão longe? Quase permiti que eles passassem do ponto e...
Bem, era melhor nem pensar nisso!

Quando cheguei na copa, papai e mamãe me olharam dos pés a cabeça, reparando na minha expressão meio afoita e no meu visual.
Ao longo desses dias eu vinha usando roupas cada vez menores em casa, e isso começou a chamar a atenção deles, mesmo comigo evitando ficar só de peças intimas ou muito exagedaramente reveladoras enquanto o casal ainda estivesse por perto (esses modelitos eu deixava pra usar só quando estava sozinha com meus maninhos rs). Todavia, meus pais notavam a mudança, mas a aceitavam como sendo algo normal para uma jovem mulher da minha idade que havia acabado de retornar de um período numa universidade gringa, onde adquiriu novos gostos pra vestimentas... E nada diziam para me fazer vestir de forma mais pudica ou modesta.
E eu também cuidava para me sentar direitinho, bem neutra e comportada na presença dos meus genitores, preservando a imagem de boa moça e princesinha da família, que todos tinham de mim, apesar das novas escolhas de roupas pra usar em casa.
Mas acho que me faz com o rosto um tanto corado, respiração meio pesada e semblante afetado pelo o que quase ocorreu no quarto a pouco, deixou meus genitores meio desconfiados de que algo estava errado.

Papai: — O que houve filha? Seus irmãos te fizeram alguma coisa?

Eu: — Ãhn?! Quê...? Como assim...?!

Perguntei, atônita. Será que ele havia visto ou ouvido algo?

Papai: — Voltaram a implicar com você, né? Da pra ver pela sua cara...

Eu: — Ah... Não, não, pai. Nada disso. Tá tudo bem entre nós... Na verdade, estamos nos dando melhor do que nunca... Hahaha..

Expliquei, aliviada ao ver que suas suspeitas eram outras e que não havia se dado conta do que realmente tava rolando ali debaixo do seu teto. Papai pareceu acreditar em mim, entao mudei de assunto pra outra coisa qualquer, bebendo um suco pra me acalmar e não dar mais pinta de nada.

Uns poucos minutinhos depois, em tempo recorde, os gêmeos se juntaram a nós na mesa pro café. E quase não conseguiram disfarçar o modo como olhavam para mim e um pro outro, de forma ainda mais interessada, recorrente e ininterrupta do que nos dias pregressos, mas também com algum receio.
Na hora, vendo o jeito que estavam me secando tão demoramente, parecendo até meio obcecados e assustados, sei lá, me bateu um misto de sentimentos. Era divertido ver os pestinhas tão "mexidos" assim, sem se aguentar de vontade de olhar pra mim... Mas, ao mesmo tempo, era também meio alarmante, e eu cheguei a me preocupar que pudessem acabar chamando a atenção dos nossos pais e levar a perguntas difíceis de responder a cerca do comportamento dos filhos e filha.
Felizmente papai e mamãe pareceram não notar ou ao menos não maldar a forma insistente com meus irmãos adolescentes encaravam a mim e ao meu corpinho semi coberto pelas roupas curtinhas, pois o casal mais velho não comentou nada a respeito.

Outros sentimentos conflitantes na minha mente eram a cerca do que havia feito no quarto mais cedo... Uma parte de mim se sentia satisfeita e contente de ter exposto temporariamente a própria nudez aos irmãos caçulas, não apenas por que assim acabei desestabilizando a dupla de taradinhos, mas também por que, involuntáriamente, foi inevitável sentir um certo prazer pessoal e proibido ao ter dois homens encarando, aprovando a aparência do meu corpo nu e depois me tocando com lascívia contida e mal disfarçada. Como mulher, era delicioso me exibir pelada para dois rapazes e sentir o tesão deles por mim ao me apalparem com desejo, por mais que estes fossem meus irmãos. Porém, isso foi justamente o que me assustou.
Até então, aquele meu "joguinho de provocações" com os pivetes tinha sido unilateral e somente visual, com apenas eles sendo realmente afetados por cada ato de exibicionismo da minha parte, não tocando em nada além dos meus pés para uma eventual massagem... Mas aquele strip tease com nudez total de manhã, seguido da breve sessão de toques invasivos, fez algo mudar nesse esquema, e eu me senti excitada também!

Só que isso era uma loucura!

Eles eram dois garotos virgens, que estavam no auge da puberdade. Era "normal", até esperado, que acabassem sentindo tesão por qualquer fêmea atraente que agisse de forma provocativa na frente deles, e que acabassem querendo tocar nela uma hora ou outra... Mas eu já era uma mulher adulta, universitária, com considerável experiência sexual, agindo premeditadamente pra atiçar os dois como uma forma de piada e "vingança" por todas as dores de cabeça que me causaram no passado... Não podia e nem deveria ficar excitada com isso também! Muito menos a ponto de perder a noção e quase permitir que entrassem em contato com as partes proibidas da minha anatomia feminina...!!

Logo entendi que havia passado do ponto no quarto aquela manhã. Decidi dar uma segurada na brincadeira e maneirar nas minhas interações com os gêmeos o resto do dia...

Entretanto, bastou papai e mamãe terminarem de tomar café e saírem juntos pro trabalho, deixando eu e meus irmãozinhos a sós, que a putinha sacana dentro de mim despertou...

A excitação falava mais alto e era mais forte do que eu...!

Imediatamente comecei a arrumar a mesa e guardar as coisas na geladeira e armário da cozinha... Fazia isso de modo deliberadamente "sensual", mas sem ainda revelar que havia má intenção da minha parte, queria tentar resgatar aquele clima mais implícito e menos explicito, em que eu fingia ser a irmãzinha inocente que não fazia nada daquilo por malícia... Tentei agir como se o que rolou no quarto tivesse sido uma interação comum entre irmãos, sem safadeza envolvida, na mais pura pureza. Ao limpar a mesa, agia como se tudo, cada movimento, fosse parte do meu comportamento e ações naturais e sem malícia. Por exemplo...
...inclinava-me sobre a mesa de uma forma que a gola larga do topzinho folgado acabava deixando quem estivesse sentado ver por dentro da roupa. E era exatamente assim que os meus irmãos estavam, por isso puderam enxergar mais uma vez, de relance, os meus peitinhos.
...depois, quando fui guardar uma caixa de cereais na estante, fiz questão de colocar na prateleira mais alta, me esticando toda e ficando na ponta dos pés para poder alcançá-la, o que acabou fazendo minha mini saia curtissima subir e revelar as popas do meu bumbum grandinho.

Nessa hora um dos meus irmãos, Arthur, que era o mais atlético dos dois, me surpreendeu ao, de repente, se pôr atrás de mim, levando a mão na minha cinturinha fina, como fez no quarto!
Por um instante, pega de surpresa, fiquei sem entender a razão daquele contato inesperado por trás.
Mas ele, então, antes que eu tivesse a chance de perguntar, já foi me dando uma leve encoxada sutil enquanto explicava com uma unica frase curta o que estava fazendo.

Arthur: — Deixa que eu te ajudo a pôr isso lá em cima, Juh... rs.

Falou, oferecia ajuda para concluir a tarefa de alocar a caixa de cereal no patamar elevado. Porém, tava na cara que aquela era só uma desculpa esfarrapada que ele encontrou pra poder se encostar em mim daquele jeito.
Para chegar a esse ponto, de escalar as coisas de repente pro toque físico mais uma vez e se atraver a me dar aquela discreta "sarrada" na frente do irmão, o tesão do Arthur já devia estar ultrapassando o bom senso! E ele, de alguma forma, deve ter entendido que aquele nosso momento no quarto o dava aval para prosseguir com esses ocasionais toques no meu corpo de agora em diante...!

O pior de tudl era que o rapaz em fase de crescimento nem tinha uma altura tão diferente da minha ainda, então (de propósito ou por simulação) custou para conseguir realizar o que se propôs, continuando ali, roçando-me por detrás casualmente, por alguns longos segundos... E eu pude até sentir o volume em sua bermuda de algodão se esfregando na minha raba por cima da saiazinha, já demonstrando sinal de vida, o que me fez ficar levemente arrepiada de novo!
Assim que ele finalmente conseguiu guardar a caixa, agradeci com um sorrisinho meio sem graça, tentando esconder o quanto aquele pequeno contato já me afetou. Pedi pra ele fazer a gentileza de terminar de arrumar tudo. Arthur concordou e eu já tratei de sair dali as pressas, pra fugir daquele atrevido.

"Putz, será que depois daquilo lá no quarto ele acha aue pode sair tocando em mim assim...?" Pensei, preocupada, mesmo tendo achado aquele contato de agora gostosinho... Por que esse era justamente o problema. Eu não podia gostar daquilo!

Fui parar lá na sala, ainda um tanto atordoada e afoita com o ocorrido. Era a segunda vez que um deles tomava esse tipo de "iniciativa" de iniciar um toque ou contato mais ousado em meu corpinho sem eu ter dado brecha...
Me atirei no sofá e liguei a TV, sem saber o que pensar daquilo, ao mesmo tempo "assustada" com o que aconteceu, mas também com um sorrisinho bobo na cara, de quem tinha até curtido o gesto inesperado.
Assim, fugi de um gêmeo, mas o outro veio atrás de mim imediatamente, se assentando no sofá, também.

O pior de tudo é que, mesmo com a minha mente consciente ativamente calculando os riscos, decidindo que já estava na hora de parar com aquelas provocações e que era melhor me comportar... A safadinha que habitava dentro de mim parecia assumir o controle do meu corpo e, antes de eu me dar conta, já estava lá provocando um deles de novo...
Assim que Miguel se juntou a mim no sofá, me ajustei no móvel, virando-me quase que completamente de lado, com as costas apoiadas no braço do estofado e, sem pedir, já fui pondo os pézinhos sobre o colo macio do meu irmão mais "gordinho".

Eu: — Me faz mais uma daquelas suas massagens, Miguel...?

Pedi com voz manhosa, fingindo carência e inocência, enquanto, no fundo, tinha certeza de que, daquele ângulo, o maninho poderia ver por debaixo da minha saia curta enquanto realizasse a massagem nos pés.

E foi assim mesmo que a coisa aconteceu. O safadinho nem olhava para a tela da TV, 100% focado no interior da minha roupinha enquanto esfregava meus pézinhos com ambas as mãos.
A piranha que me possuía assumiu o controle uma vez mais...
Pra melhorar sua vista dele, separei mais as pernas e, em dado momento, cheguei a dizer que "já estava bom" de massagem em um dos pés, e pedi pra continuar "fazendo só nesse", deixando apenas o outro ainda em seu colo enquanto recolhi o anterior, o tirando do seu alcance e dobrando esta perna com o joelho pro lado. Esse simples ato fez a lateral da saiazinha curta subir e deixou boa parte da minha calcinha vermelha fio dental a mostra pro meu irmãozinho.
Agora mesmo é que Miguel não desgrudava os olhos do meio das minhas pernas, encando sem nem piscar, tomado de irresistível interesse mal disfarçado.

Vê-lo assim me encheu não apenas de satisfação sádica por o estar deixando doidinho por mim, como antes... Mas também de um excitação crescente, ao me expor de forma tão direta a um rapaz tomado de tesão.
A massagem dele nem era tão boa, mas eu suspirava baixinho de prazer em ser tocada nos pés e ter a calcinha/buceta amostra desejada por ele...!

De repente meu celular vibrou e eu, querendo não ter de pensar no quão errado era estar me sentindo daquela forma, tratei de voltar minha atenção pro dispositivo e me focar apenas nele. Então, sem sair da posição em que estava ou pedir pra parar a massagem, comecei a ler as mensagens que haviam chegado.

Tive uma grata surpresa ao ver que quem estava falando comigo era o meu "namoradinho" europeu, um gato com aparência meio nórdica, alto, loiro, forte, de olhos clarinhos... Com o qual eu estive ficando nos últimos meses lá na faculdade. A gente não tinha nada sério, apenas se pegava em festinhas, dava uns beijos e, é claro, transava!
Na mensahem em outro idioma, ele dizia estar com saudades de mim, e mandava um emoji de foguinho, junto de uma foto de visualização única: um semi-nude mostrando a própria ereção bem evidente sob o tecido fino e esticado da cueca preta!

Comigo já um tanto excitada, bastou aquela mera visão rápida pra acender algo em mim...!!

No mesmo instante comecei a responder, elogiando a foto, o tamanho da sua pica, e dizendo estar com saudades dele e "dela" também rsrs
Continuamos conversando besteira, falando sacanagem em sua língua nativa, até que meu irmão, Arthur, apareceu na sala e viu a cena de eu com a cara no telefone e o irmão secando minha calcinha com os olhos enquanto massageava meu pézinho.

Ele havia finalmente terminado de ajeitar as coisas na cozinha, mas logo buscou por um modo de se integrar naquela interação e poder tocar no corpinho da irmã gostosa aqui de novo...
Veio pra detrás de mim e, dizendo que eu parecia meio tensa, se ofereceu para massagear meus ombrinhos, atuando no papel de irmão prestativo, pra ocultar mais ou menos as suas segundas intenções.
E eu, que já estava curtindo muito tudo aquilo, apesar da clara noção de que estava deixando a coisa ir um pouquinho longe demais... Permiti!

Arthur agora esfregava minha nuca, pescocinho e ombros, tentando olhar de cima pra baixo e enxergar através do "decote" que era a gola larga do meu cropedzinho folgado, enquanto o irmão continuava apertando a sola macia do meu delicado pé ao fitar minha calcinha exposta... E eu, ao mesmo tempo, cercada por eles, trocava mensagens picantes com meu ficante gringo.

Como estavamos nos falando em uma língua desconhecida para Arthur, não me importei de esconder a tela mesmo com ele atrás de mim, podendo ver tudo.
Em dado momento ele me perguntou "quem é a pessoa com quem você ta falando?", mas como o nome do europeu era daqueles unissex, meio ambíguo quanto ao gênero, e ele nao tinha foto de perfil no aplicativo, apenas disse que era "com uma amiga da universidade". E meu irmãozinho não fez mais perguntas, voltando a se concentrar na massagem nos ombros...

De repente senti algo duro roçar minhas costas. E, no mesmo instante, deduzi que deveria ser o pinto de Arthur!
O safadinho já tava com uma ereção completa só de me tocar nos ombros, nuca e pescoço!!
E era a primeira vez que eu sentia a dureza do pênis de um deles em mim, mesmo que apenas deslizando sem intenção pelas minhas costas.
Arthur não "forçava" o membro contra mim, e o contato parecia ocorrer quase sem intenção, de forma meio acidental...

Contudo, só aquilo já foi suficiente para me deixar atiçada...!

Curiosa para saber em que estado se encontrava o pinto do Miguel, comecei a mover o pézinho em seu colo lentamente, como se o posicionando melhor, de forma despretensiosa... Até sentir a sola esbarrar de leve na dureza do seu membro viril. O safadinho também já estava de pau duro enquanto me fazia a massagem... rsrs!
Ele se alarmou com o contato entre meu pé e seu pênis ereto, porém ao ver que eu agia como se não tivesse me dado conta da situação "dele", permitiu e prolongou o toque, parecendo gostar de ser tocado ali...

Aquilo estava ficando mais e mais excitante pra eles... E pra mim também!!
Pois ao mesmo tempo em que estava cercada pelos meus irmãos adolescentes cheios de tesão, eu conversava por mensahem com o europeu gostoso sobre o que fariamos ao nos revermos no fim das férias, já prometendo chupar aquele pauzão e sentar na cara dele, oferecendo a buceta toda babada pra ele lamber... Antes de, enfim, deixar ele me comer da forma que bem entendesse, pelo tempo que quisesse, no meu apartamento alugado lá.

Enquanto isso, as mãozinhas bobas dos meus irmãozinhos tarados foram ficando cada vez mais ousada, e avançando novamente para zonas mais intimas do meu corpinho...

Miguel: — Suas pernas também parecem estar precisando de uma massagem, Juh...

Disse o "gordinho", dando essa explicação como desculpa pra já ir subindo as mãos por uma das minhas panturrilhas e coxa, esfregando toda a perna com as palmas abertas, dando bem servidas apertadas, que não pareciam com nenhum movimento de mensagem que eu já tivesse visto na vida... E sim com descaradas apalpadas, mesmo!
Arthur, por sua vez, nem se deu ao trabalho de bolar um pretexto. Apenas foi, gradativamente, descendo os dedinhos pela minha clavícula a cada movimento de massagem, estando quase com as mãos por dentro da minha blusinha croped!
Aquelas caricias estavam tão gostosas que eu, ao invés de detê-los, senti o desejo louco de os convidar a irem "mais fundo" naquela exploração tátil à minha anatomia feminina...

Quase não dava mais para continuar disfarçando o que realmente tava rolando ali na sala entre nós três...

Sem pensar no que estava fazendo, inclinei mais as costas para trás, sentindo a rola dura de Arthur me cutucando ali ao mesmo tempo em que, com esse movimento, dava a ele maior liberdade para inserir as mãos através da gola folgada da minha blusinha curta e alcançar meus seios...!
Simultaneamente a isso, separei ainda mais as perninhas, como se oferecendo minha calcinha para ser tocada por Miguel!

Aquilo era uma loucura! Eu sabia! Mas na hora a vontade de sentir aqueles contatos íntimos superava o bom senso!!

Fazia tudo isso sem tirar os olhos da tela do celular, onde o gringo gostoso continuva fazendo quase que um "sexo por mensagens de texto" (o famoso sexting) comigo!

Foi só quando ele me enviou mais algumas fotos e vídeos curtos em modelo de visualização única que eu, de repente, tivee um surto de sanidade e percebi que tinha que me desvencilhar daqueles dois antes que fosse tarde demais e não desse mais pra voltar atrás.
Acho que a única coisa que precisava era de algo para "barganhar" com a minha vadia interior, que servisse como pretexto e moeda de troca pra ela me permitir ter o bom senso de sair daquela situação. E os arquivos enviados pelo meu boy nórdico teriam de servir pra isso...
Decidi sair do sofá e ir pra um local mais privado, pra poder abrir e visualizar as mídias que certamente tavam recheadas de nudes e putaria.

Assim, me endireitei do assento num salto tão abrupto que chegou a assustar os gêmeos!

E foi bem na hora, pois já estava sentindo o Miguel, aos poucos, estender os dedinhos ávidos em direção a minha calcinha caminho... E também que o Arthur, atrás de mim, ia gradativamente descendo os dele e já estavam a poucos centímetros dos meus peitinhos!

Afoita e tentando fingir que não havia ocorrido "nada demais" ali, agradeci aos gemeos pela massagem dupla com simpatia apressada e, como se em fuga, me ergui do sofá ajustando a saia e correndo pra privacidade do banheiro, deixando os dois pra trás na sala de pau duro e sem entenderem nada.

Estava feliz por ter tido o discernimento de escapar da garra daqueles dois, e ansiosa pra ver o que o meu gringo safado havia me enviado. A primeira coisa que fiz ao trancar a porta do banheiro foi abrir uma das mídias ocultas, dando de cara com a imagem suculenta daquela rolona dura!
Minha boca encheu d'água e minha buceta também... Constatei isso ao enfiar os dedos dentro da calcinha e sentir eles serem encharcados pela minha própria lubrificação natural de tesão!
É claro que eu não havia ficado excitada assim de repente, só de olhar pra foto... Era fruto de toda aquela troca de mensagens quentes e, sobretudo, do fato de eu estar me exibindo desde cedo pros meus irmãozinhos pervertidos, e os ter deixado me tocar com lascívia...!
Sem querer pensar nisso na hora, apenas fui visualizando os demais arquivos de foto e video que o gringo me mandou. Eram nudes de outros ângulos e um registro breve dele se masturbando lentamente ao ler as minhas mensagens...
Elogiei muito os envios, dizendo que tinha adorado, o chamando de gostoso e relatando o quanto tava doidinha pra dar pra ele...
O europeu, então, me pediu pra provar isso lhe enviando alguns vídeos e fotos também!

Gostei da ideia, mas pensei em mexer com ele e ir provocando aos poucos...

Mais cedo tínhamos falado por mensagem algo sobre aqui estar quente e lá frio, e que eu estava até pensando em tomar sol, ir na praia e tal... E ele tinha dito que queria muito poder me ver de biquíni. Então pensei em começar o envio de fotos realizando esse desejo... rsrs

Fui rapidinho no meu quarto, peguei um conjuntinho fio dental marrom super cavado que eu amava, e com o qual me sentia super gostosa... E então voltei pro banheiro voando, deixando meus excitados irmãos mais novos curiosos com o meu zig e zag apressado de um cômodo pro outro.
Velozmente tirei minhas roupinhas e vesti o traje de banho mínimo, admirando a grande gostosa que eu estava nele, de frente pro espelho. E resolvi bater a foto ali mesmo. Fiz uma pose e já realizei o envio pro gato gringo. Ele demorou pra visualizar e, ansiosa, aproveitei pra fazer um videozinho sensualizando de leve pra ele. Enviei, mas ele não o visualizou também.
De repente, sumiu, parou de responder, e eu, depois de uns 5 minutos sem ele nem ver minhas mensagens, já tava ficando frustrada com a demora...
Quando o europeu finalmente ficou online de novo e me respondeu, foi com uma frase ainda mais frustrante, quase broxante...

Avisou que tava tarde e que tinha surgindo um imprevisto, que teríamos de continuar a conversa depois, e que veria as coisas que eu enviei mais tarde...

Foi só então que eu me lembrei da diferença do fuso horário que nos separava. Lá não era de manhã como aqui, e já deveria estar num período meio complicado do dia, em que não dava para ele estar de bobeira no telefone comigo. Devia ter só tirado um tempinho pra me mandar mensagem num intervalo qualquer que teve...
Compreendi isso, mas ainda assim não deixei de ficar meio brava pelo safado me atiçar e depois me deixar na mão...

E não, a ironia não me passou despercebida. Pois esse tipo de frustração de tesão reprimido deveria ser justamente o que meus irmãozinhos estavam sentindo por mim, abandonado a pouco lá no sofá.
Aliás, ironicamente, era bem isso que eu vinha fazendo com eles de propósito ao longo daquela semana anteiror sem ninguém saber... rsrsrs. E, naquele momento, me vendo numa situação meio que similar, em que fui atiçada, excitada e entao deixada na mão, eu pude perceber a "crueldade" dessa tortura que vinha fazendo com ambos... E quase senti pena deles.

Mas, enfim...
Pra não fazer o papel de doida sem empatia pro meu gringo gato, disse que tava tudo bem, que não tinha problema, e falei ainda que podiamos nos falar depois, me despedindo dele com carinho, mandando um beijo e tal.
Ele também se despediu e ficou por isso mesmo...

Ainda no banheiro, de frente pro espelho, contemplei minha autoimagem e constatei mais uma vez o quanto eu tava deliciosa naquele biquínizinho... Me dei ao trabalho de vestir pra ele, mas o europeu loiro nem viu, pois os arquivos que registrei com a câmera do celular continuavam ali, sem terem sequer sido visualizados por ele. (Vou mandar em anexo no final do conto rsrs)
Era um desperdício ninguém poder admirar toda a minha gostosura naqueles trajes mínimos...

Foi então que eu, meio frustrada e brava com o gringo...
Com um tantinho de dó e remorso pelo o que fiz com os meus maninhos...
Mas, principalmente, ainda muito, muito excitada...
Resolvi que iria mostrar o meu corpinho nesse modelito pra alguém. Nem que fosse pros meu irmãozinhos tarados!!

Já estava de biquini mesmo, o dia estava quente, ensolarado... Por que não aproveitar para pegar um bronze na beira da piscina de casa, né? Rsrs

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Se querem saber as loucuras que rolaram naquele fatídico dia na piscina, que foi onde a coisa de fato saiu totalmente do controle e perdemos as estribeiras, não percam a terceira parte desse relato, que será...

"Provocando os meus irmãozinhos gêmeos na piscina"!

Que já devo publicar amanhã!
Até lá... Bjs bjs ;* s2

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Comentários (13)

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  • Bad boy: Faz tempo q eu não lia um conto tão gostoso igual esse ,gosei muito ...,Julia vc já fez anal?

    Responder↴ • uid:1dak4h5oid
    • Júlia In6: Que delícia! Adorei saber disso... rsrs Já fiz, sim! E a primeira vez foi justamente com os meus maninhos, acredita? Hahaha. Foi meio no calor do momento, eu nunca tinha liberado lá atrás pra ninguém por receio e medo de me machucar... Mas com o fogo aue eu tava na hora, acabei deixando rolar rsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • Tugolândia.: Mais, queremos mais...

    Responder↴ • uid:1asl9jpkd9k
    • Júlia In6: Também tô doidinha pra ver qual vai ser a reação de vocês ao lerem a próxima parte, com tentar terminar de escrever e revisar ainda hoje, pra já enviar rsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
    • Júlia In6: Fico feliz que tenha gostado rsrs vou tentar postar mais uma parte hoje ;*

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • JB: top

    Responder↴ • uid:1d9o2xyxa2r4
    • Júlia In6: Que bom que gostou, vou tentar fazer um esforço para publicar a terceira parte ainda hoje rsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • Pk: Eu tô louco de tesão com suas histórias, precisando demais logo

    Responder↴ • uid:gsuanut0b
    • Júlia In6: Também estou achando um tesão relembrar de tudo ao escrever rsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • Júlia In6: Obrigada, meu amor s2

    Responder↴ • uid:1eg0vmf1zynn
  • Júlia In6: Era pra essa primeira foto ser, na verdade, o gif que fiz de um videozinho. Não sei o que deu errado no envio... :( :/

    Responder↴ • uid:1eg0vmf1zynn
  • Júlia In6: Poxa, essa primeira imagem era pra ser um gif do video que fiz, tentei enviar como gif, mas não deu certo... Se alguém souber como faz pra mandar direitinho, e puder me explicar, coloco em anexo no proximo conto

    Responder↴ • uid:1eg0vmf1zynn